Largos são teus passos
Deitado sobre a relva acesa... Além!
Vestidas estão na taverna: As margens
De tua terra lavrada
... Distante, soberba
Terra de ninguém!
O pôr-do-sol que se ergue
O canto do pássaro
A inveja minha deles
Os raios que clareiam teu quarto
O canto que vai ao seu encontro
Sem perguntar seu gosto e sem mendigar teu vintém
Vestes como ergueste alto teu estandarte
Como quem era e não como quem veio?
Os aplausos do mundo a tal ser, a tal entidade
Que construiu seu lar no sonho do mundo inteiro