O engano bate a porta
Quem iria te visitar?
O engano te convida
Para deixá-lo entrar
Sujeito convincente
Vai de casa em casa
Em dizer-se bem intencionado
É persistente
Quero ser como o poeta
Que te corta com a navalha
E sorri para você!)
Fecho a porta
Obrigado!
Caridade e verdade
Nem se forem parcelados!
II
(Assim aconteceu:
Portas fechadas)
De tanto fechar as portas
Os demônios rondam pelas ruas
E eu quero passear
Se todos nós fecharmos as portas
Eles lotariam as ruas
Já que todos fecham as portas
Eles morrem pelas ruas
Cadáveres e mais cadáveres
Cemitério!
Antes vocês aí
Do que eu sofrer vosso vitupério
(Ha! Ha! Ha!
Yes... Não:
Rá! Rá! Rá!
Agora sim uma gargalhada brasileira
Para rir das piadas do meu Brasil!)