Meu Amor
Meu Mais Doce Amor
Não darei a Ti
Porque tu és minha mais Doce Morte
E eu sou ainda...
Algo que sopra para ti
A Melodia da Despedida
Em outros braços de Morte
Eu me dou
Porque pertenço a Natureza
E tu a Divinalisar-se
Em outros braços de Amor
Nós nos Encontramos
Criando a Distância
Com que nos bendizemos
Mas venha
Venha assim mesmo
Venha escutar esta canção
Que o - Nunca Mais!
Não pode mais esperar
Não percas mais por esperar
Hás muito o que ganhar com esta partida
Não planejada, mas sonhada
Pelas mãos que estão acima das coisas deste mundo
Mãos sobre a mesa de jogos
Compartilhando o Destino
Lutando para saber quem fará mais do igual quinhão
"Onde há mais Desejo
Há mais Serpente" Tu dizes
"Onde há mais Serpentes
Há mais Frutos e Jardins Abandonados" Concordo.
---
I
Que seja anunciada
Quantas vezes necessária
A Indiferença
A Dama Indiferença quer entrar
E quer ser aplaudida
No Oásis de meu Deserto
Seja pois Bem Vinda
Fique a vontade
De não sentir Nada
O Amor aqui é para ser renegado
E o Corvo que a tudo observa
Sem tudo ver
É também adorado com obras de negação
Interessado no que há de ter fim
Eis aí a razão de ser Alado
Sem carecer de tua Verdade
Para ser libertado
Liberdade ao Corvo
É um presente
Que nunca pode ser dado
Assim como a Dama Indiferença
Se dá a si
Com a diferença
Que este Corvo não se anuncia
Apenas vem
Para partir
II
Nada quero de ti
Que não seja a Renegação
A Indiferença não me dê
Já a busquei em teu doce leito
Teu nada sentir
Sinto muito
Teu não amar
Já amei para sempre
E agora
Amo - Nunca Mais
III
Eu sou um Canto Maldito
Melodia que tem nos Lábios
Para anunciar as gentes
Para praguejar contras as Malécias do Amor
Até o Ponto que me fazes o Deus do Ridículo
Agradeço o poder de me fazer divino
Mas prefiro voar
Com o poder das tuas maldições a me embalar
Na Música cada vez mais além
Em Teus Lábios não pousarei mais
Quero Mais
Voar cada vez mais Além
Até o Sorriso do Céu
Mostrar-me a direção
Para Celebração de outros fins
Lembro-me de ti assim
Esqueço e enfim desvaneço
A Canção do Vôo - Finalmente!
A Transcendência do Vôo da Alada Criatura Noturna
E Tu! Tu! Abaixo a me encorajar: - Nunca Mais!
IV
Não e Nunca!
Se fazendo Divindades de cada uma de minhas asas
Tu! Tu! Te apresentas como Divindade em meu olhar
Na Estrada que eu contemplo
Eu posso fechar os meus olhos
Eu posso bater as minhas asas
Eu posso e vou
- Nunca Mais!
V
Tu inspiras as artes
Eu recebo tuas ventanias e vou
Se queres ouvir a Música
Parto em lugares altos
Ouso diante das águas
E também queres a Poesia...
Eu ta dou.
Deixe-me que eu seja perto
Cada vez mais perto
Da distância de teu Seio
E enfim
Pousarei sobre o teu livro favorito
E ante os ossos de teu poeta favorito
Abro meu coração e o Amor a te querer mais
Abre-me o Grito: - NUNCA MAIS!
VI
Amantes Finais
Amantes Totais
Celebração a Ti
Todo o Amor a Ti
Brindam e se embriagam
De - Nunca Mais!
Por Ti! Por Ti!
E em mim
O Silêncio
Que celebra mais
Sou eu um amante?
Sou eu um Corvo
Eu sei de meu ofício nesta festa
Mas se calo-me ao ponto
Da contemplação desta desolação alegradas
Com estas criaturas por teu nome
Nada posso fazer
E é Tu que fazes
Em Teu Brinde que convida a todos
Até a mim para que fique de longe
Tu dizes:
- Ao Amor
A Mim
A Cada um de Vós
Em cada momento a Sós
Por Mim
Em cada ofício do Tempo
Em cada lamento no Templo
Que ainda não se saciou ao ponto
De Trazer a Terra a Lascívia em Pessoa
Mas ante a Fera que não se sacia
E com quem disputamos insana porfia
Vamos deitar vinhos ao nosso nome na Eternidade
Porque eis que nossa Ascensão
É obra de nossa intenção
Erguei então vossas taças
Por hora dai este erguer as vossas mãos
É fim do silêncio
(Escuto e eis que tu e eu dizemos): - Nunca Mais!
SETE
Um vôo sobre a asa de um Corvo no Deserto
O que tu não sonhaste eu te faço ver
E o que tu não quiseste dizer eu te faço crer
É dia de tu arrancares teu olhar da Cidade
E pousar aqui muito além do Espelho
As Areias do Deserto que dançam por Ti
Muito Além da Madrugada
Muito além do Tempo a querer dançar contigo
Verdadeiramente Deidade Indiferente a Tua Indiferença que faz Ventanias e Boatos nas Bocas dos Povos
Como A Loucura de um Poeta a Receber Teus Beijos nas Distâncias
E tuas risadas na cara e na carne
Tu Dama que és Indiferente
Adoras o Deus do Ridículo
Quando ris e obrigas as gentes ao teu Riso
Não mais
Agora queres que o Corvo te leve
Para o Deserto que te comove
O Deserto que te leito
De todas as cartas
Que não leio de ti
Em segredo de saber
Faço-te saber
Cada vez mais
Das nuances e melancolias
Verdadeiramente requeridas por ti
Para que seja nomeado: Amor
Verdadeiramente requeiro de ti
Requeiro ver tua Alma
Se abrir com o que me traz a Fortuna
E o Tempo que não descobri
Requeiro que digas da Natureza de Teu Amor
E faço revelar que na Divindade Mesma
Há de ter Natureza
E se não choverá jamais
Aqui que se faça espelho
Vou me ajoelhar a tua indiferença
Vou adorar-te agora: Tanto faz
Porque de agora e sempre
Minha Adoração com Tua Face é: - Nunca Mais!
Eis me aqui
Tenho a Fé que me entregaste para te guiar
Tenho o Teu Desejo Cristalino, Cristais de Areias
Para me Cegar na Colheita
Pois me entregarei a Escuridão
Renegarei o que de ti vem com prontidão
De se fazer Distante Promessa ou Agora de um Verão
Pois daqui não partirei em vôo
Porque cantarei o que de ti somente é canção
Perseverar nesta verdadeira Romaria
Até que eu seja a Derradeira Miragem
De teu - Nunca Mais
(Câmera Iluminada
Pois as Trevas aqui ficarão registradas
Dou-te o que me dou
Dou-te o que sou
Enquanto sou por ti
A serviço de teu nome
Na luta com tua justiça
Sim, sim...
É por ti que só acordo de um Silêncio Eterno
Para deitar-te meu Canto
Ouça-me Agora
Ouça-te em mim para sempre
Eis me Aqui
A Tua Eternidade
A Divindade de Teu Inquebrantável Espelho
A Tua Oração a te Surpreender quando pedistes sem Fé
A Tua Maldição quando fizestes um Mal Sem Inocência
Eis me aqui
Se me queres totalmente
Ou não queres o absolutamente desta questão
Arranca de mim este Coração
Toma para ti este Amor
Porque o que me corta sangrando-me teu nome
Abre-me a Visão
Venha cá e veja a ti): - Nunca mais...
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
domingo, 24 de julho de 2016
sexta-feira, 15 de julho de 2016
Adeus, Minha Amada!
Supere seus medos daí
Que eu supero meus medos daqui
Sei que esta despedida
É uma partida
Onde cada um em seu rumo
Terminará com nós dois juntos
No Amor
Quando o assim que possível
For assim para sempre
Até mais breve!
Esta é a nossa última partida para longe um do outro
Porque quando chegar a hora
Partiremos juntos e faremos inúmeras fugas
Para o Refúgio Único que é Amar
Renuncio toda renúncia
Renuncio qualquer instância do para sempre
Ou dos momentos
Que não seja estar ao seu lado
Corpo a Corpo...
Só acreditarei em Almas que se amam
No calor de teus braços...
Peito ao Peito
Amor que se desfaz para se refazer cada vez mais
Perto!
Estar mais perto de ti! Eis aí a razão desta distância
Que sei que irá passar
Pois se longe de ti tudo o que fiz foi te amar
É porque sei
Que nasci para viver contigo
Quantas vidas couberem nesta vida
Viverei ao seu lado
Se houver vida além desta vida
Só acreditarei se elas tiverem Você
Se não houver
Felicito-me
Em morrer com a Crença
De ter vivido uma única vida
A única vida que vale a pena ser vivida: Amar Você!
Te digo Adeus agora
Pois sei que irei te encontrar novamente
Para mim não importa mais a rapidez
Ou a demora
Qualquer tempo que me leve a Você
Sempre de Volta
É o Tempo que acredito
É meu Tempo Amigo
É o Tempo que eu conto e confio
Só acredito em Eternidade
Que mate de mim a Saudade
Que me invade
Quando arde em mim o Teu Nome
Doce Melodia
Tempestade de Vida
Aurora sem Igual
Desperta-me!
Totalidade das coisas Boas deste Universo!
Musa Digna
De todo o meu esforço de te alcançar!
Saibas de onde estou
Que sempre terás o meu Amor
Quando eu não estiver contigo
É porque estou a caminho
Quando eu estiver contigo
Me leve!
Tome minha mão
E todo o amor deste meu coração
Por Eternidades a serem pesadas e definidas
Por Tua Vontade de seres Amada sem medo de me perder
Tu! Tu! Meu Amor para Sempre!
Sou um Rio de mim em direção só a Ti!
E nada, nada, nada!
Chegarei em Amor por você e você será meu Oceano
Se meu Rio parecer secar
Aguarde mais um pouco
Estou vindo pela Chuva!
Vou vir a você por qualquer caminho
Que me mostrar esta vida!
Eu sei que eu te amo para sempre
E não me contentarei em apenas saber
Quero você todos os Dias
Porque só Tu
É Divindade, Mulher e Musa: ... Sabedoria!
Quero todas as Mulheres que há em Ti
Sou por você todo o Amor que há em Mim
Toda Liberdade em Mim
Só é Liberdade contigo
Pois toda escolha que eu faço
tem você como meu Destino
Não consigo evitar te Amar
E não impedirei
Que todo amor a fluir para Ti
Queira o Teu Querer
Tu és o que Mais Quero
Tu és o que Sempre Quero
Sempre e Vontade
Juntos em Anelo
Eis o Laço
Que não desfaço
Abro mão de todos os caminhos
Que não me levem a te ver de novo
Recuso qualquer aparência de Amor
Que não tenha a Tua Imagem e Semelhança
Aceito toda a Lembrança
Que mostre para mim
Qual é a forma que tenho que te Amar
Quero todas as Tuas Faces
Quero toda a Tua Verdade
Toda despedida
É apenas uma promessa para ser cumprida:
- Eu Te Amo!
Que eu supero meus medos daqui
Sei que esta despedida
É uma partida
Onde cada um em seu rumo
Terminará com nós dois juntos
No Amor
Quando o assim que possível
For assim para sempre
Até mais breve!
Esta é a nossa última partida para longe um do outro
Porque quando chegar a hora
Partiremos juntos e faremos inúmeras fugas
Para o Refúgio Único que é Amar
Renuncio toda renúncia
Renuncio qualquer instância do para sempre
Ou dos momentos
Que não seja estar ao seu lado
Corpo a Corpo...
Só acreditarei em Almas que se amam
No calor de teus braços...
Peito ao Peito
Amor que se desfaz para se refazer cada vez mais
Perto!
Estar mais perto de ti! Eis aí a razão desta distância
Que sei que irá passar
Pois se longe de ti tudo o que fiz foi te amar
É porque sei
Que nasci para viver contigo
Quantas vidas couberem nesta vida
Viverei ao seu lado
Se houver vida além desta vida
Só acreditarei se elas tiverem Você
Se não houver
Felicito-me
Em morrer com a Crença
De ter vivido uma única vida
A única vida que vale a pena ser vivida: Amar Você!
Te digo Adeus agora
Pois sei que irei te encontrar novamente
Para mim não importa mais a rapidez
Ou a demora
Qualquer tempo que me leve a Você
Sempre de Volta
É o Tempo que acredito
É meu Tempo Amigo
É o Tempo que eu conto e confio
Só acredito em Eternidade
Que mate de mim a Saudade
Que me invade
Quando arde em mim o Teu Nome
Doce Melodia
Tempestade de Vida
Aurora sem Igual
Desperta-me!
Totalidade das coisas Boas deste Universo!
Musa Digna
De todo o meu esforço de te alcançar!
Saibas de onde estou
Que sempre terás o meu Amor
Quando eu não estiver contigo
É porque estou a caminho
Quando eu estiver contigo
Me leve!
Tome minha mão
E todo o amor deste meu coração
Por Eternidades a serem pesadas e definidas
Por Tua Vontade de seres Amada sem medo de me perder
Tu! Tu! Meu Amor para Sempre!
Sou um Rio de mim em direção só a Ti!
E nada, nada, nada!
Chegarei em Amor por você e você será meu Oceano
Se meu Rio parecer secar
Aguarde mais um pouco
Estou vindo pela Chuva!
Vou vir a você por qualquer caminho
Que me mostrar esta vida!
Eu sei que eu te amo para sempre
E não me contentarei em apenas saber
Quero você todos os Dias
Porque só Tu
É Divindade, Mulher e Musa: ... Sabedoria!
Quero todas as Mulheres que há em Ti
Sou por você todo o Amor que há em Mim
Toda Liberdade em Mim
Só é Liberdade contigo
Pois toda escolha que eu faço
tem você como meu Destino
Não consigo evitar te Amar
E não impedirei
Que todo amor a fluir para Ti
Queira o Teu Querer
Tu és o que Mais Quero
Tu és o que Sempre Quero
Sempre e Vontade
Juntos em Anelo
Eis o Laço
Que não desfaço
Abro mão de todos os caminhos
Que não me levem a te ver de novo
Recuso qualquer aparência de Amor
Que não tenha a Tua Imagem e Semelhança
Aceito toda a Lembrança
Que mostre para mim
Qual é a forma que tenho que te Amar
Quero todas as Tuas Faces
Quero toda a Tua Verdade
Toda despedida
É apenas uma promessa para ser cumprida:
- Eu Te Amo!
quinta-feira, 30 de junho de 2016
A Verdade
A Verdade me fere
Não posso mudar os fatos
Mas se sua ferida é ferir
Somos nós dois que precisamos mudar os atos
Não posso mudar os fatos
Mas se sua ferida é ferir
Somos nós dois que precisamos mudar os atos
domingo, 29 de maio de 2016
Nunca mais diremos Adeus ao Brasil
Querem prender juízes
Soltar ladrões
E querem que isso nos sirva de causa libertária
Dizem-se escandalizados com a religiosidade num País como o Brasil
Querem que "Pastora" ou "Mãe de Santo" sirva de ofensa
Mas querem que religiosamente possamos dizer aos seus desmandos: "Amém!"
Dizem-se a favor dos pobres
E os empobrecem
Dizem que fizeram tudo por programas sociais
E se enriquecem
Mentiram que a economia não iria cair
Mentem ao dizer que a economia vai voltar a crescer
"Mentir é Poder" dizem
Continuam Mentirosos, Continuam Poderosos
Continuam a querer nos fazer crer...
E nós continuamos a acreditar?
Continuamos a acreditar no Brasil
Acreditamos que aqueles que fazem do Brasil um País desacreditado
Devem sair do poder
- Adeus
Soltar ladrões
E querem que isso nos sirva de causa libertária
Dizem-se escandalizados com a religiosidade num País como o Brasil
Querem que "Pastora" ou "Mãe de Santo" sirva de ofensa
Mas querem que religiosamente possamos dizer aos seus desmandos: "Amém!"
Dizem-se a favor dos pobres
E os empobrecem
Dizem que fizeram tudo por programas sociais
E se enriquecem
Mentiram que a economia não iria cair
Mentem ao dizer que a economia vai voltar a crescer
"Mentir é Poder" dizem
Continuam Mentirosos, Continuam Poderosos
Continuam a querer nos fazer crer...
E nós continuamos a acreditar?
Continuamos a acreditar no Brasil
Acreditamos que aqueles que fazem do Brasil um País desacreditado
Devem sair do poder
- Adeus
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Sr. Cidadão
Sr. Cidadão
Um Minuto de sua Atenção...
A sua Preocupação com a Laicidade do Estado
É Seletiva?
Um Minuto de sua Atenção...
A sua Preocupação com a Laicidade do Estado
É Seletiva?
terça-feira, 12 de abril de 2016
Poema do Impeachment
Os Legitimamente Eleitos
Quando cometem ilegítimos Feitos
Devem ter seus poderes Legitimamente Desfeitos
Quando cometem ilegítimos Feitos
Devem ter seus poderes Legitimamente Desfeitos
A Origem do Mundo
Não-escolha
Então Retornarás
A Origem do Mundo
Comunhão que vê
E não participa
A Medida do Mundo
Tempestades no Deserto
As Areias Voam...
Lança tuas mãos
E toma uma Asa
Que as Areias Azuis são Mágicas
A Asa é Tempo
Que te leva a atravessar memórias
Invisíveis e não conhecidas
Que chamam por Teu Nome a Tempos
E clama por Tua Alma
De gênesis a gênesis
No Palco da Criação
Mas se em suspensão no Ar
Não souberes onde ir e nem como chegar
Não te perturbes
Não escolha por tua Asa
Que quer bater
E pelo Vento
Que quer levar
Não decidas jamais pelo Tempo
Que quer correr, que quer correr
Então da Não-Escolha
Virá Sabedoria
Então Dia de Criação haverá
E assim
Apenas
Em criar
Decidirás
E Todas
As Criações
Te Descobrirão
E te revelarão
Então Retornarás
A Origem do Mundo
Comunhão que vê
E não participa
A Medida do Mundo
Tempestades no Deserto
As Areias Voam...
Lança tuas mãos
E toma uma Asa
Que as Areias Azuis são Mágicas
A Asa é Tempo
Que te leva a atravessar memórias
Invisíveis e não conhecidas
Que chamam por Teu Nome a Tempos
E clama por Tua Alma
De gênesis a gênesis
No Palco da Criação
Mas se em suspensão no Ar
Não souberes onde ir e nem como chegar
Não te perturbes
Não escolha por tua Asa
Que quer bater
E pelo Vento
Que quer levar
Não decidas jamais pelo Tempo
Que quer correr, que quer correr
Então da Não-Escolha
Virá Sabedoria
Então Dia de Criação haverá
E assim
Apenas
Em criar
Decidirás
E Todas
As Criações
Te Descobrirão
E te revelarão
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Om
Não haverá mais Ilusões
Eu e a Montanha somos um...
Não haverá mais Fronteiras
Eu entendi o que guardava a Montanha
E o que ela guardava
Passou a habitar a Mim
Quando eu olhei de volta
Não era mais Espelho
Além das Ilusões das Fronteiras
Da Montanha de Mim
Havia a Chama que sempre houve
Então passei a aguardar
Um Despertar
Fechei meus olhos
Para abrir estes depois
Eternamente Vigilantes
Na observação do tudo ao Redor
Passei a Habitar olhares
Eternamente de Braços Abertos.
Eu e a Montanha somos um...
Não haverá mais Fronteiras
Eu entendi o que guardava a Montanha
E o que ela guardava
Passou a habitar a Mim
Quando eu olhei de volta
Não era mais Espelho
Além das Ilusões das Fronteiras
Da Montanha de Mim
Havia a Chama que sempre houve
Então passei a aguardar
Um Despertar
Fechei meus olhos
Para abrir estes depois
Eternamente Vigilantes
Na observação do tudo ao Redor
Passei a Habitar olhares
Eternamente de Braços Abertos.
terça-feira, 29 de março de 2016
Se eu Sonhasse
Se eu me espantasse com o Tamanho do Universo
Eu teria Sonhos com a Imensidão do Vazio
Se eu me maravilhasse com a Diversidade de Coisas que há no Universo
Eu haveria para mim Sonhos de Ciência
Se eu sequer Sonhar com nós inseridos em tudo isso
Em plenitude de Insignificância
Ante a Transitoriedade que significa tudo
Ainda assim, eu teria Sonhos de Amor
Eu trocaria a Eternidade
Para ter um Caminho de Passagem mais facilmente
Eu passearia pela Eternidade que nunca pretendo Trocar
Mais fácil
Se eu sonhasse com você
Quando enfim estivesse ao meu Lado
Eu teria Sonhos com a Imensidão do Vazio
Se eu me maravilhasse com a Diversidade de Coisas que há no Universo
Eu haveria para mim Sonhos de Ciência
Se eu sequer Sonhar com nós inseridos em tudo isso
Em plenitude de Insignificância
Ante a Transitoriedade que significa tudo
Ainda assim, eu teria Sonhos de Amor
Eu trocaria a Eternidade
Para ter um Caminho de Passagem mais facilmente
Eu passearia pela Eternidade que nunca pretendo Trocar
Mais fácil
Se eu sonhasse com você
Quando enfim estivesse ao meu Lado
domingo, 27 de março de 2016
Domingo de Páscoa
Doce Canção emerge de Tempos em Tempos
Cristo renasce, Cristo renasce
A certa melodia que nos inclina a contemplação do que podemos sentir
Reverenciando na Gentil Divindade o Sol do melhor que podemos ser
Cristo renasce, Cristo renasce
Renasceremos
Não apenas palavras ou Divina Sabedoria
Jesus espalhou atos de Deus entre nós
Feliz Semeador em florescer os corações
Ganhou o Mundo em fazer Jardins de Amor
De nossas Incertezas fez Beleza
De nossos lamentos, rebentos para a Eterna Primavera
Das Árvores em Terras onde abandonaram o frutificar
Multiplicou os frutos ao nos curar o Olhar
Que Campos Férteis sempre estavam lá
Apenas aguardavam o despertar do Coração
Dos que foram chamados a trabalhar nas infinitas Cearas
Da Incessante Criação
Cristo Renasce, Cristo renasce
Cristo Renasce em nós
Floresceremos
Para Frente, o Cristo Sempre Menino olha
Vê Ventura de Novos Tempos
Ao Saber que o Firmado Compromisso com a Humanidade se estabelece
Nos apresenta A Obra e A Obra nos apresenta
Olhos de Amor que emana Luz Terna mesmo ante dura treva
Aparece enfim
Ao olhar para Pedro, para mim e para ti
Vê o que somos: Eternos Portadores do Ofício
de zelar pelas pequenas Sementes em prol dos Grandes Milagres
Ainda que escondamos o Sol entre nuvens obscurecentes
Em saber que virá o melhor de nós Jesus opera seu Doce Sacrifício
Para frente, para frente
Nos Horizontes, Cristo Renasce
Renascem os Novos Horizontes
Cristo faz em pó os Enganos Construídos
Ainda que se façam de Templos Bonitos
de Tijolo em Tijolo: Ruirão
Não ficará Pedra sobre Pedra
As pedras que querem ser atiradas serão caladas
Em cada coração liberto da Prisão
Cristo do Pó da Terra
Faz Desenhos Bonitos
Que se tornam Oásis da Verdade
Para todos os que atravessam Desertos
Tendo em Mira a Verdadeira Estrela
Jesus a fazer ponte das Tábuas de Ensinamento
Até o nosso Coração em Renascimento
Constrói os Templos em Nós que não cairão
E que não deixarão cair de nós
As Glórias dos Novos Tempos
Cristo Renasce, Cristo Renova
Uma Vida Abundante: Agora!
Quem de Eternidade rapidamente Vir
Passeará em cada Momento do Rio
Onde Nosso Senhor e Mestre foi Batizado
Quem de Momentos vir
Mesmo diante das Confusões, ao Caminho chegará
Mesmo diante da Hesitação, não atrasará
Que no Rio onde Jesus batiza seus Novos Discípulos
Ele mostra a Direção onde está o Mar
Que deságua nós na Eternidade Bela:
Jesus para sempre de Braços Abertos
Abraçando os corações a se fazerem sinceros
Nas Águas que o Senhor lava as nossas Vestes
E faz melhor as Nossas Obras
Bendita as Boas Obras
Estas dizem de Deus
Que nos disse Jesus
Bendito os que vão
Com Saber em Mãos
Crer que a Comunhão
Se fará Civilização
Bendito os que oram, Bendito os que choram
Com Jesus no pensamento
Com Flama Suave que em guardar Belos Corações
Confirmam o Ensinamento
Benditas as Crianças
Benditos todos a Zelarem por elas
Ao guardarem os Jardins Fortes onde Frutificam o Saber do Amor
Onde elas brincam, onde elas aprendem, onde elas ensinam
Benditos os que Amam
Benditos os que ao Amar revelam o que são
Estes revelam a Luz
Que sempre Jesus nos revela
Reino dos Céus: Universo a nos Abraçar
Bendito Tu Jesus Cristo, o que Renasce
Cristo Renasce, Cristo Renasce
Por Amor de nós, mostra a Divina Face
Nos Renasce para o Divino Amor
Que não terá Fim
Cristo renasce, Cristo renasce
A certa melodia que nos inclina a contemplação do que podemos sentir
Reverenciando na Gentil Divindade o Sol do melhor que podemos ser
Cristo renasce, Cristo renasce
Renasceremos
Não apenas palavras ou Divina Sabedoria
Jesus espalhou atos de Deus entre nós
Feliz Semeador em florescer os corações
Ganhou o Mundo em fazer Jardins de Amor
De nossas Incertezas fez Beleza
De nossos lamentos, rebentos para a Eterna Primavera
Das Árvores em Terras onde abandonaram o frutificar
Multiplicou os frutos ao nos curar o Olhar
Que Campos Férteis sempre estavam lá
Apenas aguardavam o despertar do Coração
Dos que foram chamados a trabalhar nas infinitas Cearas
Da Incessante Criação
Cristo Renasce, Cristo renasce
Cristo Renasce em nós
Floresceremos
Para Frente, o Cristo Sempre Menino olha
Vê Ventura de Novos Tempos
Ao Saber que o Firmado Compromisso com a Humanidade se estabelece
Nos apresenta A Obra e A Obra nos apresenta
Olhos de Amor que emana Luz Terna mesmo ante dura treva
Aparece enfim
Ao olhar para Pedro, para mim e para ti
Vê o que somos: Eternos Portadores do Ofício
de zelar pelas pequenas Sementes em prol dos Grandes Milagres
Ainda que escondamos o Sol entre nuvens obscurecentes
Em saber que virá o melhor de nós Jesus opera seu Doce Sacrifício
Para frente, para frente
Nos Horizontes, Cristo Renasce
Renascem os Novos Horizontes
Cristo faz em pó os Enganos Construídos
Ainda que se façam de Templos Bonitos
de Tijolo em Tijolo: Ruirão
Não ficará Pedra sobre Pedra
As pedras que querem ser atiradas serão caladas
Em cada coração liberto da Prisão
Cristo do Pó da Terra
Faz Desenhos Bonitos
Que se tornam Oásis da Verdade
Para todos os que atravessam Desertos
Tendo em Mira a Verdadeira Estrela
Jesus a fazer ponte das Tábuas de Ensinamento
Até o nosso Coração em Renascimento
Constrói os Templos em Nós que não cairão
E que não deixarão cair de nós
As Glórias dos Novos Tempos
Cristo Renasce, Cristo Renova
Uma Vida Abundante: Agora!
Quem de Eternidade rapidamente Vir
Passeará em cada Momento do Rio
Onde Nosso Senhor e Mestre foi Batizado
Quem de Momentos vir
Mesmo diante das Confusões, ao Caminho chegará
Mesmo diante da Hesitação, não atrasará
Que no Rio onde Jesus batiza seus Novos Discípulos
Ele mostra a Direção onde está o Mar
Que deságua nós na Eternidade Bela:
Jesus para sempre de Braços Abertos
Abraçando os corações a se fazerem sinceros
Nas Águas que o Senhor lava as nossas Vestes
E faz melhor as Nossas Obras
Bendita as Boas Obras
Estas dizem de Deus
Que nos disse Jesus
Bendito os que vão
Com Saber em Mãos
Crer que a Comunhão
Se fará Civilização
Bendito os que oram, Bendito os que choram
Com Jesus no pensamento
Com Flama Suave que em guardar Belos Corações
Confirmam o Ensinamento
Benditas as Crianças
Benditos todos a Zelarem por elas
Ao guardarem os Jardins Fortes onde Frutificam o Saber do Amor
Onde elas brincam, onde elas aprendem, onde elas ensinam
Benditos os que Amam
Benditos os que ao Amar revelam o que são
Estes revelam a Luz
Que sempre Jesus nos revela
Reino dos Céus: Universo a nos Abraçar
Bendito Tu Jesus Cristo, o que Renasce
Cristo Renasce, Cristo Renasce
Por Amor de nós, mostra a Divina Face
Nos Renasce para o Divino Amor
Que não terá Fim
sexta-feira, 25 de março de 2016
As Palavras
Eu não quero saber de seus argumentos
De suas reflexões sobre o amor
Palavras são Guerra
E estou em Guerra contra as Palavras
Minhas Armas são estas
Um Beijo e o que se descobrir com isto
Junte-se a Mim
Palavras são Guerras
E o que eu sinto nunca se cala
Pois nunca será Palavras
Apenas saberei lutar uma Guerra
Onde eu possa ser recolhido por você a cada Batalha
Enviado e Reenviado por Seu Nome
a Conquistar Terra Nenhuma
para Deitar em Areias Tuas
Ver as Constelações Gêmeas de tua Íris
Desconhecer Mistérios, esquecer perguntas...
Passear pela Constelação de tua Íris
Entrar em teu Sonho
Antes que teus beijos fechem a porta de teus olhos
Acordar depois que meu sonho terminar no teu
Quando for tarde e perto demais para tudo que se refere a nós dois
A Noite para mim só diz:
- Guerra as Palavras!
As Estrelas que se esqueceram
Já me avisaram para lutar ao lado de Minha Amada
Me Juntarei a Ti
De suas reflexões sobre o amor
Palavras são Guerra
E estou em Guerra contra as Palavras
Minhas Armas são estas
Um Beijo e o que se descobrir com isto
Junte-se a Mim
Palavras são Guerras
E o que eu sinto nunca se cala
Pois nunca será Palavras
Apenas saberei lutar uma Guerra
Onde eu possa ser recolhido por você a cada Batalha
Enviado e Reenviado por Seu Nome
a Conquistar Terra Nenhuma
para Deitar em Areias Tuas
Ver as Constelações Gêmeas de tua Íris
Desconhecer Mistérios, esquecer perguntas...
Passear pela Constelação de tua Íris
Entrar em teu Sonho
Antes que teus beijos fechem a porta de teus olhos
Acordar depois que meu sonho terminar no teu
Quando for tarde e perto demais para tudo que se refere a nós dois
A Noite para mim só diz:
- Guerra as Palavras!
As Estrelas que se esqueceram
Já me avisaram para lutar ao lado de Minha Amada
Me Juntarei a Ti
domingo, 20 de março de 2016
Livro dos Mistérios
"Verdade
Curto Ato
Eternidade feita de Anseios Vãos
E Humanidades que não vão muito longe"
I
Daqui, Ela Vai
Porque sabe
Que tudo que se repete
Morto está
E não se gasta
"Não se gastar"
A Lei deles
Ela não escutou
Quando iam lhe dizer
Bateu suas Asas
E vôou
"Se repetem e matam
Tudo o que está a frente
Tudo o que está condizente
Com o que é até ser o que não pode ser"
II - Chuva de Prata
Uma chuva de matérias adulteradas
Caiu sobre nós
O ciclo de nossas almas
Não mais sobem aos céus
Represamos nossas águas
E as águas represadas
Prenderam a nós
Então que ao menos
o que invadir o céu
seja prata adulterada
Para que ao menos a falsa chuva
Seja Pura
Chuva de Prata
A vir de nossos sonhos
Irrigar nossos enganos
Afugentar nosso trabalho e frutificar nossa insônia
O Único Desejo de Nós
Realize
De Nós contra Nós
Faça um Reino
"É preciso saber que se chegará o Fim
E não apenas saber que o Fim está próximo"
III
Quero no meu leito final
Apenas os urubus verdadeiros
Saia daqui você
Com teus clones
Abutres de Humanas Faces
Quero no meu leito final
Apenas os urubus verdadeiros
Deixei para trás
Os tesouros que nunca serão vistos
Dos trabalhos de confraria que não desbravaram mares
Das palavras ditas fora do coração
E aceitas por rezas mágicas
Por todos que crêem na razão por superstição
Deixei para trás
Que se houver algo para se haver
Que venham ao meu encontro
Pois não posso parar meus passos
Assim continuarei a deixar para trás novamente
Os antigos desencontros a viram novos
Quero no meu lar
Corações provados na Inocência
Humanas almas trabalhadas com Diligência
Pela Fortuna, pelo Tempo e pelo Amor
Estas Jóias de Chronos
Quero que adornem o meu peito
Estas Vestes Amigas... para enfeitar meu Quarto
Todas estas Belezas trabalhadas
Quero as representantes no Palácio do Amor
Comungando com este tais Seres
E Amor por estas gentes por cada batida de meu peito
E por cada batida do Relógio dos meus Significados
Na Biblioteca onde escrevi meu Livro de Mistérios
Nunca lido por mim para sempre ser lido
Por estas gentes amadas e amigas
Gratidões milhares, gratidões milhares
Com Graças enfeito vossas cabeças
Caminhei caminhos de humanas faces e outras obras de Natura
Para chegar aqui e sorrir vocês aqui
"Tudo o que se repete está morto
Mas ainda não está terminado"
IV
Tudo o que se repete morto está
Os repetidos espelhos
A Ausente Face
Dos devaneios extratos
Da realidade não passada
Assim guardada
A Mente repetida
A Mente assassina
Para os futuros momentos
Transformações que aguardam em desesperos
De nunca mais sair dos Novos Labirintos
Não será testemunhado
O momento que irá se libertar
A Vida
É necessário partir
Depois de se saber o suficiente
Renunciando o conhecimento completo
Em Sabedoria
De poder sentir
Aquilo que só depois irá ser conhecido
- Tudo o que se amar
Irá findar
E se libertará
Tudo o que se amar
Irá libertar
E continuará a acompanhar...
Curto Ato
Eternidade feita de Anseios Vãos
E Humanidades que não vão muito longe"
I
Daqui, Ela Vai
Porque sabe
Que tudo que se repete
Morto está
E não se gasta
"Não se gastar"
A Lei deles
Ela não escutou
Quando iam lhe dizer
Bateu suas Asas
E vôou
"Se repetem e matam
Tudo o que está a frente
Tudo o que está condizente
Com o que é até ser o que não pode ser"
II - Chuva de Prata
Uma chuva de matérias adulteradas
Caiu sobre nós
O ciclo de nossas almas
Não mais sobem aos céus
Represamos nossas águas
E as águas represadas
Prenderam a nós
Então que ao menos
o que invadir o céu
seja prata adulterada
Para que ao menos a falsa chuva
Seja Pura
Chuva de Prata
A vir de nossos sonhos
Irrigar nossos enganos
Afugentar nosso trabalho e frutificar nossa insônia
O Único Desejo de Nós
Realize
De Nós contra Nós
Faça um Reino
"É preciso saber que se chegará o Fim
E não apenas saber que o Fim está próximo"
III
Quero no meu leito final
Apenas os urubus verdadeiros
Saia daqui você
Com teus clones
Abutres de Humanas Faces
Quero no meu leito final
Apenas os urubus verdadeiros
Deixei para trás
Os tesouros que nunca serão vistos
Dos trabalhos de confraria que não desbravaram mares
Das palavras ditas fora do coração
E aceitas por rezas mágicas
Por todos que crêem na razão por superstição
Deixei para trás
Que se houver algo para se haver
Que venham ao meu encontro
Pois não posso parar meus passos
Assim continuarei a deixar para trás novamente
Os antigos desencontros a viram novos
Quero no meu lar
Corações provados na Inocência
Humanas almas trabalhadas com Diligência
Pela Fortuna, pelo Tempo e pelo Amor
Estas Jóias de Chronos
Quero que adornem o meu peito
Estas Vestes Amigas... para enfeitar meu Quarto
Todas estas Belezas trabalhadas
Quero as representantes no Palácio do Amor
Comungando com este tais Seres
E Amor por estas gentes por cada batida de meu peito
E por cada batida do Relógio dos meus Significados
Na Biblioteca onde escrevi meu Livro de Mistérios
Nunca lido por mim para sempre ser lido
Por estas gentes amadas e amigas
Gratidões milhares, gratidões milhares
Com Graças enfeito vossas cabeças
Caminhei caminhos de humanas faces e outras obras de Natura
Para chegar aqui e sorrir vocês aqui
"Tudo o que se repete está morto
Mas ainda não está terminado"
IV
Tudo o que se repete morto está
Os repetidos espelhos
A Ausente Face
Dos devaneios extratos
Da realidade não passada
Assim guardada
A Mente repetida
A Mente assassina
Para os futuros momentos
Transformações que aguardam em desesperos
De nunca mais sair dos Novos Labirintos
Não será testemunhado
O momento que irá se libertar
A Vida
É necessário partir
Depois de se saber o suficiente
Renunciando o conhecimento completo
Em Sabedoria
De poder sentir
Aquilo que só depois irá ser conhecido
- Tudo o que se amar
Irá findar
E se libertará
Tudo o que se amar
Irá libertar
E continuará a acompanhar...
Amando em Silêncio
Eu sou Amante sem Amada
E eu amo como uma Chuva na Madrugada
Rios correndo sem Dor
Sol brilhando sem medos
Tão profundamente, tão intensamente
Que o amor há de ser uma descoberta
Eu estou Amando sem Amada
Quem sou Eu? Sua Liberdade
Que lhe dou através dos anos
Quando amor tem de ser Ciência em Silêncio
Ciência e Silêncio
Ainda.
Silêncio aprendendo Ciência
Ciência se tornando Amor
Acredite em mim! Eu sou sua liberdade
Sou um trabalho vindo de sua Mão
Dançante, Amável - Belas Mãos
Sou o que você quiser
e Eu posso desaparecer
Eu lhe dou o que você alcançar
Eu estou amando fora de seu amar
Eu estou Amando sem Amada
É como um Oceano
De fogo
É como um entardecer
Tão Novo
Que eu tenho que te dar todo o Amor que tenho
Para então ter o que te dar
E começar...
Eu não tenho Palavras
Eu não tenho Palavras
São apenas lavras
Nas Searas
Imensas, infinitas
Que eu vou amar e buscar
Para poder te buscar
E ao te ver cairão as palavras que meus braços carregavam
Queira tu ter me escutado
Antes de ser por teus Lábios
Inocentado
Eu estou até Amando sem Amor
Olhando para a Lareira
Aprendendo com Fogo
A me deixar queimar
Quando chegar a Hora
Quando chegar o Olhar
Eu... amando sem Amada
É apenas um Pôr-do-Sol que eu não conheço
E eu amo como uma Chuva na Madrugada
Rios correndo sem Dor
Sol brilhando sem medos
Tão profundamente, tão intensamente
Que o amor há de ser uma descoberta
Eu estou Amando sem Amada
Quem sou Eu? Sua Liberdade
Que lhe dou através dos anos
Quando amor tem de ser Ciência em Silêncio
Ciência e Silêncio
Ainda.
Silêncio aprendendo Ciência
Ciência se tornando Amor
Acredite em mim! Eu sou sua liberdade
Sou um trabalho vindo de sua Mão
Dançante, Amável - Belas Mãos
Sou o que você quiser
e Eu posso desaparecer
Eu lhe dou o que você alcançar
Eu estou amando fora de seu amar
Eu estou Amando sem Amada
É como um Oceano
De fogo
É como um entardecer
Tão Novo
Que eu tenho que te dar todo o Amor que tenho
Para então ter o que te dar
E começar...
Eu não tenho Palavras
Eu não tenho Palavras
São apenas lavras
Nas Searas
Imensas, infinitas
Que eu vou amar e buscar
Para poder te buscar
E ao te ver cairão as palavras que meus braços carregavam
Queira tu ter me escutado
Antes de ser por teus Lábios
Inocentado
Eu estou até Amando sem Amor
Olhando para a Lareira
Aprendendo com Fogo
A me deixar queimar
Quando chegar a Hora
Quando chegar o Olhar
Eu... amando sem Amada
É apenas um Pôr-do-Sol que eu não conheço
Amor
Se você não consegue fazer mais
Você deve fazer mais
Se você não consegue deixar partir
Você deve deixar partir
Um Dia você vai querer que o Amor bata a sua porta
O Dia que o Amor bater a sua porta
Talvez você não saiba o que fazer
Você deve fazer mais
Se você não consegue deixar partir
Você deve deixar partir
Um Dia você vai querer que o Amor bata a sua porta
O Dia que o Amor bater a sua porta
Talvez você não saiba o que fazer
sábado, 12 de março de 2016
Poetria
I
Eles te ensinaram a Odiar
E você odiou
Eles te ensinaram a Rebeldia contra o Mundo
A Desobediência Universal
Para melhor ser leal a eles
E você desobediente aos seus olhos
Viu através do olhar deles
E o mundo se multiplicou e aumentou
Em casa de espelhos
Eles te ensinaram que outras gentes não podem pensar
Eles te ensinaram que concordar exige maior esforço
Eles te ensinaram que as gentes extranhas
Não têm ternura, apenas ódio a humanidade desde as entranhas
Assim te ensinaram e você foi aprendendo
E você está bem em que eles estejam bem
Os outros e seus delírios são o Mal
Combate o bom abate
Caiam os maus através de pensamentos
E dos afastamentos
Óh! Grão-Aprendiz!
Com esta Força vai!
Construir Castelos!
Onde habitarão vossas amizades!
Lá guardarão a humanidade como exclusividade!
Óh! Grão-Aprendiz!
Não sofra Excomunhão do Castelo!
Não saia do Castelo!
Vossas amizades não lhe seguirão!
Te ensinaram a Odiar
E você odiou
Te ensinaram a pensar
E você se tornou ódio
O ódio cresce no derredor de teu pensamento
Ao derredor do Mundo em apequenamento
No agigantamento das sombras que adoras
No afastar do Sol que devora
E dos papéis inimigos que te assombram
O Mundo é um Constructo
No Mal
E precisa de um invólucro
Para ser transformado
Um Mundo Nu não foi feito
Para ser suportado
Lamentei! Lamentai-vos!
Até vesti-lo de nossas lágrimas
Que ordenarão o que deve ser feito
E os nomes que devemos limpar das vestes dos tempos idos ainda não mudos
Aprendiz! Aprendiz! Nada diz!
E tu és o que sempre quis!
Tu Aprendiz! O que sempre quis!
És o que de ti se diz!
II
A Verdade
É que cultivo minhas flores
Cultivo um Jardim de Almas
Não as colho, apenas as contemplo
São exercícios de minha Metafísica Alma
De ir-me contra o Mundo da Natureza
E o Mundo das Idéias
Que faço com a finalidade última
Do incômodo teu
Longe do Castelo
Perto do Coração do Jardim
Dançando Azul
No Mundo Nu
Tu que tanto pelejas
Que matarias todas as gentes
Porque de ti depende a vida de todas estas mesmas gentes
Há de encontrar grande verdade
Em todas as pessoas que gritarem para ti: Sim.
Mas é apenas para sustentar a ordem Maniqueísta da Vida
Ainda que contra a Ordem Maquiavélica de suas Conquistas
Que eu entro divino sussurrando e sorrindo: - NÃO!
Você diz que o Mundo
Seria melhor feito conforme o desenho
O plano de um sonho já sonhado
Que nem ressonhar te atreves
Tamanho o medo
De alterar as linhas e misturar as cores
Lembre-se! Minha Alma é Azul
Azul que Ama todas as Linhas e Cores
Em movimentos
Não me condeno
Em um sonho que não é meu
Que isto fique por razão de Natura e desenvolvimento de Psiquê
Por Pesadelo que brindo a ti
Antes mesmo de apagares a Luz
E mesmo que inventes uma outra Luz
O Brinde permanecerá
Tenhas Sono ou não o tenhas mais
Ao brincar de infinitudes de começos
Na Casa onde só haverá uma Festa e nada Mais
Quem visitará você quando estiver em comemoração?
A sua mais nova e nobre ação
Mais uma vez repetida...
Quem senão os Inimigos do Júbilo?
Trancai as portas!
Protegei a Festa! Permanecei protegidos pelo Muro!
Dai a vida dos invasores em prol deste entretenimento
De vós contra o Mundo
Até que o Mundo seja visto
Por obra de fazê-lo esquecido
III
Desculpe, preciso ir
Confesso que comigo não está a verdade
Preciso partir
Sou apenas um encantador de povos
Fique com o mais de vir
Na Dança do Porvir
Se eu cantar Amanhãs
Não me sigas
Eu e a Verdade somos Solidões
Só temos para onde ir
Eles te ensinaram a Odiar
E você odiou
Eles te ensinaram a Rebeldia contra o Mundo
A Desobediência Universal
Para melhor ser leal a eles
E você desobediente aos seus olhos
Viu através do olhar deles
E o mundo se multiplicou e aumentou
Em casa de espelhos
Eles te ensinaram que outras gentes não podem pensar
Eles te ensinaram que concordar exige maior esforço
Eles te ensinaram que as gentes extranhas
Não têm ternura, apenas ódio a humanidade desde as entranhas
Assim te ensinaram e você foi aprendendo
E você está bem em que eles estejam bem
Os outros e seus delírios são o Mal
Combate o bom abate
Caiam os maus através de pensamentos
E dos afastamentos
Óh! Grão-Aprendiz!
Com esta Força vai!
Construir Castelos!
Onde habitarão vossas amizades!
Lá guardarão a humanidade como exclusividade!
Óh! Grão-Aprendiz!
Não sofra Excomunhão do Castelo!
Não saia do Castelo!
Vossas amizades não lhe seguirão!
Te ensinaram a Odiar
E você odiou
Te ensinaram a pensar
E você se tornou ódio
O ódio cresce no derredor de teu pensamento
Ao derredor do Mundo em apequenamento
No agigantamento das sombras que adoras
No afastar do Sol que devora
E dos papéis inimigos que te assombram
O Mundo é um Constructo
No Mal
E precisa de um invólucro
Para ser transformado
Um Mundo Nu não foi feito
Para ser suportado
Lamentei! Lamentai-vos!
Até vesti-lo de nossas lágrimas
Que ordenarão o que deve ser feito
E os nomes que devemos limpar das vestes dos tempos idos ainda não mudos
Aprendiz! Aprendiz! Nada diz!
E tu és o que sempre quis!
Tu Aprendiz! O que sempre quis!
És o que de ti se diz!
II
A Verdade
É que cultivo minhas flores
Cultivo um Jardim de Almas
Não as colho, apenas as contemplo
São exercícios de minha Metafísica Alma
De ir-me contra o Mundo da Natureza
E o Mundo das Idéias
Que faço com a finalidade última
Do incômodo teu
Longe do Castelo
Perto do Coração do Jardim
Dançando Azul
No Mundo Nu
Tu que tanto pelejas
Que matarias todas as gentes
Porque de ti depende a vida de todas estas mesmas gentes
Há de encontrar grande verdade
Em todas as pessoas que gritarem para ti: Sim.
Mas é apenas para sustentar a ordem Maniqueísta da Vida
Ainda que contra a Ordem Maquiavélica de suas Conquistas
Que eu entro divino sussurrando e sorrindo: - NÃO!
Você diz que o Mundo
Seria melhor feito conforme o desenho
O plano de um sonho já sonhado
Que nem ressonhar te atreves
Tamanho o medo
De alterar as linhas e misturar as cores
Lembre-se! Minha Alma é Azul
Azul que Ama todas as Linhas e Cores
Em movimentos
Não me condeno
Em um sonho que não é meu
Que isto fique por razão de Natura e desenvolvimento de Psiquê
Por Pesadelo que brindo a ti
Antes mesmo de apagares a Luz
E mesmo que inventes uma outra Luz
O Brinde permanecerá
Tenhas Sono ou não o tenhas mais
Ao brincar de infinitudes de começos
Na Casa onde só haverá uma Festa e nada Mais
Quem visitará você quando estiver em comemoração?
A sua mais nova e nobre ação
Mais uma vez repetida...
Quem senão os Inimigos do Júbilo?
Trancai as portas!
Protegei a Festa! Permanecei protegidos pelo Muro!
Dai a vida dos invasores em prol deste entretenimento
De vós contra o Mundo
Até que o Mundo seja visto
Por obra de fazê-lo esquecido
III
Desculpe, preciso ir
Confesso que comigo não está a verdade
Preciso partir
Sou apenas um encantador de povos
Fique com o mais de vir
Na Dança do Porvir
Se eu cantar Amanhãs
Não me sigas
Eu e a Verdade somos Solidões
Só temos para onde ir
quinta-feira, 10 de março de 2016
terça-feira, 1 de março de 2016
A Verdade
A Verdade dói em quem ouve
E em que fala
A Verdade apraza a quem ouve
e quem fala
Em dizer a Verdade
Que haja Solidariedade
Que haja Amizade
Em cada vez que Ela for compartilhada
E em que fala
A Verdade apraza a quem ouve
e quem fala
Em dizer a Verdade
Que haja Solidariedade
Que haja Amizade
Em cada vez que Ela for compartilhada
Canção ao Mal-Amor
A Todos vós
Covardes
Meus Versos
Covardes
A vos encontrar
Sem se moverem
Apenas por nascerem
Como é da Natura
Em Vossos Refúgios
A Todos Vós
Que podeis ouvir minha voz
Porque não podeis disfarçar
A Vós Minha Canção
Todo o meu Mal-Amor
Perante o qual eu tomo todos
Em Consagração
A todos vós a aceitarem Mal-Amor
A açoitar vosso amor próprio a Nada
Vontades vacilantes
Que não caem por Terra
Nem por fogo, água ou ar
Mas pela vacilância inalterada
Vós que no conforto dos espinhos a vos ferir preguiçosamente
De amor pouco em vosso leito de muitos sonos
Na recusa de ir a Longa Estrada da Perdição
Pois preguiçais de Perdição estreita, rápida e disponível
Tal vossa visão
Amor verdadeiro aos que longanimam por Caminhos
Dos gozos Pacientes dos que habitarão os Jardins do Amor
A nós: Solidões incompletas e Companhias insuportáveis
Por não suportarmos sermos amados por nós e nem por ninguém
Já vos inscrevi no meu Banquete de desgostos
Já mascarei os vossos Rostos
Aos do Mal-Amor! Meus cumprimentos, minhas mais boas vindas e meu amém!
A vós das Soberbas desgraçadas
Parabéns
A Lançar até os Amores mais fortes
Bem longe de vós
Que sei?
Que vós sois estátuas enormes
Horrendas!
Que ninguém compraria ainda que por poucos vinténs
A não ser a Chuva e os Ventos que vos destroem
A vós meu brinde
Por cada vez que o Amor vos tocou prazerosamente
Inesquecivelmente
Então cresceu a Vossa Vaidade
O Amor vôou
E ficaram vós Gigantes Inchados de Asas Pequenas
Meus Parabéns! Meu brinde!
E as penas amadas que vos caem
Dos que resolveram ir Acima!
A vós que idolatreis vossa covardia nos convites
Das Festas e Banquetes do Amor que não houvéreis vós participado
Vinde comigo! Juntai-vos a minha farsa e mentiras
Meros hipócritas não somos
Adoremos a Hipocrisia
Vestindo-a dos melhores tecidos
Dos melhores não-ditos
Dos melhores escritos
Escutados por Olvido Infinito
Gravados por Queimados Livros
Nas Bibliotecas Loucas Esquecidas
Onde vivem Vossos Ídolos-Filhos Distorcidos
Quem de tudo o que Soube do Amor
E Escolheu o Mal-Amor
Ajuntei-te com a Permissão
de teu sempre-não
E de tua vida em vão
Aos Palacetes desta Festa
Brindaremos Falsidades
Sorriremos Feridas Faces
Mal-Amores abundantes
Em banquetes de fome ambulantes
a virem ser servidos de nós fáceis
Em todas Desistências-Penitências que chamamos de Sim
Até que a Loucura que não dança
Encare nosso bem-vestir olho-a-Máscara
Então com um passo simultâneo
com Ela
Nós possamos Sair daqui
E lá fora onde quebram-se espelhos
Nós possamos ver um Fim
De Mim
...
O Amor chegará
E será chamado Vingança
Covardes
Meus Versos
Covardes
A vos encontrar
Sem se moverem
Apenas por nascerem
Como é da Natura
Em Vossos Refúgios
A Todos Vós
Que podeis ouvir minha voz
Porque não podeis disfarçar
A Vós Minha Canção
Todo o meu Mal-Amor
Perante o qual eu tomo todos
Em Consagração
A todos vós a aceitarem Mal-Amor
A açoitar vosso amor próprio a Nada
Vontades vacilantes
Que não caem por Terra
Nem por fogo, água ou ar
Mas pela vacilância inalterada
Vós que no conforto dos espinhos a vos ferir preguiçosamente
De amor pouco em vosso leito de muitos sonos
Na recusa de ir a Longa Estrada da Perdição
Pois preguiçais de Perdição estreita, rápida e disponível
Tal vossa visão
Amor verdadeiro aos que longanimam por Caminhos
Dos gozos Pacientes dos que habitarão os Jardins do Amor
A nós: Solidões incompletas e Companhias insuportáveis
Por não suportarmos sermos amados por nós e nem por ninguém
Já vos inscrevi no meu Banquete de desgostos
Já mascarei os vossos Rostos
Aos do Mal-Amor! Meus cumprimentos, minhas mais boas vindas e meu amém!
A vós das Soberbas desgraçadas
Parabéns
A Lançar até os Amores mais fortes
Bem longe de vós
Que sei?
Que vós sois estátuas enormes
Horrendas!
Que ninguém compraria ainda que por poucos vinténs
A não ser a Chuva e os Ventos que vos destroem
A vós meu brinde
Por cada vez que o Amor vos tocou prazerosamente
Inesquecivelmente
Então cresceu a Vossa Vaidade
O Amor vôou
E ficaram vós Gigantes Inchados de Asas Pequenas
Meus Parabéns! Meu brinde!
E as penas amadas que vos caem
Dos que resolveram ir Acima!
A vós que idolatreis vossa covardia nos convites
Das Festas e Banquetes do Amor que não houvéreis vós participado
Vinde comigo! Juntai-vos a minha farsa e mentiras
Meros hipócritas não somos
Adoremos a Hipocrisia
Vestindo-a dos melhores tecidos
Dos melhores não-ditos
Dos melhores escritos
Escutados por Olvido Infinito
Gravados por Queimados Livros
Nas Bibliotecas Loucas Esquecidas
Onde vivem Vossos Ídolos-Filhos Distorcidos
Quem de tudo o que Soube do Amor
E Escolheu o Mal-Amor
Ajuntei-te com a Permissão
de teu sempre-não
E de tua vida em vão
Aos Palacetes desta Festa
Brindaremos Falsidades
Sorriremos Feridas Faces
Mal-Amores abundantes
Em banquetes de fome ambulantes
a virem ser servidos de nós fáceis
Em todas Desistências-Penitências que chamamos de Sim
Até que a Loucura que não dança
Encare nosso bem-vestir olho-a-Máscara
Então com um passo simultâneo
com Ela
Nós possamos Sair daqui
E lá fora onde quebram-se espelhos
Nós possamos ver um Fim
De Mim
...
O Amor chegará
E será chamado Vingança
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Não se apaixone por Poetas minha Querida
Não se apaixone por Poetas minha Querida
poetas são maquiavélicos
Usarão do grande amor despertado
Para cantar um novo fado
E de todos os teus sentimentos em aberto
Em novos versos
O Grande Amor, Ah o Sonho de um Grande Amor
Em mais um grande Poema
Fins poéticos para te fazer um meio
Para a Arte da Poesia
que logo então será a Arte da Fuga
De teus braços para outros braços
Que logo serão abandonados
Pois abandonar-te
É a Arte
Amar alguém só é versar
E atravessar para a Terra-Poesia
Única Morada e Única Amada
E todas as Amantes declaradas insignificantes
A Não ser por reluzir a Face da Amada Principal
A se viver, a se escrever
A Grande Obra
Para ti
O Teu Mal
Um Amor de Malécia
Dado a poetas que nada prestam
A não ser pelos poemas que extraem de vós Amadas
Em prol do Amor Eterno
Que sabes muito bem
É apenas um verso
É apenas um verso
Pois portanto fica o dito
E novamente te aviso
Não se apaixone por Poetas minha Querida
Óh! Única de minha Vida!
Não se apaixone por Poetas minha mais Grande Amada!
não se engane com poetas minha querida
Óh minha vida, minha mui amada
Porque eu hei de te amar por toda eternidade
toda e qualquer eternidade que não seja verdade
minha querida não se engane com poetas
não se engane com esta sorte de mentirosos
Pois eu lhe tenho amor, o amor que durará para sempre
Um sempre e eterno adeus
Ah minha querida! Minha Amada
Não se engane com declarações assim
Não se engane com esta maldita poesia
Pois meus sentimentos por você
Ah tão nobres, tão belos
Não duram nem um minuto, quanto mais um dia!
Minha querida
Minha eterna querida
Minha amada
Minha imortal
Sabes que eu te direi adeus
Mas não vou te deixar
Pois a poesia ficará com você
Tal um mal incurável
Do meu amor que não durou, mas a chaga ficou
Minha querida não se envolva com poetas
Não se envolva com estes patetas
Toda nobreza destes está na distância
Entre o Ser Humano e a Escrita
E se você acredita
Será a coisa mais bonita
E a coisa totalmente desprovida de vida
Poetas soam ainda melhores cantando a Morte
Pois são sinceros nisto ao menos
Em poder dar uma certeza
Mas não se engane Princesa
Cantar a Morte, cantar o Amor
É como fazer o mesmo ofício
A Diferença em louvar as duas Musas Eternas
Tu e Ela
É que você sabe qual das duas ficará com o Poeta para sempre
Portanto minha querida
Minha Única de minha Vida
Aquela que é digna de todo o meu Amor
E que não haverá uma gota sequer dele
Não se engane com poetas.
Não se envolva com Poetas Querida
Poetas são narcisistas
Amam apenas suas palavras
Poetas trocariam
Sua paixão de Mulher Bem Amada
Por uma Rima qualquer
Esquece estes temores e suspeitas
Venha para os meus braços minha Querida
Porque eu te Amarei por toda a minha Vida
poetas são maquiavélicos
Usarão do grande amor despertado
Para cantar um novo fado
E de todos os teus sentimentos em aberto
Em novos versos
O Grande Amor, Ah o Sonho de um Grande Amor
Em mais um grande Poema
Fins poéticos para te fazer um meio
Para a Arte da Poesia
que logo então será a Arte da Fuga
De teus braços para outros braços
Que logo serão abandonados
Pois abandonar-te
É a Arte
Amar alguém só é versar
E atravessar para a Terra-Poesia
Única Morada e Única Amada
E todas as Amantes declaradas insignificantes
A Não ser por reluzir a Face da Amada Principal
A se viver, a se escrever
A Grande Obra
Para ti
O Teu Mal
Um Amor de Malécia
Dado a poetas que nada prestam
A não ser pelos poemas que extraem de vós Amadas
Em prol do Amor Eterno
Que sabes muito bem
É apenas um verso
É apenas um verso
Pois portanto fica o dito
E novamente te aviso
Não se apaixone por Poetas minha Querida
Óh! Única de minha Vida!
Não se apaixone por Poetas minha mais Grande Amada!
não se engane com poetas minha querida
Óh minha vida, minha mui amada
Porque eu hei de te amar por toda eternidade
toda e qualquer eternidade que não seja verdade
minha querida não se engane com poetas
não se engane com esta sorte de mentirosos
Pois eu lhe tenho amor, o amor que durará para sempre
Um sempre e eterno adeus
Ah minha querida! Minha Amada
Não se engane com declarações assim
Não se engane com esta maldita poesia
Pois meus sentimentos por você
Ah tão nobres, tão belos
Não duram nem um minuto, quanto mais um dia!
Minha querida
Minha eterna querida
Minha amada
Minha imortal
Sabes que eu te direi adeus
Mas não vou te deixar
Pois a poesia ficará com você
Tal um mal incurável
Do meu amor que não durou, mas a chaga ficou
Minha querida não se envolva com poetas
Não se envolva com estes patetas
Toda nobreza destes está na distância
Entre o Ser Humano e a Escrita
E se você acredita
Será a coisa mais bonita
E a coisa totalmente desprovida de vida
Poetas soam ainda melhores cantando a Morte
Pois são sinceros nisto ao menos
Em poder dar uma certeza
Mas não se engane Princesa
Cantar a Morte, cantar o Amor
É como fazer o mesmo ofício
A Diferença em louvar as duas Musas Eternas
Tu e Ela
É que você sabe qual das duas ficará com o Poeta para sempre
Portanto minha querida
Minha Única de minha Vida
Aquela que é digna de todo o meu Amor
E que não haverá uma gota sequer dele
Não se engane com poetas.
Não se envolva com Poetas Querida
Poetas são narcisistas
Amam apenas suas palavras
Poetas trocariam
Sua paixão de Mulher Bem Amada
Por uma Rima qualquer
Esquece estes temores e suspeitas
Venha para os meus braços minha Querida
Porque eu te Amarei por toda a minha Vida
Ridículo
Todo ser humano é ridículo
Cada um destes
Se você conseguisse contar todas as estrelas
E se você conseguisse fazer a chuva parar
Você conseguiria fazer o ser humano deixar de ser ridículo
Todo ser humano é ridículo
Buscas por maravilhas
Pela máxima beleza
Por castelos que protegerão todos os sonhos que não podem ser quebrados
Tudo isso nos leva a atestar
O Ridículo
Que é a Natureza humana
Todo ser humano é ridículo
Ao atravessar a chuva e dizer que as gotas têm algo a dizer
Todo ser humano é ridículo
Ao achar que tem que olhar para o céu e ver algum recado... Além
Não existe nada além
Nem na nossa ignorância
Nem em nada
A Busca pelo Ridículo
É a causa sagrada
Eu vos chamarei
De minhas irmãs e meus irmãos
E assim o que eu farei?
Farei da irmandade da humanidade
A coisa mais ridícula - A única lei
Eu não quero ser ridículo
Eu não quero ser ridículo agora e em nenhum instante
Eu quero ser sozinho
Eu quero poder fechar meus olhos
E não perceber mais nada
Mais nada que transcenda
Mais nada que quebre todas as barreiras do meu ridículo
Eu preciso dar um fim
Meu senso de ridículo se expande cada vez mais
Muito mais, muito mais...
Apenas a Beleza vai além do meu Ridículo
Apenas Eu Ridículo acredito na Beleza como meu único Universo em Expansão
Cada um destes
Se você conseguisse contar todas as estrelas
E se você conseguisse fazer a chuva parar
Você conseguiria fazer o ser humano deixar de ser ridículo
Todo ser humano é ridículo
Buscas por maravilhas
Pela máxima beleza
Por castelos que protegerão todos os sonhos que não podem ser quebrados
Tudo isso nos leva a atestar
O Ridículo
Que é a Natureza humana
Todo ser humano é ridículo
Ao atravessar a chuva e dizer que as gotas têm algo a dizer
Todo ser humano é ridículo
Ao achar que tem que olhar para o céu e ver algum recado... Além
Não existe nada além
Nem na nossa ignorância
Nem em nada
A Busca pelo Ridículo
É a causa sagrada
Eu vos chamarei
De minhas irmãs e meus irmãos
E assim o que eu farei?
Farei da irmandade da humanidade
A coisa mais ridícula - A única lei
Eu não quero ser ridículo
Eu não quero ser ridículo agora e em nenhum instante
Eu quero ser sozinho
Eu quero poder fechar meus olhos
E não perceber mais nada
Mais nada que transcenda
Mais nada que quebre todas as barreiras do meu ridículo
Eu preciso dar um fim
Meu senso de ridículo se expande cada vez mais
Muito mais, muito mais...
Apenas a Beleza vai além do meu Ridículo
Apenas Eu Ridículo acredito na Beleza como meu único Universo em Expansão
Ode a Inexistência
Eu não existo
Eu não tenho tempo para existir
De tempo em tempo eu sou
Ser é Nada
Tempo é Nada
De instante em instante, este é meu segredo para não existir
A Não-Existência em todos os lugares
A única Não-Existência Onipresente
Eu mergulho na onipresença da minha inexistência
No tempo
E assim eu destruo o Tempo
Eu não existo e isto é tão... tão libertador
Eu creio que na minha Humanidade
Eu não vou conseguir ter inventado nada melhor
Essa minha inexistência
Uma Pedra, uma Roda, uma Fogueira
São inimagináveis para mim dentro da Existência
Eu já dexisti de existir
Eu já não trabalho mais com isso
Eu já não penso mais dessa forma
Forma - Forma - Forma
Existência - Existência - Existência
Forma
Eu quero quebrar esta forma
Eu quero quebrar esta existência
Uma outra forma que não me persiga de uma maneira que eu conheço
Porque eu me conheço, eu já me persegui, eu já inexisti
E eu vou perseverar na minha inexistência
Na minha busca
Eternamente inexistente
Eu não tenho tempo para existir
De tempo em tempo eu sou
Ser é Nada
Tempo é Nada
De instante em instante, este é meu segredo para não existir
A Não-Existência em todos os lugares
A única Não-Existência Onipresente
Eu mergulho na onipresença da minha inexistência
No tempo
E assim eu destruo o Tempo
Eu não existo e isto é tão... tão libertador
Eu creio que na minha Humanidade
Eu não vou conseguir ter inventado nada melhor
Essa minha inexistência
Uma Pedra, uma Roda, uma Fogueira
São inimagináveis para mim dentro da Existência
Eu já dexisti de existir
Eu já não trabalho mais com isso
Eu já não penso mais dessa forma
Forma - Forma - Forma
Existência - Existência - Existência
Forma
Eu quero quebrar esta forma
Eu quero quebrar esta existência
Uma outra forma que não me persiga de uma maneira que eu conheço
Porque eu me conheço, eu já me persegui, eu já inexisti
E eu vou perseverar na minha inexistência
Na minha busca
Eternamente inexistente
Não-Compreensão
Eu não quero ser compreendido
Eu não posso ser compreendido
De que maneira você quer me usar?
De que maneira você quer me matar?
De que maneira você quer me aprisionar com a sua compreensão?
Eu não quero sua compreensão, não quero
O Sol não vai brilhar para mim assim
Com essa falsa educação
Com esse falso azul
Com esse falso sol
Não, não...
O Sol já prometeu nunca mais brilhar para mim
Eu não quero compreensão
Eu não quero ser apunhalado pelas costas
Com a sua caridade
Eu não quero seus campos
Eu não quero sua cidade
Eu não quero nenhuma forma de abrigo
Nenhuma forma em que você me mantenha protegido contra o relento da noite
Protegido contra as palavras que cortam
E as almas que devoram
Essas almas que devoram quero me juntar a elas
As almas excomungadas do juízo final
As almas que não têm lugar eterno
Nem no céu e nem no inferno
Essas almas que eu quero me juntar
Quero tentar devorar estas almas
E fugir de ser devorado por elas
A Luta e Fuga eternas
Assim as quero
Eu quero fugir
Do teu juízo final
Eu quero fugir até do teu amor
Qualquer instância do seu para sempre
Qualquer inquisição da sua compreensão
Eu estou fora
Eu estou livre
Da tua compreensão
Eu não posso ser compreendido
De que maneira você quer me usar?
De que maneira você quer me matar?
De que maneira você quer me aprisionar com a sua compreensão?
Eu não quero sua compreensão, não quero
O Sol não vai brilhar para mim assim
Com essa falsa educação
Com esse falso azul
Com esse falso sol
Não, não...
O Sol já prometeu nunca mais brilhar para mim
Eu não quero compreensão
Eu não quero ser apunhalado pelas costas
Com a sua caridade
Eu não quero seus campos
Eu não quero sua cidade
Eu não quero nenhuma forma de abrigo
Nenhuma forma em que você me mantenha protegido contra o relento da noite
Protegido contra as palavras que cortam
E as almas que devoram
Essas almas que devoram quero me juntar a elas
As almas excomungadas do juízo final
As almas que não têm lugar eterno
Nem no céu e nem no inferno
Essas almas que eu quero me juntar
Quero tentar devorar estas almas
E fugir de ser devorado por elas
A Luta e Fuga eternas
Assim as quero
Eu quero fugir
Do teu juízo final
Eu quero fugir até do teu amor
Qualquer instância do seu para sempre
Qualquer inquisição da sua compreensão
Eu estou fora
Eu estou livre
Da tua compreensão
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
domingo, 31 de janeiro de 2016
Dê Pão aos poetas
Dê Pão aos poetas
Dê abrigo
Seja amigo
Mas sobretudo
Dê Pão para os poetas
Os poetas que encontrares a noite
Em solidão
Dê tua atenção
Escutai suas lamentações
O vinho barato
As alegrias
O açoite
Mas sobretudo, sobretudo
Dê Pão para os poetas
Os poetas andam famintos
Perdem-se em horizontes e orientes
A fome que lhes vai
Quebram-lhes os ossos, os dentes e as mentes
Portanto, seja a solidariedade mais digna
Aquela que a todos contempla
Mas a maior é aquela que sobretudo
Da Pão aos poetas
Os poetas dormem desabrigados nos lares do mundo
São tão vulgares quanto as estrelas no céu
São tão amplos como os dormitórios nas ruas
Seus versos mais banais que rimas de céu, mel e fel
Mas ainda que estes recusem a ajuda, o abrigo e o alimento
Insistai mais um pouco
Todas as perseveranças são necessárias
Mas sobretudo a perseverança
De dar Pão aos poetas
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Saudade
Eu tenho Saudade do que eu era
Você tem Saudade do que você era
Quando estávamos juntos
Esta Saudade de Si compartilhada
O que seria
Em Amor Agora?
Memória?
História?
Devo passar...
Você tem Saudade do que você era
Quando estávamos juntos
Esta Saudade de Si compartilhada
O que seria
Em Amor Agora?
Memória?
História?
Devo passar...
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
Caminhos em Venazia
I...
Não é a Lua adequada para se dizer palavra alguma
Para que tenha queda final em algum escrito
Mas... eu posso encomendar a minha alma uma volta
Que me traga a leveza de uma Lua que se foi e que está
Além daquelas montanhas
Há estradas porque eu creio
Sinfonias em Tom Escarlata
Dedicadas as gentes prometidas a Atravessar
Deusa dos Momentos
Eu deveria escutar Permanecer
Deidade em mim
Mas eu amo o Amanhecer e o Anoitecer
Em Atravessar as Deidades se Libertam
Nascem
Longe da Escuridão-Disfarce
Onde se escondiam e se confundiam com o Deus do Amanhã
Meu Futuro e o meu Destino
Escritos pelo Deus do Amanhã
Em oração ao Amanhã que legou a sua Deidade em empréstimo
Eu confio ao meu coração que está Além
E que chegarei a ele - Prometido, Esperado e Iminente Tesouro
Na Porta que vejo e num Caminho que em caminhar desconheço
Tais Bênçãos ofertadas pela Deusa Atravessar
Recomeço e Canção das Gentes Buscadoras de Seus Corações
Eu canto...
Eu ouço...
Além...
Sinfonias em Tom Escarlata
II
Trovão vai Suave
Neste caminho que eu possa vir a desejar
Infindo Caminho, Infindo Caminho
Não tão Infindo numa Canção de Fogo
Então... Até o mais longe que minha alma e meus olhos puderem ver
Levando estas distâncias por favor a Besta dos Pesos dentro de mim
...Num fim da estrada e do sonho
Você irá viver dentro de mim tal uma Crescente no Espírito do Rio
- Então leva-me adentro
Ao Seio de Sua Manhã
Eu posso ler a sua Mente
Leva-me
Para poder entrar em Seu Rio
Apenas por agora eu posso ler o Seu Coração
Junho ou Maio... É ainda um Talvez
Desfavorecido pela Deusa Fortuna, infelizmente, eu não posso atravessar aquela Montanha
Para encontrar meu Coração em seu lugar
Tal um crédulo desesperado tentando alcançar o Luz do Diabo
Mas, em desdém aos esforços que fiz
Portas de vento sequer se movem
Mas ao mover meu coração do lugar eu posso ver
Você tornar a sua face para mim de alguma forma
Então eu irei encontrar o seu lugar e a sua Luz
Quando feito, eu me desfizer ao Seu Lado
- Então me tome
Para dentro dos Mistérios de Sua Manhã
Sua Alma e Seu Corpo eu posso ler
Leva-me para dentro de seu coração
Faça-me atravessar sua porta
Apenas por agora eu posso ler a sua mente
Eu termino por encontrar
As Estrelas das Nuvens Desvanecentes
...
As Nuvens Desvanecentes
...
- Então leva-me adentro
No Íntimo de sua Manhã
A Sua Manhã
A Sua Manhã
Adentro
Eu posso ler o seu coração
Leva-me
Oh! Leva-me
Eu poderia ler
Mas leva-me, leva-me
Leva-me para a Sua Nuvem
Eu posso ver seus Sinais
É uma Infinda Lâmina de Vento
Este caminho a você que eu mesmo fiz
Mas tão infinitamente quanto eu puder cantar
Eu irei encontrar a sua porta entre milhares de milhares de nuances da Escuridão
Eu Sonho e sonho
Até eu sonhar para não mais
Encontrando e Perdendo Você
Numa Mais Doce Dor de Morte
Mas isto me dá um esperança Ainda
Que eu sei que nunca irá morrer
E está é a minha Astronomia
Para suas outras milhares de milhares nuances de Luz
Então este Cântico não irá me perturbar mais
Tão melhor eu sonhar e tão melhor eu puder ver
Eu irei encontrar a sua Face no Sempre-Mais
Minha Dama Fantasia
III...
-...!
- (Sussurro:) Olhe para o SOL ABAIXO...
IV
(Eu encontrei tão Bela Dama
Que canto algum a ela me atreveria
Dar de beber das palavras
Apenas sozinho eu não poderia...
É neste instante que eu derramo as minhas lágrimas
Quisera destas lágrimas extrair alguma palavra
Mas não é possível, a esta Dama não é possível
Que ela não é a Rosa que se dá
A um Amor fácil
Tampouco de sua Taça
Pesará alguma coisa a mais nos Lagos do Amor
Que o Amor e ela tem um Pacto
Esta Amada olha o Amor tal uma Igual
E em ser Igual nada a ela se compara
Nem o Amor...
- Amada, Amável
Bem sei que Amas tão bem o Sol e tão bem a Lua
Que Brilhas Bela, que Brilhas Séria, Brilhas Suave
Que Brilhas Juntamente com as Estrelas e estas Celécias
A Amada em Delícia
Amada do Sol e da Lua com um Mistério
Amada, Amável
Amor Belo, Delícias do Amor
Amável és entre a Lua e o Sol
Amável és
Lua e Sol
Entre Amor de Amores do Templo que floresceu em seu Jardim
Se ela desejasse receber este Amor
Nada mais me importaria
Agora devo achar meu caminho de volta
Dentro do meu pranto
Olho para ela e quisera que ela fosse o Destino
O Destino há muito de mim desaparece
Eu quero meu caminho de volta
Amar o Amor a Ela e nada mais me importa)
(...)...
(...)...
(...)...
...
- Erga de teu pranto companheiro
Erga-te para cantar dinamente o Amor primeiro
E sendo assim tome minha mão e vamos
Te acompanharei em tua Jornada
E em teu amor por Ela eu me ajuntarei com tuas Palavras
- Bendito Companheiro que me ampara
Nesta hora mais que Amarga
Que o Amor tal olhava para mim assim o tempo mostrara
Mas vejo que agora me olha diferente
Pois me abençoa com a Vinda de Ti Poeta Verdadeiro
Querido do Amor e das Sacerdotisas-Mor
E se assim é
A Hora Amarga é Prenúncio Doce
Para começar a secar o pranto do Rosto
E deixar fluir o Rio do Coração
Assim nos virá as Palavras
E assim subirá até ela a Canção
Pelo Amor seremos brindados
E suas Sacerdotisas aceitarão a nossa Oferta
Que dignos fomos em Ser Amantes e Amados
Por aceitar os Projetos Primeiros da Mente do Amor
Pareçam Contendas ou Pacificações
Sejam Amor, sejam seus trovões
A nenhuma Flama de onde está
Perdemos de vista
- Agora toma então no coração a centelha
E incendeia! Incendeia!
Que é tal o Vestido Escarlata dela Passar
Por nossos bosques, nossos mares
E nossos Pomares no Deserto
(Suas Mãos rápidas
Dão a Música para quem precisa partir)
(Ela Convida
E quem é Amante
Pode Abraçar a sua Amada)
- O Amor que passar por estas Florestas irá se agarrar a Ti
( Nos Bosques
Os Orvalhos irão cantar
Para quem estiver no caminho do Amor
Na iminência de encontrar sua Amada e confirmar o desejo dos Corações
Atentai! Atentai!
Atentai para vossos ouvidos!
Forcejai! Forcejai!
Ainda...)
Nestas Florestas
Andei e Andei e encontrei um Sol que só brilhará a Ti
E se tu passares por perto a trajetória será a Ti
E quando chegares onde queres ele irá te Servir
- Daimon será Chuva | Sinto as Gotas
Dama Verdade, Dama Verdade
- Serão a Ti todas as Gotas que quiserem precipitar por Amor
- Eu sonho com Divindades a haverem Fragmentos das Tundras Azuis em Montaria | Fragmentos de Fragmentos | Infinitudes de Infinitudes| Deidades!
Você é a Dama Principal a qual o Amor está a fitar enquanto você está a Olhar para algum Lugar
E eu acordo com o Alto Sol do Amor brilhando em sua Direção
Amizades e Deleite Iluminado - O Jardim de Flamas
Dama de Fogo - Dama Flama
- Encontrar o Amor Eterno... Maior obsessão é encontrar o teu olhar
- Eu acordo ante a Chuva e para Ela
Dama Paisagem, Dama Movimento
Eu sei o que o máximo Desejo está na relva em que você deita seus Pensamentos
- Espalharei reclinos de amor, espalharei cinzas azuis e nenhuma porta irá se fechar quando nossa ventania soprar contra tudo com grande fúria, mas não toda ela que porção maior dela retornará para nós Dois
- Eu queimo-me em sonhos finalmente
Dama Sonho, Dama Desejo
- Certamente Maior Amor há em Teu Maior Desejo, Dama Minha
- Quando olho para teu olhar sem fim eu me apresso para teu Amor
E sem fim partimos em Disparadas que nem as Estrelas ousaram
- Você é a Noite
Além das Trevas Sem Fim e da Luz Viajante
Você é a Dama, Eu vejo
Transformando Fortalezas em Fantasia
Transformando Fantasias em caminhos para quem ama entrar em Seu Sonho
- Certamente és a mais Bela, a qual meu amor espera, Ante a Noite do Despertar e a Manhã de Caminhantes. Certamente meu Amor que atravessa os Campos-Templos do Sol, chegará a Ti, minha Amada! Deusa da Noite! A Manhã Gostaria de haver para ela o Teu Nome!
- Eu estarei esperando nas Montanhas
Um Amor e uma Promessa... Ainda Caminhando
Que eu irei atravessar o Paraíso e lá não irei parar
Até ver você Dama Paraíso onde eu verdadeiramente irei repousar meu coração
- Todos os mais Doces Perfumes dos Jardins levam a você
Assim como os mais Altos Momentos do Amor têm a Sua Face
O que eu compreender do Amor eu irei dedicar a você
Todos os Acontecimentos de Amor eu irei viver por você por todo Atravessar de minha Vida
- Cantando e Dançando para um Amor que nunca irá Cansar
Contando tempo e Tempo - Colhendo Eternidades dos Momentos em seu Jardim
E enquanto meu Amor puder cantar e a Vida ao Seu Lado Dançar
Amor e Vida - Vento e Asas - Eternidades e Momentos - Tudo ao redor irá celebrar a Chance - E eu irei fazer uma Canção para o Destino - Mais um entre seus Amantes Apaixonados
Outro Ser vivendo dentro do Sonho de meu Coração - Encobertado
- Daimons! Voêm! Iolet! Iolet!
Dama Paisagem-Maravilha! Dama Refúgio dos Sonhos
Eu irei reclinar o meu coração perto de você
Sabedoria do Amor eu irei encontrar Dançando Peito ao Peito a Noite que Você É
- Iolet! Eu não esqueço que os Céus estão Vazios
Quando nós bebemos da Essência do Amor de Nossos Jardins
Eu irei levar para ti a sua Taça e irei preenchê-la
Meu Coração eu irei preencher com Você
O Amor virá para a Sua Liberdade Favorita - E nos Campos do Jardim nós iremos passear e desbravar
Dançando e Sabendo - O Segredo dos Céus que iremos Proteger
Que iremos haver uma Filha do Céu destes
Que irá crescer no meio de Nosso Amor
Visitará os Céus Acima
E os Segredos estarão contando por Tempos incontáveis
- Noite Tal És
De longe Beleza de Belezas
Eu sei que você tem meu coração desde o Início
Até as Estrelas de minha alma Além
Sustentadas por suas Mãos
Libertadas por Seu Beijo
- A Mais Bela e esperada de amores e amores em tempos de tempos! A Mais bela! Minha adorada! Venha ao amor em meus braços! Desde que teu olhar no meu olhar colocou em mim o Amor, meus passos não conhecerão outra Dança que não a tua! Dançarina! Sonho-Mor de Amor das Aves que voam e das gentes que sonham.
(As Solitárias Aves
E os Solitários Sonhos
Encontrarão aquela Amada
E toda harmonia de seres se dará
Em torno da Dança dos Abraços dela
Que virão como ondas
As ondas que serão mares cada um delas
E todos os mares e amares serão daquela Amada)
(Olhos desvanecentes
Abrigo para os trovéns
Areias rasgam a Noite
- ... Acima!
Rosa Azul
A Sinfonia Azul
Ela dá o Toque de suas Mãos
Então
A Sinfonia Azul acontece
Assim foi que aconteceu ao Amor
E deste então
O Amor não sabe mais exatidão
Quando olha para Aquela Amada)
Não é a Lua adequada para se dizer palavra alguma
Para que tenha queda final em algum escrito
Mas... eu posso encomendar a minha alma uma volta
Que me traga a leveza de uma Lua que se foi e que está
Além daquelas montanhas
Há estradas porque eu creio
Sinfonias em Tom Escarlata
Dedicadas as gentes prometidas a Atravessar
Deusa dos Momentos
Eu deveria escutar Permanecer
Deidade em mim
Mas eu amo o Amanhecer e o Anoitecer
Em Atravessar as Deidades se Libertam
Nascem
Longe da Escuridão-Disfarce
Onde se escondiam e se confundiam com o Deus do Amanhã
Meu Futuro e o meu Destino
Escritos pelo Deus do Amanhã
Em oração ao Amanhã que legou a sua Deidade em empréstimo
Eu confio ao meu coração que está Além
E que chegarei a ele - Prometido, Esperado e Iminente Tesouro
Na Porta que vejo e num Caminho que em caminhar desconheço
Tais Bênçãos ofertadas pela Deusa Atravessar
Recomeço e Canção das Gentes Buscadoras de Seus Corações
Eu canto...
Eu ouço...
Além...
Sinfonias em Tom Escarlata
II
Trovão vai Suave
Neste caminho que eu possa vir a desejar
Infindo Caminho, Infindo Caminho
Não tão Infindo numa Canção de Fogo
Então... Até o mais longe que minha alma e meus olhos puderem ver
Levando estas distâncias por favor a Besta dos Pesos dentro de mim
...Num fim da estrada e do sonho
Você irá viver dentro de mim tal uma Crescente no Espírito do Rio
- Então leva-me adentro
Ao Seio de Sua Manhã
Eu posso ler a sua Mente
Leva-me
Para poder entrar em Seu Rio
Apenas por agora eu posso ler o Seu Coração
Junho ou Maio... É ainda um Talvez
Desfavorecido pela Deusa Fortuna, infelizmente, eu não posso atravessar aquela Montanha
Para encontrar meu Coração em seu lugar
Tal um crédulo desesperado tentando alcançar o Luz do Diabo
Mas, em desdém aos esforços que fiz
Portas de vento sequer se movem
Mas ao mover meu coração do lugar eu posso ver
Você tornar a sua face para mim de alguma forma
Então eu irei encontrar o seu lugar e a sua Luz
Quando feito, eu me desfizer ao Seu Lado
- Então me tome
Para dentro dos Mistérios de Sua Manhã
Sua Alma e Seu Corpo eu posso ler
Leva-me para dentro de seu coração
Faça-me atravessar sua porta
Apenas por agora eu posso ler a sua mente
Eu termino por encontrar
As Estrelas das Nuvens Desvanecentes
...
As Nuvens Desvanecentes
...
- Então leva-me adentro
No Íntimo de sua Manhã
A Sua Manhã
A Sua Manhã
Adentro
Eu posso ler o seu coração
Leva-me
Oh! Leva-me
Eu poderia ler
Mas leva-me, leva-me
Leva-me para a Sua Nuvem
Eu posso ver seus Sinais
É uma Infinda Lâmina de Vento
Este caminho a você que eu mesmo fiz
Mas tão infinitamente quanto eu puder cantar
Eu irei encontrar a sua porta entre milhares de milhares de nuances da Escuridão
Eu Sonho e sonho
Até eu sonhar para não mais
Encontrando e Perdendo Você
Numa Mais Doce Dor de Morte
Mas isto me dá um esperança Ainda
Que eu sei que nunca irá morrer
E está é a minha Astronomia
Para suas outras milhares de milhares nuances de Luz
Então este Cântico não irá me perturbar mais
Tão melhor eu sonhar e tão melhor eu puder ver
Eu irei encontrar a sua Face no Sempre-Mais
Minha Dama Fantasia
III...
-...!
- (Sussurro:) Olhe para o SOL ABAIXO...
IV
(Eu encontrei tão Bela Dama
Que canto algum a ela me atreveria
Dar de beber das palavras
Apenas sozinho eu não poderia...
É neste instante que eu derramo as minhas lágrimas
Quisera destas lágrimas extrair alguma palavra
Mas não é possível, a esta Dama não é possível
Que ela não é a Rosa que se dá
A um Amor fácil
Tampouco de sua Taça
Pesará alguma coisa a mais nos Lagos do Amor
Que o Amor e ela tem um Pacto
Esta Amada olha o Amor tal uma Igual
E em ser Igual nada a ela se compara
Nem o Amor...
- Amada, Amável
Bem sei que Amas tão bem o Sol e tão bem a Lua
Que Brilhas Bela, que Brilhas Séria, Brilhas Suave
Que Brilhas Juntamente com as Estrelas e estas Celécias
A Amada em Delícia
Amada do Sol e da Lua com um Mistério
Amada, Amável
Amor Belo, Delícias do Amor
Amável és entre a Lua e o Sol
Amável és
Lua e Sol
Entre Amor de Amores do Templo que floresceu em seu Jardim
Se ela desejasse receber este Amor
Nada mais me importaria
Agora devo achar meu caminho de volta
Dentro do meu pranto
Olho para ela e quisera que ela fosse o Destino
O Destino há muito de mim desaparece
Eu quero meu caminho de volta
Amar o Amor a Ela e nada mais me importa)
(...)...
(...)...
(...)...
...
- Erga de teu pranto companheiro
Erga-te para cantar dinamente o Amor primeiro
E sendo assim tome minha mão e vamos
Te acompanharei em tua Jornada
E em teu amor por Ela eu me ajuntarei com tuas Palavras
- Bendito Companheiro que me ampara
Nesta hora mais que Amarga
Que o Amor tal olhava para mim assim o tempo mostrara
Mas vejo que agora me olha diferente
Pois me abençoa com a Vinda de Ti Poeta Verdadeiro
Querido do Amor e das Sacerdotisas-Mor
E se assim é
A Hora Amarga é Prenúncio Doce
Para começar a secar o pranto do Rosto
E deixar fluir o Rio do Coração
Assim nos virá as Palavras
E assim subirá até ela a Canção
Pelo Amor seremos brindados
E suas Sacerdotisas aceitarão a nossa Oferta
Que dignos fomos em Ser Amantes e Amados
Por aceitar os Projetos Primeiros da Mente do Amor
Pareçam Contendas ou Pacificações
Sejam Amor, sejam seus trovões
A nenhuma Flama de onde está
Perdemos de vista
- Agora toma então no coração a centelha
E incendeia! Incendeia!
Que é tal o Vestido Escarlata dela Passar
Por nossos bosques, nossos mares
E nossos Pomares no Deserto
(Suas Mãos rápidas
Dão a Música para quem precisa partir)
(Ela Convida
E quem é Amante
Pode Abraçar a sua Amada)
- O Amor que passar por estas Florestas irá se agarrar a Ti
( Nos Bosques
Os Orvalhos irão cantar
Para quem estiver no caminho do Amor
Na iminência de encontrar sua Amada e confirmar o desejo dos Corações
Atentai! Atentai!
Atentai para vossos ouvidos!
Forcejai! Forcejai!
Ainda...)
Nestas Florestas
Andei e Andei e encontrei um Sol que só brilhará a Ti
E se tu passares por perto a trajetória será a Ti
E quando chegares onde queres ele irá te Servir
- Daimon será Chuva | Sinto as Gotas
Dama Verdade, Dama Verdade
- Serão a Ti todas as Gotas que quiserem precipitar por Amor
- Eu sonho com Divindades a haverem Fragmentos das Tundras Azuis em Montaria | Fragmentos de Fragmentos | Infinitudes de Infinitudes| Deidades!
Você é a Dama Principal a qual o Amor está a fitar enquanto você está a Olhar para algum Lugar
E eu acordo com o Alto Sol do Amor brilhando em sua Direção
Amizades e Deleite Iluminado - O Jardim de Flamas
Dama de Fogo - Dama Flama
- Encontrar o Amor Eterno... Maior obsessão é encontrar o teu olhar
- Eu acordo ante a Chuva e para Ela
Dama Paisagem, Dama Movimento
Eu sei o que o máximo Desejo está na relva em que você deita seus Pensamentos
- Espalharei reclinos de amor, espalharei cinzas azuis e nenhuma porta irá se fechar quando nossa ventania soprar contra tudo com grande fúria, mas não toda ela que porção maior dela retornará para nós Dois
- Eu queimo-me em sonhos finalmente
Dama Sonho, Dama Desejo
- Certamente Maior Amor há em Teu Maior Desejo, Dama Minha
- Quando olho para teu olhar sem fim eu me apresso para teu Amor
E sem fim partimos em Disparadas que nem as Estrelas ousaram
- Você é a Noite
Além das Trevas Sem Fim e da Luz Viajante
Você é a Dama, Eu vejo
Transformando Fortalezas em Fantasia
Transformando Fantasias em caminhos para quem ama entrar em Seu Sonho
- Certamente és a mais Bela, a qual meu amor espera, Ante a Noite do Despertar e a Manhã de Caminhantes. Certamente meu Amor que atravessa os Campos-Templos do Sol, chegará a Ti, minha Amada! Deusa da Noite! A Manhã Gostaria de haver para ela o Teu Nome!
- Eu estarei esperando nas Montanhas
Um Amor e uma Promessa... Ainda Caminhando
Que eu irei atravessar o Paraíso e lá não irei parar
Até ver você Dama Paraíso onde eu verdadeiramente irei repousar meu coração
- Todos os mais Doces Perfumes dos Jardins levam a você
Assim como os mais Altos Momentos do Amor têm a Sua Face
O que eu compreender do Amor eu irei dedicar a você
Todos os Acontecimentos de Amor eu irei viver por você por todo Atravessar de minha Vida
- Cantando e Dançando para um Amor que nunca irá Cansar
Contando tempo e Tempo - Colhendo Eternidades dos Momentos em seu Jardim
E enquanto meu Amor puder cantar e a Vida ao Seu Lado Dançar
Amor e Vida - Vento e Asas - Eternidades e Momentos - Tudo ao redor irá celebrar a Chance - E eu irei fazer uma Canção para o Destino - Mais um entre seus Amantes Apaixonados
Outro Ser vivendo dentro do Sonho de meu Coração - Encobertado
- Daimons! Voêm! Iolet! Iolet!
Dama Paisagem-Maravilha! Dama Refúgio dos Sonhos
Eu irei reclinar o meu coração perto de você
Sabedoria do Amor eu irei encontrar Dançando Peito ao Peito a Noite que Você É
- Iolet! Eu não esqueço que os Céus estão Vazios
Quando nós bebemos da Essência do Amor de Nossos Jardins
Eu irei levar para ti a sua Taça e irei preenchê-la
Meu Coração eu irei preencher com Você
O Amor virá para a Sua Liberdade Favorita - E nos Campos do Jardim nós iremos passear e desbravar
Dançando e Sabendo - O Segredo dos Céus que iremos Proteger
Que iremos haver uma Filha do Céu destes
Que irá crescer no meio de Nosso Amor
Visitará os Céus Acima
E os Segredos estarão contando por Tempos incontáveis
- Noite Tal És
De longe Beleza de Belezas
Eu sei que você tem meu coração desde o Início
Até as Estrelas de minha alma Além
Sustentadas por suas Mãos
Libertadas por Seu Beijo
- A Mais Bela e esperada de amores e amores em tempos de tempos! A Mais bela! Minha adorada! Venha ao amor em meus braços! Desde que teu olhar no meu olhar colocou em mim o Amor, meus passos não conhecerão outra Dança que não a tua! Dançarina! Sonho-Mor de Amor das Aves que voam e das gentes que sonham.
(As Solitárias Aves
E os Solitários Sonhos
Encontrarão aquela Amada
E toda harmonia de seres se dará
Em torno da Dança dos Abraços dela
Que virão como ondas
As ondas que serão mares cada um delas
E todos os mares e amares serão daquela Amada)
(Olhos desvanecentes
Abrigo para os trovéns
Areias rasgam a Noite
- ... Acima!
Rosa Azul
A Sinfonia Azul
Ela dá o Toque de suas Mãos
Então
A Sinfonia Azul acontece
Assim foi que aconteceu ao Amor
E deste então
O Amor não sabe mais exatidão
Quando olha para Aquela Amada)
Redemoinhos
"O Besouro não sabe voar porque não sabe cair"
---
"Na Inocência ninguém tem medo do Prazer"
---
Sentimentos enganosos só o são porque já foram sentidos
No sentir ninguém se engana
No sentir se ama
No sentir a salvação da Mente
No sentir O Retorno a Origem
No Avanço
---
Animal Esplêndido
Fera Insuperável
Inimia Inalcançável
A se fortalecer com minha vontade de te combater
Te deixar partir com as multidões
A pouca ínfima parte de mim
É selar a nossa paz
---
"Na Inocência ninguém tem medo do Prazer"
---
Sentimentos enganosos só o são porque já foram sentidos
No sentir ninguém se engana
No sentir se ama
No sentir a salvação da Mente
No sentir O Retorno a Origem
No Avanço
---
Animal Esplêndido
Fera Insuperável
Inimia Inalcançável
A se fortalecer com minha vontade de te combater
Te deixar partir com as multidões
A pouca ínfima parte de mim
É selar a nossa paz
Não-Amor - Eu Te Culpo
Se me perdoas
Matas a minha história
Se eu te perdoo
Esqueço a tua
Não haverá perdão
Não haverá esquecimento
Do que o Amor fez por nós
E contra nós
Não negues teu orgulho
Não negues meu lamento
Assim não perderemos o meu e o teu
O Nosso que não damos conta de assumir
Não culpes as outras gentes
As malécias de nosso amor
- A Culpa é tua!
Diga na minha cara!
Seja a tua fúria contra mim!
Não dê a verdade de teu amor
Para mais ninguém
Que jurei amar o teu amor
Por completo
Com fúria
E com letal brisa
Há mais ninguém nossa culpa e nosso não-amor
Nós que éramos os Dois Amantes no Parque
E mais ninguém
É nossa a Dor
E de mais ninguém
Não darei de meu grande amor
Aos diabos e aos pedintes do caminho
Minha malécia junto a ti
É meu maior tesouro
E se rejeitas, fica para mim
E para mais ninguém além de ti
Nós somos os Dois Amantes no Parque
Nós somos os Dois Amantes nas Trevas
Nós somos os Dois Amantes no Parque
A Jurar Solidão um ao outro
Nas Juras-Prisões que nos sentenciamos
Em beijos banqueteadores de prisões
Ávidos, Ávaros e Amargos
Insaciáveis e insaciando-se um do outro
E se acaso perdoas de nós as nossas culpas
E doas as nossas culpas aos outros
Em espírito de caridade obscura
Eu...
Eu...
- Não te permito!
Matas a minha história
Se eu te perdoo
Esqueço a tua
Não haverá perdão
Não haverá esquecimento
Do que o Amor fez por nós
E contra nós
Não negues teu orgulho
Não negues meu lamento
Assim não perderemos o meu e o teu
O Nosso que não damos conta de assumir
Não culpes as outras gentes
As malécias de nosso amor
- A Culpa é tua!
Diga na minha cara!
Seja a tua fúria contra mim!
Não dê a verdade de teu amor
Para mais ninguém
Que jurei amar o teu amor
Por completo
Com fúria
E com letal brisa
Há mais ninguém nossa culpa e nosso não-amor
Nós que éramos os Dois Amantes no Parque
E mais ninguém
É nossa a Dor
E de mais ninguém
Não darei de meu grande amor
Aos diabos e aos pedintes do caminho
Minha malécia junto a ti
É meu maior tesouro
E se rejeitas, fica para mim
E para mais ninguém além de ti
Nós somos os Dois Amantes no Parque
Nós somos os Dois Amantes nas Trevas
Nós somos os Dois Amantes no Parque
A Jurar Solidão um ao outro
Nas Juras-Prisões que nos sentenciamos
Em beijos banqueteadores de prisões
Ávidos, Ávaros e Amargos
Insaciáveis e insaciando-se um do outro
E se acaso perdoas de nós as nossas culpas
E doas as nossas culpas aos outros
Em espírito de caridade obscura
Eu...
Eu...
- Não te permito!
Não Serão.
Não serão outras Qualquer Uma
Para que você seja a Uma
Seja assim
O que tu és é o que tu és
O que sou é o que sou
As demais coisas são
As demais pessoas estão
Estar é ser
Estar é ser
Graças!
Graças!
Para que você seja a Uma
Seja assim
O que tu és é o que tu és
O que sou é o que sou
As demais coisas são
As demais pessoas estão
Estar é ser
Estar é ser
Graças!
Graças!
Não-Credo
Eu não acredito na
Metamorfose do
espirito e no
sopro do pão yo
no creo no
creddo non.
Goso controlo mundo
metamorphosae
metamorphoseae
Eu não acredito
Na Metamorfose do Espírito
E no Sopro do Pão
Eu não acredito no Goso Controle do Mundo
Na Metamorfose da Terra em Pão
Eu não acredito não
Eu não acredito não
Pão e Controle - Mundo
Eu não acredito
Na Metamorfose do espírito
E no sopro do Pão
Eu não acredito
Na Metamorfose do espírito
E no sopro do pão
Eu não acredito
Na Metamorfose do espirito
E no sopro do pão
Afastai de mim outros credos
Em Oração
Metamorfose do
espirito e no
sopro do pão yo
no creo no
creddo non.
Goso controlo mundo
metamorphosae
metamorphoseae
Eu não acredito
Na Metamorfose do Espírito
E no Sopro do Pão
Eu não acredito no Goso Controle do Mundo
Na Metamorfose da Terra em Pão
Eu não acredito não
Eu não acredito não
Pão e Controle - Mundo
Eu não acredito
Na Metamorfose do espírito
E no sopro do Pão
Eu não acredito
Na Metamorfose do espírito
E no sopro do pão
Eu não acredito
Na Metamorfose do espirito
E no sopro do pão
Afastai de mim outros credos
Em Oração
Atos de Amor a Amada que se foi
I
Não tenhas mais dúvida
Digo a ti com sinceridade
Na linguagem formal do Amor
O Livro do Amor que lês
tão bela pelos Campos
Pertencem a mim
Que nada e a ninguém
é dado o direito de dizer
As palavras maiores de te Amar
Que não eu
Vás minha Amada saboreando Amor Zeloso
Que os Céus enviaram o Paraíso
Para habitar o teu sorriso
Eu o ouvirei quando cantares junto as tuas dinas companheiras
II
Quatro Damas se abraçam
Vibram o Amor
Todos que guardaram Amor no coração
Ouvem altissonantemente suspiros
e Marcham nas Ruas para declararem o Amor
A Grande Amada
Benfeitora de todos
Ouve: És nossa Vida Querida
A Bem Amada diz:
Estou contente de vós no coração
Dançai agora que já vos cantarei
III
Sorrisos e giros
É o teu Amor ventando para Mim
Como amar as canções sem ter fim
E escalar montanhas com Brisas fáceis
Se o Horizonte é Azul
Cheio de Flores
E teu Semblante concentrado
Contempla, mergulha, adentra
Não demorarei a declarar
meu grande amor
Mas não direi quantas
músicas sonhei até
chegar onde finalmente
te encontraria
Tu saberás - Quem sou
E como suspiro de Amor
No Silêncio do Beijo
Na Sinfônia dos Beijos
IV
Vita!
Que se pensará
Se não convidar este amor
A rapidamente entrar
Encanto! Entres agora também
Um lugar ao tranquilo inflamar
Tens por direito
E mais altissonantemente cantas
E cantarás
Ao perguntares:
Quem é ela?
Quem é ela?
Verdadeiramente é diferente
O Amor que cai no peito
As mãos a se tocarem
Levemente impondo ternuras intensas
Sentimentos e Natura
Abrigada por buscadores
Quem amam
E agora lhes vai
Entidades e Divindades
Que vão em Prazer
Lhes fazer Companhia
V
Eu creio que Amo
O Amor com que te amei
Eu creio que esta Romaria
Me levará a Roma
Aos teus Palácios
O Amor em seu Colo
Abraçarei
E em mim abrigarei prazeroso
O Amor em que te percorrerei
Queira Deus fazer os Campos mais diminutos
E o Amor Maior
Para te encontrar mais e mais vezes
E só percorrer grandes distâncias se estiver ao seu lado.
VI
Eu bem que queria dizer ao meu coração bardo
Que é hora de dormir
Mas a cítara de teu Amor nos canta
Eu Melodia quero sonhar-te
Bem que as gentes prudentes
Disseram-me para sair daqui
Mais o Amor me lançou
na Imensidão onde estão teus prediletos
Infinitos Campos Bonitos
Retirar-se para longe é ainda amar mais
Não há como sair!
Assim quero!
VII
Que o Amor nos guarde
Dentro de Seu Cântaro
Lá velejaremos o Mar
Fluiremos Rio
Sairemos Chuvas
VIII
A Poção do Destino
Nos Possui
A chama do Amor
Nos liberta
Transbordar de Amor
é abrir as fronteiras do Destino
É transgredir seus desígnios
Carregando sua bandeira
Apenas Amantes
Encaram o Destino como iguais
Apenas Amantes
Beija-o Face a Face
No Rosto de quem ama
A Eternidade fácil
Suspira com os ecos
do Amor destas Gentes Amantes
que amam
Irão brincar os Fragmentos do Tempo
Divindade reconstruída em meros Festins
Se amarão, se dirão sim
Tempo, Destino, Eternidade
Serão convivas desta Festa
Assim estão transformados
Todas assim dançam
- Libertação!
IX
Dizem muitos que se pudessem voltar ao Passado fariam tudo de Novo. É exatamente isso o que eu fiz.
X
Ela estava tão pequenina
Deitada no estrado da Relva
Meditando nos Amores e em seus truques
Pagar o preço Ainda...
Ela está pequenina
E canta todas as suas conclusões
Pensa em entregar seu abraço
Quando Lembra do Destino
Pede Proteção - Lança sortes
Vê os abrigos caminharem e a Chuva a sorrir
Tudo e todos - Milhares de Milhares
Ela não conta
Sabe de cor
Conhece cada um
Que ilumina
- Ela canta
Amantes aos Milhares - Amor Um
Com pode ser isso?
Se a Luz Solar pode ser leve
A Divindade Verdade
Ela pode amar ainda mais
Ela já saiu como quem veio de sua leitura favorita
Levantou-se de seu recanto favorito com Inspiração
e Amor no olhar em direção a Vida
Quem será? Quem será?
Que ela irá escolher para amar?
Quem ela levará para seu Jardim Amado?
XI
Amadas Amigas!
Alegrai-vos e venham a mim!
Vamos dançar
Dancemos ao Redor da Grande Mesa
Lá há uma Dama mui querida
Que nos quer muito bem
Cartas e Maravilhas
Dançam e Voam entre nós
O Amor que estava guardado
Ouve a Melodia por uma porção de Tempo calado
E depois não consegue mais se dominar
Se põe a voar abraçado a Melodia
A União da Melodia e do Amor
Nossa Celebração agora é Comunhão
De toda gente querida
E todo o Mundo acolhido em nosso Seio
A Noite desce a Nós em forma de Lua
E abraça todas as irmãs
Nossa alegria e felicidade
Nos transborda de momentos
Que nos acaricia todo o sentir
XII
Uma Pessoa Hilária
Adentra o Jardim do Amor
Ora? Quem há de atender
Tão ilustríssima pessoa?
Rosas de Sol com a Felicidade
de todas as gentes traz
A pessoa hilária ilumina o Jardim
Cerimoniosamente
Generosamente
Veste uma Chapéu de Sol
Ilumina o Mundo... A Vida
Faz a Recepção em Nome
da Pessoa Querida
Depois recebe a Si
Com a Recepção que preparou na avenida
As Multidões curiosas se
ajuntam ao Redor do Lugar
E em cora cantam:
- Dançando! - Dançando!
As saias começam a girar
A Pessoa Hilária se
aquieta - Depois vai a um
esconderijo - Por fim revela
Os Tímidos Amores que lá estavam
E no último gracejo diz:
Os Meus Passos Dançantes
Permanecerão em Descanso
Até o Amor dançar
Então Amores se encontraram
Com as Bem Amadas
E a Pessoa
Mais Amada foi a
Pessoa Hilária
Que encontrou onde estão
Os melhores gracejos
E o lugar onde para sempre
irá ficar.
XIII
Brilhe Bela Dama
Brilhe
A Vila Primeira
E o Rio que Amor por você Declama
Só têm uma coisa para lhe dizer:
- Brilhe
Brilhe Bela Dama
Brilhe
A Noite resolveu despertar
estrelas para você
O Amor não para de lhe procurar nas redondezas
Apenas uma coisa a fazer:
- Brilhe, minha Dama. Brilhe.
Leve o Estandarte
de seu Amor entre as gentes
Dance simplesmente
Que essas gentes anseiam
por construirem um Mundo
O qual possam se unir
em Seu Nome e por seu Amor
O seu Amor - Não negue
Não negue - As Estrelas
brilham por você e têm cuidado
De seus caminhos
Sabem as coisas que traz a sua Sorte
- Brilhe Dama e Bela. Brilhe
XIV
Meu Amor
De Agora
Quero teu Adeus
E você junto a mim
Sou indiferente a Noite
Só quero saber de Ti
Perto
Só quero saber
De ver o Mar ondular teus cabelos
Em minha direção
Ao meu Coração
Não tardará
Até toda a noite nos pertencer
Eu te quero
As estrelas cadentes ou os fogos artifícios
Não são nada
Ante ao que sinto
E ante ao que tu sabes fazer
Criando Estrelas
na ponta de teus
Dedos
E trazendo-os ao teu quarto
Que é o Mundo para mim?
Se não for conquista contigo
Que é este Mundo? Se
não for uma canção Azul
A qual possa eu e teus
cabelos cantar para ti óh Musa?
Se tu não sabes óh Maravilhosa
Óh Bem Amada
Eu irei fechar meus olhos
com a Manhã
Depois de haver confiado
a ti
Todo o meu Amor
Não tenhas mais dúvida
Digo a ti com sinceridade
Na linguagem formal do Amor
O Livro do Amor que lês
tão bela pelos Campos
Pertencem a mim
Que nada e a ninguém
é dado o direito de dizer
As palavras maiores de te Amar
Que não eu
Vás minha Amada saboreando Amor Zeloso
Que os Céus enviaram o Paraíso
Para habitar o teu sorriso
Eu o ouvirei quando cantares junto as tuas dinas companheiras
II
Quatro Damas se abraçam
Vibram o Amor
Todos que guardaram Amor no coração
Ouvem altissonantemente suspiros
e Marcham nas Ruas para declararem o Amor
A Grande Amada
Benfeitora de todos
Ouve: És nossa Vida Querida
A Bem Amada diz:
Estou contente de vós no coração
Dançai agora que já vos cantarei
III
Sorrisos e giros
É o teu Amor ventando para Mim
Como amar as canções sem ter fim
E escalar montanhas com Brisas fáceis
Se o Horizonte é Azul
Cheio de Flores
E teu Semblante concentrado
Contempla, mergulha, adentra
Não demorarei a declarar
meu grande amor
Mas não direi quantas
músicas sonhei até
chegar onde finalmente
te encontraria
Tu saberás - Quem sou
E como suspiro de Amor
No Silêncio do Beijo
Na Sinfônia dos Beijos
IV
Vita!
Que se pensará
Se não convidar este amor
A rapidamente entrar
Encanto! Entres agora também
Um lugar ao tranquilo inflamar
Tens por direito
E mais altissonantemente cantas
E cantarás
Ao perguntares:
Quem é ela?
Quem é ela?
Verdadeiramente é diferente
O Amor que cai no peito
As mãos a se tocarem
Levemente impondo ternuras intensas
Sentimentos e Natura
Abrigada por buscadores
Quem amam
E agora lhes vai
Entidades e Divindades
Que vão em Prazer
Lhes fazer Companhia
V
Eu creio que Amo
O Amor com que te amei
Eu creio que esta Romaria
Me levará a Roma
Aos teus Palácios
O Amor em seu Colo
Abraçarei
E em mim abrigarei prazeroso
O Amor em que te percorrerei
Queira Deus fazer os Campos mais diminutos
E o Amor Maior
Para te encontrar mais e mais vezes
E só percorrer grandes distâncias se estiver ao seu lado.
VI
Eu bem que queria dizer ao meu coração bardo
Que é hora de dormir
Mas a cítara de teu Amor nos canta
Eu Melodia quero sonhar-te
Bem que as gentes prudentes
Disseram-me para sair daqui
Mais o Amor me lançou
na Imensidão onde estão teus prediletos
Infinitos Campos Bonitos
Retirar-se para longe é ainda amar mais
Não há como sair!
Assim quero!
VII
Que o Amor nos guarde
Dentro de Seu Cântaro
Lá velejaremos o Mar
Fluiremos Rio
Sairemos Chuvas
VIII
A Poção do Destino
Nos Possui
A chama do Amor
Nos liberta
Transbordar de Amor
é abrir as fronteiras do Destino
É transgredir seus desígnios
Carregando sua bandeira
Apenas Amantes
Encaram o Destino como iguais
Apenas Amantes
Beija-o Face a Face
No Rosto de quem ama
A Eternidade fácil
Suspira com os ecos
do Amor destas Gentes Amantes
que amam
Irão brincar os Fragmentos do Tempo
Divindade reconstruída em meros Festins
Se amarão, se dirão sim
Tempo, Destino, Eternidade
Serão convivas desta Festa
Assim estão transformados
Todas assim dançam
- Libertação!
IX
Dizem muitos que se pudessem voltar ao Passado fariam tudo de Novo. É exatamente isso o que eu fiz.
X
Ela estava tão pequenina
Deitada no estrado da Relva
Meditando nos Amores e em seus truques
Pagar o preço Ainda...
Ela está pequenina
E canta todas as suas conclusões
Pensa em entregar seu abraço
Quando Lembra do Destino
Pede Proteção - Lança sortes
Vê os abrigos caminharem e a Chuva a sorrir
Tudo e todos - Milhares de Milhares
Ela não conta
Sabe de cor
Conhece cada um
Que ilumina
- Ela canta
Amantes aos Milhares - Amor Um
Com pode ser isso?
Se a Luz Solar pode ser leve
A Divindade Verdade
Ela pode amar ainda mais
Ela já saiu como quem veio de sua leitura favorita
Levantou-se de seu recanto favorito com Inspiração
e Amor no olhar em direção a Vida
Quem será? Quem será?
Que ela irá escolher para amar?
Quem ela levará para seu Jardim Amado?
XI
Amadas Amigas!
Alegrai-vos e venham a mim!
Vamos dançar
Dancemos ao Redor da Grande Mesa
Lá há uma Dama mui querida
Que nos quer muito bem
Cartas e Maravilhas
Dançam e Voam entre nós
O Amor que estava guardado
Ouve a Melodia por uma porção de Tempo calado
E depois não consegue mais se dominar
Se põe a voar abraçado a Melodia
A União da Melodia e do Amor
Nossa Celebração agora é Comunhão
De toda gente querida
E todo o Mundo acolhido em nosso Seio
A Noite desce a Nós em forma de Lua
E abraça todas as irmãs
Nossa alegria e felicidade
Nos transborda de momentos
Que nos acaricia todo o sentir
XII
Uma Pessoa Hilária
Adentra o Jardim do Amor
Ora? Quem há de atender
Tão ilustríssima pessoa?
Rosas de Sol com a Felicidade
de todas as gentes traz
A pessoa hilária ilumina o Jardim
Cerimoniosamente
Generosamente
Veste uma Chapéu de Sol
Ilumina o Mundo... A Vida
Faz a Recepção em Nome
da Pessoa Querida
Depois recebe a Si
Com a Recepção que preparou na avenida
As Multidões curiosas se
ajuntam ao Redor do Lugar
E em cora cantam:
- Dançando! - Dançando!
As saias começam a girar
A Pessoa Hilária se
aquieta - Depois vai a um
esconderijo - Por fim revela
Os Tímidos Amores que lá estavam
E no último gracejo diz:
Os Meus Passos Dançantes
Permanecerão em Descanso
Até o Amor dançar
Então Amores se encontraram
Com as Bem Amadas
E a Pessoa
Mais Amada foi a
Pessoa Hilária
Que encontrou onde estão
Os melhores gracejos
E o lugar onde para sempre
irá ficar.
XIII
Brilhe Bela Dama
Brilhe
A Vila Primeira
E o Rio que Amor por você Declama
Só têm uma coisa para lhe dizer:
- Brilhe
Brilhe Bela Dama
Brilhe
A Noite resolveu despertar
estrelas para você
O Amor não para de lhe procurar nas redondezas
Apenas uma coisa a fazer:
- Brilhe, minha Dama. Brilhe.
Leve o Estandarte
de seu Amor entre as gentes
Dance simplesmente
Que essas gentes anseiam
por construirem um Mundo
O qual possam se unir
em Seu Nome e por seu Amor
O seu Amor - Não negue
Não negue - As Estrelas
brilham por você e têm cuidado
De seus caminhos
Sabem as coisas que traz a sua Sorte
- Brilhe Dama e Bela. Brilhe
XIV
Meu Amor
De Agora
Quero teu Adeus
E você junto a mim
Sou indiferente a Noite
Só quero saber de Ti
Perto
Só quero saber
De ver o Mar ondular teus cabelos
Em minha direção
Ao meu Coração
Não tardará
Até toda a noite nos pertencer
Eu te quero
As estrelas cadentes ou os fogos artifícios
Não são nada
Ante ao que sinto
E ante ao que tu sabes fazer
Criando Estrelas
na ponta de teus
Dedos
E trazendo-os ao teu quarto
Que é o Mundo para mim?
Se não for conquista contigo
Que é este Mundo? Se
não for uma canção Azul
A qual possa eu e teus
cabelos cantar para ti óh Musa?
Se tu não sabes óh Maravilhosa
Óh Bem Amada
Eu irei fechar meus olhos
com a Manhã
Depois de haver confiado
a ti
Todo o meu Amor
Por Ela
Por Éhla meu amor de eternidade
Por Éhla Sim
Por Éhla eu vou
Sinto os Campos por onde passeio o meu Amor
Por Éhla meu amor de eternidade
Por Éhla Sim
Por Éhla eu vou
Sinto os Campos por onde passeio o meu Amor
Por Éhla meu amor de eternidade
Tragédia
I
Nossa Sinfonia
Não foi ouvida
Por Agora e Nunca
Algo aconteceu
De repente eu não fui
E você desapareceu
Uma estrela caiu
A Escolho foi atendida
O Desejo não
Agora e Nunca
Deuses Efêmeros
Se eternizaram em nossos corações
A contra-gosto foram adorados
Não caberá a outros deuses
E outras gentes circenses decifrar-nos
Nós sabemos de nosso crime
Onde e como desertamos
A Sinfornia escrita
Tão linda
Aguarda Resposta
Que viva outros Amantes
Aquele nosso Amor
Eu na minha última Crença
Iria Peregrinar em tua cidade
Mas um Anjo se aproximou
(Se caído ou divino não sei
Sei que Anjo Era)
E fez uma Oração por mim
Dúvidas
Fontes em mim se abriram
Fluíram
Restando-me apenas a fé
Assim escrevemos
Lado a lado
A Tragédia
Dia a Dia
Piano a dois
A caravana passou
a música
se salvou
II
"Você já foi Amada por um Cigano?"
Sorriu a Donzela
E depois de cair em si num semblante sério
Veio aos meus braços a Mulher
III
Canto da Esperança:
"Amor meu se fez em mim
Mais Forte ao ouvir
O Encontro dos Sons
A reunir nosso afastamento
Vamos encontrar nossas canções
Aqui na casa de minha irmã mui querida
Contar as Estrelas que ouvirmos
Ter fé
Depois pela Praça caminharemos
Ensinaremos as neófitas gentes a aspirarem por Amor
Qual é a grande Altura que o Amor vibra
Ah! Receba a carta minha
Tal recebesse o meu Coração
Tudo novo, tudo diferente
Agora nos Amaremos tal deve Ser
Amor faremos até o Amanhecer
Amanheceremos e Anoiteceremos
Amantes
Até o fim de Nossas Vidas"
IV
Olá!
Estou feliz que estejas aqui
Estou feliz que as Pétalas mais doces
Possam ser sopradas ao coração
V
A Esperança de Amar
É um Sonho
Sem Comunicação
VI
Eu sou
Amante sem Amada
Vento com Direção ao Mar
Rio para adentrar abaixo da Terra
Co'a Fonte na Taverna
Você diz:
"Você é uma Falta
Um Monumento erguido da Desgraça
Como Presente-Castigo do Destino"
Disse bem porque você disse a Verdade
Mas é por estar ali amando
Ao invés dos amores que amei perseguir
Que eu repouso o coração na Liberdade
Sem mover a Livre Escolha de ser lugar
Que em outro passo se tornaria Prisão
VII
Liberto-me
Peso e Escuridão sou
Desço por Natura
Queda Final
A Sedução escura
E Intensa a Brilhar de Tua Vida
Fere meu olhar e o retém em Teu Encantamento
Quando passo pelo Vale de Montanhas
e mais alta paisagem é o teu olhar
Mas é a minha pesadíssima alma
que conduz meus passos
Ordem cega
E faço a minha Passagem
A minha peregrinação
Até enfim chegar no Templo
Suspensão de todos os sentidos
Estrela
Palavra Final no Lugar da Oração
Você no coração da Imensidão
Labirinto Interminável
Tua Procura na Memória
Teus Papiros / Minha Amada Rival
Desde então
Luz, Azul e Amor num Vestido
Estrelas Ainda...
Para Irmanar-se às Trevas Aqui
Sou Guardião deste Templo
E desta cor definitiva da minha escuridão
VIII
Na Avenida Desconhecida
Onde iria encontrar você
Lhe encontro
E não sei como nomear seu beijo suave
É outra palavra que lá me escapa
É mais uma dor da minha exultação
De Dois Amantes a se amarem fortes
Ventos ainda...
Nós somos estes Dois Amantes
As vezes creio
As vezes anuncio o Segredo
As vezes creio...
Todas Estações aqui
A Você Pertencem Primavera e Verão
A lhe cobrirem de Margaridas
Sobre a cama de Folhas secas da minha Vida
amo você ainda - Olho para você com Desejo e Despedida
Lhe abraço e colho mais um de seu beijo inominável
A mim cabe Perseguir a Melodia de Outono rara
A Estação não escolhida
Não-Caminho para você e para mim
É a minha alma
IX
Sabíamos o que seria
Por Razão na intuição
Se a Palavra Maldita
Dito que dever permanecer por razão oculto
Ecoasse aos seus ouvidos atentos
Você me entorpecia
Serpenteava com outras palavras
Saía para dançar com meus ouvidos
Até que desejoso
Enebriado, louco em êxtase
Disse o dito proibido
Você executou o ritual da libído
Na Queda Inevitável - Seu Corpo Inevitável
Que me livrará deste amor?
Que você há de me atirar mais e mais
Impiedosamente
Impiedosa Bela
Inimiga Amada
Negar o Amor quando você está por perto
É um sacrilégio
Tanto quanto acreditar que você facilmente me ama
Quando enfeitiçado sou por sua magia que duvido
Que não exista Amor
Sabedoria fácil que não
me Salva de você
Amante de pôr final ao meu Amor
Prolifere as chamas agora
Que talvez eu me salve depois
X
Flor da minha Escuridão
Era sobre era meus pensamentos desfaz
Adentra em mim Sua Sabedoria
A Mentre contra o Tempo
Enfim aprende
Seus fragmentos são levados por este Rio
Gotas serão, enfim
Flor da minha escuridão
A chave que me abre as portas
Quando o Nada contemplo
Estão em suas mãos
Bela Dama
A me salvar de afogar em Palavras
A inspirar em mim a Provisão de Silêncio
Salvação de meu Ar
E artes do Fôlego
Ah! Quão bom foi ter lhe encontrado
Você que há muito encontrara a mim
Você é a Arte de meu Tempo
Eu que deixarei de ser
Apago a Luz e o Espelho é só Espelho
Quando é a Meia-Luz
As Suas Pétalas Azuis enfim surgem
E passeiam sobre mim tal asas-Bonita
Irei voltar - Ressurgirei - Resserei
Depois da Visita do Mistério de Seu Amor
Nossa Sinfonia
Não foi ouvida
Por Agora e Nunca
Algo aconteceu
De repente eu não fui
E você desapareceu
Uma estrela caiu
A Escolho foi atendida
O Desejo não
Agora e Nunca
Deuses Efêmeros
Se eternizaram em nossos corações
A contra-gosto foram adorados
Não caberá a outros deuses
E outras gentes circenses decifrar-nos
Nós sabemos de nosso crime
Onde e como desertamos
A Sinfornia escrita
Tão linda
Aguarda Resposta
Que viva outros Amantes
Aquele nosso Amor
Eu na minha última Crença
Iria Peregrinar em tua cidade
Mas um Anjo se aproximou
(Se caído ou divino não sei
Sei que Anjo Era)
E fez uma Oração por mim
Dúvidas
Fontes em mim se abriram
Fluíram
Restando-me apenas a fé
Assim escrevemos
Lado a lado
A Tragédia
Dia a Dia
Piano a dois
A caravana passou
a música
se salvou
II
"Você já foi Amada por um Cigano?"
Sorriu a Donzela
E depois de cair em si num semblante sério
Veio aos meus braços a Mulher
III
Canto da Esperança:
"Amor meu se fez em mim
Mais Forte ao ouvir
O Encontro dos Sons
A reunir nosso afastamento
Vamos encontrar nossas canções
Aqui na casa de minha irmã mui querida
Contar as Estrelas que ouvirmos
Ter fé
Depois pela Praça caminharemos
Ensinaremos as neófitas gentes a aspirarem por Amor
Qual é a grande Altura que o Amor vibra
Ah! Receba a carta minha
Tal recebesse o meu Coração
Tudo novo, tudo diferente
Agora nos Amaremos tal deve Ser
Amor faremos até o Amanhecer
Amanheceremos e Anoiteceremos
Amantes
Até o fim de Nossas Vidas"
IV
Olá!
Estou feliz que estejas aqui
Estou feliz que as Pétalas mais doces
Possam ser sopradas ao coração
V
A Esperança de Amar
É um Sonho
Sem Comunicação
VI
Eu sou
Amante sem Amada
Vento com Direção ao Mar
Rio para adentrar abaixo da Terra
Co'a Fonte na Taverna
Você diz:
"Você é uma Falta
Um Monumento erguido da Desgraça
Como Presente-Castigo do Destino"
Disse bem porque você disse a Verdade
Mas é por estar ali amando
Ao invés dos amores que amei perseguir
Que eu repouso o coração na Liberdade
Sem mover a Livre Escolha de ser lugar
Que em outro passo se tornaria Prisão
VII
Liberto-me
Peso e Escuridão sou
Desço por Natura
Queda Final
A Sedução escura
E Intensa a Brilhar de Tua Vida
Fere meu olhar e o retém em Teu Encantamento
Quando passo pelo Vale de Montanhas
e mais alta paisagem é o teu olhar
Mas é a minha pesadíssima alma
que conduz meus passos
Ordem cega
E faço a minha Passagem
A minha peregrinação
Até enfim chegar no Templo
Suspensão de todos os sentidos
Estrela
Palavra Final no Lugar da Oração
Você no coração da Imensidão
Labirinto Interminável
Tua Procura na Memória
Teus Papiros / Minha Amada Rival
Desde então
Luz, Azul e Amor num Vestido
Estrelas Ainda...
Para Irmanar-se às Trevas Aqui
Sou Guardião deste Templo
E desta cor definitiva da minha escuridão
VIII
Na Avenida Desconhecida
Onde iria encontrar você
Lhe encontro
E não sei como nomear seu beijo suave
É outra palavra que lá me escapa
É mais uma dor da minha exultação
De Dois Amantes a se amarem fortes
Ventos ainda...
Nós somos estes Dois Amantes
As vezes creio
As vezes anuncio o Segredo
As vezes creio...
Todas Estações aqui
A Você Pertencem Primavera e Verão
A lhe cobrirem de Margaridas
Sobre a cama de Folhas secas da minha Vida
amo você ainda - Olho para você com Desejo e Despedida
Lhe abraço e colho mais um de seu beijo inominável
A mim cabe Perseguir a Melodia de Outono rara
A Estação não escolhida
Não-Caminho para você e para mim
É a minha alma
IX
Sabíamos o que seria
Por Razão na intuição
Se a Palavra Maldita
Dito que dever permanecer por razão oculto
Ecoasse aos seus ouvidos atentos
Você me entorpecia
Serpenteava com outras palavras
Saía para dançar com meus ouvidos
Até que desejoso
Enebriado, louco em êxtase
Disse o dito proibido
Você executou o ritual da libído
Na Queda Inevitável - Seu Corpo Inevitável
Que me livrará deste amor?
Que você há de me atirar mais e mais
Impiedosamente
Impiedosa Bela
Inimiga Amada
Negar o Amor quando você está por perto
É um sacrilégio
Tanto quanto acreditar que você facilmente me ama
Quando enfeitiçado sou por sua magia que duvido
Que não exista Amor
Sabedoria fácil que não
me Salva de você
Amante de pôr final ao meu Amor
Prolifere as chamas agora
Que talvez eu me salve depois
X
Flor da minha Escuridão
Era sobre era meus pensamentos desfaz
Adentra em mim Sua Sabedoria
A Mentre contra o Tempo
Enfim aprende
Seus fragmentos são levados por este Rio
Gotas serão, enfim
Flor da minha escuridão
A chave que me abre as portas
Quando o Nada contemplo
Estão em suas mãos
Bela Dama
A me salvar de afogar em Palavras
A inspirar em mim a Provisão de Silêncio
Salvação de meu Ar
E artes do Fôlego
Ah! Quão bom foi ter lhe encontrado
Você que há muito encontrara a mim
Você é a Arte de meu Tempo
Eu que deixarei de ser
Apago a Luz e o Espelho é só Espelho
Quando é a Meia-Luz
As Suas Pétalas Azuis enfim surgem
E passeiam sobre mim tal asas-Bonita
Irei voltar - Ressurgirei - Resserei
Depois da Visita do Mistério de Seu Amor
Estátuas
Ora Vós!
Gentes Vindas de renomear as estátuas
Óh! Que novos cânticos de liberdade trazeis
Depois de amaldiçoar e odiar quem
rejeitou a vossa peculiar forma de desfazer
o Paraíso
Talvez vindes cá perto
Para mil anos de só de Suas palavras imensuradas
imiscíveis e impesáveis
Para deleite da Deusa Sabedoria a vos contemplar
de longe | Apenas para haver-vos por perto
nas Distâncias Infinitas
Hipócritas!
Ah! Que é isso?
Novos Nomes para vós Criadores de Nomes
Criadores de Mundos Milhares
Fantasia tão Rica
Que esta Fantasia há de ser Fantasia Sozinha
Sem par para união de
Amantes de Quimeras de Vento
E panteras de areias ante o Mar
Ah! Obrigadinho por vossa visita
Agora que não importais
E se importais ou não
Eu vos afasto
Porque mais em frente Retiros da
Imaginação| Vos preparei Morada
Realidade adornada para Vosso finíssimo gosto
Que agora eu e minhas Amizades aqui
Ficaremos para assistir uma Inundação
Da Incessante Criação a vir da Verdade
Espetáculo dos Entendimentos nos Sentidos
E creio que não sois peixes-marinhos
E tendes amor a preservar vossas
casas de areias com zelo vital
Ah! Mais uma vez obrigadinho
Já vos vejo em partida ao Mar
Passar bem!
Gentes Vindas de renomear as estátuas
Óh! Que novos cânticos de liberdade trazeis
Depois de amaldiçoar e odiar quem
rejeitou a vossa peculiar forma de desfazer
o Paraíso
Talvez vindes cá perto
Para mil anos de só de Suas palavras imensuradas
imiscíveis e impesáveis
Para deleite da Deusa Sabedoria a vos contemplar
de longe | Apenas para haver-vos por perto
nas Distâncias Infinitas
Hipócritas!
Ah! Que é isso?
Novos Nomes para vós Criadores de Nomes
Criadores de Mundos Milhares
Fantasia tão Rica
Que esta Fantasia há de ser Fantasia Sozinha
Sem par para união de
Amantes de Quimeras de Vento
E panteras de areias ante o Mar
Ah! Obrigadinho por vossa visita
Agora que não importais
E se importais ou não
Eu vos afasto
Porque mais em frente Retiros da
Imaginação| Vos preparei Morada
Realidade adornada para Vosso finíssimo gosto
Que agora eu e minhas Amizades aqui
Ficaremos para assistir uma Inundação
Da Incessante Criação a vir da Verdade
Espetáculo dos Entendimentos nos Sentidos
E creio que não sois peixes-marinhos
E tendes amor a preservar vossas
casas de areias com zelo vital
Ah! Mais uma vez obrigadinho
Já vos vejo em partida ao Mar
Passar bem!
Rio de Ferro
I
A Alma Paralisada
Vaga
Em busca de Imensidão
Vinda das transformações no Nome
Procissão e Profecia
Obras de construção e Fuga
Que serão feitas
II
Rios de Ferro
Antes de Fogo
Dos Vulcões que vigiavam pelas gentes inocentes
E agora esperam
Almas guiadas como Alma
Nas palavras de Ordem de um quebrantado
Se colocaram nos Dentes de um Lobo
Que experimentado não será
Por seus caminhos de antes
III
Vague e Confie
- Voyage!
Reza e Silencia
As brutas artes ligadas a Vida
Faça a Vontade
Da Mágica Música não-vinda de
gentes Musicantes
Para seu coração
Dos papiros-música anticos
Lê somente a pausa
Dispensa os momentos
Esqueça os Instrumentos
E a História da Dor
Que sobre estes pesa
A Alma Paralisada
Vaga
Em busca de Imensidão
Vinda das transformações no Nome
Procissão e Profecia
Obras de construção e Fuga
Que serão feitas
II
Rios de Ferro
Antes de Fogo
Dos Vulcões que vigiavam pelas gentes inocentes
E agora esperam
Almas guiadas como Alma
Nas palavras de Ordem de um quebrantado
Se colocaram nos Dentes de um Lobo
Que experimentado não será
Por seus caminhos de antes
III
Vague e Confie
- Voyage!
Reza e Silencia
As brutas artes ligadas a Vida
Faça a Vontade
Da Mágica Música não-vinda de
gentes Musicantes
Para seu coração
Dos papiros-música anticos
Lê somente a pausa
Dispensa os momentos
Esqueça os Instrumentos
E a História da Dor
Que sobre estes pesa
Te Amo Mais
I
Mais Silêncio
Mais Amor
II
Harpas caladas
Zelam em seus Corpos
Pelo Amor
E falam por mim a Ti
Quando minha alma inteira está em dor
Para exultação vigilante de teus passos
Eu posso tocá-la
E não emitir som
Nossos Silêncios subirão
Para levar Música aos Céus
Se parecer que as Nuvens choram
Assim como nós
São elas a se juntar
São elas a abraçar as Harpas Sagradas
Tal nós a abraçar as nossas lágrimas
Com Beijos Silenciosos
Leves-Valsas Lentíssimas - Trovões Mudos
Amor Intenso demais - Nós dois ajoelhados no
Altar sem mais ninguém a não ser
O Amor
A conduzir os Santos Ritos
Te amo mais
Quando abraças meu silêncio
Te amo ainda mais
Quando abraçada ao meu
Vens receber o Amor que de mim flui
Sem pausa
Sem palavras
Mais Silêncio
Mais Amor
II
Harpas caladas
Zelam em seus Corpos
Pelo Amor
E falam por mim a Ti
Quando minha alma inteira está em dor
Para exultação vigilante de teus passos
Eu posso tocá-la
E não emitir som
Nossos Silêncios subirão
Para levar Música aos Céus
Se parecer que as Nuvens choram
Assim como nós
São elas a se juntar
São elas a abraçar as Harpas Sagradas
Tal nós a abraçar as nossas lágrimas
Com Beijos Silenciosos
Leves-Valsas Lentíssimas - Trovões Mudos
Amor Intenso demais - Nós dois ajoelhados no
Altar sem mais ninguém a não ser
O Amor
A conduzir os Santos Ritos
Te amo mais
Quando abraças meu silêncio
Te amo ainda mais
Quando abraçada ao meu
Vens receber o Amor que de mim flui
Sem pausa
Sem palavras
Te Amarei
I
Eu não preciso olhar os Campos
onde amamos um ao outro
Eu consigo enxergá-los em meu Coração
E é melhor assim
Vou pensar em nosso amor
Como se ainda fosse fato
Ah! Meu Deus! E de fato não o é?
Quando deixou de ser? Em nenhum minuto
Ah! Meu Deus! Deus meu
Quando me custa esta Querida minha que criastes
Mas não quero que findais minha dívida nesta Sina
Misericórdia vossa é deixar que me
custe cada momento de amor alto que
devo pagar
Quer seja tudo o que eu vou encontrar
Ou menos
Menos que nada
II
Escurece
E eu consigo compreender
o seu amor plenamente
Recuso luz e maior entendimento
É Simples e o horizonte é plano para se ver
Que Difícil arte de amor
submetemos um ao Outro
O Simples Desejo - Nosso Guia- Em aspirar Sabedoria
Lançou sobre nós estratagemas infindas
Enrodilhamo- nos em tramas
E custoso amor fizemos
A nada reduzimos o conselho
das gentes sábias
Para amargarmos brasas
Que lançam as palavras por terra
Só as palavras encravadas no
Peito por violência de Amante
Fizeram nosso Livro
E aqui agora estamos
Lado a lado lendo
Em busca do fim
Sem frear A Mão impiedosa que
escreve
(Verdade...
Por fúria e prazer nos vende
Entrega-nos com fúria a clave
da justiça
e prazer de insânias
em recompensa recebe)
III
Vou te amar tal um Vento
A Soprar por tua vida
Sempre ao Redor
A entrar por tuas narinas
Na Tua Inspiração retornar
Eu vou te amar
Por sobreviver tal um Amigo
A zelar pelo teu bem
Nos Amores que deves passar
A chamar Amizades por Ti
Das que se interessam das razões amorosas
Para escrutínio teu
Para Ao teu redor cantar
E celebrar tua Alma
Sendo Rios a banharem-te de Alegria
Eu quis muito ser alguém
Que te fosse um não-estranho
Podendo se aproximar de quando em quando
Teu olhar profundamente
Contemplar
E no momento do Amor
Teu olhar ver de longe
Longe
Calado e Presente
E Livre
Vou te amar Sim Querida
De todas as formas que quiser
me mostrar esta vida
Direto de meu coração ao teu
E quando tudo tiver fim
No eclipse seremos almas libertas
E voltaremos juntos para casa
E nos descobriremos como nunca
...Descobriremos
Como é um Beijo de Amor
Para Sempre
Eu não preciso olhar os Campos
onde amamos um ao outro
Eu consigo enxergá-los em meu Coração
E é melhor assim
Vou pensar em nosso amor
Como se ainda fosse fato
Ah! Meu Deus! E de fato não o é?
Quando deixou de ser? Em nenhum minuto
Ah! Meu Deus! Deus meu
Quando me custa esta Querida minha que criastes
Mas não quero que findais minha dívida nesta Sina
Misericórdia vossa é deixar que me
custe cada momento de amor alto que
devo pagar
Quer seja tudo o que eu vou encontrar
Ou menos
Menos que nada
II
Escurece
E eu consigo compreender
o seu amor plenamente
Recuso luz e maior entendimento
É Simples e o horizonte é plano para se ver
Que Difícil arte de amor
submetemos um ao Outro
O Simples Desejo - Nosso Guia- Em aspirar Sabedoria
Lançou sobre nós estratagemas infindas
Enrodilhamo-
E custoso amor fizemos
A nada reduzimos o conselho
das gentes sábias
Para amargarmos brasas
Que lançam as palavras por terra
Só as palavras encravadas no
Peito por violência de Amante
Fizeram nosso Livro
E aqui agora estamos
Lado a lado lendo
Em busca do fim
Sem frear A Mão impiedosa que
escreve
(Verdade...
Por fúria e prazer nos vende
Entrega-nos com fúria a clave
da justiça
e prazer de insânias
em recompensa recebe)
III
Vou te amar tal um Vento
A Soprar por tua vida
Sempre ao Redor
A entrar por tuas narinas
Na Tua Inspiração retornar
Eu vou te amar
Por sobreviver tal um Amigo
A zelar pelo teu bem
Nos Amores que deves passar
A chamar Amizades por Ti
Das que se interessam das razões amorosas
Para escrutínio teu
Para Ao teu redor cantar
E celebrar tua Alma
Sendo Rios a banharem-te de Alegria
Eu quis muito ser alguém
Que te fosse um não-estranho
Podendo se aproximar de quando em quando
Teu olhar profundamente
Contemplar
E no momento do Amor
Teu olhar ver de longe
Longe
Calado e Presente
E Livre
Vou te amar Sim Querida
De todas as formas que quiser
me mostrar esta vida
Direto de meu coração ao teu
E quando tudo tiver fim
No eclipse seremos almas libertas
E voltaremos juntos para casa
E nos descobriremos como nunca
...Descobriremos
Como é um Beijo de Amor
Para Sempre
Onde você está
I
Quando vem no espírito a idéia
De que você me pertenceu
E que em um momento claro e verdadeiro
Você quis me amar e me amou sem medo
E a Descoberto
Eu enlouqueço
Eu peço que meu coração esteja
Onde você está
II
Voe fora
Voe longe
O Amor se esconde
Se não fugires agora
Depois não escapará
Voe fora
Voe fora
Já é eterno o Bastante
Se houver Crianças do Amanhã
Que elas ouçam falar deste Amor
III
Disse o Anjo
IV
Vejo formas de escrita antiga
E ponho-me a pensar
Como traduziam o amor as gentes sábias antigas
Se a tua pouca luz
Só faz aumentar as Sombras
Como quero que o meu pouco amor
Não faça aumentar as tuas dúvidas?
Paro e penso
Não seriam então as Tuas Sombras Coloridas
As que me atormentam vindas
de teu Amor brincante
Para que meu Amor Cresça
E que para você o Amor cante...
Ah! Tens a Sabedoria de quem
sabe andar com as Crianças
Apenas pensamentos-papiros
Ainda que com pássaros a cantar na
manhã não anunciada
Não poderão contigo
V
Eu preciso te deixar
Agora que sinto que vás embora
Eu preciso
Não imputes a mim orgulho
Ainda que maior seja o meu
Que lê e acompanha cada
movimentação do teu
Eu preciso te deixar
E estará tudo bem
Quando não está tudo bem
Sendo Verdade
Sangra-me as palavras
Que eu não gostaria de dizer
Se não ouvires como penso que se deve
Mas eu preciso estancar esta ferida
Eu preciso
Fechando-te meu coração com
extrema dedicação, esforço
e sacrifício, eu preciso!
Ainda que fechando-te a porta quando gentilmente
vieres bater a minha porta, eu preciso
Eu preciso viver, eu preciso
VI
Seja a Manhã anunciada
Em despedir
Seja abençoada
A Madrugada
Quando vem no espírito a idéia
De que você me pertenceu
E que em um momento claro e verdadeiro
Você quis me amar e me amou sem medo
E a Descoberto
Eu enlouqueço
Eu peço que meu coração esteja
Onde você está
II
Voe fora
Voe longe
O Amor se esconde
Se não fugires agora
Depois não escapará
Voe fora
Voe fora
Já é eterno o Bastante
Se houver Crianças do Amanhã
Que elas ouçam falar deste Amor
III
Disse o Anjo
IV
Vejo formas de escrita antiga
E ponho-me a pensar
Como traduziam o amor as gentes sábias antigas
Se a tua pouca luz
Só faz aumentar as Sombras
Como quero que o meu pouco amor
Não faça aumentar as tuas dúvidas?
Paro e penso
Não seriam então as Tuas Sombras Coloridas
As que me atormentam vindas
de teu Amor brincante
Para que meu Amor Cresça
E que para você o Amor cante...
Ah! Tens a Sabedoria de quem
sabe andar com as Crianças
Apenas pensamentos-papiros
Ainda que com pássaros a cantar na
manhã não anunciada
Não poderão contigo
V
Eu preciso te deixar
Agora que sinto que vás embora
Eu preciso
Não imputes a mim orgulho
Ainda que maior seja o meu
Que lê e acompanha cada
movimentação do teu
Eu preciso te deixar
E estará tudo bem
Quando não está tudo bem
Sendo Verdade
Sangra-me as palavras
Que eu não gostaria de dizer
Se não ouvires como penso que se deve
Mas eu preciso estancar esta ferida
Eu preciso
Fechando-te meu coração com
extrema dedicação, esforço
e sacrifício, eu preciso!
Ainda que fechando-te a porta quando gentilmente
vieres bater a minha porta, eu preciso
Eu preciso viver, eu preciso
VI
Seja a Manhã anunciada
Em despedir
Seja abençoada
A Madrugada
XI
Fecho por agora o meu Livro das Decepções. O carinho que poderia curar minhas feridas esteve em tuas mãos. Fecho tuas mãos nas minhas feridas. Óh Corpo Incompreensível
X
Não é o Amor entre o Sol e Lua que está proibido. Tolices! Estão livres no espaço, se abraçam, se amam, cuidam juntos da terra. O Amor que está proibido é o vosso que aspirais a ser Duas Luzes Amantes que findariam as Luas e as Estrelas. É o vosso amor e não outro pelas deidades proibido, espalhadas pelo universo para servirem aos Amores de brilhos não-violentos.
VIII
O Espírito da Morte faz invocações constantes aos Espíritos
- Vá! Revele o Amor que está escondido
A chaga maior da humanidade
O câncro que opera contra esta ao invés de ser a Luz do Mundo
Vá! Parta para o Laboro dos esforços além do que pensavas prudentes!
Vá! Parta para a seara das busca desesperadas
E a senda dos encontros!
Sem encontrar nada que é buscar diligente
E a tudo abraçar sem deixar partir
Que nenhuma sorte de encontros moderados faz bem ao coração
Revela-te! Revela-te!
Revela-te tal eu me revelo sem face
Ame com firmeza, tal eu vos amo!
- Vá! Revele o Amor que está escondido
A chaga maior da humanidade
O câncro que opera contra esta ao invés de ser a Luz do Mundo
Vá! Parta para o Laboro dos esforços além do que pensavas prudentes!
Vá! Parta para a seara das busca desesperadas
E a senda dos encontros!
Sem encontrar nada que é buscar diligente
E a tudo abraçar sem deixar partir
Que nenhuma sorte de encontros moderados faz bem ao coração
Revela-te! Revela-te!
Revela-te tal eu me revelo sem face
Ame com firmeza, tal eu vos amo!
VII
Hipócritas!
Dêem de ombros e vão embora
Eu e minha Amada ficaremos
E partiremos ao amor um do outro sem demora
Dêem de ombros e vão embora
Eu e minha Amada ficaremos
E partiremos ao amor um do outro sem demora
VI
Não serei eu o Jardineiro do Amor Cortado
Destas Plantas que crescem para se cortar e despedaçar uma a outra
Não tenho mais pacto com o Jardim Suicida
Irei cortá-lo cada vez mais de mim
E Florescer num Caminho longo e demorado
Sobreviver
- Esteja afastada daquelas... - Um segredo de Amor Guardo
Destas Plantas que crescem para se cortar e despedaçar uma a outra
Não tenho mais pacto com o Jardim Suicida
Irei cortá-lo cada vez mais de mim
E Florescer num Caminho longo e demorado
Sobreviver
- Esteja afastada daquelas... - Um segredo de Amor Guardo
IV
Não espere
Não esperará o Amor
Quando por tanto tempo
Este já esperou
Eu avisto uma Poetisa-Bonita e ela vem
Ela está a cantar Cânticos de Amor e Amor
Não ouse se apressar
Não ouse hesitar
Não espere
Não esperará
Quando por tanto tempo
Ela cumpriu sua espera
Não esperará o Amor
Quando por tanto tempo
Este já esperou
Eu avisto uma Poetisa-Bonita e ela vem
Ela está a cantar Cânticos de Amor e Amor
Não ouse se apressar
Não ouse hesitar
Não espere
Não esperará
Quando por tanto tempo
Ela cumpriu sua espera
II
Todo o meu sentido pertencente ao meu ido
(que se quebre todos os meus sentidos de meu ido)
Até que se liberte tudo o que possa sentir
(Peito maldito... dizendo as lágrimas de meu peito... Calando as lágrimas).
Para que o Livro das Decepções seja apenas uma vez escrito.
(que se quebre todos os meus sentidos de meu ido)
Até que se liberte tudo o que possa sentir
(Peito maldito... dizendo as lágrimas de meu peito... Calando as lágrimas).
Para que o Livro das Decepções seja apenas uma vez escrito.
domingo, 27 de dezembro de 2015
Erro-Coragem-Amar
Se chamas minha coragem de amar
De erros a tua vaidade
Você não merece o amor que lhe apresento com coragem agora
Sou do amor
E não me permito me escravizar
De erros a tua vaidade
Você não merece o amor que lhe apresento com coragem agora
Sou do amor
E não me permito me escravizar
A las flores
I
A las Flores
Sonho Avante
Demoras bastante
Num fogo eterno a queimar as pétalas
Que cobrirão meu coração inundado por elas
A las flores
Que haja coragem
O tempo agora urge
O tempo além devora
O tempo atrás agarra
Com as mãos
Minhas, tuas, suas
Mãos do Tempo
Apenas
A las flores
Passar bem a todo desespero
Passar bem
Arte Natura
Arte Naturai
Arte, Arte
Morte das Mortes
Que se guardam entre as Vidas
Que caçadoras de Morte serão
Ah! Canto Sublime!
Canto em que me enlouqueci
Entre outras obras de mim
Já aprendi meu ofício
Quero agora amar ou outro delírio
Senão desertarei o primeiro olhar
Que me cruzar
Visto que deserto nenhum
Virá me buscar
Abandonada das areias minha alma foi
Abandonada das areias - Eis o Decreto
Cala fundo na minha alma
A sentença universal de todas as almas poetisas
O fundo e o final de nossas vidas
Não serei condenado
Serei eternizado
No Eterno Julgamento
E isto apenas
Para que não seja eterno o fim
que nasceria de uma eterna despedida
Não seja eterno o fim
Que nascerá da despedida
Iminente
Ponte Esplêndida!
Animal Sem Igual
Ponte das nossas vidas
Entre Manos de Adeus
Mão dos Tempos Ainda
A brotar de nossas vidas
Até que se revele as águas e os espelhos
Que nascem dentro de nós
Fontes dos desesperos
Onde Amantes a não Amantes
Vêm colher os Adeuses
Que brotam de nossas águas
Vêm dizer a nós
Nosso segredo
Adeuses tantas vezes adorados
Nós o templo
Vêm dizer a nós
O que tanto sabemos
Razão desta eternidade entre as portas dos fins
Desaparecer as Rosas
Esconder as outras Flores
Havia uma Criança em nosso Olhar
Ela era um Nunca Mais
Em nossas Vistas
Até o momento em que foi chamada por um abraço estranho que nos demos
Para ser nossa Visão
II
Haiá! Haiáh! Haiá!
Silêncio a todos os toques de amor
Declara! Declara! Declarai! Declarei vós Deidades de Fim
Deidades de Jardins! A Dizer a mim!
Da Alegria Esquecida das Flores!
A me consagrar uma divindade
Para ser devorada por todas as outras!
Ah! Flores do Esquecimento!
Flores Esquecidas!
Esqueça minha alma, dai minha alma!
Ah! Flor do Esquecer
Flor do Morrer
Impõe meu desaparecimento
Dai vida aos Campos!
Aíah! Aíah! Aíah!
Estapeada a minha cabeça
Até cair em mim derrota
Derrotado pela Queda
Queda! Ah! Mestra Vitoriosa!
Ascende a quem quer bem!
Descende de vós quem recebe tuas graças!
E quem não parece bem a ti!
Devoras as alturas
E se coloca acima delas!
Para ter a Vitória para ti
E desaparecimentos a quem olhares para dar a Desgraça
Deidade da Trapaça
Tua Irmã Ainda
Ah! Flor do Meu Ainda!
Eiah! Eiah!
Flor do Meu Ainda!
Amanhã que se faz agora!
Muda minha História!
Muda Minha História!
Dê o rodopio a Flor Desvanecente
De minha Alma a Rodar um Eternamente
A Dança em que sobrevivo
A Dança da Vida
Flor do Ainda
Das Histórias Transformatriz!
Rodopio de Um Eterno Desvanecer que se dá em favor do que está ao Derredor!
Sonho Avante! Agora!
Alma a Rodopiar Galante!
Dança da Vida! Dança da Vida!
Genialidade da Sabedoria-Diva!
III
Flori!
Floréi!
Tome as Flores
Divindades
Reinares
Reinardes
Queiras tu também
Que esta Flor custa a minha vida
A outra é a minha Vida
Estas Duas me mantêm
Amo-te agora para sobreviver
Até o Fim do Tempo
A Cair sobre tuas Águas
Que serão derramadas
Quando lançares o que há de cima enfim
Terminando meus céus
Terminando meu ofício
Terminando meu martírio
Para as Flores permanecerem
No Meu Jardim Eterno
A Mim Pretérito
Eu Ainda de um Nunca Mais
Ah! Jardim Ainda - Jardin Nunca
Mais! Mais!
Vou te dar minha Alma
Que se foi
Tome da Flor
Beba dos Orvalhos
E se por acaso tu te perderes na Madrugada
Beba do Último Orvalho que será a tua última lembrança de mim
Assim te encontrarás
E nunca mais tornarás para cá
Querida! Querida! Em Teus Pés
Já deixei a Flor de Lótus por Adeus
Estrado de Teus Pés
Porta na Terra
Para queda de minha Alma
Última Saída
Primeira Tua Avenida
Teus Pés Ainda
O Ainda de Teus Pés
Vinda! Vinda!
Bem Vinda!
IV
Alta Torre
Amor Inalcançável
Vou entre as Ruínas de minha Criação
A Última Gênesis
Para levar minha Alma
E depositá-la em tuas mãos
Amor! Amada minha!
Querida!
Que faremos de nossas vidas?
Desvaneça, desvanecer
Desvaneça isto
Seja a Vida
Seja a Vida, Vida!
Que assim tudo vai aparecer
Tu e eu
Desatados da Terra
Crias do Jardim de Eras
Feras a nascer do Nosso Fim
Começos Infindos
Jurei a tua Sinceridade
E a Cor Azulada-Glória
Que Teus Cabelos me fazem ver
Que serei fiel ao teu Amor Escarlata
Enquanto a Praça for Praça
De Quatro Poetas a Declararem Amores
Ao Público de Musas que não estão Ali
Num Aqui onde estão todas elas
No Aqui - Jardim onipresente de todos os Amores
Moradas-Casas
Palácios a Elas
Quero em demasia colher a Flor a Nascer de minha Alma
Para ter acesso ao Eterno Jardim
Onde guarda-se o Segredo de todas as Flores
Eu coloco as mãos em meu peito
E tu enfim sai em secreto
Com Salvas de Palmas do meu coração
Cantando o Sim e Cantando o Não
Dançando e sapateando
Serpenteando
Eu tenho um coração aberto
Você me faz lembrar
Eu te faço passar
Olet! Iolet!
Flor Passante!
Amor Glorificante!
Olet! Iolet! Ioláh!
Você me faz lembrar
Eu te faço passar
A las flores tu e eu
Memória e Caminho
Nadam em diferentes Rios
A Água é indiferente a Comunhão
A Natureza daquilo que é
É
E brilha simplesmente
Na Serpente Imensa
Animal Esplêndida
Nos Rios da Lua Inteira da Noite Plena
Azuis entre Azuis Verdadeiros
Rios Primeiros
Assim é o que é
E brilha
E brilha
Lá
Você me faz passar
Você me faz lembrar
Memória vai a porta
Caminho vai a outra porta
A Simetria a si é Indiferente
Tudo a mesma coisa é
Entre os nadas mutantes de nossas almas
E os universos que se fazem
Fora e dentro daqui
Tudo a mesma coisa é
Passada a Lembrança
Cantarei aqui
Você voa
Acima de mim
A las Flores
Sonho Avante
Demoras bastante
Num fogo eterno a queimar as pétalas
Que cobrirão meu coração inundado por elas
A las flores
Que haja coragem
O tempo agora urge
O tempo além devora
O tempo atrás agarra
Com as mãos
Minhas, tuas, suas
Mãos do Tempo
Apenas
A las flores
Passar bem a todo desespero
Passar bem
Arte Natura
Arte Naturai
Arte, Arte
Morte das Mortes
Que se guardam entre as Vidas
Que caçadoras de Morte serão
Ah! Canto Sublime!
Canto em que me enlouqueci
Entre outras obras de mim
Já aprendi meu ofício
Quero agora amar ou outro delírio
Senão desertarei o primeiro olhar
Que me cruzar
Visto que deserto nenhum
Virá me buscar
Abandonada das areias minha alma foi
Abandonada das areias - Eis o Decreto
Cala fundo na minha alma
A sentença universal de todas as almas poetisas
O fundo e o final de nossas vidas
Não serei condenado
Serei eternizado
No Eterno Julgamento
E isto apenas
Para que não seja eterno o fim
que nasceria de uma eterna despedida
Não seja eterno o fim
Que nascerá da despedida
Iminente
Ponte Esplêndida!
Animal Sem Igual
Ponte das nossas vidas
Entre Manos de Adeus
Mão dos Tempos Ainda
A brotar de nossas vidas
Até que se revele as águas e os espelhos
Que nascem dentro de nós
Fontes dos desesperos
Onde Amantes a não Amantes
Vêm colher os Adeuses
Que brotam de nossas águas
Vêm dizer a nós
Nosso segredo
Adeuses tantas vezes adorados
Nós o templo
Vêm dizer a nós
O que tanto sabemos
Razão desta eternidade entre as portas dos fins
Desaparecer as Rosas
Esconder as outras Flores
Havia uma Criança em nosso Olhar
Ela era um Nunca Mais
Em nossas Vistas
Até o momento em que foi chamada por um abraço estranho que nos demos
Para ser nossa Visão
II
Haiá! Haiáh! Haiá!
Silêncio a todos os toques de amor
Declara! Declara! Declarai! Declarei vós Deidades de Fim
Deidades de Jardins! A Dizer a mim!
Da Alegria Esquecida das Flores!
A me consagrar uma divindade
Para ser devorada por todas as outras!
Ah! Flores do Esquecimento!
Flores Esquecidas!
Esqueça minha alma, dai minha alma!
Ah! Flor do Esquecer
Flor do Morrer
Impõe meu desaparecimento
Dai vida aos Campos!
Aíah! Aíah! Aíah!
Estapeada a minha cabeça
Até cair em mim derrota
Derrotado pela Queda
Queda! Ah! Mestra Vitoriosa!
Ascende a quem quer bem!
Descende de vós quem recebe tuas graças!
E quem não parece bem a ti!
Devoras as alturas
E se coloca acima delas!
Para ter a Vitória para ti
E desaparecimentos a quem olhares para dar a Desgraça
Deidade da Trapaça
Tua Irmã Ainda
Ah! Flor do Meu Ainda!
Eiah! Eiah!
Flor do Meu Ainda!
Amanhã que se faz agora!
Muda minha História!
Muda Minha História!
Dê o rodopio a Flor Desvanecente
De minha Alma a Rodar um Eternamente
A Dança em que sobrevivo
A Dança da Vida
Flor do Ainda
Das Histórias Transformatriz!
Rodopio de Um Eterno Desvanecer que se dá em favor do que está ao Derredor!
Sonho Avante! Agora!
Alma a Rodopiar Galante!
Dança da Vida! Dança da Vida!
Genialidade da Sabedoria-Diva!
III
Flori!
Floréi!
Tome as Flores
Divindades
Reinares
Reinardes
Queiras tu também
Que esta Flor custa a minha vida
A outra é a minha Vida
Estas Duas me mantêm
Amo-te agora para sobreviver
Até o Fim do Tempo
A Cair sobre tuas Águas
Que serão derramadas
Quando lançares o que há de cima enfim
Terminando meus céus
Terminando meu ofício
Terminando meu martírio
Para as Flores permanecerem
No Meu Jardim Eterno
A Mim Pretérito
Eu Ainda de um Nunca Mais
Ah! Jardim Ainda - Jardin Nunca
Mais! Mais!
Vou te dar minha Alma
Que se foi
Tome da Flor
Beba dos Orvalhos
E se por acaso tu te perderes na Madrugada
Beba do Último Orvalho que será a tua última lembrança de mim
Assim te encontrarás
E nunca mais tornarás para cá
Querida! Querida! Em Teus Pés
Já deixei a Flor de Lótus por Adeus
Estrado de Teus Pés
Porta na Terra
Para queda de minha Alma
Última Saída
Primeira Tua Avenida
Teus Pés Ainda
O Ainda de Teus Pés
Vinda! Vinda!
Bem Vinda!
IV
Alta Torre
Amor Inalcançável
Vou entre as Ruínas de minha Criação
A Última Gênesis
Para levar minha Alma
E depositá-la em tuas mãos
Amor! Amada minha!
Querida!
Que faremos de nossas vidas?
Desvaneça, desvanecer
Desvaneça isto
Seja a Vida
Seja a Vida, Vida!
Que assim tudo vai aparecer
Tu e eu
Desatados da Terra
Crias do Jardim de Eras
Feras a nascer do Nosso Fim
Começos Infindos
Jurei a tua Sinceridade
E a Cor Azulada-Glória
Que Teus Cabelos me fazem ver
Que serei fiel ao teu Amor Escarlata
Enquanto a Praça for Praça
De Quatro Poetas a Declararem Amores
Ao Público de Musas que não estão Ali
Num Aqui onde estão todas elas
No Aqui - Jardim onipresente de todos os Amores
Moradas-Casas
Palácios a Elas
Quero em demasia colher a Flor a Nascer de minha Alma
Para ter acesso ao Eterno Jardim
Onde guarda-se o Segredo de todas as Flores
Eu coloco as mãos em meu peito
E tu enfim sai em secreto
Com Salvas de Palmas do meu coração
Cantando o Sim e Cantando o Não
Dançando e sapateando
Serpenteando
Eu tenho um coração aberto
Você me faz lembrar
Eu te faço passar
Olet! Iolet!
Flor Passante!
Amor Glorificante!
Olet! Iolet! Ioláh!
Você me faz lembrar
Eu te faço passar
A las flores tu e eu
Memória e Caminho
Nadam em diferentes Rios
A Água é indiferente a Comunhão
A Natureza daquilo que é
É
E brilha simplesmente
Na Serpente Imensa
Animal Esplêndida
Nos Rios da Lua Inteira da Noite Plena
Azuis entre Azuis Verdadeiros
Rios Primeiros
Assim é o que é
E brilha
E brilha
Lá
Você me faz passar
Você me faz lembrar
Memória vai a porta
Caminho vai a outra porta
A Simetria a si é Indiferente
Tudo a mesma coisa é
Entre os nadas mutantes de nossas almas
E os universos que se fazem
Fora e dentro daqui
Tudo a mesma coisa é
Passada a Lembrança
Cantarei aqui
Você voa
Acima de mim
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Oração a Não-Mente
A Mente mente
A Mente que sente
É navalha
Em qualquer mente desavisada
Desta navalha sangram palavras
Rios de mentiras
E mais um tolo cantante a alma (metafísica)
Canta para a vida
Cai na mente
Fora do Amor e fora da Morte
Fora com as palavras da mente
E com a mente das palavras
Que haja um mundo profundo
Um mundo de sentimentos
Sem palavras
Com lavras
De sonhos e delírios comigo
Um mundo sensível
Dentro da verdade e da natureza
De criaturas líricas visíveis
De livros andantes incríveis
Seja feita a nossa identidade
Eis a vontade
De não-mente
Eis a vontade
Defendida de infinitas possibilidades
No centro da vida
Da única vida e do único ser
Do amanhecer do amor e da noite
Do amanhecer do amor e da noite
Que acabam agora.
A Mente que sente
É navalha
Em qualquer mente desavisada
Desta navalha sangram palavras
Rios de mentiras
E mais um tolo cantante a alma (metafísica)
Canta para a vida
Cai na mente
Fora do Amor e fora da Morte
Fora com as palavras da mente
E com a mente das palavras
Que haja um mundo profundo
Um mundo de sentimentos
Sem palavras
Com lavras
De sonhos e delírios comigo
Um mundo sensível
Dentro da verdade e da natureza
De criaturas líricas visíveis
De livros andantes incríveis
Seja feita a nossa identidade
Eis a vontade
De não-mente
Eis a vontade
Defendida de infinitas possibilidades
No centro da vida
Da única vida e do único ser
Do amanhecer do amor e da noite
Do amanhecer do amor e da noite
Que acabam agora.
Ler-Pequenez
Ler para engrandecer a Alma é pequeno
Ler para se divertir é pequeno
Ler para expandir o conhecimento é pequeno
Ler para conhecer melhor quem escreve é pequeno
Ler para conhecer melhor a sociedade é pequeno
Ler é pequeno
Ler é apequenamento
Ler é a pequenez da alma
Ler são fragmentos que se lançam ao vento
Ler é fazer a percepção se contentar com migalhas
As migalhas das migalhas dos fragmentos
E para a leitura não aqui não findar sem a moral pequena para quem se perseverar a apequenar em humanidade
Seja com orgulhos leves (quem ou as gentes?) (e) ou pesadíssimas humildades
O apequenamento inevitável contraído
A contragosto esquecido ou esquecimento esclarecido
O Apequenamento em andamento
Perseguirá a Perfeita Pequenês
Até o Infinito
Ler para se divertir é pequeno
Ler para expandir o conhecimento é pequeno
Ler para conhecer melhor quem escreve é pequeno
Ler para conhecer melhor a sociedade é pequeno
Ler é pequeno
Ler é apequenamento
Ler é a pequenez da alma
Ler são fragmentos que se lançam ao vento
Ler é fazer a percepção se contentar com migalhas
As migalhas das migalhas dos fragmentos
E para a leitura não aqui não findar sem a moral pequena para quem se perseverar a apequenar em humanidade
Seja com orgulhos leves (quem ou as gentes?) (e) ou pesadíssimas humildades
O apequenamento inevitável contraído
A contragosto esquecido ou esquecimento esclarecido
O Apequenamento em andamento
Perseguirá a Perfeita Pequenês
Até o Infinito
Amar Começar
Minha Amada
Não estás obrigada a nada
Não estás obrigada a viver comigo por toda a vida
Meu coração está aberto
Tal este é e tal tu és
Hoje me inicio no amor que me principiou
E isso
Isso
Não terá fim
Não estás obrigada a nada
Não estás obrigada a viver comigo por toda a vida
Meu coração está aberto
Tal este é e tal tu és
Hoje me inicio no amor que me principiou
E isso
Isso
Não terá fim
Duas Damas
Uma Dama Vestida de Escuridão
Sustenta em seu colo e em seu Abraço
O Acordeão do Amor
Enqüant'a Dama da Treva-Escarlata
Abençoa os Cravos
Com suas Abençoadas Mãos
Ah! Retorna em mim a Esperança e a Força de Amante
No Fluxo do Amor que nunca parou
E a minha visão é enfim restaurada
Ah! Como eu não poderia perceber
O Amor que o Amor brilhou no Olhar
Ah! Não brilhou o amor em teus olhos?
Ah! Não é o Amor que te aqueceu quando me abraçavas?
Ah! Olhar de Melodia
Melodia Ela Própria
Acenda em minha Alma os trovões da sua
Sustenta em seu colo e em seu Abraço
O Acordeão do Amor
Enqüant'a Dama da Treva-Escarlata
Abençoa os Cravos
Com suas Abençoadas Mãos
Ah! Retorna em mim a Esperança e a Força de Amante
No Fluxo do Amor que nunca parou
E a minha visão é enfim restaurada
Ah! Como eu não poderia perceber
O Amor que o Amor brilhou no Olhar
Ah! Não brilhou o amor em teus olhos?
Ah! Não é o Amor que te aqueceu quando me abraçavas?
Ah! Olhar de Melodia
Melodia Ela Própria
Acenda em minha Alma os trovões da sua
Uma Dama
I
A Dama canta
Um amor que fica
II
A Dama canta
E das vozes milhares nos mares
Colhe seu Amor de volta
E ao colher
As vozes milhares se voltam para o Jardim
O Jardim cresce
E o oceano o Jardim Crescente se torna
III
A Dama
Com amor a sustentar seu rosto
Diante da Beleza que despertou
Fecha os olhos carinhosamente
De Estrelas milhares
E se entrega docemente
A Dama canta
Um amor que fica
II
A Dama canta
E das vozes milhares nos mares
Colhe seu Amor de volta
E ao colher
As vozes milhares se voltam para o Jardim
O Jardim cresce
E o oceano o Jardim Crescente se torna
III
A Dama
Com amor a sustentar seu rosto
Diante da Beleza que despertou
Fecha os olhos carinhosamente
De Estrelas milhares
E se entrega docemente
A Rosa do Povo
I
A Rosa do Povo
Vive pois o Povo Canta
Com a Dama da Guitarra
A Dizer o Nome de Todos
Na Guitarra a Amar que soa...
Os ímpetos se balançam tal águas milhares
As Almas Crescem
E a força do Povo se faz mais perseverante
Ventos e Luzes em Força
Lançam as Distâncias a Nação deste Povo Feliz
A Rosa do Povo
Nasce das gentes com as Mãos no Amor de seu peito
A Rosa do Povo
A Dançar e a cantar com a Dama
Restam eternas
II
...
A Rosa do Povo
Vive pois o Povo Canta
Com a Dama da Guitarra
A Dizer o Nome de Todos
Na Guitarra a Amar que soa...
Os ímpetos se balançam tal águas milhares
As Almas Crescem
E a força do Povo se faz mais perseverante
Ventos e Luzes em Força
Lançam as Distâncias a Nação deste Povo Feliz
A Rosa do Povo
Nasce das gentes com as Mãos no Amor de seu peito
A Rosa do Povo
A Dançar e a cantar com a Dama
Restam eternas
II
...
Luz
I
Quando me envolver a escuridão
Minhas mãos encontrarão
A Chave
para a Tua Redenção
II
Minhas mãos
Encontraram
Acariciam tua Face
Eu me redimo
E tu em mim
Continua
Quando me envolver a escuridão
Minhas mãos encontrarão
A Chave
para a Tua Redenção
II
Minhas mãos
Encontraram
Acariciam tua Face
Eu me redimo
E tu em mim
Continua
Adeus
I
Digas adeus
Se não amas a Dama Vermelha que vive num Oceano-Reino de Azul
Digas adeus e se não disseres
Eu garanto tua partida
Aqui ficam
Os que amam a Dama a subir na Montanha
A Nos Cantar Cântigas de Amor
Que coragem vai aos nossos corações Ainda
Aqui finda
O Templo onde se adora a covardia
Das Falsas Estátuas
Silhuetas sem solidez e com aparências de Eternidade que restariam
Lançamos fora Pedra sobre Pedra
Ao Porto que anseia sua partida
II
As Pedras que se lançam
Espalham sais no Chão
Uma Nuvem a Crescer tão Rápido
E a se desfazer tão Rápido
Em Olhares-Almas
Que voltam para contemplar
As suas não-voltas
Em Retorno Eterno
III
A Dama Vermelha Vive em Mim
O Oceano Reino de Azul
É que alimenta a minha Alma
Digas adeus
Se não amas a Dama Vermelha que vive num Oceano-Reino de Azul
Digas adeus e se não disseres
Eu garanto tua partida
Aqui ficam
Os que amam a Dama a subir na Montanha
A Nos Cantar Cântigas de Amor
Que coragem vai aos nossos corações Ainda
Aqui finda
O Templo onde se adora a covardia
Das Falsas Estátuas
Silhuetas sem solidez e com aparências de Eternidade que restariam
Lançamos fora Pedra sobre Pedra
Ao Porto que anseia sua partida
II
As Pedras que se lançam
Espalham sais no Chão
Uma Nuvem a Crescer tão Rápido
E a se desfazer tão Rápido
Em Olhares-Almas
Que voltam para contemplar
As suas não-voltas
Em Retorno Eterno
III
A Dama Vermelha Vive em Mim
O Oceano Reino de Azul
É que alimenta a minha Alma
A Verdade
I
A Verdade é que existem Nuvens a se espalhar no Estrado de Teus Pés
E Ondas a se erguerem altas no céu
Tu estás com a Direção das Direções
Em tuas mãos
E tu Dama Primeira
Hás de ditar Palavra por Palavra
E Passo por Passo da Dança Final
Do Templo do Mesmo
II
O Silêncio te Contempla
Enqüanto contemplas o Mar
A Verdade é que existem Nuvens a se espalhar no Estrado de Teus Pés
E Ondas a se erguerem altas no céu
Tu estás com a Direção das Direções
Em tuas mãos
E tu Dama Primeira
Hás de ditar Palavra por Palavra
E Passo por Passo da Dança Final
Do Templo do Mesmo
II
O Silêncio te Contempla
Enqüanto contemplas o Mar
Redenção
Eu me importo com as cores do Dia
E creio na Invisibilidade do Meu Coração
Serei Força
Serei Vida
E quando falar de Amor
Eu amarei
E creio na Invisibilidade do Meu Coração
Serei Força
Serei Vida
E quando falar de Amor
Eu amarei
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