Um dia fiz minha oferenda
Fui ao cemitério a meia-noite
Na encruzilhada coloquei-me a chamar o maldito nome
E você já havia fugido antes que o mau te assombrasse
Trevas ao meu redor
Pesada atmosfera de dor que agora já não quero provocar
Arrependimento sobre minha alma
Temor certo a respeito de toda crueldade
Eis que surgia a maldita entidade
Não queria fechar os olhos e não queria olhar
Eis que criaturas aladas: Milhares!
Riam, batiam em mim e me provocavam nojo
E eis que um ser bonito
Com um semblante desgraçado
Com o sorriso mais malicioso do mundo
Se aproximava de mim
E eis que quando se aproximava
Eu o reconhecia
E agora acendia minha ira!
Ora é apenas um poeta!
Se fazendo de Lúcifer
Então todas as criaturas foram embora
E eis um semblante de criança pega em sua travessura