A Exclamação do Silêncio
O Grito da descoberta do conhecimento
Encheu o frasco do veneno
E tudo se foi
A vida se foi
Num pensamento que não partiu
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Em minha mente
Em minha mente
A canção que não posso cantar
Senão há de queimar em mim
Teu nome
Ah! As ardências das saudades de ti
Não podem mais continuar
Que eu não posso mais causar dor
No amor que parece que vai ser para sempre
Ah! Bem-Amada minha
Abra a porta
Me abrace
Venha através dos beijos a minha mente
E muda meus pensamentos em teu amor
A canção que não posso cantar
Senão há de queimar em mim
Teu nome
Ah! As ardências das saudades de ti
Não podem mais continuar
Que eu não posso mais causar dor
No amor que parece que vai ser para sempre
Ah! Bem-Amada minha
Abra a porta
Me abrace
Venha através dos beijos a minha mente
E muda meus pensamentos em teu amor
Quem pode ser
Quem pode ser senão no agora?
Quem há de me contar o que foi fora do tempo?
Quem pode ir além da fantasia
Para me trazer a real melodia
Que pede apenas que não caia em meu sono de Alma
Que precedeu qualquer descanso
E que destruiu o Jardim que não me lembro mais
Quem posso ser
Senão alguém que deve a vida
A este Jardim?
Quem há de me contar o que foi fora do tempo?
Quem pode ir além da fantasia
Para me trazer a real melodia
Que pede apenas que não caia em meu sono de Alma
Que precedeu qualquer descanso
E que destruiu o Jardim que não me lembro mais
Quem posso ser
Senão alguém que deve a vida
A este Jardim?
Uma Canção Noturna
O Bem e o Mal
Voam por Esta Noite
Em nome de uma Sabedoria
Uma Canção Noturna
Se faz em meu coração
E não tardo a cantar e deixar cantar
A História do Bem e o Mal
Terão outras asas
Em meu Amor por esta Canção Noturna
Na fé que tenho nesta noite
Voam por Esta Noite
Em nome de uma Sabedoria
Uma Canção Noturna
Se faz em meu coração
E não tardo a cantar e deixar cantar
A História do Bem e o Mal
Terão outras asas
Em meu Amor por esta Canção Noturna
Na fé que tenho nesta noite
Uma Risada
Uma Pessoa Hilária
Canta o Lamento
De todas as gentes
O Lamento
Antes segredo agora asas
Voa até as pessoas nas estradas
E nas cidades
Agora o Lamento
Segura uns em mãos
E lança-os acima
Sem asas decidem estar
Para o não-vôo dos que embaixo estão
Canta o Lamento
De todas as gentes
O Lamento
Antes segredo agora asas
Voa até as pessoas nas estradas
E nas cidades
Agora o Lamento
Segura uns em mãos
E lança-os acima
Sem asas decidem estar
Para o não-vôo dos que embaixo estão
Quem é?
Quem é esta?
Que guarda a chave
do Tesouro Aberto
Quem é esta?
O que está por trás de seu sorriso?
Quando ela nos deixa passar
E nos deixa dançar
Com as Crianças do Amanhã?
Que guarda a chave
do Tesouro Aberto
Quem é esta?
O que está por trás de seu sorriso?
Quando ela nos deixa passar
E nos deixa dançar
Com as Crianças do Amanhã?
Oração
Símbolos de tua devoção
Assombram meu coração
E oprimem o meu peito
Eu quero que seja removida as máscaras
E que o baile continue
Eu quero lavar o rosto de todos esta noite
E acompanhar cada um até a saída
Num momento verdadeiro de solidão
Eu quero Amor
Mas quero que o Amor não seja mais confundido com a covardia dos covardes
Eu quero Amor verdadeiro e forte
Eu quero tocar o teu coração
A tua devoção
O Teu Amor
Assombram meu coração
E oprimem o meu peito
Eu quero que seja removida as máscaras
E que o baile continue
Eu quero lavar o rosto de todos esta noite
E acompanhar cada um até a saída
Num momento verdadeiro de solidão
Eu quero Amor
Mas quero que o Amor não seja mais confundido com a covardia dos covardes
Eu quero Amor verdadeiro e forte
Eu quero tocar o teu coração
A tua devoção
O Teu Amor
Em Segredo
O que toca a alma
Precisa de Amor
Para deixar ir
Em segredo
Amar Intensamente
Pode resultar em para sempre
É necessário cantar a promessa
Em segredo
Fica mais difícil olhar ao redor
Eu gostaria de dizer que você pode seguir a Estrada
Mas ainda não há nenhuma Estrela por ti
Para que a bênção seja sobre ti
Já que você negou todas as Estrelas em segredo
Eu irei esperar por você por fim ao teu segredo
Em silêncio
Precisa de Amor
Para deixar ir
Em segredo
Amar Intensamente
Pode resultar em para sempre
É necessário cantar a promessa
Em segredo
Fica mais difícil olhar ao redor
Eu gostaria de dizer que você pode seguir a Estrada
Mas ainda não há nenhuma Estrela por ti
Para que a bênção seja sobre ti
Já que você negou todas as Estrelas em segredo
Eu irei esperar por você por fim ao teu segredo
Em silêncio
Que venha
Que venha a Criança do Amanhã
Que esta traga Amizades milhares
Possua as Manhãs e guie as Noites
Que esta traga Amizades milhares
Possua as Manhãs e guie as Noites
O Amor em mim
O Amor em mim
O Amor a queimar dentro de mim
Faz-me registrar o que vem das Estrelas
Que te observam
E embora o Silêncio me abriu as portas
Para me aproximar de teu coração
Abraçar tua solidão
E abraçar tuas mãos
Eu vou confessar todo o meu Amor
E deixar fluir a ti toda a Noite
Que guardou para nós o Azul
O Amor a queimar dentro de mim
Faz-me registrar o que vem das Estrelas
Que te observam
E embora o Silêncio me abriu as portas
Para me aproximar de teu coração
Abraçar tua solidão
E abraçar tuas mãos
Eu vou confessar todo o meu Amor
E deixar fluir a ti toda a Noite
Que guardou para nós o Azul
Pequenas Chamas
Jovens Chamas
Dançam diante de um Vestido de Escuridão
Onde encontram a Porta
Por onde atravessarão o Vale
E encontrarão as histórias
Para encantar uma Humanidade
Que voltará a ser
O Nada que importa
É a Porta
Pode onde virá o Amor que precisamos
Por obra de pequenas chamas
Dançam diante de um Vestido de Escuridão
Onde encontram a Porta
Por onde atravessarão o Vale
E encontrarão as histórias
Para encantar uma Humanidade
Que voltará a ser
O Nada que importa
É a Porta
Pode onde virá o Amor que precisamos
Por obra de pequenas chamas
Saiba o que tu queres
Saiba o que tu queres
Não saiba o que o Destino faz
Nem o Destino saiba o que fazes
Seja duro contra os planos vãos
Que não vão em encontro com teu coração
Fora de uma vontade disciplinada
De eras a formar teu ser
Saiba o que tu queres além do prazer
Além das direções
Além das Estações
Na Melodia que assobias
Não saiba o que o Destino faz
Nem o Destino saiba o que fazes
Seja duro contra os planos vãos
Que não vão em encontro com teu coração
Fora de uma vontade disciplinada
De eras a formar teu ser
Saiba o que tu queres além do prazer
Além das direções
Além das Estações
Na Melodia que assobias
Dama das Feras
Dama das Feras
Sabes de tua Beleza
E sabes que não irás cair
A Queda é a Fera
Que já aprendestes a domar
E amar
Mais acima
Canções em degraus
Formam a tua escada
Obra de tuas mãos
Criação de tua elevação
Hás de mostrar de tuas sabedorias as gentes
E lhes dar os ensimentos
Mas por agora sabes com o Tempo
Que é a tua Era de se merecer
Sabes de tua Beleza
E sabes que não irás cair
A Queda é a Fera
Que já aprendestes a domar
E amar
Mais acima
Canções em degraus
Formam a tua escada
Obra de tuas mãos
Criação de tua elevação
Hás de mostrar de tuas sabedorias as gentes
E lhes dar os ensimentos
Mas por agora sabes com o Tempo
Que é a tua Era de se merecer
Dama da Justiça
Óh! Dama da Justiça
Que dança diante das flamas
Eu te dou graças
E Lanço amores para habitarem teu olhar
E devoção para abraçar teus seios
O que sonhas eu testemunho
Onde tu fores
Irá o Amor
Onde se salva a Humanidade
Em Teus Caminhos
a Tua Beleza a todas as gentes convida
Que dança diante das flamas
Eu te dou graças
E Lanço amores para habitarem teu olhar
E devoção para abraçar teus seios
O que sonhas eu testemunho
Onde tu fores
Irá o Amor
Onde se salva a Humanidade
Em Teus Caminhos
a Tua Beleza a todas as gentes convida
A Prisão
Não conte meus dias
Não sabe por quanto tempo
Irá lhe perturbar o meu nome
Não tente impedir minha canção
Tampouco tropece em minha poesia
Que uma irá se alojar no seu coração
Há outra revelará o tormento que lhe vai
Ah! Minha Prisão
É ir mais e mais acima
Além da Escuridão
Em luzes que brilham sem mais pedir
Não sabe por quanto tempo
Irá lhe perturbar o meu nome
Não tente impedir minha canção
Tampouco tropece em minha poesia
Que uma irá se alojar no seu coração
Há outra revelará o tormento que lhe vai
Ah! Minha Prisão
É ir mais e mais acima
Além da Escuridão
Em luzes que brilham sem mais pedir
Na Casa de meus Fantasmas
Na Casa de meus Fantasmas
As gentes espectros andam por lá
Por força das chamas
E se ouves uma voz
"Podes voar mais alto"
Então estarás em obrigação
A se queimar mais
Na Casa de meus fantasmas
Todos estão esquecidos das Melodias
E da Estação
Enfim reconheço a tua voz
e Reconheço teu riso
Reconheço o teu não se vai
Que despede de mim
Então eu habito a minha casa
E me uno aos meus
As gentes espectros andam por lá
Por força das chamas
E se ouves uma voz
"Podes voar mais alto"
Então estarás em obrigação
A se queimar mais
Na Casa de meus fantasmas
Todos estão esquecidos das Melodias
E da Estação
Enfim reconheço a tua voz
e Reconheço teu riso
Reconheço o teu não se vai
Que despede de mim
Então eu habito a minha casa
E me uno aos meus
A Dama da Pirâmide
A Dama da Pirâmide
Sabe para onde os ventos irão está noite
Sabe da revelação
E quais doçuras irá colher dos olhares
Não importa que olhares
Caminharem entre as Danças do Deserto
A Dama da Pirâmide
Olha para um Amante
A Procura de uma Outra Pessoa
Que vive em sua Alma e que diz da natureza de seu Amor
Nas Danças que a Dama propor
O encontro das coisas buscadas em desespero
O Amor a seu tempo
E a imagem gravada no coração
Por chamas na espera
Em anelos que unem Mundos
Sabe para onde os ventos irão está noite
Sabe da revelação
E quais doçuras irá colher dos olhares
Não importa que olhares
Caminharem entre as Danças do Deserto
A Dama da Pirâmide
Olha para um Amante
A Procura de uma Outra Pessoa
Que vive em sua Alma e que diz da natureza de seu Amor
Nas Danças que a Dama propor
O encontro das coisas buscadas em desespero
O Amor a seu tempo
E a imagem gravada no coração
Por chamas na espera
Em anelos que unem Mundos
Tempo
O Tempo em sua violência
Passa diante de mim tão docemente
Tão lentamente canta através de meus lábios
Que palavras de amor fora de tempo
Eu deixo escapar
Agora por favor
Me deixe
Que eu tenho uma espera eterna de você
Para atravessar
Passa diante de mim tão docemente
Tão lentamente canta através de meus lábios
Que palavras de amor fora de tempo
Eu deixo escapar
Agora por favor
Me deixe
Que eu tenho uma espera eterna de você
Para atravessar
Fim
Quando o Amor se acabar
As Almas devem cair abaixo
Tão abaixo
Que é necessário que a Humanidade sobreviva
Por obras de Musas que dançam diante da Morte
Que Só Amantes assim E Musas Assim
Merecerão sobreviver
Para As Crianças que hão de vir
As Almas devem cair abaixo
Tão abaixo
Que é necessário que a Humanidade sobreviva
Por obras de Musas que dançam diante da Morte
Que Só Amantes assim E Musas Assim
Merecerão sobreviver
Para As Crianças que hão de vir
Diante da Última Dança do Amor
Na última Dança do Amor
Eu dei de costas
E voltei ao Trem
Se ao menos não posso acreditar no Amor
Acreditarei no movimento
Com as minhas lembranças da Última Dança do Amor
Eu dei de costas
E voltei ao Trem
Se ao menos não posso acreditar no Amor
Acreditarei no movimento
Com as minhas lembranças da Última Dança do Amor
Todos
I
Todos querem
Então que o Destino seja Deus
Se todos no Amar não vão a Dança
E não se entregam a Chance
Que olhar do Destino
Dance sobre todos
A Voz de Todos
Seja a Voz do Destino
E quando o Destino escutar a si mesmo
Que a Voz de todos se cale
(Assobio na Noite
Assombro ainda)
II
Amantes-Verdade
Dançam a Exaustão
Perante o Povo
Perante o Destino
Recebem do olhar do Destino
A Rosa do Povo
O Amor Novo
E a Melodia do Outono
O Destino chamará estes Amantes
Para sua Amizade
Todos querem
Então que o Destino seja Deus
Se todos no Amar não vão a Dança
E não se entregam a Chance
Que olhar do Destino
Dance sobre todos
A Voz de Todos
Seja a Voz do Destino
E quando o Destino escutar a si mesmo
Que a Voz de todos se cale
(Assobio na Noite
Assombro ainda)
II
Amantes-Verdade
Dançam a Exaustão
Perante o Povo
Perante o Destino
Recebem do olhar do Destino
A Rosa do Povo
O Amor Novo
E a Melodia do Outono
O Destino chamará estes Amantes
Para sua Amizade
Orgulho
I
Pessoas orgulhosas
Como eu e você
Merecem sofrer
Para aprender
Ao nosso lado
Estátuas nossas
Nós nos despedaçamos
E elas ficam intactas
II
Uma pessoa Solitária
Caminha pela Estrada
Ao menos acima
Águia Esplêndida
Águia extraordinária
Em direção a Lua
III
Ela olha para mim
Eu olho o espelho
Pessoas orgulhosas
Como eu e você
Merecem sofrer
Para aprender
Ao nosso lado
Estátuas nossas
Nós nos despedaçamos
E elas ficam intactas
II
Uma pessoa Solitária
Caminha pela Estrada
Ao menos acima
Águia Esplêndida
Águia extraordinária
Em direção a Lua
III
Ela olha para mim
Eu olho o espelho
Um Outro Dia
Um Outro Dia
Eu poderia Ir
E invadirei o Rio da Sabedoria
Para velejar até o Reino do Mistério
Com as minhas Luzes e as Minhas Trevas
Finalmente reconciliadas depois das requisitadas batalhas
Há tanto mais para amar
E tanto mais para saber
Eu vou ao Outro Dia
Nas Portas que teu Amor
Me abriu hoje
Eu poderia Ir
E invadirei o Rio da Sabedoria
Para velejar até o Reino do Mistério
Com as minhas Luzes e as Minhas Trevas
Finalmente reconciliadas depois das requisitadas batalhas
Há tanto mais para amar
E tanto mais para saber
Eu vou ao Outro Dia
Nas Portas que teu Amor
Me abriu hoje
A Escada
Eu faço a ascensão
Passo por passo
É tudo o que eu devo
Ao meu coração que não mais vou querer domar
Mas vou aprender dele a atravessar caminhos
Em teu caminho
Algo tão novo brilha
O Amor de eternidades vindo
Se encontra com o teu olhar
E não mais duvido
Apenas em maravilhas
Me aproximo de ti
Numa Determinação
A Tua Visão
Me cobre o quarto
Não mais me permito ver nada
Até que eu possa te abraçar
E ver paisagens infindas
Que nunca antes senti
E que sempre vi
Passo por passo
É tudo o que eu devo
Ao meu coração que não mais vou querer domar
Mas vou aprender dele a atravessar caminhos
Em teu caminho
Algo tão novo brilha
O Amor de eternidades vindo
Se encontra com o teu olhar
E não mais duvido
Apenas em maravilhas
Me aproximo de ti
Numa Determinação
A Tua Visão
Me cobre o quarto
Não mais me permito ver nada
Até que eu possa te abraçar
E ver paisagens infindas
Que nunca antes senti
E que sempre vi
Sussurro
No Sussurro
O Convite
Ao Templo do Amor
Na Celebração
O Entendimento de todas as coisas
Até que o Amor cresça com os Mistérios a se expandirem indefinidamente
Banhados nos Rios da Sabedoria Eternos
Vamos
Vamos Agora
Que a Eternidade não espera
E não abre outras portas
Que essas que já abrimos a tempo
Ao nosso Tempo
O Convite
Ao Templo do Amor
Na Celebração
O Entendimento de todas as coisas
Até que o Amor cresça com os Mistérios a se expandirem indefinidamente
Banhados nos Rios da Sabedoria Eternos
Vamos
Vamos Agora
Que a Eternidade não espera
E não abre outras portas
Que essas que já abrimos a tempo
Ao nosso Tempo
Amada
Eu quero que meu Amor seja
Na Ponta do Abismo
A Luz de teus portos
Eu Dançarei diante do Abismo
Para te Amar o Amor
Que pode ser Infinito
Nas Estrelas que eu posso tocar
Está o compartilhar dos meus objetivos
E o verdadeiro Almejar das Estrelas
Eu vou levar ao Caminho Impossível
O Meu Coração
E Irei atravessar
E nos abraçaremos no tempo certo
Da Melodia Convidada em Segredo
Na Ponta do Abismo
A Luz de teus portos
Eu Dançarei diante do Abismo
Para te Amar o Amor
Que pode ser Infinito
Nas Estrelas que eu posso tocar
Está o compartilhar dos meus objetivos
E o verdadeiro Almejar das Estrelas
Eu vou levar ao Caminho Impossível
O Meu Coração
E Irei atravessar
E nos abraçaremos no tempo certo
Da Melodia Convidada em Segredo
É Tempo
I
É Tempo de acordar a Cidade
Despertar a Verdade
Um Hino que se escondeu
Na última vez que o povo fugiu do poder de uma Canção - Criação
Não mais
Porque agora é tempo
E hoje que não agora é tão maldito quanto uma amanhã
Não tenho pressa
Não tenho nada
Apenas quero agora
E vou
União
Qeum dos desesperados me dê a Mão
As mãos que se movimentam
Mais me alentam
Do que as gentes que buscam sânias
Em eternidades
É Tempo de despertar-se
Acorda o Outro
Que você trouxe para o seu Lar
É Tempo de Verdadeira Solidão
E verdadeira Companhia
Agora me aviva e me faz nadar na Alegria
A volta da canção
II
A Ciência do Fim
É dar caminhos ao Sonho
É Tempo de acordar a Cidade
Despertar a Verdade
Um Hino que se escondeu
Na última vez que o povo fugiu do poder de uma Canção - Criação
Não mais
Porque agora é tempo
E hoje que não agora é tão maldito quanto uma amanhã
Não tenho pressa
Não tenho nada
Apenas quero agora
E vou
União
Qeum dos desesperados me dê a Mão
As mãos que se movimentam
Mais me alentam
Do que as gentes que buscam sânias
Em eternidades
É Tempo de despertar-se
Acorda o Outro
Que você trouxe para o seu Lar
É Tempo de Verdadeira Solidão
E verdadeira Companhia
Agora me aviva e me faz nadar na Alegria
A volta da canção
II
A Ciência do Fim
É dar caminhos ao Sonho
Mar
O Mar do Inverno
É para velejar a Coragem das Almas
Que se perderam por si mesmas
E não por culpa de estações
Se o Sonho não acaba
A Brasa em nossas asas também não
E não a paz em nossos descansos
Nada mais deseja minha alma
Que ser arrastada
Por estas coragens
Que me revelam as novas cidades
E me removem as falsas antiguidades que imperavam
É para velejar a Coragem das Almas
Que se perderam por si mesmas
E não por culpa de estações
Se o Sonho não acaba
A Brasa em nossas asas também não
E não a paz em nossos descansos
Nada mais deseja minha alma
Que ser arrastada
Por estas coragens
Que me revelam as novas cidades
E me removem as falsas antiguidades que imperavam
Encontro
Se de fato eu pude de encontrar
Continue a prender a minha imagem no Mar
Continue a queimar-me no Sol
Longe da profundidade da água
Numa Alma forjada
De um não-amor
Continue a prender a minha imagem no Mar
Continue a queimar-me no Sol
Longe da profundidade da água
Numa Alma forjada
De um não-amor
Ao Teu Templo
A Guitarra que te Ama tanto quanto Eu
O Aroma do Amar
Uma Neblina a escapar para a Manhã
Abre-me as portas do Tempo
Para te Amar
O Aroma do Amar
Uma Neblina a escapar para a Manhã
Abre-me as portas do Tempo
Para te Amar
O Rio de Teu Olhar
O Rio de Teu Olhar
Me faz atravessar a Noite
Até chegar perto de ti
E ter você sobre o meu Amor
O Teu Olhar
Me traria aqui de qualquer forma
O Amor me tomaria para ti de qualquer forma
Só em Tua Forma! Ah Minha Amada!
Eu cantarei ao Rio
E a Beleza sobre Ti
É que levarei meu Amor
Me faz atravessar a Noite
Até chegar perto de ti
E ter você sobre o meu Amor
O Teu Olhar
Me traria aqui de qualquer forma
O Amor me tomaria para ti de qualquer forma
Só em Tua Forma! Ah Minha Amada!
Eu cantarei ao Rio
E a Beleza sobre Ti
É que levarei meu Amor
Saudade Minha
Ah! Saudade Minha
Solidão minha
Mares e terras imensas ainda
A Beleza do Amor que me consome
Faz-me perdoar as chamas
Que queimam em mim teu nome
Solidão minha
Mares e terras imensas ainda
A Beleza do Amor que me consome
Faz-me perdoar as chamas
Que queimam em mim teu nome
Leve-me
Leve-me a seu Amor
Amada
Lembre
Que você é o único acontecimento de Amor
da minha vida
E você sabe disso
Eu amo você com Amor além do Amor Entendimento
Que eu trabalhei as minhas Solidões
Para abraçar as suas
E do Amor Eterno
Lhe farei Amores
E viveremos no Jardim do Amor Divindade
Como Guardiões
E não como pedintes hipócritas
Amada
Lembre
Que você é o único acontecimento de Amor
da minha vida
E você sabe disso
Eu amo você com Amor além do Amor Entendimento
Que eu trabalhei as minhas Solidões
Para abraçar as suas
E do Amor Eterno
Lhe farei Amores
E viveremos no Jardim do Amor Divindade
Como Guardiões
E não como pedintes hipócritas
Lançar Sortes
Meu rosto vai para a Desvanecência
A tua luz brilha no caminho sem afastar as devidas trevas
É assim que irei lançar as minhas milhares faces
Diante de ti
Até que sem formas
Eu apareça diante de teu Amor
E enfim vá embora
Caberá a ti
Escolher a estação
Escolher melodia ou não
Para a Saudade de mim habitar num para sempre
Assim desaparecerá
De tua eternidade
A tua luz brilha no caminho sem afastar as devidas trevas
É assim que irei lançar as minhas milhares faces
Diante de ti
Até que sem formas
Eu apareça diante de teu Amor
E enfim vá embora
Caberá a ti
Escolher a estação
Escolher melodia ou não
Para a Saudade de mim habitar num para sempre
Assim desaparecerá
De tua eternidade
Intuição de Agosto
I
Se eu seguir sempre em frente
Num momento que irá terminar
Sem me perguntar mais nada
Numa fé que possa ser a minha trapaça
Eu terei você de volta
Tal se o Amor voltasse do Tempo
E o Tempo da Tirania Libertado
Lançaria-nos em seu Porto
Amantes que reimam almas
Seriamos chamados
II
Sempre houve apenas uma direção
E nenhum outra escolha há para nós quando estamos próximos
Que não a sina de Amantes sem Amor
Se eu seguir sempre em frente
Num momento que irá terminar
Sem me perguntar mais nada
Numa fé que possa ser a minha trapaça
Eu terei você de volta
Tal se o Amor voltasse do Tempo
E o Tempo da Tirania Libertado
Lançaria-nos em seu Porto
Amantes que reimam almas
Seriamos chamados
II
Sempre houve apenas uma direção
E nenhum outra escolha há para nós quando estamos próximos
Que não a sina de Amantes sem Amor
A Janela
A Janela que eu deixei
Tinha canções
E tinha Amores
A Janela que eu deixei
Guardava teu nome
Iluminava meu coração
A Noite me chamou de forma invulgar
E foi por isso que parti
Apenas se fechares a Janela para mim
E abrires o céu para Ti
É que poderás esquecer de mim
Tinha canções
E tinha Amores
A Janela que eu deixei
Guardava teu nome
Iluminava meu coração
A Noite me chamou de forma invulgar
E foi por isso que parti
Apenas se fechares a Janela para mim
E abrires o céu para Ti
É que poderás esquecer de mim
Dama da Mensagem
Dama da Mensagem
E da Melodia Única Devotada
Por um Amor de Outono
Tu que me chamas por vários Nomes
Que diz-me tuas mensagens apenas nos Jardins
Eu irei te Amar até a vinda do Inverno
E te amarei para sempre
Eu hei de ser tua Melhor Amizade
E melhor companhia de ausências
Que eu hei de levar a tua mensagem e o teu nome
Nas gentes que amarem nestes Invernos
Até que um dia eu volte a Ser
Na Vera e única estação
Onde tu me guardas
Em uma última palavra
Tal uma última revelação
E da Melodia Única Devotada
Por um Amor de Outono
Tu que me chamas por vários Nomes
Que diz-me tuas mensagens apenas nos Jardins
Eu irei te Amar até a vinda do Inverno
E te amarei para sempre
Eu hei de ser tua Melhor Amizade
E melhor companhia de ausências
Que eu hei de levar a tua mensagem e o teu nome
Nas gentes que amarem nestes Invernos
Até que um dia eu volte a Ser
Na Vera e única estação
Onde tu me guardas
Em uma última palavra
Tal uma última revelação
A quem somos pertencentes
A Dama de Azul Verdade
Somos pertencentes
Ela diz: Vós sois meu Povo
Eu sou vossa Rosa
Nas Chamas do Amor
Libertarei o Amor de vós
Que vos libertará adiante
Para onde ireis
Somos pertencentes
Ela diz: Vós sois meu Povo
Eu sou vossa Rosa
Nas Chamas do Amor
Libertarei o Amor de vós
Que vos libertará adiante
Para onde ireis
Um Passeio
Fugi das outras Melodias Irmãs
E me perdi no Tempo
Quando tuas Palavras me Abriram as Portas
Para adentrar o Incompreensível
Em teus Jardins
Eu me descobri
Ao decidir trilhar o caminho
De volta a Luz e ao Meio-Dia
Da Melodia de Outono
E me perdi no Tempo
Quando tuas Palavras me Abriram as Portas
Para adentrar o Incompreensível
Em teus Jardins
Eu me descobri
Ao decidir trilhar o caminho
De volta a Luz e ao Meio-Dia
Da Melodia de Outono
Mais Escuridão
Mais Escuridão
A Divindade Dama peço
Para que me dê mais força
Para derrubar as portas ao batê-las
Para que meu coração cante mudo
E para que minha fúria me queime no silêncio
Mais escuridão
Por que não?
E por que não agora
Que minha Alma grita o desafio que me fez o céu
E no desafio permanecerei
Até arrancar o sorriso do céu a entrar na minha visão como um espinho
As Risadas Celestes
Acima
Terei elas em minhas mãos
Dos meus corações que derramam trevas
Derramarei a mim
Na minha última chuva
A me santificar Eterna Tempestade
A Divindade Dama peço
Para que me dê mais força
Para derrubar as portas ao batê-las
Para que meu coração cante mudo
E para que minha fúria me queime no silêncio
Mais escuridão
Por que não?
E por que não agora
Que minha Alma grita o desafio que me fez o céu
E no desafio permanecerei
Até arrancar o sorriso do céu a entrar na minha visão como um espinho
As Risadas Celestes
Acima
Terei elas em minhas mãos
Dos meus corações que derramam trevas
Derramarei a mim
Na minha última chuva
A me santificar Eterna Tempestade
A Cidade Amada das Canções
A Melodia voa sobre as mãos estendidas
Das Multidões que vão acima
Por Amor a este Amor de Outono
A Cidade Amada das Canções
Aos Corações inflige asas
E as Esperanças batem as portas
Quando as portas se abrem
Voam para bater portas mais acima
E levam assim mais alto o coração
Que leva a guitarra e a canção
Das Multidões que vão acima
Por Amor a este Amor de Outono
A Cidade Amada das Canções
Aos Corações inflige asas
E as Esperanças batem as portas
Quando as portas se abrem
Voam para bater portas mais acima
E levam assim mais alto o coração
Que leva a guitarra e a canção
A Dama das Estrelas
I
A Dama das Estrelas
Bate na Porta
As Outras Damas Das Estrelas
Chama
II
Você disse
Maldita a Entidade sem Luz
Que me ofuscar a estrela
Eu me lembrarei do que você disse
III
Em teu caminhar noturno
No Jardim de Róseas Esferas
Vês que danças fazes
As Estrelas Acima?
IV
Dias de Chuvas diante da Janela
As Estrelas Cadentes milhares
Irão me falar de meu Amor
E quebrarão todos os Espelhos
A Dama das Estrelas
Bate na Porta
As Outras Damas Das Estrelas
Chama
II
Você disse
Maldita a Entidade sem Luz
Que me ofuscar a estrela
Eu me lembrarei do que você disse
III
Em teu caminhar noturno
No Jardim de Róseas Esferas
Vês que danças fazes
As Estrelas Acima?
IV
Dias de Chuvas diante da Janela
As Estrelas Cadentes milhares
Irão me falar de meu Amor
E quebrarão todos os Espelhos
Dois Amantes a Dançar
I
É necessário
Que Dois Amantes se Amem
E que estejam a dançar ante a escuridão
Dos quartos a brilharem azuis
Em Nome do Amor
Para que todos nós Multidão
Possamos ver a Divindade
E possamos cantar a Dois Amantes Dançantes
Cantar a um Amor
A se movimentar entre passos milhares
É a Luz de nossas vidas
É o Escarlate dos Vestido da Musa Amiga
É o nosso coração a bater dentro de Dois Amantes
II
Que venha a Bem-Amada
É necessário
Que Dois Amantes se Amem
E que estejam a dançar ante a escuridão
Dos quartos a brilharem azuis
Em Nome do Amor
Para que todos nós Multidão
Possamos ver a Divindade
E possamos cantar a Dois Amantes Dançantes
Cantar a um Amor
A se movimentar entre passos milhares
É a Luz de nossas vidas
É o Escarlate dos Vestido da Musa Amiga
É o nosso coração a bater dentro de Dois Amantes
II
Que venha a Bem-Amada
O seu Céu
I
O seu céu cai sobre mim
E a obsessão por Ti
Cresce
Eu beijo as nuvens que se espalharam sobre mim
Mas ainda prefiro amar
Tua humana forma
Segredo de segredos
Entre a Divindade Natura
O Seu Olhar olhar para mim
Eu olho de volta
Para Vós
Tu e o Amor
A passear minha imagem em vossa contemplação a toda alma da paisagem que se apresentou
II
Desviei do Amor por um momento
E quando este me encontrou no Caminho
Se tornou meu caminho
E tu se revelou o meu Amor
O seu céu cai sobre mim
E a obsessão por Ti
Cresce
Eu beijo as nuvens que se espalharam sobre mim
Mas ainda prefiro amar
Tua humana forma
Segredo de segredos
Entre a Divindade Natura
O Seu Olhar olhar para mim
Eu olho de volta
Para Vós
Tu e o Amor
A passear minha imagem em vossa contemplação a toda alma da paisagem que se apresentou
II
Desviei do Amor por um momento
E quando este me encontrou no Caminho
Se tornou meu caminho
E tu se revelou o meu Amor
Fama
A Fama do Coração Escuro
Espera a Dama
Atravessar uma Ponte
Quando esta Atravessar uma Ponte Final
Obra de suas Mãos
A Fama em Forma de Dama na Verdade de sua Divindade
Esperará para abraçar sua Irmã a habitar o olhar do outro olho do Rio
Espera a Dama
Atravessar uma Ponte
Quando esta Atravessar uma Ponte Final
Obra de suas Mãos
A Fama em Forma de Dama na Verdade de sua Divindade
Esperará para abraçar sua Irmã a habitar o olhar do outro olho do Rio
A Dama do Vestido Escarlate e as Trevas Doces
I
A Dama dos Vestido Escarlate
Está nos Jardins que se fazem abaixo desta Montanha
A Coordenar as Chamas
Até transformá-las em Harmonias
Para seus Cânticos
Ela levou meu Amor a um lugar mais profundo
A um mais profundo templo
Que vai e cala dentro de mim
No meu silêncio
Uma Doce Treva a Visitou
E ela veio a mim
II
O Amor
Habita uma Lua inteira
Até a Escuridão do olhar
A Dama dos Vestido Escarlate
Está nos Jardins que se fazem abaixo desta Montanha
A Coordenar as Chamas
Até transformá-las em Harmonias
Para seus Cânticos
Ela levou meu Amor a um lugar mais profundo
A um mais profundo templo
Que vai e cala dentro de mim
No meu silêncio
Uma Doce Treva a Visitou
E ela veio a mim
II
O Amor
Habita uma Lua inteira
Até a Escuridão do olhar
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Nos Campos
Entre os Campos
Visitados pelo Brilho
Da Melodia de Outono
Há uma tristeza ainda
Que não foi colhida
Tão pouco se espalhou
Nestes Campos
Que sonham em ser desertos
Apenas um Piano e um Espelho
Habitam
Tudo o mais são Trevas
A Zelar pelos Mistérios
A Zelar pelo que sobreviveu de entendimento
Que ainda louva na Sabedoria uma Divindade
A Solidão da Música
As Estrelas comovem
O quebrar do Espelho é só uma promessa
Tudo está onde deve estar
Eu vou ecoar uma Melodia de Outono
Eu irei habitar o Olhar destes Campos
Aqui permanecerei
Aqui me espalharei afinal
Visitados pelo Brilho
Da Melodia de Outono
Há uma tristeza ainda
Que não foi colhida
Tão pouco se espalhou
Nestes Campos
Que sonham em ser desertos
Apenas um Piano e um Espelho
Habitam
Tudo o mais são Trevas
A Zelar pelos Mistérios
A Zelar pelo que sobreviveu de entendimento
Que ainda louva na Sabedoria uma Divindade
A Solidão da Música
As Estrelas comovem
O quebrar do Espelho é só uma promessa
Tudo está onde deve estar
Eu vou ecoar uma Melodia de Outono
Eu irei habitar o Olhar destes Campos
Aqui permanecerei
Aqui me espalharei afinal
Pacto
Quanto menos palavras de Amor lançarmos
Mais do Amor mereceremos
Mais as artes dominaremos
E teremos os corações nas mãos
O Poder que iluminaria levemente um oceano
Por voar sobre ele
Vem a nossa Alma
A Pedir nada
A reter tudo
A inexistência
É apenas uma forma sublime de distância
Mas não sentir sua presença
É a Redenção
Estou eu e uma Dama
A Observar estrelas
E observar luzes de azul-verdade
Sobre o Mar
Palavras vemos
E as capturamos
Para nossos silêncios
A última comunhão
No paraíso perdido
De nossas Almas Distantes
A zelar
Mais do Amor mereceremos
Mais as artes dominaremos
E teremos os corações nas mãos
O Poder que iluminaria levemente um oceano
Por voar sobre ele
Vem a nossa Alma
A Pedir nada
A reter tudo
A inexistência
É apenas uma forma sublime de distância
Mas não sentir sua presença
É a Redenção
Estou eu e uma Dama
A Observar estrelas
E observar luzes de azul-verdade
Sobre o Mar
Palavras vemos
E as capturamos
Para nossos silêncios
A última comunhão
No paraíso perdido
De nossas Almas Distantes
A zelar
Jardim do Inverno
Sem Melodia do Outono
Eu estou a atravessar o Abismo
A Semear o fim das luzes excessivas
E dos calores não requisitados da Alma
Uma Dama Grita
No Leito que o Inverno lhe preparou
Ela então canta
Ao encontrar conforto nas Trevas Geladas
No mergulhar profundo das águas não-anunciadas
Com esta Dama permanecerei
Até que ela venha a mim
E me revele onde entre tantos tremores
Entre todos os mergulhos
Encontraremos o Piano
Que relampeja as Notas do Amor desta Estação
Eu estou a atravessar o Abismo
A Semear o fim das luzes excessivas
E dos calores não requisitados da Alma
Uma Dama Grita
No Leito que o Inverno lhe preparou
Ela então canta
Ao encontrar conforto nas Trevas Geladas
No mergulhar profundo das águas não-anunciadas
Com esta Dama permanecerei
Até que ela venha a mim
E me revele onde entre tantos tremores
Entre todos os mergulhos
Encontraremos o Piano
Que relampeja as Notas do Amor desta Estação
Anjos Perdidos
I
Anjos se perdem no Salão
Em busca dos Livros que guardavas seguros
Junto ao teu peito
Junto a tua jura
De proteger as palavras escolhidas
Os Anjos se perdem
Nas chamas
E lá permanecem desorientados
Dama Má
Assista teus livros a chorar
As Lágrimas que estão acima
Em uma Outra Esperança
Os Anjos encontram o que tanto procuravam
Num Sonho
Que só foi acordado tão cedo
II
Dama
Do Coração Oscuro
Eu conheço Tuas mãos
III
O Livro se fecha
Anjos se perdem no Salão
Em busca dos Livros que guardavas seguros
Junto ao teu peito
Junto a tua jura
De proteger as palavras escolhidas
Os Anjos se perdem
Nas chamas
E lá permanecem desorientados
Dama Má
Assista teus livros a chorar
As Lágrimas que estão acima
Em uma Outra Esperança
Os Anjos encontram o que tanto procuravam
Num Sonho
Que só foi acordado tão cedo
II
Dama
Do Coração Oscuro
Eu conheço Tuas mãos
III
O Livro se fecha
Deve haver uma esperança
Deve haver uma esperança
Deve haver uma verdade
A Trocar passos com meu coração
Em um Sonho
Eu falava
Com as Coisas e os Seres
Que voavam
A Dama do Amor
Estava lá
A Despir coroas sem sentido há anos milhares
E a libertar as gentes cantantes
Que perseveraram em Amar
A Alegria vem em meu coração
O Azul se espalha
Eu devo estar a conversar contigo
Tamanha é a Melodia na Sala
Tamanha é a Esperança em meu coração
Deve haver uma verdade
A Trocar passos com meu coração
Em um Sonho
Eu falava
Com as Coisas e os Seres
Que voavam
A Dama do Amor
Estava lá
A Despir coroas sem sentido há anos milhares
E a libertar as gentes cantantes
Que perseveraram em Amar
A Alegria vem em meu coração
O Azul se espalha
Eu devo estar a conversar contigo
Tamanha é a Melodia na Sala
Tamanha é a Esperança em meu coração
A Dama da Promessa
A Dama da Promessa
Brilha
Em um Reino Infindo de Azul
A Terra a beijar o Céu
A Dama dá um passo a frente
O Amor entra em nosso coração
Com a Promessa que fica
Bendita agora estão as nossas mãos
E o Povo faz da Rosa do Povo
A Melodia
O Estandarte
As Crianças que virão a nós amanhã
São verdadeiras
A Dama dá um passo a frente
E amanhã vem com As Crianças Para nós
Nosso Hoje habitava o olhar dela
Brilha
Em um Reino Infindo de Azul
A Terra a beijar o Céu
A Dama dá um passo a frente
O Amor entra em nosso coração
Com a Promessa que fica
Bendita agora estão as nossas mãos
E o Povo faz da Rosa do Povo
A Melodia
O Estandarte
As Crianças que virão a nós amanhã
São verdadeiras
A Dama dá um passo a frente
E amanhã vem com As Crianças Para nós
Nosso Hoje habitava o olhar dela
Desnudar
Hoje rasgo as vestes reais de minha miséria
Lanço fora os colares de minha amargura
Lanço fora a Coroa de todas as minhas Decepções
Hoje desvestido assim
Vou percorrer
Até a minha Montanha Favorita
Para que meu olhar
Enfim nu
Veja as Infindas Estrelas
E meu coração aqui construa
Meu Abrigo na Beleza
Lanço fora os colares de minha amargura
Lanço fora a Coroa de todas as minhas Decepções
Hoje desvestido assim
Vou percorrer
Até a minha Montanha Favorita
Para que meu olhar
Enfim nu
Veja as Infindas Estrelas
E meu coração aqui construa
Meu Abrigo na Beleza
A Caravana Cigana
A Caravana Cigana está na Cidade
Hei de ver minha Bem-Amada
Devoção levo em minha guitarra
Calma em meu olhar e coração inquieto
Hei de me perder no Olhar de Minha Cigana
Hei de me encontrar no Amor que ela guarda
Com a mão vinda em seu peito
Com o olhar indo longe
Caminho com ela
Tal caminho a estrada da Vida
A Estrada a Estrela
O Início de minha peregrinação
Tão sempre duradoura tal o Amor
Hei de ver minha Bem-Amada
Devoção levo em minha guitarra
Calma em meu olhar e coração inquieto
Hei de me perder no Olhar de Minha Cigana
Hei de me encontrar no Amor que ela guarda
Com a mão vinda em seu peito
Com o olhar indo longe
Caminho com ela
Tal caminho a estrada da Vida
A Estrada a Estrela
O Início de minha peregrinação
Tão sempre duradoura tal o Amor
O Amor
O Amor precisa continuar a mover as Estrelas
Sob a sua lei e com seus impulsos
Ímpetos de Amar que me caem dos céus
Faz-me ir até a Ti
E te abraçar
Livre de quaisquer deveres estejam onde estiverem
Pois hoje importa-me a Lei de Teu Coração
Abraço-te sim minha Amada
Que hoje compete a nós mover as Estrelas
Sob a sua lei e com seus impulsos
Ímpetos de Amar que me caem dos céus
Faz-me ir até a Ti
E te abraçar
Livre de quaisquer deveres estejam onde estiverem
Pois hoje importa-me a Lei de Teu Coração
Abraço-te sim minha Amada
Que hoje compete a nós mover as Estrelas
Teu Rio
Teu Rio
Ao meu Amor vem
E nós a ti leva
Através de uma Noite Inteira
Plena... Completa!
Eu contei estrelas
E contei às estrelas
Quão incontável é o meu amor por ti
Elas contaram também o Amor delas
E passaram a contar desde já as Estrelas de Meu Amor
Ah! Amada de exércitos celestes
Amante! Meiga Amante!
Amo todas as Estrelas de Teu Olhar
Amo-te toda e tanto
Ainda que exceda meu saber
Mais sei do meu Amor
Ao meu Amor vem
E nós a ti leva
Através de uma Noite Inteira
Plena... Completa!
Eu contei estrelas
E contei às estrelas
Quão incontável é o meu amor por ti
Elas contaram também o Amor delas
E passaram a contar desde já as Estrelas de Meu Amor
Ah! Amada de exércitos celestes
Amante! Meiga Amante!
Amo todas as Estrelas de Teu Olhar
Amo-te toda e tanto
Ainda que exceda meu saber
Mais sei do meu Amor
A Multidão da Insanidade
Estrelas das Insânias
Rasgam o céu
Onde guardávamos nossos papiros
Gentes mortas erguem-se
O pavor que está entre a morte e a amarga vida
Delírios-cadentes - Últimos escritos
A Melodia que sai do escuro cór
Ameaça a todos nós
E quando nos traz para perto da Multidão Sagrada
Em nossos rios de lágrimas a fluir para fora de nós a vida
Então a Melodia nos devora
E a Multidão Sagrada se torna profana
Por Amor de ter nossos nomes
E lançá-los a um esquecimento final
Que permanecerá tórrido tal a lava de um vulcão
Do calor que fomos um dia
A Ausência-Calor uma Silhueta
Enfim nos apaga
Nos transforma
Nos Ama
No Amor infinito e vazio
Dos Abismos Astrais das Estrelas Enlouquecidas
Rasgam o céu
Onde guardávamos nossos papiros
Gentes mortas erguem-se
O pavor que está entre a morte e a amarga vida
Delírios-cadentes - Últimos escritos
A Melodia que sai do escuro cór
Ameaça a todos nós
E quando nos traz para perto da Multidão Sagrada
Em nossos rios de lágrimas a fluir para fora de nós a vida
Então a Melodia nos devora
E a Multidão Sagrada se torna profana
Por Amor de ter nossos nomes
E lançá-los a um esquecimento final
Que permanecerá tórrido tal a lava de um vulcão
Do calor que fomos um dia
A Ausência-Calor uma Silhueta
Enfim nos apaga
Nos transforma
Nos Ama
No Amor infinito e vazio
Dos Abismos Astrais das Estrelas Enlouquecidas
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
A Caravana das Amadas
A Caravana das Amadas
Passa
E nossas canções e nossos amores
Instam que nós nos juntemos a empreitada
Uma Celebração se inicia
E o Amor Brilha
Entre elas
Aprendemos as Palavras
E lançamos as sortes
A Caravana das Amadas
Passam por nós
E o Nome do Amor
Em nós
Permanece
Passa
E nossas canções e nossos amores
Instam que nós nos juntemos a empreitada
Uma Celebração se inicia
E o Amor Brilha
Entre elas
Aprendemos as Palavras
E lançamos as sortes
A Caravana das Amadas
Passam por nós
E o Nome do Amor
Em nós
Permanece
Sonhadora
I
Ah! Dama dos Sonhos
Bendições estão sobre os Sonhos
Que estão por ti
E que levam teu nome
Para mim entre as multidões
Ah! Dama dos Sonhos
A Verdade e A Beleza
E Sonhos sobre Ti
Que vais e vais
Acima e acima
Ah! Meu Amor vai até as Alturas
Guitarras Cantantes e Violinos em Amor
Seguem-te até as Estrelas que vais visitar
Meu Amor que está a te amar
Se contenta em Amar tudo que está no caminho
Tudo o que se refere a ti
Para te alcançar
Guia! Guia! Musa Azul do Vestido Escarlata!
Amada! Amante! Bem-Amada!
II
Então eu vou te amar
Mais
Sem sair de perto
De ti que levas meu Amor longe
Em tuas mãos delicadas a passear o Universo
Ah! Dama dos Sonhos
Bendições estão sobre os Sonhos
Que estão por ti
E que levam teu nome
Para mim entre as multidões
Ah! Dama dos Sonhos
A Verdade e A Beleza
E Sonhos sobre Ti
Que vais e vais
Acima e acima
Ah! Meu Amor vai até as Alturas
Guitarras Cantantes e Violinos em Amor
Seguem-te até as Estrelas que vais visitar
Meu Amor que está a te amar
Se contenta em Amar tudo que está no caminho
Tudo o que se refere a ti
Para te alcançar
Guia! Guia! Musa Azul do Vestido Escarlata!
Amada! Amante! Bem-Amada!
II
Então eu vou te amar
Mais
Sem sair de perto
De ti que levas meu Amor longe
Em tuas mãos delicadas a passear o Universo
Graças
Eu nego graças ao Tempo
Quando estás na Altura do Amor
No Domínio das Horas que hás
A Fluir bem entre seus dedos
As Graças dou a ti
Que rodopias
Que mantém minha contemplação em Ti
As Vozes densas do Amor
Se despedaçam em tecidos leves ao cair em teu corpo
Eu vejo as Pétalas através do Vento
As Graças estão em Ti
Em ti as buscarei
Levo o Amor Primeiro
Para tua Dança entre Danças
Levo-me por Inteiro
Para render a minha Alma entre tuas tranças
Quando estás na Altura do Amor
No Domínio das Horas que hás
A Fluir bem entre seus dedos
As Graças dou a ti
Que rodopias
Que mantém minha contemplação em Ti
As Vozes densas do Amor
Se despedaçam em tecidos leves ao cair em teu corpo
Eu vejo as Pétalas através do Vento
As Graças estão em Ti
Em ti as buscarei
Levo o Amor Primeiro
Para tua Dança entre Danças
Levo-me por Inteiro
Para render a minha Alma entre tuas tranças
Uma Casa Cinza
Uma Casa Cinza
Me vêem com os aspectos
De tua descoberta primeira
No amor eterno que em mim vivia
Sem eu saber
- Hás de me contar
O Sonho teu vive em mim
Eu hei de ser tua Casa Cinza
E não desvanecerei
Até que possas viver todos os teus sonhos
Me vêem com os aspectos
De tua descoberta primeira
No amor eterno que em mim vivia
Sem eu saber
- Hás de me contar
O Sonho teu vive em mim
Eu hei de ser tua Casa Cinza
E não desvanecerei
Até que possas viver todos os teus sonhos
A Nova Ciência
A Nova Ciência
É dar Vôos no Tempo da Solidão
E dançar com Ventos no Tempo da Companhia
A Volta ao Mundo
O Reencontro com tempos primordiais
Seguindo em frente
Adorando a Beleza
A Nova Ciência
Antigo Saber
É em ser
Crescer
Numa Nova Idéia
Animal Esplêndido
Pantera
Do Mundo Inteiro
Que se gera
Na Criação que se dá
Em ir e vir
No movimentar apenas por se transformar
É dar Vôos no Tempo da Solidão
E dançar com Ventos no Tempo da Companhia
A Volta ao Mundo
O Reencontro com tempos primordiais
Seguindo em frente
Adorando a Beleza
A Nova Ciência
Antigo Saber
É em ser
Crescer
Numa Nova Idéia
Animal Esplêndido
Pantera
Do Mundo Inteiro
Que se gera
Na Criação que se dá
Em ir e vir
No movimentar apenas por se transformar
As Palavras da Poetisa
As Palavras da Poetisa
Eram Aves Mistério
Admirava-lhes a Beleza
E não compreendia
As Aves da Beleza
Vindas da Boca da Poetisa
E da Lua de sua Vida
Iam longe no Mar do Horizonte
E meu olhar mais profundo mergulhava
Voavam por baixo do meu Entendimento
E as Rosas Cresciam
Rodas de Amizades celebravam diante delas
Acima do meu Entendimento
Só Beleza delas
E as Rodas de Amizades haviam Tempo e Silêncio
Amor e Prazer
A Rosa da Profetisa
Brilhava
As Aves Mistérios da Poetisa Por Fim
Brindou as Nossas Vidas
E calou as nossas Sedes
Fazendo-as novas Vinhas
A Poetisa veio então para perto de nós
E lançou-nos ao Ar
Então com as Asas Finalmente Entendia
Que Àquela Poetisa eu apenas pertencia
Em Tudo e Nada
Além de Mistérios
Na Dança e Canção
Das Alturas Asas
Das Profundidades Casas
Eram Aves Mistério
Admirava-lhes a Beleza
E não compreendia
As Aves da Beleza
Vindas da Boca da Poetisa
E da Lua de sua Vida
Iam longe no Mar do Horizonte
E meu olhar mais profundo mergulhava
Voavam por baixo do meu Entendimento
E as Rosas Cresciam
Rodas de Amizades celebravam diante delas
Acima do meu Entendimento
Só Beleza delas
E as Rodas de Amizades haviam Tempo e Silêncio
Amor e Prazer
A Rosa da Profetisa
Brilhava
As Aves Mistérios da Poetisa Por Fim
Brindou as Nossas Vidas
E calou as nossas Sedes
Fazendo-as novas Vinhas
A Poetisa veio então para perto de nós
E lançou-nos ao Ar
Então com as Asas Finalmente Entendia
Que Àquela Poetisa eu apenas pertencia
Em Tudo e Nada
Além de Mistérios
Na Dança e Canção
Das Alturas Asas
Das Profundidades Casas
Um Não-Dito
Um não dizer
Não é a Maldição Primeira
E não será a Maldição de Tempos em Tempos
Um não dizer
Tal uma Música Final
Há de pertencer
A Lei Primeira
E O Amor que se foi por Ela
Para não deixar de ser
A Lei e o Amor
Duas Luas e Dois Sóis para cada uma
Assim é o meu mundo
Onde calei profundo
O Amor que não vou te dizer por agora
Mas se calei
O Amor que deve ir a ti
Pavimentará caminhos em mim
E quando eu abraçar o seu silêncio
Encontrarás Jardins em mim
A Dizer apenas do Teu nome
E a cantar apenas para ti
Ah! Agora que o sabes
Eu te Amo
Amada minha
Sem princípio
Desde o Início do Amor
Que começaste
Não é a Maldição Primeira
E não será a Maldição de Tempos em Tempos
Um não dizer
Tal uma Música Final
Há de pertencer
A Lei Primeira
E O Amor que se foi por Ela
Para não deixar de ser
A Lei e o Amor
Duas Luas e Dois Sóis para cada uma
Assim é o meu mundo
Onde calei profundo
O Amor que não vou te dizer por agora
Mas se calei
O Amor que deve ir a ti
Pavimentará caminhos em mim
E quando eu abraçar o seu silêncio
Encontrarás Jardins em mim
A Dizer apenas do Teu nome
E a cantar apenas para ti
Ah! Agora que o sabes
Eu te Amo
Amada minha
Sem princípio
Desde o Início do Amor
Que começaste
Os Ventos
Seguirei os Ventos
Até chegar no Paraíso
De Teus sorrisos
Vou aos Ventos
E até lá
Parto daqui em forma de Música
E a Beleza que és para mim
Como vou encontrar é o Mistério
Que me voar
Até chegar no Paraíso
De Teus sorrisos
Vou aos Ventos
E até lá
Parto daqui em forma de Música
E a Beleza que és para mim
Como vou encontrar é o Mistério
Que me voar
Não poderia
Não poderia perdoar
E não poderia viver
O Novo Amor se foi
O antigo também
Porque só acreditei no que estava em minhas mãos
A única ave que aqui pousou
Quando voou
Não a acompanhei
E não poderia viver
O Novo Amor se foi
O antigo também
Porque só acreditei no que estava em minhas mãos
A única ave que aqui pousou
Quando voou
Não a acompanhei
domingo, 6 de dezembro de 2015
A Guia do Tempo
Sem a Guia Cronológica
Os pensamentos se estendem demais
As palavras me sufocam o vento
E meu coração não mais flui
Nos Rios do Ar
E minha Alma Precisa Cantar
Onde antes eram apenas palavras
Minha Alma precisa sobreviver
Na Guia do Tempo
Até que eu possa Ser
Lado a lado com ele
Os pensamentos se estendem demais
As palavras me sufocam o vento
E meu coração não mais flui
Nos Rios do Ar
E minha Alma Precisa Cantar
Onde antes eram apenas palavras
Minha Alma precisa sobreviver
Na Guia do Tempo
Até que eu possa Ser
Lado a lado com ele
Qualquer pensamento
I
Qualquer pensamento e qualquer linguagem
Preciso para seguir em frente
Qualquer pensamento e qualquer linguagem
Temo e sigo em frente para dentro do temor
Que por agora me é o único caminho
II
A Cidade chama os mortos
Para participarem de suas análises
Quem vivo está
Está a Viver pelo Rio
A Cidade está
Para ser chamada a Cidade das Chuvas
E quem vivo estava
Estava a Viver pelo Rio
A chamar os mortos
Para serem enterrados nos últimos pensamentos
Da cidade que ainda chama por estes
III
Qualquer pensamento
Qualquer cidade faz
Antes da Linguagem
Fora da Linguagem
Qualquer pensamento e qualquer linguagem
Preciso para seguir em frente
Qualquer pensamento e qualquer linguagem
Temo e sigo em frente para dentro do temor
Que por agora me é o único caminho
II
A Cidade chama os mortos
Para participarem de suas análises
Quem vivo está
Está a Viver pelo Rio
A Cidade está
Para ser chamada a Cidade das Chuvas
E quem vivo estava
Estava a Viver pelo Rio
A chamar os mortos
Para serem enterrados nos últimos pensamentos
Da cidade que ainda chama por estes
III
Qualquer pensamento
Qualquer cidade faz
Antes da Linguagem
Fora da Linguagem
Asas
Óh tu das mãos-atadas
Que não voas agora?
Óh tu das mãos-atadas
Teus sonhos ainda não saíram do chão
Qual é a forma que irás ter com eles
No olhar no céu que te observa a tua imobilidade?
Óh de mãos-atadas
Que será de ti agora?
Tuas mãos em comunhão
Estão na prisão
Óh tu das mãos-atadas
Assim como estás voa
Assim sem esperança vai
Ou com a esperança quebrada tropeça em alguma nuvem
Que em ser visitada assim te abra uma estrada
Óh tu das mãos-atadas
Acredita
E se acreditares
Voarás ainda que não acreditando
Se erguerás do chão ainda que não vendo-o afastar de teus pés
Teus sonhos te buscarão quando não puderes
De tuas mãos atadas sairão anjos
Com as preces de fazer das mãos onde saíram gratos
As Asas que necessitas
Que não voas agora?
Óh tu das mãos-atadas
Teus sonhos ainda não saíram do chão
Qual é a forma que irás ter com eles
No olhar no céu que te observa a tua imobilidade?
Óh de mãos-atadas
Que será de ti agora?
Tuas mãos em comunhão
Estão na prisão
Óh tu das mãos-atadas
Assim como estás voa
Assim sem esperança vai
Ou com a esperança quebrada tropeça em alguma nuvem
Que em ser visitada assim te abra uma estrada
Óh tu das mãos-atadas
Acredita
E se acreditares
Voarás ainda que não acreditando
Se erguerás do chão ainda que não vendo-o afastar de teus pés
Teus sonhos te buscarão quando não puderes
De tuas mãos atadas sairão anjos
Com as preces de fazer das mãos onde saíram gratos
As Asas que necessitas
Criação
Mais perto está do espírito criador
Quem das palavras a mente esvaziou
Quem na realidade dura entregou sua extrema dedicação
E semeou infâncias no vento
Atravessou deserto para colher Sabedoria
Na Ingenuidade
O Deserto também é uma criança
O Deserto também é uma criação
Quem ver nuvens nas areias
Será também um Espelho
Passeará e boas novas colherá
Para as gentes que padecem falta
Nos lugares chamados de abundantes
Quem das palavras a mente esvaziou
Quem na realidade dura entregou sua extrema dedicação
E semeou infâncias no vento
Atravessou deserto para colher Sabedoria
Na Ingenuidade
O Deserto também é uma criança
O Deserto também é uma criação
Quem ver nuvens nas areias
Será também um Espelho
Passeará e boas novas colherá
Para as gentes que padecem falta
Nos lugares chamados de abundantes
Um Dia
Um Dia
Estandares do Amor não conhecia
E Amantes marchavam pela minha Rua Favorita
Um Dia eu prometi
Que se entendesse esta visão
Eu levaria o Amor dentro do meu coração
Até entender seu Mistério
E quando eu entendesse
Eu não pensaria mais a respeito
Eu seria qualquer Mistério
Que ele ousasse querer que eu fosse
Estandares do Amor não conhecia
E Amantes marchavam pela minha Rua Favorita
Um Dia eu prometi
Que se entendesse esta visão
Eu levaria o Amor dentro do meu coração
Até entender seu Mistério
E quando eu entendesse
Eu não pensaria mais a respeito
Eu seria qualquer Mistério
Que ele ousasse querer que eu fosse
Venha comigo
Venha comigo minha Amada-Amiga
Iremos para longe
Até a Distância querida de teu olhar
Que habitavas de tempos de tempos
A Distância querida de teu olhar
Entra profundo em minha Alma
Eu sossego em Amar-te cada mais
Em sonhar-te ao abraçar o seu nome
Melodia ainda...
Iremos para longe
Até a Distância querida de teu olhar
Que habitavas de tempos de tempos
A Distância querida de teu olhar
Entra profundo em minha Alma
Eu sossego em Amar-te cada mais
Em sonhar-te ao abraçar o seu nome
Melodia ainda...
O Chamado
Compreenda o Amor
Em meu beijo
Eu preciso que compreendas
Em minha última vinda
Numa noite que não me convida
Através da porta que só me abriu o Sonho
Em meu beijo
Eu preciso que compreendas
Em minha última vinda
Numa noite que não me convida
Através da porta que só me abriu o Sonho
Eu guardei meu amor
I
Eu me tornei Guardião do Amor Primeiro
Amor para quem elegi a Primeira
A Única
Guardião do Amor sou
E Já não sei Amar mais
Que tudo isso eu guardo
E tudo isso me abandona
II
Não desertarei o Abandono
Eu me tornei Guardião do Amor Primeiro
Amor para quem elegi a Primeira
A Única
Guardião do Amor sou
E Já não sei Amar mais
Que tudo isso eu guardo
E tudo isso me abandona
II
Não desertarei o Abandono
Rosas a Solidão
I
Rosas a Solidão eu dou
Honro a presença da Não-Pessoa
Que me acompanha
E que me ajuda a ver
II
A Capacidade de Ver
Me vem da Pessoa em Solidão
Na qual eu mergulho
III
A Solidão Primeira
É uma Tempestada
A quem recorro
Para continuar a adornar meu Jardim
E para continuar a vê-lo crescer
Que é de Raios e Trovões que eu faço meu Jardim
Que eu só faço um Jardim
No qual eu acredito
Rosas a Solidão eu dou
Honro a presença da Não-Pessoa
Que me acompanha
E que me ajuda a ver
II
A Capacidade de Ver
Me vem da Pessoa em Solidão
Na qual eu mergulho
III
A Solidão Primeira
É uma Tempestada
A quem recorro
Para continuar a adornar meu Jardim
E para continuar a vê-lo crescer
Que é de Raios e Trovões que eu faço meu Jardim
Que eu só faço um Jardim
No qual eu acredito
Uma Razão
Um Pensamento
Ocorreu-me durante a Noite
E me encontrei com toda a Humanidade
Eu tomei um fôlego maior
E inspirei ares que não havia percebido antes
Eu sai para andar lá fora
Um pensamento
Um fôlego maior
E a humanidade desapareceu fora de mim
E as paisagens que percorri em mim adentraram
Ocorreu-me durante a Noite
E me encontrei com toda a Humanidade
Eu tomei um fôlego maior
E inspirei ares que não havia percebido antes
Eu sai para andar lá fora
Um pensamento
Um fôlego maior
E a humanidade desapareceu fora de mim
E as paisagens que percorri em mim adentraram
Perdão
Eu sigo o Amor que está adiante
Tu sigas o Amor que está próximo
A Justiça o Tempo cumpre
Nem eu e nem tu
Nem atrasados e tampoucos chegamos apressados
No Jardim do Amor
No Tempo correto
Somos o que somos
O que não fomos aqui está
No devido lugar
A Justiça no Amor se cumpre
Nem eu e nem tu
Só Obras do Amor
Tu sigas o Amor que está próximo
A Justiça o Tempo cumpre
Nem eu e nem tu
Nem atrasados e tampoucos chegamos apressados
No Jardim do Amor
No Tempo correto
Somos o que somos
O que não fomos aqui está
No devido lugar
A Justiça no Amor se cumpre
Nem eu e nem tu
Só Obras do Amor
Êxtase
Eu encontrei a Divindade do Amor
Ao me Encontrar contigo
Na Ponta do Abismo
Abismo-Jardim do Destino
Na Ponta do Destino
Eu parei e contemplei
O Meu Olhar em Ti Mergulhava
Ao me Encontrar contigo
Na Ponta do Abismo
Abismo-Jardim do Destino
Na Ponta do Destino
Eu parei e contemplei
O Meu Olhar em Ti Mergulhava
Ser Amor
Ouvir um chamado
Ver o que se quer e o que se faz
Perceber uma canção
Decidir diante da face dura do Destino
Recolher o que está numa mão
E na outra mão
Jardins no Fim
E Jardins para surgir quando tudo acabar
Ser Amor
Ser Amor
Ser simplesmente
Ser Amor
Ao seu lado
Ver o que se quer e o que se faz
Perceber uma canção
Decidir diante da face dura do Destino
Recolher o que está numa mão
E na outra mão
Jardins no Fim
E Jardins para surgir quando tudo acabar
Ser Amor
Ser Amor
Ser simplesmente
Ser Amor
Ao seu lado
Fim da História
Eu cantava a Melodia
Que me ensinava o Amor
Cantei sozinho
Para meu Amor
Sem estar lá
A Lágrima que caiu
Não caiu comigo junto
Sem queda e sem presença
Tampouco para ser uma Ausência
Eu deixei a melodia apenas passar
Sem queda
Sem ascensão
Sem redenção
Que me ensinava o Amor
Cantei sozinho
Para meu Amor
Sem estar lá
A Lágrima que caiu
Não caiu comigo junto
Sem queda e sem presença
Tampouco para ser uma Ausência
Eu deixei a melodia apenas passar
Sem queda
Sem ascensão
Sem redenção
Nesta Noite
Nesta Noite
Suspenso de mim está
Uma Alma
Com os Saberes que determinam o que é certo e o que é errado
Mas o Bem e o Mal
Tal duas Entidades
Vivem em mim
Nesta noite
Você pode me dizer
Se o que fomos
Ocorrerá no somos
Mais uma Vez?
Numa Vez que há de se sustentar pela Ousadia
E não pela obrigação da Verdade tantas vezes vista?
Diga-me
O que veremos nesta noite?
Veremos o que não vimos
Que era tudo que em nossa frente habitava
Enqüanto contemplávamos com um Anjo a nos dizer
Que estávamos verdadeiramente ao lado deste enqüanto nos dizia?
Nesta Noite
Os ventos sopram fortes
E não irei querer-te longe de mim
Um Paradiso não sobrevive
Sem o Bem e o Mal
Sem o Amor que está entre estes
E entre nós sem saber
As Portas que se abrem e se fecham
É Destino dos Ventos
O Destino dos Ventos é saber
Quando estaremos ou não
Em seus caminhos
O que seremos?
Nesta noite?
...
Suspenso de mim está
Uma Alma
Com os Saberes que determinam o que é certo e o que é errado
Mas o Bem e o Mal
Tal duas Entidades
Vivem em mim
Nesta noite
Você pode me dizer
Se o que fomos
Ocorrerá no somos
Mais uma Vez?
Numa Vez que há de se sustentar pela Ousadia
E não pela obrigação da Verdade tantas vezes vista?
Diga-me
O que veremos nesta noite?
Veremos o que não vimos
Que era tudo que em nossa frente habitava
Enqüanto contemplávamos com um Anjo a nos dizer
Que estávamos verdadeiramente ao lado deste enqüanto nos dizia?
Nesta Noite
Os ventos sopram fortes
E não irei querer-te longe de mim
Um Paradiso não sobrevive
Sem o Bem e o Mal
Sem o Amor que está entre estes
E entre nós sem saber
As Portas que se abrem e se fecham
É Destino dos Ventos
O Destino dos Ventos é saber
Quando estaremos ou não
Em seus caminhos
O que seremos?
Nesta noite?
...
Sonhos
Sonhos se tornam realidade
Eu vejo teu semblante
Diante de Flores Azuis-Verdade
E toda sorte de cores irmãs
Abraçam as tuas mãos e abraçam aquelas flores
Uma Dama de Agora
Me Chama para seu tempo
Uma Dama de Agora
Me sorri
E está a brincar por estes campos
Mostra-me o Começo
Então vou com Ela
Por amor de suas Canções
Por Amor ao Tempo que vem na Forma de Melodia
Na Forma Divindade
Na Forma Verdade
II
Eu a Amo
E assim
Encontro ela em um Sonho
Num chamado dela
Num sorriso dela
Que persiste
Na Brincadeira dos Campos
Que continua
Eu contemplo e me movimento
Eu paraliso o Rio
E por ela Fluo ainda
III
Em Eternidades que desconheço
Ela me guia
Eu vejo teu semblante
Diante de Flores Azuis-Verdade
E toda sorte de cores irmãs
Abraçam as tuas mãos e abraçam aquelas flores
Uma Dama de Agora
Me Chama para seu tempo
Uma Dama de Agora
Me sorri
E está a brincar por estes campos
Mostra-me o Começo
Então vou com Ela
Por amor de suas Canções
Por Amor ao Tempo que vem na Forma de Melodia
Na Forma Divindade
Na Forma Verdade
II
Eu a Amo
E assim
Encontro ela em um Sonho
Num chamado dela
Num sorriso dela
Que persiste
Na Brincadeira dos Campos
Que continua
Eu contemplo e me movimento
Eu paraliso o Rio
E por ela Fluo ainda
III
Em Eternidades que desconheço
Ela me guia
Nada me pertence
Nada me pertence
Nem mesmo o sonho que é meu
Nem mesmo o passado que me faz
Nem mesmo o Futuro
Esta cobra alada
A vir me cobrar os frutos
E me abençoar os pássaros
Os pássaros de meu Jardim
Correm tranqüilos por mim
E hão de voar para fora de mim
Na hora que mais preciso destes por perto
Diantes dos visitantes que estão aqui
Ah! Digo essas coisas
Apenas para cantar
Que nada me pertence
E que os pássaros voam
Ao menos meu Jardim
Eu poderei esconder a mim
E quando não mais puder me ver
Eu ao menos poderei ser
No Jardim e a mim
Que pertencerão nem a um e nem a outro
Serão uma só coisa
Que não desconheço e não nomeio
Nem mesmo o sonho que é meu
Nem mesmo o passado que me faz
Nem mesmo o Futuro
Esta cobra alada
A vir me cobrar os frutos
E me abençoar os pássaros
Os pássaros de meu Jardim
Correm tranqüilos por mim
E hão de voar para fora de mim
Na hora que mais preciso destes por perto
Diantes dos visitantes que estão aqui
Ah! Digo essas coisas
Apenas para cantar
Que nada me pertence
E que os pássaros voam
Ao menos meu Jardim
Eu poderei esconder a mim
E quando não mais puder me ver
Eu ao menos poderei ser
No Jardim e a mim
Que pertencerão nem a um e nem a outro
Serão uma só coisa
Que não desconheço e não nomeio
Um Sonho
Eu não posso confiar meu Sonho
A quem não toma parte na vigília desperta
A quem não toma parte na coragem do Amor
Meu Sonho há de inspirar as gentes amadas
A serem amantes também
A saírem de uma noite tranqüila
E irem fora ver no Céu
O quão a Noite pode ser industriosa
O quão a diversidade das estrelas pode ser harmoniosa
E criaturas criadoras ainda...
Meu Sonho irá durar para sempre
No Amor das gentes a amarem para sempre
Meu Sonho é tal o delas
E com elas que habitei meu olhar
A quem não toma parte na vigília desperta
A quem não toma parte na coragem do Amor
Meu Sonho há de inspirar as gentes amadas
A serem amantes também
A saírem de uma noite tranqüila
E irem fora ver no Céu
O quão a Noite pode ser industriosa
O quão a diversidade das estrelas pode ser harmoniosa
E criaturas criadoras ainda...
Meu Sonho irá durar para sempre
No Amor das gentes a amarem para sempre
Meu Sonho é tal o delas
E com elas que habitei meu olhar
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
O Destino
O Destino que possui o nosso encontro
Não pode ser meu e teu ao mesmo tempo
Numa mão do tempo estará eu
E noutra estará você
Quem de nós cantará a Insistência?
Quem de nós resistirá contra o Destino na cara?
Veja
A Divindade Amor
A Caminhar fora da Vista do Destino
Em segredo
O Destino não vê pelo olhar de ninguém
A União habitará o olhar
Se observarmos em silêncio
Veremos no Monumento-Corpo do Destino
Uma Porta
Apenas uma Porta
(A Melodia do Amor
Ecoa no Silêncio
Numa Paz Final)
Não pode ser meu e teu ao mesmo tempo
Numa mão do tempo estará eu
E noutra estará você
Quem de nós cantará a Insistência?
Quem de nós resistirá contra o Destino na cara?
Veja
A Divindade Amor
A Caminhar fora da Vista do Destino
Em segredo
O Destino não vê pelo olhar de ninguém
A União habitará o olhar
Se observarmos em silêncio
Veremos no Monumento-Corpo do Destino
Uma Porta
Apenas uma Porta
(A Melodia do Amor
Ecoa no Silêncio
Numa Paz Final)
Uma Luz
Uma Luz e um vento
Eu não torno atrás para ver
Esta é a minha fé
Até que eu os seja
Até que as asas me revelem
A Altura da Beleza
Infinda ainda
Mais Acima!
Eu não torno atrás para ver
Esta é a minha fé
Até que eu os seja
Até que as asas me revelem
A Altura da Beleza
Infinda ainda
Mais Acima!
Oração a Culpa
A Culpa me precede
E não hás outra forma para me desperdoar
Que me deixar ser arrastado pelo Ar
E ouvir através do vento
Meu praguejar com tudo o que passeia o celeste estrado
Eu que vim de um velho tempo
Que verás e sentirás no rio novo
Ouça por favor meu praguejar
E faça disso uma canção
E não hás outra forma para me desperdoar
Que me deixar ser arrastado pelo Ar
E ouvir através do vento
Meu praguejar com tudo o que passeia o celeste estrado
Eu que vim de um velho tempo
Que verás e sentirás no rio novo
Ouça por favor meu praguejar
E faça disso uma canção
Amantes
Uma Amante ia
E uma outra acompanhava
Quanto se contava?
Iam ao Reino das Amadas
Bem-Amadas
Retornavam
Com um Novo Amor
Em suas mãos dadas
A Amistad pela Humanidade
As fazia ir além
Levar o Novo Amor as gentes
Para que as gentes pudessem cantar
E o Novo Amor pudesse ser sonho
A visitar o Novo Mundo
E uma outra acompanhava
Quanto se contava?
Iam ao Reino das Amadas
Bem-Amadas
Retornavam
Com um Novo Amor
Em suas mãos dadas
A Amistad pela Humanidade
As fazia ir além
Levar o Novo Amor as gentes
Para que as gentes pudessem cantar
E o Novo Amor pudesse ser sonho
A visitar o Novo Mundo
Guardei o meu Amor
Guardei o meu Amor
E guardei-me no Vento
Eu aguardo
Um encontro com o Outro Vento
Que tudo apaga
E guardei-me no Vento
Eu aguardo
Um encontro com o Outro Vento
Que tudo apaga
Um Fim
Que haja fim
Para o que amor que vive em mim
Que seja apartado de meus ouvidos
A Melodia do Amor que o Outono Inspira
Que haja fim
O princípio inquebrantável
A Fundação Primeira Irremediável
Força que me quebranta em haver me erguido uma única vez
Que haja fim
Que não permita recomeços
Que o ciclo da eternidade que fica infindo
haja uma ruptura que fique por escape
Que seja a fuga a liberdade
Quando o que sou verdadeiramente me é a prisão
Que haja silêncio nas gentes que quiserem falar de amor
Para que não apartem de mim o sono
De todo o cansaço que a esperança me causou
De toda morte que devotei a esta
Que haja silêncios nas gentes que quiserem falar do amor quando parto para longe do caminho que me foi traçado
Meu ainda...
Para que meu coração se silencie
E enfim meu coração que a todos silênciou até aqui
Entre nas asas da última esperança
A Primeira
A Mais próxima do Fim
Para o que amor que vive em mim
Que seja apartado de meus ouvidos
A Melodia do Amor que o Outono Inspira
Que haja fim
O princípio inquebrantável
A Fundação Primeira Irremediável
Força que me quebranta em haver me erguido uma única vez
Que haja fim
Que não permita recomeços
Que o ciclo da eternidade que fica infindo
haja uma ruptura que fique por escape
Que seja a fuga a liberdade
Quando o que sou verdadeiramente me é a prisão
Que haja silêncio nas gentes que quiserem falar de amor
Para que não apartem de mim o sono
De todo o cansaço que a esperança me causou
De toda morte que devotei a esta
Que haja silêncios nas gentes que quiserem falar do amor quando parto para longe do caminho que me foi traçado
Meu ainda...
Para que meu coração se silencie
E enfim meu coração que a todos silênciou até aqui
Entre nas asas da última esperança
A Primeira
A Mais próxima do Fim
As Paisagens de Teu Jardim
As Alas Bonitas
As Cores em Vida
Faz brilhar em teu Jardim
O que brilhas em teu Semblante
Uma Melodia ecoa
E te convida a cantar
Pelo Amor na Beleza
Que habita o teu olhar
As Cores em Vida
Faz brilhar em teu Jardim
O que brilhas em teu Semblante
Uma Melodia ecoa
E te convida a cantar
Pelo Amor na Beleza
Que habita o teu olhar
Eu te observo
Eu te observo
O coração atento
Os caminhos abertos
Nas pontas de seus dedos
O que há de brilhar
Através de ti
É ainda pouco
Ascensão é sem fim
O Retorno do Saber
Ao Teu Coração
A Sabedoria em reencontro
Eu te observo
Eu te amo
O coração atento
Os caminhos abertos
Nas pontas de seus dedos
O que há de brilhar
Através de ti
É ainda pouco
Ascensão é sem fim
O Retorno do Saber
Ao Teu Coração
A Sabedoria em reencontro
Eu te observo
Eu te amo
A Porta
A Porta da Meia Noite se abre então
O Arco-Íris Noturno
Envolve Amantes que olham para cima
Uma Dama Cantante
Canta para o Amor
E o Amor adentra
E habita o olhar da Bem-Amada
O Arco-Íris Noturno
Envolve Amantes que olham para cima
Uma Dama Cantante
Canta para o Amor
E o Amor adentra
E habita o olhar da Bem-Amada
A Estátua e as Nuvens
I
...
II
Uma Estátua em seu repouso
Move as nuvens acima
Aos olhos do Amor
De um Amante Solitário
Em companhia de sua Fidelidade
A sua Amada
A Estátua e as Nuvens
Por este amor se movimentam
E por este amor na Eternidade descansam
Honras a este Amor para sempre cantam
Coração infatigável
No coração do céu
Evoca as chamas escondidas
E os rios de flamas implacáveis
Hão de consolar aquela Amada
Aquecendo-a docemente
III
Estátua e céus
Se transformam
No Amor destes Dois
Um Beijo ocorre então
...
II
Uma Estátua em seu repouso
Move as nuvens acima
Aos olhos do Amor
De um Amante Solitário
Em companhia de sua Fidelidade
A sua Amada
A Estátua e as Nuvens
Por este amor se movimentam
E por este amor na Eternidade descansam
Honras a este Amor para sempre cantam
Coração infatigável
No coração do céu
Evoca as chamas escondidas
E os rios de flamas implacáveis
Hão de consolar aquela Amada
Aquecendo-a docemente
III
Estátua e céus
Se transformam
No Amor destes Dois
Um Beijo ocorre então
Dois Amantes no Azul-Verdade
I
Confessa o âmago puro da Humanidade
Então só assim poderá deitar a instância última do Desejo
Aos Pés daquela Amada
II
"Por que?"
Novamente perguntas
Infatigável Espírito do Mundo
Desafio está no Amor Infindo
Que aquela Bem-amada conhece
Vás e não tornes a tempo
Que tempo não te será guia
Mas a História que é por Ela Zelada
E por Ela se manifesta
Na Dança que todos conhecem em parte
O Nome da Dança que só ela conhece
III
Dois Amantes no Azul-Verdade se conhecem
Lançam as Capas
Aos não-Amantes
Que enfim se desvanecem
Chamam um a um por um Nome de Amor
...Uma Canção ainda
E Partem no caminho
Infinito
Desaparecendo de nossa vista
Crescendo no bem Amar
Ampliando Horizontes...
Confessa o âmago puro da Humanidade
Então só assim poderá deitar a instância última do Desejo
Aos Pés daquela Amada
II
"Por que?"
Novamente perguntas
Infatigável Espírito do Mundo
Desafio está no Amor Infindo
Que aquela Bem-amada conhece
Vás e não tornes a tempo
Que tempo não te será guia
Mas a História que é por Ela Zelada
E por Ela se manifesta
Na Dança que todos conhecem em parte
O Nome da Dança que só ela conhece
III
Dois Amantes no Azul-Verdade se conhecem
Lançam as Capas
Aos não-Amantes
Que enfim se desvanecem
Chamam um a um por um Nome de Amor
...Uma Canção ainda
E Partem no caminho
Infinito
Desaparecendo de nossa vista
Crescendo no bem Amar
Ampliando Horizontes...
Dois Amantes na Graça
A Graça tal vinda de Tempos de Agora
Última das Distâncias Infindas
Primeira da Memória
Princípio e Primórdio
Faz o Encontro de Dois Amantes
Que brilham
A Graça e o Amor
Reconciliam mais uma Vez
Nas Aventuras da Eternidade
No ressurgir das estrelas
Nas estrelas do silêncio do olhar
Última das Distâncias Infindas
Primeira da Memória
Princípio e Primórdio
Faz o Encontro de Dois Amantes
Que brilham
A Graça e o Amor
Reconciliam mais uma Vez
Nas Aventuras da Eternidade
No ressurgir das estrelas
Nas estrelas do silêncio do olhar
Cântico a Última Terra
As Trevas que da Natura a esta Doma abençoaram
A Silhueta da Falsa Humanidade na Estátua-Montanha
Agora no Lugar das Trevas-Doces de Outrora
O Vigor desta Terra Padece
E com força faz o quebrantamento de nossos espíritos
Ainda mais que aos nossos ossos
(...Por agora... Selá!)
Bebamos, bebamos
De nós mesmos a Vida que se esvai
E neste embriagar de insânia
Mais e mais a Vida perdemos
Mais e mais de nós nos livramos
(Que assim seja! I-Seláht!)
Instrumentos contra a Vida de todos
E contra a vida de si mesmos
Gritos ecoam
E melodias queridas as gentes loucas escutam
O Último Veneno
Ergue-se então
A Aclamada Salvação
E a solução como que vinda da Sabedoria de todos os povos
De nossos corpos recusados dos Corvos
A Estátua mais e mais cresce
Tal quis nossa nefanda oração e inda mais
E eis então:
A Saúde-Milagre aos nossos corpos padece
A Silhueta da Falsa Humanidade na Estátua-Montanha
Agora no Lugar das Trevas-Doces de Outrora
O Vigor desta Terra Padece
E com força faz o quebrantamento de nossos espíritos
Ainda mais que aos nossos ossos
(...Por agora... Selá!)
Bebamos, bebamos
De nós mesmos a Vida que se esvai
E neste embriagar de insânia
Mais e mais a Vida perdemos
Mais e mais de nós nos livramos
(Que assim seja! I-Seláht!)
Instrumentos contra a Vida de todos
E contra a vida de si mesmos
Gritos ecoam
E melodias queridas as gentes loucas escutam
O Último Veneno
Ergue-se então
A Aclamada Salvação
E a solução como que vinda da Sabedoria de todos os povos
De nossos corpos recusados dos Corvos
A Estátua mais e mais cresce
Tal quis nossa nefanda oração e inda mais
E eis então:
A Saúde-Milagre aos nossos corpos padece
Amantes diante da Árvore das Inspirações
Ah! Espírito da Humanidade
Estava
Nas Bem Amadas
Que Dançavam ao Redor da Bela Árvore
E vez por Outra a Abraçavam
Um Instrumento que eu não conhecia
Revela as Melodias
Que nas Bem Amadas se escondiam
Amantes e as gentes todas
As Bem-Amadas Celebravam
As Bem-Amadas a Árvore Perduraram
A Beleza Permaneceu e Venceu
Estava
Nas Bem Amadas
Que Dançavam ao Redor da Bela Árvore
E vez por Outra a Abraçavam
Um Instrumento que eu não conhecia
Revela as Melodias
Que nas Bem Amadas se escondiam
Amantes e as gentes todas
As Bem-Amadas Celebravam
As Bem-Amadas a Árvore Perduraram
A Beleza Permaneceu e Venceu
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