quinta-feira, 14 de novembro de 2013
(.)
- Toda entidade que exposta à experiência, que interagir com o universo inteiro e não ter formulado sequer uma única idéia, em si mesmo invalidou sua existência.
(.)
- Será que todos os valores humanos e as interações entre os entes da humanidade se limitam a uma moral de senhor e servo, de mérito e demérito e de propriedade e posse?
- Se quiseres, seja amigo dos amigos de teus amigos, mas não te apresses a tomar os adversários como a teus próprios.
- Uma visão binária da realidade me é tão inaceitável e tão real. Maldita dualidade a que a humanidade foi reduzida!
- Que me aproveitaria mil conselhos se não me for dada sabedoria a qual eu me apegue?
- Forcejai pela porção que lhe baste na terra. Isto é parte da justiça.
- Um estado psicológico de tranqüilidade se inicia com aquiescência da realidade.
- Se quiseres, seja amigo dos amigos de teus amigos, mas não te apresses a tomar os adversários como a teus próprios.
- Uma visão binária da realidade me é tão inaceitável e tão real. Maldita dualidade a que a humanidade foi reduzida!
- Que me aproveitaria mil conselhos se não me for dada sabedoria a qual eu me apegue?
- Forcejai pela porção que lhe baste na terra. Isto é parte da justiça.
- Um estado psicológico de tranqüilidade se inicia com aquiescência da realidade.
(.)
- Se você facilmente adere às coisas as coisas dificilmente aderem a você.
- A inclinação para a mesmice é o princípio da massificação.
- Evite levar remorsos para o caixão.
- Eu não quero ter filhos!
- A mágoa precede a revolta.
- Por que a alegria não me atinge? Cada molécula de alegria é dissolvida no meu mar de tristezas.
- A inclinação para a mesmice é o princípio da massificação.
- Evite levar remorsos para o caixão.
- Eu não quero ter filhos!
- A mágoa precede a revolta.
- Por que a alegria não me atinge? Cada molécula de alegria é dissolvida no meu mar de tristezas.
XLIX
Capitalismo é a poesia
Que me traz imensa alegria
Ao meu cliente ouço
Quando me traz dinheiro no bolso
(.)
Que me traz imensa alegria
Ao meu cliente ouço
Quando me traz dinheiro no bolso
(.)
(.)
- "Nunca se está sozinho. O ser humano sempre terá a si mesmo".
- Quão grande amor é o daqueles que amam um maldito!
- O desespero causado pela ameaça e a covardia causada pela intimidação são a verdadeira morte e o real inferno de um ser humano.
- Os “espertos” são as principais vítimas da justiça.
- O sofrimento precede a alegria, a alegria precede o sofrimento... Esse é um dos ciclos perpétuos da vida.
- E onde fica minha personalidade? Somente razão e nem um pouco de emoção?
- Quão grande amor é o daqueles que amam um maldito!
- O desespero causado pela ameaça e a covardia causada pela intimidação são a verdadeira morte e o real inferno de um ser humano.
- Os “espertos” são as principais vítimas da justiça.
- O sofrimento precede a alegria, a alegria precede o sofrimento... Esse é um dos ciclos perpétuos da vida.
- E onde fica minha personalidade? Somente razão e nem um pouco de emoção?
XLVII
Venha a verdade
Seja como ela for
Seja má, seja boa
Seja ela persistente
Em ser sempre
Inconveniente...
Seja como ela for
Seja má, seja boa
Seja ela persistente
Em ser sempre
Inconveniente...
(...)
- Não peço que me acompanhe, mas apenas que me deixe seguir meu caminho.
- Isso implica em que nessa existência haveremos de nos afastar, por consequência do que me pedis.
- Você crê que meus caminhos estão muito distantes dos seus, acho que isso é a razão da distância que há entre nós.
- Que me dizes então?
- Minha pretensão sempre foi de andar livremente, mas vindo o tempo oportuno, me dirigir para onde você está para que estejamos enfim, juntos...
- Quer dizer que depois de andar pelos seus caminhos, quando tiveres cumprido a jornada diária, então virias aqui?
- Sim, sigo meus caminhos, mas um só é o refúgio. Não sou um nômade, entendes?
- O amor é um abrigo, uma morada fixa...
- ...
- Calou-se?
- Saiba, procuro outra morada...
- Hã? Então me deixas?
- Há muito tempo, como um indigente fui despejado
- Te entendo... Sei o que fiz...
- Morro de saudades da minha antiga morada!
- Seja bem vindo!
- Isso implica em que nessa existência haveremos de nos afastar, por consequência do que me pedis.
- Você crê que meus caminhos estão muito distantes dos seus, acho que isso é a razão da distância que há entre nós.
- Que me dizes então?
- Minha pretensão sempre foi de andar livremente, mas vindo o tempo oportuno, me dirigir para onde você está para que estejamos enfim, juntos...
- Quer dizer que depois de andar pelos seus caminhos, quando tiveres cumprido a jornada diária, então virias aqui?
- Sim, sigo meus caminhos, mas um só é o refúgio. Não sou um nômade, entendes?
- O amor é um abrigo, uma morada fixa...
- ...
- Calou-se?
- Saiba, procuro outra morada...
- Hã? Então me deixas?
- Há muito tempo, como um indigente fui despejado
- Te entendo... Sei o que fiz...
- Morro de saudades da minha antiga morada!
- Seja bem vindo!
terça-feira, 12 de novembro de 2013
XLVI
A ti devoto minha dedicação
Neste mundo és meu maior bem
E de tanta ternura, de tanta paixão
Certo estou de que não conseguirei amar mais ninguém
Neste mundo és meu maior bem
E de tanta ternura, de tanta paixão
Certo estou de que não conseguirei amar mais ninguém
(.)
- Ninguém pode ser mais blasfemo ou herege do que aqueles que anunciaram Deus como bondoso, amoroso e justo e por suas ações e doutrinas apresentaram-no como o oposto destas coisas.
- Amor cego não é amor e sim tolice. O verdadeiro amor enxerga e não morre em face de verdade.
- O socialismo diz: Ninguém precisa ter mais do que precisa. O capitalismo responde: Eu ainda não tenho o que preciso...
- A cultura brasileira é um belo vira-lata.
- As massas crucificaram Cristo, perseguiram grandes idealistas, chamaram gênios de lunáticos. Algo precipitado é afirmar: A democracia é o reflexo da justiça.
- A vida é uma grande idéia. Parabéns para quem a teve!
- A vida é uma piada de mau gosto cuja tal não me canso de rir.
- A razão e a justiça deveria ser a única forma dos seres humanos se comunicarem.
- Por não alcançarmos todas as realidades através de nossa consciência, sabemos que nossa consciência total têm vazios e esses vazios geram uma fome que chamamos de curiosidade. E que a glutonaria desta não prejudica, antes enriquece o espírito. E tampouco recebe demérito, antes é nobre. Há uma realidade total e dois derivados dela que são a realidade universal e a realidade individual (cujo eu é uma consciência). A consciência total detém o total de toda realidade e é algo apenas alcançado por Deus. Em comparação com a nossa sabemos que falta espaços a serem preenchidos. Então Deus sabe todas as coisas e o ser humanos procura entende-las também.
- A racionalidade não é a morte da fé, do amor e da esperança, senão ressurreição.
- Será que é covardia ou modéstia limitar a expressão do próprio ser?
- Somente através da ação que o indivíduo faz com o que é imanente a sua consciência emane as demais.
- Quem ama não dá seu amor por caridade. Um ser humano comunica sua decisão ao outro que procura alguém para trilhar junto em seu caminho. Um ser humano não busca apenas seu ideal. Um ser humano ao buscar seu ideal encontra também seus empecilhos a este. Os outros são o limite de um e esse o deste próprio.
- Amor cego não é amor e sim tolice. O verdadeiro amor enxerga e não morre em face de verdade.
- O socialismo diz: Ninguém precisa ter mais do que precisa. O capitalismo responde: Eu ainda não tenho o que preciso...
- A cultura brasileira é um belo vira-lata.
- As massas crucificaram Cristo, perseguiram grandes idealistas, chamaram gênios de lunáticos. Algo precipitado é afirmar: A democracia é o reflexo da justiça.
- A vida é uma grande idéia. Parabéns para quem a teve!
- A vida é uma piada de mau gosto cuja tal não me canso de rir.
- A razão e a justiça deveria ser a única forma dos seres humanos se comunicarem.
- Por não alcançarmos todas as realidades através de nossa consciência, sabemos que nossa consciência total têm vazios e esses vazios geram uma fome que chamamos de curiosidade. E que a glutonaria desta não prejudica, antes enriquece o espírito. E tampouco recebe demérito, antes é nobre. Há uma realidade total e dois derivados dela que são a realidade universal e a realidade individual (cujo eu é uma consciência). A consciência total detém o total de toda realidade e é algo apenas alcançado por Deus. Em comparação com a nossa sabemos que falta espaços a serem preenchidos. Então Deus sabe todas as coisas e o ser humanos procura entende-las também.
- A racionalidade não é a morte da fé, do amor e da esperança, senão ressurreição.
- Será que é covardia ou modéstia limitar a expressão do próprio ser?
- Somente através da ação que o indivíduo faz com o que é imanente a sua consciência emane as demais.
- Quem ama não dá seu amor por caridade. Um ser humano comunica sua decisão ao outro que procura alguém para trilhar junto em seu caminho. Um ser humano não busca apenas seu ideal. Um ser humano ao buscar seu ideal encontra também seus empecilhos a este. Os outros são o limite de um e esse o deste próprio.
XLV
Have you ever realized?
God doesn’t protect the good ones
Satan teaches the bad ones to take care of themselves
(Satan says: Watch your back!
Satan says: Take care!)
Are you dreaming or what?
The good that you do
Doesn’t turn back to you
Why do you believe in the lies?
It’s in vain you wait for paradise
Why are you still begging for comprehension?
In a world of lies?
The few ones who love
Don’t love enough to fight
While you still begging for comprehension
The few ones that seems to love
Don’t truly love to fight
God doesn’t protect the good ones
Satan teaches the bad ones to take care of themselves
(Satan says: Watch your back!
Satan says: Take care!)
Are you dreaming or what?
The good that you do
Doesn’t turn back to you
Why do you believe in the lies?
It’s in vain you wait for paradise
Why are you still begging for comprehension?
In a world of lies?
The few ones who love
Don’t love enough to fight
While you still begging for comprehension
The few ones that seems to love
Don’t truly love to fight
O Mundo verdadeiro por uma Criança
O Mundo é colorido
Cheio de sabor
Somos eternos
Cheios de amor
O dia nasce sozinho
O sol nos acorda e canta altissonantemente
A lua nos adormece com seu choro mudo
Quero o espetáculo!
Os astros revezam o espetáculo sem se importarem
Com a indiferença de inimigos de verdade
Quem não crê que é verdade
Pergunta para todo mundo
E todo mundo do meu mundo
Vai dizer que sim
Mas se ouvir que minto
Não há ninguém
Aqui no meu mundo
Aqui no mundo
Nascemos para sermos felizes
A tristeza é tola
Vem e não se explica
É chata e mandamos ela embora
(Quando se acha importuna ela sai
Quando nos distraímos ela vem)
Os pequenos sabem muito
Por isso são pequenos
Os grandes nada sabem
E por isso incham
O amor dói
Sinto na alma
É da alma
E para outra alma
Que nos dá prazer
Mas um dia o amor
Como um destino virá
Se triste não sei
Mas quero
Além disso é destino!
Mas sou criança
E na minha dança
Todos podem dançar
Pode vir a tristeza também
Talvez ela precise de dança e doces
Quem sabe ela ficará consolada e satisfeita
Se lhe dermos um pouco de atenção?
Vamos ficar todos aqui
E com alegria dançar
Venha ser criança!
Enquanto dançarmos essa dança...
Cheio de sabor
Somos eternos
Cheios de amor
O dia nasce sozinho
O sol nos acorda e canta altissonantemente
A lua nos adormece com seu choro mudo
Quero o espetáculo!
Os astros revezam o espetáculo sem se importarem
Com a indiferença de inimigos de verdade
Quem não crê que é verdade
Pergunta para todo mundo
E todo mundo do meu mundo
Vai dizer que sim
Mas se ouvir que minto
Não há ninguém
Aqui no meu mundo
Aqui no mundo
Nascemos para sermos felizes
A tristeza é tola
Vem e não se explica
É chata e mandamos ela embora
(Quando se acha importuna ela sai
Quando nos distraímos ela vem)
Os pequenos sabem muito
Por isso são pequenos
Os grandes nada sabem
E por isso incham
O amor dói
Sinto na alma
É da alma
E para outra alma
Que nos dá prazer
Mas um dia o amor
Como um destino virá
Se triste não sei
Mas quero
Além disso é destino!
Mas sou criança
E na minha dança
Todos podem dançar
Pode vir a tristeza também
Talvez ela precise de dança e doces
Quem sabe ela ficará consolada e satisfeita
Se lhe dermos um pouco de atenção?
Vamos ficar todos aqui
E com alegria dançar
Venha ser criança!
Enquanto dançarmos essa dança...
O Efeito Inibidor da Sociedade
... Esse milhares de olhos que observam
O curso deste ser
São olhos hostis
Não querem que o que está lá dentro
Salte para fora
Então no íntimo
A vontade já está morta
Antes mesmo de nascer
O curso deste ser
São olhos hostis
Não querem que o que está lá dentro
Salte para fora
Então no íntimo
A vontade já está morta
Antes mesmo de nascer
(.)
- Quem é sincero corre simultaneamente o risco de morrer e de viver de verdade.
- Não convém às trevas tentar confrontar a luz, mas sim encontrar meios de ofuscá-la.
- Se os seres humanos estão interligados quero romper com esse laços que me prendem!
- O que há de mais belo na arte não são suas obras, mas sim as aspirações que ela evoca.
- Onde a luz se cansa para as trevas nasce uma esperança.
- Pelo ser humano se condena o ser humano.
- (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
- O que tem consciência de si é a existência que merece ser respeitada.
- (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
- Sou sóbrio quando tu ris e alegre quando tu choras... Não um louco! Não um sábio! Não um demônio, tampouco Deus!
- (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
- Isso aqui é uma eterna busca! Portanto não há como afirmar “consegui” se o futuro questionará esse êxito constantemente. O legado é a única voz que se pode dispor para dar satisfação para a história e as próximas gerações. O “consegui” é a recompensa que fica na alma após a ação e o que ocorre na vida através da fé, somente após os fatos consumados.
- Não convém às trevas tentar confrontar a luz, mas sim encontrar meios de ofuscá-la.
- Se os seres humanos estão interligados quero romper com esse laços que me prendem!
- O que há de mais belo na arte não são suas obras, mas sim as aspirações que ela evoca.
- Onde a luz se cansa para as trevas nasce uma esperança.
- Pelo ser humano se condena o ser humano.
- (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
- O que tem consciência de si é a existência que merece ser respeitada.
- (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
- Sou sóbrio quando tu ris e alegre quando tu choras... Não um louco! Não um sábio! Não um demônio, tampouco Deus!
- (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
- Isso aqui é uma eterna busca! Portanto não há como afirmar “consegui” se o futuro questionará esse êxito constantemente. O legado é a única voz que se pode dispor para dar satisfação para a história e as próximas gerações. O “consegui” é a recompensa que fica na alma após a ação e o que ocorre na vida através da fé, somente após os fatos consumados.
Eternidade
Veja o local onde se situa o ente
O Ente eternamente move-se em direção ao nada
O ser que fica eternamente em repouso
A obra foi precedida de descanso
Ou sempre se trabalhou?
Se você estivesse em um eterno movimento
Sem empecilho e oposição
Num amplo lugar de fim não encontrado
Para onde você iria?
Mas você ouve uma voz
Vá antes que você não possa
Fique antes que você não mais suporte
E eu aqui me pergunto: O que isso importa?
E teu mundo eterno
É convertido ao temporal
O teu livre curso
Se limita a leis
Teu mundo deixa a amplidão
Achas que o Universo é assim
Então traístes teu coração
E mentiste para si
O Ente eternamente move-se em direção ao nada
O ser que fica eternamente em repouso
A obra foi precedida de descanso
Ou sempre se trabalhou?
Se você estivesse em um eterno movimento
Sem empecilho e oposição
Num amplo lugar de fim não encontrado
Para onde você iria?
Mas você ouve uma voz
Vá antes que você não possa
Fique antes que você não mais suporte
E eu aqui me pergunto: O que isso importa?
E teu mundo eterno
É convertido ao temporal
O teu livre curso
Se limita a leis
Teu mundo deixa a amplidão
Achas que o Universo é assim
Então traístes teu coração
E mentiste para si
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
O Fim do Mundo
Bela Dama!
Me dê sua mão
Dancemos a última dança
Sob os acordes da destruição
Aqueles homens
Cospem peçonha
E a terra
Mal consegue nos tragar
Mendigos e ladrões
Produtos da nossa justiça!
Coma das migalhas várias vezes repartidas
Sois o sacrifício em favor de nossas vidas!
Maldita criança da esperança!
Duvidas!
Que a brisa se cale
E que a tempestade se eternize
Sim, Bela dama!
Festejemos e exaltemos a força
A força que condena e separa
A força confusa que pavimenta o fim
Me dê sua mão
Dancemos a última dança
Sob os acordes da destruição
Aqueles homens
Cospem peçonha
E a terra
Mal consegue nos tragar
Mendigos e ladrões
Produtos da nossa justiça!
Coma das migalhas várias vezes repartidas
Sois o sacrifício em favor de nossas vidas!
Maldita criança da esperança!
Duvidas!
Que a brisa se cale
E que a tempestade se eternize
Sim, Bela dama!
Festejemos e exaltemos a força
A força que condena e separa
A força confusa que pavimenta o fim
Egoterapia
Mais sábia que a meditação de Buda
Eis que ela pavimentará o caminho
Com emoção, suave e tanta
Sim, podeis chamá-la “O Novo Nirvana”
Mais transcendental que a meditação hindu
Algo para o Estado, para o Mundo e para tu
O que lhes mostro é notório
Sim, isso é real e o resto é ilusório!
Feche os olhos
Concentre-se
Em intervalos atentos
Repita a palavra com oração fervorosa:
EU!
EU!
EU!
(É eu não você!)
Eis que ela pavimentará o caminho
Com emoção, suave e tanta
Sim, podeis chamá-la “O Novo Nirvana”
Mais transcendental que a meditação hindu
Algo para o Estado, para o Mundo e para tu
O que lhes mostro é notório
Sim, isso é real e o resto é ilusório!
Feche os olhos
Concentre-se
Em intervalos atentos
Repita a palavra com oração fervorosa:
EU!
EU!
EU!
(É eu não você!)
(.)
- Se Satanás for responsável por todo o erro da humanidade, certamente, esse fez mais que o cristo.
- Vencedor não é necessariamente aquele que consegue satisfazer suas vontades, mas aquele que é capaz de ir até o fim de suas decisões.
- Não há nada nojento. Tudo são átomos.
- Vencedor não é necessariamente aquele que consegue satisfazer suas vontades, mas aquele que é capaz de ir até o fim de suas decisões.
- Não há nada nojento. Tudo são átomos.
Esmola
Tome mendigo
Tua esmola
O dinheiro do seu dia
A porção para tua fome
Um mendigo ajudando o outro
Miserável! Ajude-se também!
A mim falta mantimento
A você falta alma
Tua alma faminta e sedenta
Vem me atormentar à noite
E murmurar aos meus ouvidos
Quando ouso escutar as melodias celestes
Sobre tua vida:
Caos, destruição, pestes
Não fará nenhum sentido
Enquanto não ser aquilo que quiseres
Te dou o mundo
Te dou pessoas
Não te dei nada...
Somos todos miseráveis!
Tua esmola
O dinheiro do seu dia
A porção para tua fome
Um mendigo ajudando o outro
Miserável! Ajude-se também!
A mim falta mantimento
A você falta alma
Tua alma faminta e sedenta
Vem me atormentar à noite
E murmurar aos meus ouvidos
Quando ouso escutar as melodias celestes
Sobre tua vida:
Caos, destruição, pestes
Não fará nenhum sentido
Enquanto não ser aquilo que quiseres
Te dou o mundo
Te dou pessoas
Não te dei nada...
Somos todos miseráveis!
(.)
- Sou poeta, pois quero disciplinar os sentimentos. Sou poeta porque quero inventar a meu bel-prazer as emoções.
- Freud explica o ser humano que aí está, mas explica aquele que foi inventado?
- Viva a desigualdade!
- Freud explica o ser humano que aí está, mas explica aquele que foi inventado?
- Viva a desigualdade!
Um Encontro com Você na Rua
Posso falar como você?
Vai me escutando...
Graças a você e todo mundo
Existe loucura, loucuras várias
Delírios, poesia, filosofia
Monumentos e mortes
Como amostra da nossa ideologia
Para outro dia
Um louco com ousadia diria
Haverá outra sorte
Contra o curso
Que morre e muda de rumo
Mas aqui não tem vento
Disse um infiel
Mas eu te digo
Com os pés firmes na terra
O amor está morrendo
Não o sepulte ainda
Lá na Avenida
Tem uma carruagem
E atrás uma multidão
A implorar por uma migalha de perdão
Vai me escutando...
Graças a você e todo mundo
Existe loucura, loucuras várias
Delírios, poesia, filosofia
Monumentos e mortes
Como amostra da nossa ideologia
Para outro dia
Um louco com ousadia diria
Haverá outra sorte
Contra o curso
Que morre e muda de rumo
Mas aqui não tem vento
Disse um infiel
Mas eu te digo
Com os pés firmes na terra
O amor está morrendo
Não o sepulte ainda
Lá na Avenida
Tem uma carruagem
E atrás uma multidão
A implorar por uma migalha de perdão
XL
You take away my breath
The running time you hold
You warm my heart up from this cold
I love you to the death
The running time you hold
You warm my heart up from this cold
I love you to the death
Coração Sonhador
Sonho, porque não contente com essa realidade
De outra me faço criador
Se o ódio é a verdade
Crerei na mentira do amor
O que há nesse mundo senão dor?
Aqui o fogo inflama e não se apaga
Eu sou inferno, eterno pranto e tormento
A alegria é curta e logo lamento
Quero sonhar ainda
A vida sempre debocha da minha esperança
São poucos o que ousam sonhar
Por isso o destino da massa é vegetar
Quem vegeta não existe
Quero uma existência completa
A vida simplesmente não basta
Há algo aqui para aproveitar?
O mundo é banquete de podridão e pranto
Se há algo que pode-se aproveitar
E as almas que sob a superfície vagam
Vale a pena sonhar
Vale a pena amar
Não arrancarei essa esperança do peito
Assim deixo a decomposição me levar e morro satisfeito
De outra me faço criador
Se o ódio é a verdade
Crerei na mentira do amor
O que há nesse mundo senão dor?
Aqui o fogo inflama e não se apaga
Eu sou inferno, eterno pranto e tormento
A alegria é curta e logo lamento
Quero sonhar ainda
A vida sempre debocha da minha esperança
São poucos o que ousam sonhar
Por isso o destino da massa é vegetar
Quem vegeta não existe
Quero uma existência completa
A vida simplesmente não basta
Há algo aqui para aproveitar?
O mundo é banquete de podridão e pranto
Se há algo que pode-se aproveitar
E as almas que sob a superfície vagam
Vale a pena sonhar
Vale a pena amar
Não arrancarei essa esperança do peito
Assim deixo a decomposição me levar e morro satisfeito
A Longínqua Musa Inspiradora
Oh! Meu amor que está distante
Que o vento sussurre ao teu ouvido que te quero!
Esta Terra é testemunha do quanto te espero
As memórias tuas visitam minha mente de forma incessante
Oh! Minha alma anseia por ti a cada instante
O meu amor é paciente apesar dessa sofreguidão
Amigos me aconselharam a procurar outra amante
Mas nada ainda pode dissuadir meu coração!
Oh! Minha amada que faz tanto padecer!
Saibas que te amo até a morte
Tu és a mulher que me inspira a viver
Em meu futuro incerto lancei sobre ti minha sorte
Deveras essa é a dor que quem ama sente
Te deixar meu coração nunca consente
Ele te ama a custa do próprio sofrimento
Fiador da tristeza me tornei para guardar para ti o sentimento
Confesso ainda querer te ver
Conseguir contigo um momento
Se amar-te transformou minha vida em tormento
Com a alma exultante a entrego para sofrer!
Que o vento sussurre ao teu ouvido que te quero!
Esta Terra é testemunha do quanto te espero
As memórias tuas visitam minha mente de forma incessante
Oh! Minha alma anseia por ti a cada instante
O meu amor é paciente apesar dessa sofreguidão
Amigos me aconselharam a procurar outra amante
Mas nada ainda pode dissuadir meu coração!
Oh! Minha amada que faz tanto padecer!
Saibas que te amo até a morte
Tu és a mulher que me inspira a viver
Em meu futuro incerto lancei sobre ti minha sorte
Deveras essa é a dor que quem ama sente
Te deixar meu coração nunca consente
Ele te ama a custa do próprio sofrimento
Fiador da tristeza me tornei para guardar para ti o sentimento
Confesso ainda querer te ver
Conseguir contigo um momento
Se amar-te transformou minha vida em tormento
Com a alma exultante a entrego para sofrer!
Geração Apocalypse
Minha geração é uma desgraça!
É a geração que não acredita no amor
Não acredita nos sonhos e na identidade
Acredita na televisão, na comercialização de tudo e em nada
É uma geração sem bandeira
Que vendeu a alma
Que diz para a próxima
Que o sonho morreu
É uma geração sem legado
É a geração da desgraça
Que se vendeu barato
E acredita em tudo
Que não acredita em si
E não permite que a próxima realize
Os sonhos negligenciados
O amor e a felicidade negados por nós
É uma geração invejosa
Que nada sabe
E quer ensinar à próxima
Nada! Ao invés de deixá-los saber
É a geração tragicômica
Do Rock’n Roll morto
É a geração da alegria embriagada
E do pranto seco
É uma geração que passou em branco
Que deixou o sonho morrer
E decretou o fim
É a geração dos mortos-vivos
Que a próxima terá de enterrar
E ensinar a nós
Que fomos incompetentes
Que fomos idiotas
E que não sabemos viver
Geração retardada
Geração Apocalíptica
Não quero tomar parte com vocês!
Quero ver cada um de vocês se ferrarem
E cada um de vocês morrerem
A pior geração de todos os tempos
O pior da pseudo-crítica com o inativismo
O fim do mundo é vocês
Teu grande ano e feitos é 2012
E criticas as gerações anteriores e posteriores
Que vão fazer acontecer
Enquanto vocês se tornam um nada
Na história!
Parabéns!
Vocês disseram a verdade sobre o fim
E o fim
São vocês!
É a geração que não acredita no amor
Não acredita nos sonhos e na identidade
Acredita na televisão, na comercialização de tudo e em nada
É uma geração sem bandeira
Que vendeu a alma
Que diz para a próxima
Que o sonho morreu
É uma geração sem legado
É a geração da desgraça
Que se vendeu barato
E acredita em tudo
Que não acredita em si
E não permite que a próxima realize
Os sonhos negligenciados
O amor e a felicidade negados por nós
É uma geração invejosa
Que nada sabe
E quer ensinar à próxima
Nada! Ao invés de deixá-los saber
É a geração tragicômica
Do Rock’n Roll morto
É a geração da alegria embriagada
E do pranto seco
É uma geração que passou em branco
Que deixou o sonho morrer
E decretou o fim
É a geração dos mortos-vivos
Que a próxima terá de enterrar
E ensinar a nós
Que fomos incompetentes
Que fomos idiotas
E que não sabemos viver
Geração retardada
Geração Apocalíptica
Não quero tomar parte com vocês!
Quero ver cada um de vocês se ferrarem
E cada um de vocês morrerem
A pior geração de todos os tempos
O pior da pseudo-crítica com o inativismo
O fim do mundo é vocês
Teu grande ano e feitos é 2012
E criticas as gerações anteriores e posteriores
Que vão fazer acontecer
Enquanto vocês se tornam um nada
Na história!
Parabéns!
Vocês disseram a verdade sobre o fim
E o fim
São vocês!
(.)
- Meu amor por você é exprimido nesse pouco tempo a dois e é nele que atravesso toda a eternidade e volto para te amar ainda mais...
XXXIX
Poetas são aqueles que prostituem seus sentimentos
Poetas são aqueles que fazem das suas intimidades algo público
Poetas atingem o máximo da inconstância humana
Eles são imundos, abençoados, puros e desgraçados!
Poetas são aqueles que fazem das suas intimidades algo público
Poetas atingem o máximo da inconstância humana
Eles são imundos, abençoados, puros e desgraçados!
Amor de Mulher
Possuis demasiada bondade
Que me deixas maravilhado!
Se me permites sinceridade...
Mulher é um ente sagrado!
Me pediram para tentar ver em ti maldade...
Não pude, antes vi excelsa nobreza
Contemplei a ti como a um anjo em sua pureza
Percebi que está em teu poder a felicidade
Mulher é uma graça imerecida
É a expressão da benevolência do Criador
Bastar estar contigo por um minuto de minha vida
Para que eu sinta toda a eternidade do amor
Se tu não sabes... És graciosa!
Possuis uma magnitude, tanta...
Que me dirijo a ti como a uma santa
És para mim imensuravelmente preciosa!
Meu coração se submete a realização dos desejos teus
Mas não digo que os tenho como aos meus
Pois pelo muito que te amo nunca me amaria assim
Como pretendo te agradar ao máximo, não faria isso por mim
Oh! Maravilhosa! Perfeitamente maravilhosa!
Tu és demasiadamente grandiosa para eu te merecer
Oh! Mulher bela e virtuosa!
Somente pela tua misericórdia eu poderia te ter!
Que me deixas maravilhado!
Se me permites sinceridade...
Mulher é um ente sagrado!
Me pediram para tentar ver em ti maldade...
Não pude, antes vi excelsa nobreza
Contemplei a ti como a um anjo em sua pureza
Percebi que está em teu poder a felicidade
Mulher é uma graça imerecida
É a expressão da benevolência do Criador
Bastar estar contigo por um minuto de minha vida
Para que eu sinta toda a eternidade do amor
Se tu não sabes... És graciosa!
Possuis uma magnitude, tanta...
Que me dirijo a ti como a uma santa
És para mim imensuravelmente preciosa!
Meu coração se submete a realização dos desejos teus
Mas não digo que os tenho como aos meus
Pois pelo muito que te amo nunca me amaria assim
Como pretendo te agradar ao máximo, não faria isso por mim
Oh! Maravilhosa! Perfeitamente maravilhosa!
Tu és demasiadamente grandiosa para eu te merecer
Oh! Mulher bela e virtuosa!
Somente pela tua misericórdia eu poderia te ter!
Aura de Sedução
Seguia eu em minha jornada
Vi tantas pessoas e lugares
Não esperava experimentar surpresa
Até que se encontraram nossos olhares
Renasceu em mim a ousadia
De amar proporcionalmente a viver
E se isso é incrível utopia
Tu me motivas a crer!
E vou-me por este caminho
Pois me inspirastes a uma nova busca
Operastes em mim um forte desejo
Ser arrebatado pela formosura que em ti vejo!
Pois de ti emana a aura de sedução
O que tenho por ti desconheço
Será o amor ou a paixão?
Sei que o que tenho lhe ofereço!
Vi tantas pessoas e lugares
Não esperava experimentar surpresa
Até que se encontraram nossos olhares
Renasceu em mim a ousadia
De amar proporcionalmente a viver
E se isso é incrível utopia
Tu me motivas a crer!
E vou-me por este caminho
Pois me inspirastes a uma nova busca
Operastes em mim um forte desejo
Ser arrebatado pela formosura que em ti vejo!
Pois de ti emana a aura de sedução
O que tenho por ti desconheço
Será o amor ou a paixão?
Sei que o que tenho lhe ofereço!
XXXVII
“Não cutuque onça com vara curta”
Não cutucar leão com vara curta
Eu sou o leão
O Rei Leão bonzinho
Então
Você não deve me cutucar com vara curta
Mas me dar carinho
Não cutucar leão com vara curta
Eu sou o leão
O Rei Leão bonzinho
Então
Você não deve me cutucar com vara curta
Mas me dar carinho
A Guerra
Veja e forceje para não chorar
É apenas uma força de destruição em busca de sangue
Lançando nossas liberdades na prisão
Movido por soberba, intolerância, mentira, ódio
Não te limites a sofrer apenas pelos danos
Sofras também porque em breve lhe obrigarão a juntar-se a eles
Para semear choro, luto e dor
À roda dos escarnecedores que vão rir de tudo isso
Não se desespere...
Enquanto ignorarmos isso
Enquanto ouvirmos e proclamarmos a todos a canção
Enquanto comermos e bebermos juntos aos nossos amigos
Enquanto nos amarmos de verdade
Enquanto tudo o que nos gloriarmos é apenas no que é capaz de unir
Amigos, nós vencemos a guerra
É apenas uma força de destruição em busca de sangue
Lançando nossas liberdades na prisão
Movido por soberba, intolerância, mentira, ódio
Não te limites a sofrer apenas pelos danos
Sofras também porque em breve lhe obrigarão a juntar-se a eles
Para semear choro, luto e dor
À roda dos escarnecedores que vão rir de tudo isso
Não se desespere...
Enquanto ignorarmos isso
Enquanto ouvirmos e proclamarmos a todos a canção
Enquanto comermos e bebermos juntos aos nossos amigos
Enquanto nos amarmos de verdade
Enquanto tudo o que nos gloriarmos é apenas no que é capaz de unir
Amigos, nós vencemos a guerra
Os Profetas
Só aprecio a alegria
Que provém da loucura
Nos papéis onde eles escrevem a sabedoria
Apenas enxergo rasuras
O jovem caduco já dizia
Que o amor e a guerra
E o terremoto que não se encerra
São a maior heresia
Pela boca dos profetas
Os povos provam bocados
De doces ironias
No semblante sério dos profetas
Eles apregoam a todos
A cirurgia sem anestesia
Que provém da loucura
Nos papéis onde eles escrevem a sabedoria
Apenas enxergo rasuras
O jovem caduco já dizia
Que o amor e a guerra
E o terremoto que não se encerra
São a maior heresia
Pela boca dos profetas
Os povos provam bocados
De doces ironias
No semblante sério dos profetas
Eles apregoam a todos
A cirurgia sem anestesia
Coração Doente
I – O perecer do amor pelo afastar
Gradualmente
Desaparece a lembrança dos teus beijos
Definha a paixão que há
E logo, não mais se sente
Creio que observa tudo isso indiferente
Enquanto eu estou taciturno
Vai-te como quem não perde nada
E eu perco tudo
Aquele que ama e se dispõe a perder
Se dispõe a persistir
A ser ferido e sorrir
A calar e sofrer
Fiz-me fraco
Não irei competir
Sei que queres a vitória
De me ver fugir
Não fugirei
Espero teu golpe
Então descanso
Em desamparo dos teus braços
Golpe fatal
Vida sem norte
Meu coração frívolo
Contempla a morte
Fim de guerra
Guerreiro sem espada
Nada a despojar
Deixo legado
Se quiseres aceitar
Nada mais tenho
Que um amor sepultado!
II - O Adúltero Abandonado
Alguém esta aí?
Canto o sentimento amargurado
Daquele que perderá o que não tinha
E cobiçara o que não pode ter
Que é o amor para mim
Senão um eterno sofrer?
Um não se alegrar
Um sempre perder
Um tudo dar
Um nada ter
Um tentar agradar
Um conseguir se frustrar
Um sempre ajudar
E estar desamparado
Um sempre perdoar
E ser condenado
Um proteger
E ser atacado
Um exaltar
E ser humilhado
Amar a custa do próprio sofrimento
E continuar obstinado neste intento
E quando acabar o momento
Eternidades de sofrimento!
Confesso meu adultério
Fui abandonado
Cri-me sozinho
Busquei outra companhia
Terminei num peculiar cemitério
De inconsolável agonia
Estou com a loucura de amar
Acompanhado da solidão fria
Amaldiçoado com a extinção da alegria
Ah! A tristeza estava com saudades de mim!
Gradualmente
Desaparece a lembrança dos teus beijos
Definha a paixão que há
E logo, não mais se sente
Creio que observa tudo isso indiferente
Enquanto eu estou taciturno
Vai-te como quem não perde nada
E eu perco tudo
Aquele que ama e se dispõe a perder
Se dispõe a persistir
A ser ferido e sorrir
A calar e sofrer
Fiz-me fraco
Não irei competir
Sei que queres a vitória
De me ver fugir
Não fugirei
Espero teu golpe
Então descanso
Em desamparo dos teus braços
Golpe fatal
Vida sem norte
Meu coração frívolo
Contempla a morte
Fim de guerra
Guerreiro sem espada
Nada a despojar
Deixo legado
Se quiseres aceitar
Nada mais tenho
Que um amor sepultado!
II - O Adúltero Abandonado
Alguém esta aí?
Canto o sentimento amargurado
Daquele que perderá o que não tinha
E cobiçara o que não pode ter
Que é o amor para mim
Senão um eterno sofrer?
Um não se alegrar
Um sempre perder
Um tudo dar
Um nada ter
Um tentar agradar
Um conseguir se frustrar
Um sempre ajudar
E estar desamparado
Um sempre perdoar
E ser condenado
Um proteger
E ser atacado
Um exaltar
E ser humilhado
Amar a custa do próprio sofrimento
E continuar obstinado neste intento
E quando acabar o momento
Eternidades de sofrimento!
Confesso meu adultério
Fui abandonado
Cri-me sozinho
Busquei outra companhia
Terminei num peculiar cemitério
De inconsolável agonia
Estou com a loucura de amar
Acompanhado da solidão fria
Amaldiçoado com a extinção da alegria
Ah! A tristeza estava com saudades de mim!
Paixão Solitária
Essa é a sina
De seguir o caminho
De querer continuar
E terminar sozinho
Morreu a paixão...
Não foi o que eu queria
Eu te amaria
Até ouvir “Não”!
O “Não” foi ouvido
Entretanto não dito
Mas de outras formas
Altissonantemente declarado
Oh! Coração dilacerado!
Agonizando em leito maldito
Por completamente se entregar
Jaz aí a amargar, amargar, amargar!
De seguir o caminho
De querer continuar
E terminar sozinho
Morreu a paixão...
Não foi o que eu queria
Eu te amaria
Até ouvir “Não”!
O “Não” foi ouvido
Entretanto não dito
Mas de outras formas
Altissonantemente declarado
Oh! Coração dilacerado!
Agonizando em leito maldito
Por completamente se entregar
Jaz aí a amargar, amargar, amargar!
Improviso Retratativo
Eu me confundi. Na verdade sou profeta e separei duas histórias. Sim, por isso enviei minha psicografia para me retratar e manter fiel a palavra de Deus. Na verdade o Anjo que tirou o nervo de Jacó, aquele fruto de uma família desgraçada, tinha aparecido para ele antes na visão de escada. Não eram anjos os que dirigiam à palavra para Jacó, mas o próprio SENHOR. Nunca reparaste o quão ligada está A Escada de Jacó e A Luta de Jacó com Deus? Viva! Rá! Rá! Viva! Jacó venceu Deus e vence todos os anjos. Jacó venceu Deus. Não somente Ele, mas Deus e todos os Seus servos. Jesus venceu o mundo e Jacó venceu Deus. Eu venci Jacó então venci Deus! Eu sou Deus? Eu sou eu! Sou o que sou! Sou o que sou! (...)
Bom desculpe me exaltar... Foi o conhaque sagrado que aqui nos céus bebi. O Senhor das galinhas, o Senhor da cocada preta e o Senhor dos exércitos é o mesmo interlocutor no caso da visão da Escada e da Luta com Deus. Híqui! O conhaque divino é o que eu ofereço e a verdade.
Bom desculpe me exaltar... Foi o conhaque sagrado que aqui nos céus bebi. O Senhor das galinhas, o Senhor da cocada preta e o Senhor dos exércitos é o mesmo interlocutor no caso da visão da Escada e da Luta com Deus. Híqui! O conhaque divino é o que eu ofereço e a verdade.
Exemplo de Epopéia Narrativa
Saíram os mais bravos guerreiros do reinado lutar contra seus inimigos. Para batalharem uma luta gloriosa que registro em minhas crônicas. Oh! Redundâncias de nossa realidade, regida por fronteiras e reis que não lêem livros!
A Escada de Jacó
Anjo de Deus, Anjo de Deus!
Dá-me tua benção
Senão te impedirei de ir embora
“Sou anjo e tenho asas
Que há de me impedir de ir ao céu?
Sou puro e sou santo
Quem irá me impedir de ver a Deus?”
Sou poeta e tenho palavras!
Vou ao céu ainda que me seja proibido
Sou impuro e profano
E apesar de tudo: Sou Deus!
E nessas minhas mortais palavras
Desafio tua autoridade
Nunca vencida por força humana
Mas tão frágil perante minhas ventanias!
E crês ter muito e ser excelso
Talvez antes, agora não mais
Pois ao abrir tua guarda
Dardos inflamados em ti adentraram
Transformaram teu branco em escarlate
E sem meu anuir serás anjo? Jamais!
“Que queres então? Oh! Mortal e frívolo
Conceder-te-ei apenas um desejo
E em nome de meu Deus ao fazer isso
Não me demorarei à partir
Pois meu espírito tende a elevar-se
A romper com o pisar na terra aqui
E se em teu lugar pudesse pedir
Pediria a vida eterna em lugar dessa tua:
Em constante sangrar
Sempre a esvair...”
Peço que quando eu estiver em meu caminho
A dormir e a sonhar sozinho
Que você e todos os anjos
Vá impedir o sono alheio em outro lugar!
Por que nos meus céus e nos meus paraísos
Somente quero sentir a beleza do cantar
E não interpretações ou profecias
Quando estiver no templo de Deus a brincar
Dá-me tua benção
Senão te impedirei de ir embora
“Sou anjo e tenho asas
Que há de me impedir de ir ao céu?
Sou puro e sou santo
Quem irá me impedir de ver a Deus?”
Sou poeta e tenho palavras!
Vou ao céu ainda que me seja proibido
Sou impuro e profano
E apesar de tudo: Sou Deus!
E nessas minhas mortais palavras
Desafio tua autoridade
Nunca vencida por força humana
Mas tão frágil perante minhas ventanias!
E crês ter muito e ser excelso
Talvez antes, agora não mais
Pois ao abrir tua guarda
Dardos inflamados em ti adentraram
Transformaram teu branco em escarlate
E sem meu anuir serás anjo? Jamais!
“Que queres então? Oh! Mortal e frívolo
Conceder-te-ei apenas um desejo
E em nome de meu Deus ao fazer isso
Não me demorarei à partir
Pois meu espírito tende a elevar-se
A romper com o pisar na terra aqui
E se em teu lugar pudesse pedir
Pediria a vida eterna em lugar dessa tua:
Em constante sangrar
Sempre a esvair...”
Peço que quando eu estiver em meu caminho
A dormir e a sonhar sozinho
Que você e todos os anjos
Vá impedir o sono alheio em outro lugar!
Por que nos meus céus e nos meus paraísos
Somente quero sentir a beleza do cantar
E não interpretações ou profecias
Quando estiver no templo de Deus a brincar
The Distance between You and Me
There's a space
An ocean towards the sun
As the tide is high
I'm on the run
On the run I found you asleep
So lovely as someone who received the death kiss
As a star is dying in the sky
I'm on the run
Fill the emptiness looking at the montain of gold
Look at many God's gardens around you
Look at me far away getting old
Now I'm near you to take a look at your face
The demon's eyes were over the surface
He was worried about never seeing your face again
He sat and cried because he missed you
And you never wanted to be with him
(You know he will never change)
Change, change the seasons
As so much moons and suns went down before you
How many times did your heart change?
Don't you find this strange?
As I look for you on a distant land...
An ocean towards the sun
As the tide is high
I'm on the run
On the run I found you asleep
So lovely as someone who received the death kiss
As a star is dying in the sky
I'm on the run
Fill the emptiness looking at the montain of gold
Look at many God's gardens around you
Look at me far away getting old
Now I'm near you to take a look at your face
The demon's eyes were over the surface
He was worried about never seeing your face again
He sat and cried because he missed you
And you never wanted to be with him
(You know he will never change)
Change, change the seasons
As so much moons and suns went down before you
How many times did your heart change?
Don't you find this strange?
As I look for you on a distant land...
terça-feira, 5 de novembro de 2013
O Assassinato do Português
O Português cruza a rua
Saúda eu e saúda você
Vai para a padaria
Volta para casa com os pães
O Português senta à mesa
Conversa com a família
Desde o Árabe até o Inglês
(Então...)
Me aconselha a evitar a rima
“Mas não a vida!”
Sugere-me cortês
(Sai novamente para a rua
Simpático cruza a Avenida Brasil do Norte ao Sul
Popular, cada um conhece ele de um jeito
E consigo encontrá-lo novamente)
E enquanto a vida segue seu rumo
Como um levitar, um aprumo
Surgiu das trevas o assassino
Ora, pois! Também tu?
Sim, estava eu junto ao assassino
Matar ele também, sou comparsa
“Vai ser notícia de televisão!”
“Vamos ler isso no jornal antes de irmos à prisão”!
Do nada apareceu seu filho
“Não mata papai não”!
Mas o disparo já fora dado...
Serei pago, pois cumpri com o contrato
Aquele tratado
Que já assinaram assassinando então
Mas maldito é este herdeiro!
Fugiu-me o Portuga
Matei o Português
O Português Brasileiro!
Saúda eu e saúda você
Vai para a padaria
Volta para casa com os pães
O Português senta à mesa
Conversa com a família
Desde o Árabe até o Inglês
(Então...)
Me aconselha a evitar a rima
“Mas não a vida!”
Sugere-me cortês
Simpático cruza a Avenida Brasil do Norte ao Sul
Popular, cada um conhece ele de um jeito
E consigo encontrá-lo novamente)
E enquanto a vida segue seu rumo
Como um levitar, um aprumo
Surgiu das trevas o assassino
Ora, pois! Também tu?
Sim, estava eu junto ao assassino
Matar ele também, sou comparsa
“Vai ser notícia de televisão!”
“Vamos ler isso no jornal antes de irmos à prisão”!
Do nada apareceu seu filho
“Não mata papai não”!
Mas o disparo já fora dado...
Serei pago, pois cumpri com o contrato
Aquele tratado
Que já assinaram assassinando então
Mas maldito é este herdeiro!
Fugiu-me o Portuga
Matei o Português
O Português Brasileiro!
XXXVII
Dama
Se um dia puderes entender
Por favor, entenda!
O amor não depende do quão perfeita tu sejas
Mas somente do que existe em nós
E apenas disso
Se um dia puderes entender
Por favor, entenda!
O amor não depende do quão perfeita tu sejas
Mas somente do que existe em nós
E apenas disso
XXXVI
Quando tentastes erguer teu vôo ao céu
Me comprometi a dizer da impossibilidade
De chegares lá
(De não querer voltar!)
Tentastes subir ao céu
E me perguntastes se podias
Te enganei ao dizer que tu era o Messias
Você com fé e vontade tentou subir
Mas ainda vejo o pó em tuas asas!
Me comprometi a dizer da impossibilidade
De chegares lá
(De não querer voltar!)
Tentastes subir ao céu
E me perguntastes se podias
Te enganei ao dizer que tu era o Messias
Você com fé e vontade tentou subir
Mas ainda vejo o pó em tuas asas!
XXXV
O vigor do meu espírito
Agora desvanece
O que me deixa vulnerável
A procurar conforto em teus braços
O que me fortalece
O que me tenta
A procurar conforto em teus braços
Agora desvanece
O que me deixa vulnerável
A procurar conforto em teus braços
O que me fortalece
O que me tenta
A procurar conforto em teus braços
(.)
Da Onipotência do Ser Humano
Tachar várias coisas de pecado não impede os seres humanos de satisfazerem suas vontades. Apregoar valores pseudomorais são rédeas que não tem força suficiente para conter o espírito livre humano. Nada pode impedir de completarmos o curso que nos é legado, pois a vontade dos seres humanos é o que orienta o mundo. Tudo o que há para fazer é dançar em meio ao caos, contrariar o vento e ver que tudo é puro e que a imundície surgiu primeiramente no olhar da hipocrisia. Farei coisas afim de forjar meu coração e conseguir derramar minha essência em tudo o que fizer, entoá-la por completo em uma canção. O que é o limite? Céu, infinito, o mundo? Aquilo que nos limita é a mesma coisa que nos liberta: O estado da consciência (a verdade!).
- Ser humano é algo que oscila do sagrado ao profano conforme seu querer.
Tachar várias coisas de pecado não impede os seres humanos de satisfazerem suas vontades. Apregoar valores pseudomorais são rédeas que não tem força suficiente para conter o espírito livre humano. Nada pode impedir de completarmos o curso que nos é legado, pois a vontade dos seres humanos é o que orienta o mundo. Tudo o que há para fazer é dançar em meio ao caos, contrariar o vento e ver que tudo é puro e que a imundície surgiu primeiramente no olhar da hipocrisia. Farei coisas afim de forjar meu coração e conseguir derramar minha essência em tudo o que fizer, entoá-la por completo em uma canção. O que é o limite? Céu, infinito, o mundo? Aquilo que nos limita é a mesma coisa que nos liberta: O estado da consciência (a verdade!).
- Ser humano é algo que oscila do sagrado ao profano conforme seu querer.
(.)
- “Quem bate, abre; quem pede, recebe; quem procura, encontra”. Que essas coisas possam ser compreendidas com consciência que em nossa existência estão inseridas as portas que esperam para serem abertas, dádivas a serem aceitas e tesouros para serem encontrados. Não buscar por estas coisas é um grande risco porque em uma delas pode estar justamente a razão de nossa existência e perder isso é equiparável a perder a vida.
Dona Cacilda
Dona Cacilda
Quero que saibas
Que nessa vida
Tu és meu maior bem
Dona Cacilda
Eu te amo
Mas se tu não me amas
Está tudo bem
De segunda a segunda
Eu vou trabalhar
Quando volto
Fico louco para te encontrar
Então te beijo e tento te abraçar
Mas tu me diz
Que devemos descansar
Ah! ...
Quero que saibas
Que nessa vida
Tu és meu maior bem
Dona Cacilda
Eu te amo
Mas se tu não me amas
Está tudo bem
De segunda a segunda
Eu vou trabalhar
Quando volto
Fico louco para te encontrar
Então te beijo e tento te abraçar
Mas tu me diz
Que devemos descansar
Ah! ...
(.)
- É o direito de todo ser humano escolher o seu próprio caminho. E não há portas que para certas pessoas estão fechadas, mas portas que esperam por serem abertas.
- Se fostes chamado a um propósito para a humanidade, não hesitai! Sem duvidar saibas que é um intento divino.
- Se fostes chamado a um propósito para a humanidade, não hesitai! Sem duvidar saibas que é um intento divino.
O Monte e o Choro de Parto
Próximo aos sustentáculos do monte
Eis o lugar em que me situava
Com meu coração a flutuar muito ao redor de mim
Eis aí o momento em que me abordastes
E não pude compreender como pedistes com inocência
Um favor a um estranho o que julguei estranho
Em tuas falas notei a autoridade
De quem quer que a fantasia seja aceita realidade
Lançastes sobre mim tua miséria
Eu te escutava para proveito próprio
Mas sentia hesitação pelo momento
De retribuir-lhe o favor
Mal lembro o que me dissestes
Mas agora sei que registro as impressões
Que deixastes bem profundo em meu espírito
Mal poderias imaginar
Que aquele que lhe prestava atenção
Não se incomodava com tua presença (vingança!)
Redescobri
Com a capacidade de entender a sabedoria próxima
Que as palavras se fazem sábias
Ao atravessarem as noites
Quando chegou meu cruel momento
Pela minha hesitação
Não recebestes o apoio para teu caminho
Oh! Agora lembrei que tinhas alguma direção!
Mas recebi teu perdão mudo
Tu me ensinavas a direção e o lugar
Onde através dos passos pensados
Eu pudesse te encontrar
Desconheço como chegar lá
Desconheço com ignorância voluntária
Tuas palavras fogem de mim
Mas a sua presença de forma oculta ainda existe
Não sei se a morte te buscou
Não sei o que os ventos fizeram do seu lar
E da sua vida
Não desconheço
A tua fraqueza (doença!)
E a tua solidão
Sei que me convidastes
A partilha do repouso e da terra
Tudo o que alguém como eu
Poderia cobiçar
Tu venderias a mercadoria
Como um mercante cego
Tu pedirias um pouco de minha alma
O que eu nego!
Eis o lugar em que me situava
Com meu coração a flutuar muito ao redor de mim
Eis aí o momento em que me abordastes
E não pude compreender como pedistes com inocência
Um favor a um estranho o que julguei estranho
Em tuas falas notei a autoridade
De quem quer que a fantasia seja aceita realidade
Lançastes sobre mim tua miséria
Eu te escutava para proveito próprio
Mas sentia hesitação pelo momento
De retribuir-lhe o favor
Mal lembro o que me dissestes
Mas agora sei que registro as impressões
Que deixastes bem profundo em meu espírito
Mal poderias imaginar
Que aquele que lhe prestava atenção
Não se incomodava com tua presença (vingança!)
Redescobri
Com a capacidade de entender a sabedoria próxima
Que as palavras se fazem sábias
Ao atravessarem as noites
Quando chegou meu cruel momento
Pela minha hesitação
Não recebestes o apoio para teu caminho
Oh! Agora lembrei que tinhas alguma direção!
Mas recebi teu perdão mudo
Tu me ensinavas a direção e o lugar
Onde através dos passos pensados
Eu pudesse te encontrar
Desconheço como chegar lá
Desconheço com ignorância voluntária
Tuas palavras fogem de mim
Mas a sua presença de forma oculta ainda existe
Não sei se a morte te buscou
Não sei o que os ventos fizeram do seu lar
E da sua vida
Não desconheço
A tua fraqueza (doença!)
E a tua solidão
Sei que me convidastes
A partilha do repouso e da terra
Tudo o que alguém como eu
Poderia cobiçar
Tu venderias a mercadoria
Como um mercante cego
Tu pedirias um pouco de minha alma
O que eu nego!
Duelos Poéticos I
Poema
Poema é qualquer coisa
Que se escreve
Através de versos
Bonito é a rima rara
Que nem se compara
À rima pobre
O importante é a métrica
O importante é a réplica
E a análise dos críticos
Graças a eles e a vocês
Venho através desta para dizer
Que a verdade da estrutura atesta:
Eu sou poeta!
Poema do Crítico
Brilhou as estrelas
Veio a mim a brisa
E a beleza do luar
Não importa o dia
E as estações
Eu vou cantar
Maldito são os que não se adequam
Por amor à arte
Queria que eles não mais interviessem
No curso da humanidade
Por isso escrevo
(Para de falar!)
Poeta saia do meu poema!
(Não saio)
Seu vândalo!
(Cala a boca!)
Pela causa poética
EU HEI DE LUTAR!
- PLIM!
“Eu sou a fadinha dos poemas”!
“Os críticos vão virar sapinhos”!
- Coaque!
E dos poetas cuido eu! (.)
Poema é qualquer coisa
Que se escreve
Através de versos
Bonito é a rima rara
Que nem se compara
À rima pobre
O importante é a métrica
O importante é a réplica
E a análise dos críticos
Graças a eles e a vocês
Venho através desta para dizer
Que a verdade da estrutura atesta:
Eu sou poeta!
Poema do Crítico
Brilhou as estrelas
Veio a mim a brisa
E a beleza do luar
Não importa o dia
E as estações
Eu vou cantar
Maldito são os que não se adequam
Por amor à arte
Queria que eles não mais interviessem
No curso da humanidade
Por isso escrevo
(Para de falar!)
Poeta saia do meu poema!
(Não saio)
Seu vândalo!
(Cala a boca!)
Pela causa poética
EU HEI DE LUTAR!
- PLIM!
“Eu sou a fadinha dos poemas”!
“Os críticos vão virar sapinhos”!
- Coaque!
E dos poetas cuido eu! (.)
(.)
- O pensamento não escrito que ilumina e inclina o ser ao seu caminho é o que sempre vai a frente do legado da ciência e da história.
“I have become comfortably numb!”
“I have become comfortably numb!”
Abaixo a ditadura!
Vivemos numa ditadura. Somos obrigados à “felicidade plena”, ao “sucesso absoluto”, à “juventude eterna”, à “velhice sóbria”. Rebelemos-nos então! Ao “pensamento crítico” e ao “comportamento conscientizado”.
Abaixo a ditadura!
Do politicamente correto
Da arte politizada
Do agradável sob encomenda
Da chatice!
“De eu não poder usar a navalha
Sem querer ferir ninguém!”
Abaixo a ditadura!
Do legalzinho
Da genialidade
Da rebeldia
De eu não poder ver televisão
Para parecer intelectual para vocês
Viva eu na piscina
Tomando suquinho
Falando besteira com os amigos
“Viva a ditadura do alistamento obrigatório no bar!”
Viva o dane-se!
Viva o “to nem aí!”
Viva “se todo mundo faz eu quero fazer”
Viva eu ser quem penso que sou
Sem ter que dar satisfação a você
Pega esses seus livros
E vai para o inferno
A sabedoria brinca e se alegra
Eu levo para qualquer canto a minha filosofia
Viva tudo!
E viva tudo também!
Além do que desconheço não tem nada!
Não tem nada!
Viva o que tu chamas “ignorante felicidade”
Que nada mais é que pureza da alma
Viva o que se alegra perante a adversidade
Que ele vá se danar também!
Viva! Viva! Viva!
(...)
Se eu conto a piada
É para não perder a pureza
Sai para lá!
Tô passét!
Deixa eu ficar de depressão
Abaixo a ditadura!
Vivemos numa ditadura. Somos obrigados à “felicidade plena”, ao “sucesso absoluto”, à “juventude eterna”, à “velhice sóbria”. Rebelemos-nos então! Ao “pensamento crítico” e ao “comportamento conscientizado”.
Abaixo a ditadura!
Do politicamente correto
Da arte politizada
Do agradável sob encomenda
Da chatice!
“De eu não poder usar a navalha
Sem querer ferir ninguém!”
Abaixo a ditadura!
Do legalzinho
Da genialidade
Da rebeldia
De eu não poder ver televisão
Para parecer intelectual para vocês
Viva eu na piscina
Tomando suquinho
Falando besteira com os amigos
“Viva a ditadura do alistamento obrigatório no bar!”
Viva o dane-se!
Viva o “to nem aí!”
Viva “se todo mundo faz eu quero fazer”
Viva eu ser quem penso que sou
Sem ter que dar satisfação a você
Pega esses seus livros
E vai para o inferno
A sabedoria brinca e se alegra
Eu levo para qualquer canto a minha filosofia
Viva tudo!
E viva tudo também!
Além do que desconheço não tem nada!
Não tem nada!
Viva o que tu chamas “ignorante felicidade”
Que nada mais é que pureza da alma
Viva o que se alegra perante a adversidade
Que ele vá se danar também!
Viva! Viva! Viva!
(...)
Se eu conto a piada
É para não perder a pureza
Sai para lá!
Tô passét!
Deixa eu ficar de depressão
Comemorai!
Celebrai o amor
O novo nascimento
Festejemos juntos
Em todos os momentos
Apregoai o amor
Em todos os lugares
Nos campos, nas cidades
Nos templos e nos bares
Vivei o amor
E convivei com todo mundo
Quem ama sem limite
Pode fazer tudo
(Amor será teu grande poder
Aquilo que protege e glorifica
Todo o seu ser...)
Mais alegre que os tolos
Mais sábio que os sóbrios
Procurai-o e aguardem-no
Eis que já está a caminho: O amor!
O novo nascimento
Festejemos juntos
Em todos os momentos
Apregoai o amor
Em todos os lugares
Nos campos, nas cidades
Nos templos e nos bares
Vivei o amor
E convivei com todo mundo
Quem ama sem limite
Pode fazer tudo
(Amor será teu grande poder
Aquilo que protege e glorifica
Todo o seu ser...)
Mais alegre que os tolos
Mais sábio que os sóbrios
Procurai-o e aguardem-no
Eis que já está a caminho: O amor!
XXXIII
Não me comovo
Com sete coroas lançadas
Ou rosas dadas
Apenas com algo direto e oriundo do coração
Não me importa dizer
Que pertenço ao palácio
Que pertenço aos quartéis
Mas apenas que pertenço a teu coração
Será que se você visse
Eu frio e esmorecido
Ainda assim me darias um lugar junto ao teu coração
Ainda assim me abraçarias
Mas sei que não estou aí
Foram outros os convidados: Destes assentos a distantes espectros
Não há lugar para mim senão a estrada
E eu ainda espero morada
Estou a porta e bato
Bato novamente
Paro, mas continuo à porta
Mas que isso te importa?
Negaste a mim a dádiva eterna
Que com meu sangue e minha velhice eu comprei
Não morarei aí
Eu sei!
Vou me embora sozinho
Quem seguirá um rastro de sangue pelo caminho?
Com sete coroas lançadas
Ou rosas dadas
Apenas com algo direto e oriundo do coração
Não me importa dizer
Que pertenço ao palácio
Que pertenço aos quartéis
Mas apenas que pertenço a teu coração
Será que se você visse
Eu frio e esmorecido
Ainda assim me darias um lugar junto ao teu coração
Ainda assim me abraçarias
Mas sei que não estou aí
Foram outros os convidados: Destes assentos a distantes espectros
Não há lugar para mim senão a estrada
E eu ainda espero morada
Estou a porta e bato
Bato novamente
Paro, mas continuo à porta
Mas que isso te importa?
Negaste a mim a dádiva eterna
Que com meu sangue e minha velhice eu comprei
Não morarei aí
Eu sei!
Vou me embora sozinho
Quem seguirá um rastro de sangue pelo caminho?
XXXII
- A vida é tão bela, eu amo a vida
- Morra!
- Eu amo matar quem ama a vida e eu matei um!
- Você acredita que eu estou morto?
- Você acredita que eu matei?
Eis que é dada a rotina nesse breve diálogo que é o curso anônimo que norteia as nossas vidas. Isso nos é tão previsível, portanto tão indiferente. A faca que corta a nossa carne é o que importa. Por favor! Não reduza nossas vidas ao termo “humanidade”!
Não reduza nossas vidas
Ao termo humanidade
A real dor de pessoas que foram divididas
Te conduz a insanidade
A faca que corta
Não importa
A faca que sangra tua carne
É o que te comove
(É o que te interessa)
Ser humano
Dois lados da mesma moeda
Quantos lados a livre vontade quiser!
Muitas moedas para teu coração cobiçar!
Vai-te pela sombra!
Não as sombras que te guardam do sol
Nas sombras que dele fogem
O que você pensou agora te assombra
Pobre espírito atormentado!
Que descansa no Hades e anda pelo Seol
Que medita sério no lascivo cemitério
(Cemitério tem pessoas mortas
E nossos pensamentos sepultados
Que eu vou lá desenterrar
E lhe mostro para te escandalizar!)
Enxergue agora a vida
Que puseste no teu altar
Tens quase nenhum sacerdote
Mas muitos para sacrificá-la
- Morra!
- Eu amo matar quem ama a vida e eu matei um!
- Você acredita que eu estou morto?
- Você acredita que eu matei?
Eis que é dada a rotina nesse breve diálogo que é o curso anônimo que norteia as nossas vidas. Isso nos é tão previsível, portanto tão indiferente. A faca que corta a nossa carne é o que importa. Por favor! Não reduza nossas vidas ao termo “humanidade”!
Não reduza nossas vidas
Ao termo humanidade
A real dor de pessoas que foram divididas
Te conduz a insanidade
A faca que corta
Não importa
A faca que sangra tua carne
É o que te comove
(É o que te interessa)
Ser humano
Dois lados da mesma moeda
Quantos lados a livre vontade quiser!
Muitas moedas para teu coração cobiçar!
Vai-te pela sombra!
Não as sombras que te guardam do sol
Nas sombras que dele fogem
O que você pensou agora te assombra
Pobre espírito atormentado!
Que descansa no Hades e anda pelo Seol
Que medita sério no lascivo cemitério
(Cemitério tem pessoas mortas
E nossos pensamentos sepultados
Que eu vou lá desenterrar
E lhe mostro para te escandalizar!)
Enxergue agora a vida
Que puseste no teu altar
Tens quase nenhum sacerdote
Mas muitos para sacrificá-la
Possibilidade de um Poema
Se a poesia se materializasse
Seria uma estrela
Seria uma estrada
Seria uma fogueira
Seria vida
Seria um caminho florido em direção a um castelo
Seria um refúgio na montanha de um alto forte
Seria guerra e seria espada
Seria um pombo-correio que leva uma mensagem de paz
Seria algo concreto como ela realmente é
...
Não uma verdade
Não eu e você, coisas assim tão abstratas...
E nessas paisagens por onde eu percorro
E nesses rios onde me derramo
E nesses belos lugares por onde meu espírito procura a contemplação
Procura o vôo, o elevar-se, a transcendência
O que em mim encontro além de mim
O que me aumenta
Sim... Irmãos esse argumento velho e óbvio
É o amor
Que mais quereis?
Poesia?
Grande é vossa concupiscência!
Mas o amor não vos bastou
Serdes humanos não vos bastou
Tampouco vossa liberdade e destino
Porque alvoreceu a aurora
Para você e para mim
(Seres assim tão poéticos
Seres assim tão malditos)
E nosso céus e noites estreladas ainda nos diz algo
E nos leva a adoração ao desconhecido
Ao que conhecemos e encobrimos de mistério
E portanto não vos bastou
Qualquer término ou repouso
Tudo que vimos nos aumentou o ver
E então nos abstivemos de nos contentar
Por isso no Juízo Final
No livro de condenação reza nosso crime:
“Sois poetas”!
Seria uma estrela
Seria uma estrada
Seria uma fogueira
Seria vida
Seria um caminho florido em direção a um castelo
Seria um refúgio na montanha de um alto forte
Seria guerra e seria espada
Seria um pombo-correio que leva uma mensagem de paz
Seria algo concreto como ela realmente é
...
Não uma verdade
Não eu e você, coisas assim tão abstratas...
E nessas paisagens por onde eu percorro
E nesses rios onde me derramo
E nesses belos lugares por onde meu espírito procura a contemplação
Procura o vôo, o elevar-se, a transcendência
O que em mim encontro além de mim
O que me aumenta
Sim... Irmãos esse argumento velho e óbvio
É o amor
Que mais quereis?
Poesia?
Grande é vossa concupiscência!
Mas o amor não vos bastou
Serdes humanos não vos bastou
Tampouco vossa liberdade e destino
Porque alvoreceu a aurora
Para você e para mim
(Seres assim tão poéticos
Seres assim tão malditos)
E nosso céus e noites estreladas ainda nos diz algo
E nos leva a adoração ao desconhecido
Ao que conhecemos e encobrimos de mistério
E portanto não vos bastou
Qualquer término ou repouso
Tudo que vimos nos aumentou o ver
E então nos abstivemos de nos contentar
Por isso no Juízo Final
No livro de condenação reza nosso crime:
“Sois poetas”!
Prosa de defunto
Creia em mim, eu morri
E morri tal morte
Que me elevou a fortuna a três verdades
A certeza, a vida e a mentira
Em meu túmulo vieste-me incomodar
Ressuscitaste-me
Enquanto eu dizia: Deixa-me em paz!
Atrapalhavas meu sono a cada vez que me incluía em suas orações
Suas pretensões não me são bem-vindas
Deixa-me morto!
Ah! Deixa-me!
No nada! Faça-me o favor de deixar meu cadáver ao relento!
Permita ser
E cuidado com tuas palavras
E pensamentos
Lembras de mim em algum espectro meu pintado?
Tem certeza que nos conhecemos verdadeiramente com um aperto de mão?
Consegues imaginar quem eu sou? Eu sou?
Em toda obra há espírito
Dá-me a morte
Não leia de mim qualquer poesia
E morri tal morte
Que me elevou a fortuna a três verdades
A certeza, a vida e a mentira
Em meu túmulo vieste-me incomodar
Ressuscitaste-me
Enquanto eu dizia: Deixa-me em paz!
Atrapalhavas meu sono a cada vez que me incluía em suas orações
Suas pretensões não me são bem-vindas
Deixa-me morto!
Ah! Deixa-me!
No nada! Faça-me o favor de deixar meu cadáver ao relento!
Permita ser
E cuidado com tuas palavras
E pensamentos
Lembras de mim em algum espectro meu pintado?
Tem certeza que nos conhecemos verdadeiramente com um aperto de mão?
Consegues imaginar quem eu sou? Eu sou?
Em toda obra há espírito
Dá-me a morte
Não leia de mim qualquer poesia
Pretexto de Oração para nossos dias
O cálice foi afastado
Jesus não morreria nessa época
Por pseudo-moralistas que não gostam de Rock’n Roll
Tomé nesses dias
Não acreditaria em milagres
Nem no teu crédulo ceticismo
Vendeste-se e entregaste-se por muito pouco
Ainda que cobrasses mais não teria valia alguma
Não perca mais teu sono
Nele irão te arrastar
Vai-te para a terra santa!
Nas belas paisagens do Líbano
E também nos vales de Edom
Plantar batatas!
Jesus não morreria nessa época
Por pseudo-moralistas que não gostam de Rock’n Roll
Tomé nesses dias
Não acreditaria em milagres
Nem no teu crédulo ceticismo
Vendeste-se e entregaste-se por muito pouco
Ainda que cobrasses mais não teria valia alguma
Não perca mais teu sono
Nele irão te arrastar
Vai-te para a terra santa!
Nas belas paisagens do Líbano
E também nos vales de Edom
Plantar batatas!
XXXI
Não falo de uma vida triste
Apenas de uma alma triste
De um espinho dado que insiste
Em me levar novamente a um espírito de dor
Quando pensei que a Guardiã do Éden
Me concederia o paraíso
(Seja forte o meu amor!)
Trouxe me castigo com justo e cruel juízo
Falo novamente do espinho
Pois não foi encravado
Foi dado
Com a mais sincera rejeição
Os ventos ameaçam me levar
Longe deste chão
Pois não consiste em festas uma morada
Antes, em coração!
Qual é teu consolo dama
Antes guardiã, agora juíza
Saibas que me confundes com teu falar
Que manda tufões e anuncia brisa
Necessitas da alma de amante
Para maltratar
Que os ventos levem esse covarde
Para outro lugar!
Um dia eu espero
Não mais me incomodar com teus caminhos
E assim como eu quero
Que não inflamem em mim! Teus espinhos!
Apenas de uma alma triste
De um espinho dado que insiste
Em me levar novamente a um espírito de dor
Quando pensei que a Guardiã do Éden
Me concederia o paraíso
(Seja forte o meu amor!)
Trouxe me castigo com justo e cruel juízo
Falo novamente do espinho
Pois não foi encravado
Foi dado
Com a mais sincera rejeição
Os ventos ameaçam me levar
Longe deste chão
Pois não consiste em festas uma morada
Antes, em coração!
Qual é teu consolo dama
Antes guardiã, agora juíza
Saibas que me confundes com teu falar
Que manda tufões e anuncia brisa
Necessitas da alma de amante
Para maltratar
Que os ventos levem esse covarde
Para outro lugar!
Um dia eu espero
Não mais me incomodar com teus caminhos
E assim como eu quero
Que não inflamem em mim! Teus espinhos!
(.)
- Então? O que você me responde?
- Eu devo me furtar a responder em respeito a pendência deste assunto...
- Eu devo me furtar a responder em respeito a pendência deste assunto...
XXX
Esse mundo não me agrada
Deixa eu ir para outro
Deixa eu criar outro
Um lugar de trevas e cores transformadas
Eu não pedi para nascer
O ser que eu deveria ser
Deve frequentemente morrer
Quantas vezes necessário for
Meu caminho é rumo ao ouro
Que leva os ambiciosos a perda do tempo vindouro
Meu jardim é seco e as folhas caem
Mas consigo colher flores para você
Então que me diz
Se eu te convidar para o meu mundo
Você não irá ser feliz
Com licença, vou partir
Deixa eu ir para outro
Deixa eu criar outro
Um lugar de trevas e cores transformadas
Eu não pedi para nascer
O ser que eu deveria ser
Deve frequentemente morrer
Quantas vezes necessário for
Meu caminho é rumo ao ouro
Que leva os ambiciosos a perda do tempo vindouro
Meu jardim é seco e as folhas caem
Mas consigo colher flores para você
Então que me diz
Se eu te convidar para o meu mundo
Você não irá ser feliz
Com licença, vou partir
XXIX
Só a loucura pura
Sem censura
E com densa textura
É segura
Conhecereis a verdade
A verdade vos libertará
(E vós estareis presos a ela)
Sem censura
E com densa textura
É segura
Conhecereis a verdade
A verdade vos libertará
(E vós estareis presos a ela)
XXVIII
Sou peregrino
Uma ovelha perdida
Um profano pagão
Um cristão
Amo o mundo
E tudo o que nele há
Amor é fora-da-lei
Ninguém pode proibir amar
Amor proibido
Então não é pecado
Sigo no caminho
Ao seu lado
Sem dogmas
Sem direção
Que anda livre
Nos caminhos da perdição e da salvação
Espero redenção
Sem arrependimentos
Sem esperança para o amanhã
Sem certezas além dos sentidos
Aceites-me como sou
Essa é minha fé
De Deus é o comando
- “Façam o que quiser”!
Uma ovelha perdida
Um profano pagão
Um cristão
Amo o mundo
E tudo o que nele há
Amor é fora-da-lei
Ninguém pode proibir amar
Amor proibido
Então não é pecado
Sigo no caminho
Ao seu lado
Sem dogmas
Sem direção
Que anda livre
Nos caminhos da perdição e da salvação
Espero redenção
Sem arrependimentos
Sem esperança para o amanhã
Sem certezas além dos sentidos
Aceites-me como sou
Essa é minha fé
De Deus é o comando
- “Façam o que quiser”!
XXVII
Meus olhos precisam descansar agora
Da luz que o fatigou
E lhe mostrou
Nada mais que um mundo cruel
Se enxergastes apenas um mundo cruel
Sua visão foi cegada pela crueldade
Que fizestes ao ignorar
Que o amor também era verdade!
E se lhe dói a luz
Tu és insensível
Por causa de tua indiferença
O que há de belo e de espírito
Não mais te seduz
O teu indiferente olhar
A tua visão
Essa concepção
De fingir para não sofrer
Para não entender e ver
O que você fez com você
Teu ser abandonado
Chora!
Ao ver que tua liberdade
Foi embora
Não confie
Não acredite
Em quem?
Em você!
Quem não trai?
Quem não cansa?
Quem permanece?
Teu vigor? Não, o amor!
A esperança não morreu
Não morreu
Apenas teu dia
Não amanheceu
Eu vejo o sol brilhar
Esse privilégio é dado
A quem for convidado
Para no amor se banquetear
O amor protege
A todos que amam
E se amam
Quem não se ama
Não ama
Quem lhe ama
Se você daí
Pudesse ver tudo
Entenderias
“Que um novo olhar muda o mundo”!
Sai da cama
Junte-se ao canto
De quem canta
Escute o canto
Que diz assim
“Lá no meu canto
Eu canto para você e para mim”
Mar imenso
Sem fim
Caberias todo
Dentro de mim?
E se vai e volta
Não saíste do lugar
Poderei eu assim como ti
Eternamente amar?
Guardo aqui dentro
Um imenso amor
Nele eu nado
Afogo e volto
Tu és traiçoeiro
E brando
Com teu amor primeiro
Que estava chorando
Ponho as dores no passado
E as boas coisas no presente
Não quero dizer a vida
Que eu estava ausente
Nesse morrer e desmorrer
Que é o curso de todo sentimento
Que diferença entre o mar e o amar
Poderia perceber meu discernimento?
Os dois estão
Em movimento
Os dois têm
Os seus momentos
Um permanece
O outro chora
Pelo amor
Que foi embora
Tu não tens tão belas ondas
Que quando morrem na praia
Possam voltar
Tu és imenso
Mas por ficar aí
Não podes amar!
Da luz que o fatigou
E lhe mostrou
Nada mais que um mundo cruel
Se enxergastes apenas um mundo cruel
Sua visão foi cegada pela crueldade
Que fizestes ao ignorar
Que o amor também era verdade!
E se lhe dói a luz
Tu és insensível
Por causa de tua indiferença
O que há de belo e de espírito
Não mais te seduz
O teu indiferente olhar
A tua visão
Essa concepção
De fingir para não sofrer
Para não entender e ver
O que você fez com você
Teu ser abandonado
Chora!
Ao ver que tua liberdade
Foi embora
Não confie
Não acredite
Em quem?
Em você!
Quem não trai?
Quem não cansa?
Quem permanece?
Teu vigor? Não, o amor!
A esperança não morreu
Não morreu
Apenas teu dia
Não amanheceu
Eu vejo o sol brilhar
Esse privilégio é dado
A quem for convidado
Para no amor se banquetear
O amor protege
A todos que amam
E se amam
Quem não se ama
Não ama
Quem lhe ama
Se você daí
Pudesse ver tudo
Entenderias
“Que um novo olhar muda o mundo”!
Sai da cama
Junte-se ao canto
De quem canta
Escute o canto
Que diz assim
“Lá no meu canto
Eu canto para você e para mim”
Mar imenso
Sem fim
Caberias todo
Dentro de mim?
E se vai e volta
Não saíste do lugar
Poderei eu assim como ti
Eternamente amar?
Guardo aqui dentro
Um imenso amor
Nele eu nado
Afogo e volto
Tu és traiçoeiro
E brando
Com teu amor primeiro
Que estava chorando
Ponho as dores no passado
E as boas coisas no presente
Não quero dizer a vida
Que eu estava ausente
Nesse morrer e desmorrer
Que é o curso de todo sentimento
Que diferença entre o mar e o amar
Poderia perceber meu discernimento?
Os dois estão
Em movimento
Os dois têm
Os seus momentos
Um permanece
O outro chora
Pelo amor
Que foi embora
Tu não tens tão belas ondas
Que quando morrem na praia
Possam voltar
Tu és imenso
Mas por ficar aí
Não podes amar!
(.)
God doesn’t exist!
God doesn’t exist!
God doesn’t exist!
GOD DOESN’T EXIST!
That’s the only thing you have! After you die
There’s no more life. No more you. Just the
voice that says: - God doesn’t exist.
GOD
DOENS’T
EXIST!
God doesn’t exist!
God doesn’t exist!
GOD DOESN’T EXIST!
That’s the only thing you have! After you die
There’s no more life. No more you. Just the
voice that says: - God doesn’t exist.
GOD
DOENS’T
EXIST!
Do Escritor e o Leitor
Somos dois solitários
Somos dois loucos
Um a pensar que há outro a escutar
Um a pensar que há outro a falar
Justo no momento que a lúcida consciência canta:
- Não há ninguém além de mim!
Somos dois loucos
Um a pensar que há outro a escutar
Um a pensar que há outro a falar
Justo no momento que a lúcida consciência canta:
- Não há ninguém além de mim!
Poema Terapêutico I – Cansaço
O livro que eu não li
Era Brás Cubas
Mas várias caipirinhas foram derramadas
Antes isso que derramar
Sangue nobre em Minas
E eu não sei o que digo
Faça o que eu mandar
Viajei de tanto viajar
Fiz minhas andanças
Até chegar ao mar
E encontrar a rima com a esperança
Na verdade meu amigo me xinga agora
Fez gesto feio para mim
Me desafiou
“Inclui eu aí para você ver!”
Então eu vi
A representação deste poema
E com a ajuda de Cleidson garanhão
Enfim vejo a materialização das palavras
Súditos, reinos e praças
Neste bar o Satanás me mostra a glória deles
E finalmente deliro:
Posto composto: A Vida é sórdica!
Era Brás Cubas
Mas várias caipirinhas foram derramadas
Antes isso que derramar
Sangue nobre em Minas
E eu não sei o que digo
Faça o que eu mandar
Viajei de tanto viajar
Fiz minhas andanças
Até chegar ao mar
E encontrar a rima com a esperança
Na verdade meu amigo me xinga agora
Fez gesto feio para mim
Me desafiou
“Inclui eu aí para você ver!”
Então eu vi
A representação deste poema
E com a ajuda de Cleidson garanhão
Enfim vejo a materialização das palavras
Súditos, reinos e praças
Neste bar o Satanás me mostra a glória deles
E finalmente deliro:
Posto composto: A Vida é sórdica!
XXV
“Las chicas que tienemos para siempre muy bien”
Una mona muy hermosa, muy guapa
Yo quiero ella
En mi corazon y en mi cama
Una mona muy hermosa, muy guapa
Yo quiero ella
En mi corazon y en mi cama
XXIV
I’m the kind of romantic man
Please don’t break my heart
Don’t analyze the things I say
When I speak about my passion and love for you
When I say that you’re beautiful
And other things to please you
Just analyze how I treat you
Just receive me as someone that wants you to be O.K
I’m always by your side
That’s what I’ve got to say
Don’t break my heart
Be pleased with my love
Please need my love
Be happy with all my heart that I give you
That’s all I got to you
I love you, it’s true...
Please don’t break my heart
Don’t analyze the things I say
When I speak about my passion and love for you
When I say that you’re beautiful
And other things to please you
Just analyze how I treat you
Just receive me as someone that wants you to be O.K
I’m always by your side
That’s what I’ve got to say
Don’t break my heart
Be pleased with my love
Please need my love
Be happy with all my heart that I give you
That’s all I got to you
I love you, it’s true...
Identidade
Minha alma se camufla nas sombras desta noite
Como quem busca na angústia sua força
Eu apenas intercedo pelo que permaneceu após meditações
Comunico com a transcendência e as entidades... Além!
Ouço as orações dos que acreditam
Na verdade são murmúrios seus
Eles desconhecem os mandamentos da vida
Para seguirem o evangelho dos judeus
Quem é isso?
Não te limito a escolhas
Nem te minimizo ao que foi feito
Mas não morra sem antes saber quem sou...
(...) (...)
(...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
(...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
(...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
Como quem busca na angústia sua força
Eu apenas intercedo pelo que permaneceu após meditações
Comunico com a transcendência e as entidades... Além!
Ouço as orações dos que acreditam
Na verdade são murmúrios seus
Eles desconhecem os mandamentos da vida
Para seguirem o evangelho dos judeus
Quem é isso?
Não te limito a escolhas
Nem te minimizo ao que foi feito
Mas não morra sem antes saber quem sou...
(...) (...)
(...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
(...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
(...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
Exortação I
Ninguém é tão louco
Quando chega aqui perto
Quando é compreendido
Aqui perto é faca
Não teu veredicto
Mas tua confissão
E dentre os mares que me rodeia
Escolhi o mais tenebroso e violento
Enquanto vi tu afogares confiante
Na espera da divisão do Mar Vermelho
Mas dentre todas as loucuras
Nenhuma delas gritará teu nome
Enquanto se esconderes ao invés de proclamar
A virtude dos que desaparecem!
Quando chega aqui perto
Quando é compreendido
Aqui perto é faca
Não teu veredicto
Mas tua confissão
E dentre os mares que me rodeia
Escolhi o mais tenebroso e violento
Enquanto vi tu afogares confiante
Na espera da divisão do Mar Vermelho
Mas dentre todas as loucuras
Nenhuma delas gritará teu nome
Enquanto se esconderes ao invés de proclamar
A virtude dos que desaparecem!
*III
*III – "... assim também as mulheres sejam EM TUDO sujeitas a seus maridos." (Ef. 5: 24-b): A submissão da mulher ao homem... Disse o Apóstolo Paulo em suas cartas. Vale lembrar que ele não era marido de uma mulher neste momento. Se houvesse uma mulher por perto, neste exato momento, nossa história teria sido escrita diferente. Mas agora é tarde demais para um novo Apóstolo Paulo chegar e dizer isso novamente com o mesmo impacto histórico, porque com certeza ele deve estar por aí calado e feliz enquanto lava as vasilhas.
Bilhetes I
Ninguém ensina o poeta
Poema não é conhecimento
A ciência edifica os templos do mundo
Mas não edifica quimeras
Poema não é conhecimento
A ciência edifica os templos do mundo
Mas não edifica quimeras
Biblioteca de Lúcifer
Na Biblioteca de Lúcifer
Revistinhas
Historinhas
Musiquinhas para a gente escutar
Na Biblioteca de Lúcifer
Tem Teatro, tem procissão
Lá tem lobo a fingir de sacerdote
Lá tem político a encenar de ladrão
Na Biblioteca de Lúcifer
Quanta brincadeira, quanta diversão!
É hora de chegar do serviço
E correr para a televisão
Err...
Eu Lúcifer
E tudo que aqui se encontra
Ainda não é tudo...
Pois bem sabes que tenho minha profissão
E tenho meu museu e sou jornalista
Revistinhas
Historinhas
Musiquinhas para a gente escutar
Na Biblioteca de Lúcifer
Tem Teatro, tem procissão
Lá tem lobo a fingir de sacerdote
Lá tem político a encenar de ladrão
Na Biblioteca de Lúcifer
Quanta brincadeira, quanta diversão!
É hora de chegar do serviço
E correr para a televisão
Err...
Eu Lúcifer
E tudo que aqui se encontra
Ainda não é tudo...
Pois bem sabes que tenho minha profissão
E tenho meu museu e sou jornalista
XX
Eu deveria refletir
Mais sobre a vida
E dar atenção
A beleza desta noite
Eu busquei isso
Durante nos meus tempos de vigor
Apliquei todo meu entendimento
E amei de todo o coração
Eu sei que paixão
Rima com ilusão
Mas nossas almas
Simplesmente combinam
Mais sobre a vida
E dar atenção
A beleza desta noite
Eu busquei isso
Durante nos meus tempos de vigor
Apliquei todo meu entendimento
E amei de todo o coração
Eu sei que paixão
Rima com ilusão
Mas nossas almas
Simplesmente combinam
Monólogo do meu coração
Onde está o semblante do brio cândido
Que distingue entre as donzelas
O meu amor com singular formosura
Que distingue entre as donzelas
O meu amor com singular formosura
XIX
A verdade por métodos
Simétrica
Dentro dos limites
E cadenciada
Verdade matemática
Agora!
Agora não dá...
Calculando...
Pronto! É...
Simétrica
Dentro dos limites
E cadenciada
Verdade matemática
Agora!
Agora não dá...
Calculando...
Pronto! É...
Livre arbítrio
1.º: Para que ter um espírito tão livre para que
se possa escolher apenas entre o paraíso e o inferno? Se somos tão
capazes para decidir, por que existe um anjo e um demônio para
persuadir? Não seria melhor que calassem ambos para que por um acaso
possa-se criar uma própria perspectiva de futuro e conceber o que seria a
eternidade?
2.º Não há Deus por que somos humanos? Ou não podemos ser humanos para que haja Deus?
2.º Não há Deus por que somos humanos? Ou não podemos ser humanos para que haja Deus?
XVIII
A minha amada é distinta entre todas as donzelas
Pois ela é a mais bela
Sim, prefiro-a entre todas elas
Pois não há nenhuma mais bela
Ela está a passeio entre os bosques
Emanando pela natureza sua beleza
Saturando de beleza os olhos contempladores
Pois ela é a mais bela
Sim, prefiro-a entre todas elas
Pois não há nenhuma mais bela
Ela está a passeio entre os bosques
Emanando pela natureza sua beleza
Saturando de beleza os olhos contempladores
* Análises Bíblicas
I. Livro de Mórmon. 2.º Néfi 2.11-13. O deus assentado sobre um trono de maniqueísmo é negado e destituído do poder perante seus servos quando eles cogitam trocar a visão de (necessidade de) bem e mal por algum pensamento que não se alicerce nisso, como por exemplo, ver as coisas como puro fenômeno. Portanto, basta ver as coisas como são e então, “deus” e tudo o que ele “criou” cessam de existir pelo “poder da incapacidade” de enxergar a realidade de forma binária. Nós também deixamos de existir, mas eu que aqui falo e o eu que penso (que pelo menos em algum nível, a visão de bem e mal é limitada) continuo como ser vivo em algum lugar que me permiti condição para tal e permaneço como objeto passível de ser reconhecido por alguma consciência como uma entidade existente. No entanto, sem esse deus que foi incapaz de sobreviver sem a provisão dos valores opostos. (Observação: Se esses valores opostos existissem, então o ser anulado seria eu).
Declarações para a Amada
Quem é a dama
Da qual emana o perfume
Que enternece minha alma
Até o íntimo?
Quem é a mulher
Que por completo me desarma
Que com sua tenra meiguice
Me encanta, me acalma?
És tu, Oh minha amada!
A primícia de todas as delícias
São os beijos teus
Junto a ti, minha formosíssima
Desfruto de instantes mui aprazíveis
E encontro refúgio
Em teus braços...
Da qual emana o perfume
Que enternece minha alma
Até o íntimo?
Quem é a mulher
Que por completo me desarma
Que com sua tenra meiguice
Me encanta, me acalma?
És tu, Oh minha amada!
A primícia de todas as delícias
São os beijos teus
Junto a ti, minha formosíssima
Desfruto de instantes mui aprazíveis
E encontro refúgio
Em teus braços...
(.)
- Ouça a voz da razão, independentemente da boca que ela sair.
- Mesmo quando os homens estiverem definitivamente no inferno ainda terão fé para estar no paraíso.
- Ontem eu acreditei no paraíso, hoje eu acordei no inferno.
- A responsabilidade não é um dever, antes, um direito. Direito de quê? De ser.
- Mesmo quando os homens estiverem definitivamente no inferno ainda terão fé para estar no paraíso.
- Ontem eu acreditei no paraíso, hoje eu acordei no inferno.
- A responsabilidade não é um dever, antes, um direito. Direito de quê? De ser.
Louvar-te-ei
Ao meu redor estão as mulheres
Dotadas de formosura
Revestidas de realeza
Mas todas se curvam ante a tua beleza
Faz-me bem e desconheces em que mesura
Um beijo teu me estonteia
Me embriaga, alegra-me
E me arrebatas até as alturas!
Corro, busco pelo lugar onde estás
Penso que morro se não me acolher entre teus braços
Como finjo que te esqueço
Se em cada carícia tua eu me enlaço?
Assim segue o amor e a esperança
De ti emana a brisa que conforta e amansa
O brilho de tua alma alumia meu coração
Encontrar-te agora é minha ânsia!
Com carinho desejo lhe ofertar minhas carícias
Estar perto e ao teu lado
Contemplar-te e ficar encantado
Contigo alegro em passar meus dias
Quero te ver!
Preciso te ver!
Tenho vontade de te ver!
Anseio te ver!
Quero ir aonde você for
Para sentir teu toque
Admirar teu formoso semblante
Lhe ofertar meu amor
Independentemente de onde quer que fores
Buscar-te-ei como outrora
Para que minha alma peça, implore
Para estar contigo e então lhe entoar louvores
Não consigo encobrir o que por ti tenho
Toda ternura sou impelido a lhe mostrar
És tu que escolhi amar
A ti inclina-se meu desejo
E contigo quero permanecer
O amor que encontrei é o que posso crer
(No amor eu posso crer)
Dotadas de formosura
Revestidas de realeza
Mas todas se curvam ante a tua beleza
Faz-me bem e desconheces em que mesura
Um beijo teu me estonteia
Me embriaga, alegra-me
E me arrebatas até as alturas!
Corro, busco pelo lugar onde estás
Penso que morro se não me acolher entre teus braços
Como finjo que te esqueço
Se em cada carícia tua eu me enlaço?
Assim segue o amor e a esperança
De ti emana a brisa que conforta e amansa
O brilho de tua alma alumia meu coração
Encontrar-te agora é minha ânsia!
Com carinho desejo lhe ofertar minhas carícias
Estar perto e ao teu lado
Contemplar-te e ficar encantado
Contigo alegro em passar meus dias
Quero te ver!
Preciso te ver!
Tenho vontade de te ver!
Anseio te ver!
Quero ir aonde você for
Para sentir teu toque
Admirar teu formoso semblante
Lhe ofertar meu amor
Independentemente de onde quer que fores
Buscar-te-ei como outrora
Para que minha alma peça, implore
Para estar contigo e então lhe entoar louvores
Não consigo encobrir o que por ti tenho
Toda ternura sou impelido a lhe mostrar
És tu que escolhi amar
A ti inclina-se meu desejo
E contigo quero permanecer
O amor que encontrei é o que posso crer
(No amor eu posso crer)
(.)
- Que é o perfeccionismo senão uma vaidade que atua como grilhão para o próprio desenvolvimento?
- A vontade é um ser a parte.
- Aqueles que amaram os seres humanos até seus instintos, amaram a humanidade por completo.
- A vontade é um ser a parte.
- Aqueles que amaram os seres humanos até seus instintos, amaram a humanidade por completo.
XV
- As vezes a verdade machuca
- Então não dissestes a verdade?
- Para não magoar... Entendes?
- Então não houve mágoa?
- Não!
- Mas também não houve verdade.
- Então não dissestes a verdade?
- Para não magoar... Entendes?
- Então não houve mágoa?
- Não!
- Mas também não houve verdade.
O Fim do Mundo
Miséria, ignorância, sangue
Está acabando o mundo
Fazem-se mil versos num segundo
Entôo em meio ao caos minha canção
Está acontecendo o êxodo universal ao cemitério
Enquanto estou tranqüilo a contemplar a desolação
Cumpre ao poeta apregoar o amor
Pela espada, pelo espírito e pela guerra
É necessário informar quem quer que for
É no abismo da alma que a paz se encerra
Peço ao vento que se transforme em furacão
Oro ao fogo que faça incêndios
Forças destruidoras escutem meu clamor!
Matai, matai, matai o amor!
Está acabando o mundo
Fazem-se mil versos num segundo
Entôo em meio ao caos minha canção
Está acontecendo o êxodo universal ao cemitério
Enquanto estou tranqüilo a contemplar a desolação
Cumpre ao poeta apregoar o amor
Pela espada, pelo espírito e pela guerra
É necessário informar quem quer que for
É no abismo da alma que a paz se encerra
Peço ao vento que se transforme em furacão
Oro ao fogo que faça incêndios
Forças destruidoras escutem meu clamor!
Matai, matai, matai o amor!
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