terça-feira, 5 de novembro de 2013

Os Ventos de Babilônia

O espírito de Babilônia sopra em sua direção
Enredando castelos, pessoas e grilhões como se fossem um
Sempre te arrastará porque tuas asas não te seguram no firmamento
E teu coração está sozinho a desejar o regresso

Ventos de Babilônia: A dança na chuva!
Cantai teus preceitos e relembrai tuas histórias
Livre é teu espírito
Mas não são livres as circunstâncias ao redor

Crestes no mundo e na boa terra que aqui há
Inúmeras vezes o inimigo salta ao teu encontro
Te dando conselhos e acompanhando-te em sua jornada
Sendo-te fiel nas viagens e habitando teu lar

Sei que para chegares ao teu templo foi enfadonho
Enfastiaste teu espírito carregando em cima de ti este jugo
Não abrirás as portas de Jerusalém, pois estás muito fraco
Não encontrarás teu lugar no monte santo

Quando enxergares: Abra as vendas do teu coração e veja
Ainda há limites instransponíveis
E na cela onde você está
Ninguém sai daí se é em ti que está

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