terça-feira, 5 de novembro de 2013

O Fim do Mundo

Miséria, ignorância, sangue
Está acabando o mundo
Fazem-se mil versos num segundo

Entôo em meio ao caos minha canção
Está acontecendo o êxodo universal ao cemitério
Enquanto estou tranqüilo a contemplar a desolação

Cumpre ao poeta apregoar o amor
Pela espada, pelo espírito e pela guerra
É necessário informar quem quer que for
É no abismo da alma que a paz se encerra

Peço ao vento que se transforme em furacão
Oro ao fogo que faça incêndios
Forças destruidoras escutem meu clamor!
Matai, matai, matai o amor!

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