Anelo por escutar tua voz
És-me aprazível minha amada!
Quando falas, me enterneces
Depois fico a lembrar o que outrora dissestes
Ao longe, vejo-te na janela
Então comigo penso...
Não é uma princesa, uma fidalga?
Será que é ilusão ver uma mulher tão bela?
Não me iludistes, tu existes
E novamente procuro o lugar onde ecoa tua voz
Que me faz sentir tão alegre emoção
Tua presença é vida, é sorte, é redenção
Tua voz soa como uma bela canção
Falas, parece que cantas e me encanta
Quero alcançar-te como ao céu
Para saltar as montanhas
Tua voz me salva, me cura, me fortalece
Contigo tenho forças para seguir
O que farei para te merecer?
Sei que é tão bom lhe pertencer!
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Venha!
Venha para os meus braços
Pois eu te receberei
Te acolherei como és
Te amarei como estiver
Venha para os meus braços
Pois lhe tenho amor
Sinto florescer minha ternura
E incandescer minha paixão!
Que o amor me ilumine
E me mostre o caminho
De te fazer feliz
Quero estar ao teu lado
Ouvir o que me diz
Dizer que tu és o que sempre quis
Pois eu te receberei
Te acolherei como és
Te amarei como estiver
Venha para os meus braços
Pois lhe tenho amor
Sinto florescer minha ternura
E incandescer minha paixão!
Que o amor me ilumine
E me mostre o caminho
De te fazer feliz
Quero estar ao teu lado
Ouvir o que me diz
Dizer que tu és o que sempre quis
Lamento do homem vil
Ah! Como de mim os valores têm sumido
Me amargura viver só de aparência
Pois de inadequadíssimo modo tenho vivido
E a mediocridade tem diluído minha existência!
Bem sabes as pessoas como sou
Ignorante, idiota, um transloucado!
No embriagar do vinho meu coração a mim confessou:
Você é um pobre, inútil e desgraçado!
Isso é o que meu coração sente
É o que na minha mente está
Desse pobre boêmio iludido
Que sempre a vida de um insolente
Sempre termina em desgraça
No seu velório não há nenhum conhecido!
Isso é o que meu vil coração sente
Esse mesmo que sustém a vida desse insolente
Que bate fraco e iludido
Serei mais um boêmio desconhecido
O meu tormento em minha mente passa:
Mais um bêbado largado na rua à espera da desgraça!
Me amargura viver só de aparência
Pois de inadequadíssimo modo tenho vivido
E a mediocridade tem diluído minha existência!
Bem sabes as pessoas como sou
Ignorante, idiota, um transloucado!
No embriagar do vinho meu coração a mim confessou:
Você é um pobre, inútil e desgraçado!
Isso é o que meu coração sente
É o que na minha mente está
Desse pobre boêmio iludido
Que sempre a vida de um insolente
Sempre termina em desgraça
No seu velório não há nenhum conhecido!
Isso é o que meu vil coração sente
Esse mesmo que sustém a vida desse insolente
Que bate fraco e iludido
Serei mais um boêmio desconhecido
O meu tormento em minha mente passa:
Mais um bêbado largado na rua à espera da desgraça!
Será que você morreu?
Será que você morreu?
Quem foi vítima não fui eu
Quem garante que você é sobrevivente?
Somente sei que sua vida é contingente
Dizem que você foi esfaqueado
Falaram que você foi queimado
Ou então que morreu afogado
Supõe-se que foi enterrado vivo
Acredito eu que foi esfolado
(Acho menos sofrimento que morrer eletrocutado)
Sabemos apenas que alguém foi cruelmente assassinado
Morto sem motivo
Não tem como ter ficado fugitivo
Deixou a todos preocupados
Com quem ficará então seu legado?
Parece que foi algo planejado
Ou seria sorte que não pedissem investigação?
Foi algo que me deixou impactado
Mas achei que o velório foi menos lástima que encenação
Foi algo que me deixou impactado
E isso me mantém bastante intrigado
Parece que foi ensaiada a reação dos seus familiares
O que eu disse é apenas suposição
Não sou advogado de acusação
Nem polícia muito menos ladrão
Mas chegou afinal uma razão
Acho que se pudesse você não se alegraria então
Pois é algo que chegou a evidência
Sinto muito amigo você acaba de deixar a existência!
Quem foi vítima não fui eu
Quem garante que você é sobrevivente?
Somente sei que sua vida é contingente
Dizem que você foi esfaqueado
Falaram que você foi queimado
Ou então que morreu afogado
Supõe-se que foi enterrado vivo
Acredito eu que foi esfolado
(Acho menos sofrimento que morrer eletrocutado)
Sabemos apenas que alguém foi cruelmente assassinado
Morto sem motivo
Não tem como ter ficado fugitivo
Deixou a todos preocupados
Com quem ficará então seu legado?
Parece que foi algo planejado
Ou seria sorte que não pedissem investigação?
Foi algo que me deixou impactado
Mas achei que o velório foi menos lástima que encenação
Foi algo que me deixou impactado
E isso me mantém bastante intrigado
Parece que foi ensaiada a reação dos seus familiares
O que eu disse é apenas suposição
Não sou advogado de acusação
Nem polícia muito menos ladrão
Mas chegou afinal uma razão
Acho que se pudesse você não se alegraria então
Pois é algo que chegou a evidência
Sinto muito amigo você acaba de deixar a existência!
Prosa solitária de um louco
- É fácil! É simples! É doce e suave! Existir e ser feliz, fazer o bem e
alegrar-se! Avisto uma bebida e um pequeno copo com um pouco de bebida,
parece bom, vou bebê-lo. Hmmm, como é bom e gostoso, pena que tenha
somente um pouco. Oh! Bebi minha vida!
(.)
- Por não saber em que empregar o tempo para conceder algum sentido para a minha existência, o futuro me punirá com tédio.
- Quem não diz dane-se não é livre.
- Dane-se.
- Quando, senhores, o que se pensa estiver estritamente ao alcance do que chamais “intelecto objetivo”, então nós poetas estaremos desempregados.
- Quem não diz dane-se não é livre.
- Dane-se.
- Quando, senhores, o que se pensa estiver estritamente ao alcance do que chamais “intelecto objetivo”, então nós poetas estaremos desempregados.
Apologia e protesto do malandro
Deixa eu ficar aqui cantando
Não quero ficar o dia inteiro trabalhando
Quero passar a noite sonhando
E não cansado me fatigando
Responsabilidade sai para lá
Que agora quero me deitar
Que ninguém venha me acordar
A não ser para sair, beber e namorar
Na rua é meu lugar
E aqui é que eu vou ficar
Tenho muito com o que me preocupar
Com as horas de lazer que eu vou me dar
Preciso me recuperar
Estando triste vou para o bar
Falar bobeira e relaxar
(E mais uma saidera para eu me recuperar)
Cair no chão de me embriagar
Para sempre vou vagabundear
Curtir a vida e vadear
Assim vou aproveitando o momento
Até que me traga o fim o tormento
Não quero ficar o dia inteiro trabalhando
Quero passar a noite sonhando
E não cansado me fatigando
Responsabilidade sai para lá
Que agora quero me deitar
Que ninguém venha me acordar
A não ser para sair, beber e namorar
Na rua é meu lugar
E aqui é que eu vou ficar
Tenho muito com o que me preocupar
Com as horas de lazer que eu vou me dar
Preciso me recuperar
Estando triste vou para o bar
Falar bobeira e relaxar
(E mais uma saidera para eu me recuperar)
Cair no chão de me embriagar
Para sempre vou vagabundear
Curtir a vida e vadear
Assim vou aproveitando o momento
Até que me traga o fim o tormento
Não vi meu amor passar
Hoje o dia foi de amargar
Não vi meu amor passar
O mundo desmoronou sobre mim
Me engoliu o mar
Pela terra fui soterrado
Entre escárnios humilhado
Entre amargura, dor e desilusão
Aos que eu amo fui farsa e decepção
Todos os bichos ferozes quiseram me matar
Mas os vermes rejeitaram minha carne tragar
Tudo o que eu disse foi considerado loucura
Pareceu bem a todos me colocar na sepultura
Quiseram todos que eu parasse de respirar
Quis muito a morte minha alma levar
Mas não quiseram que eu fosse morrer
Pareceu melhor que vivesse para sofrer
A morte me seria consolo e anestesia
E era que eu sofresse que os outros queriam
A espada atravessou meu rim
O peso das estrelas caiu sobre mim
Mui amargo foi e estou triste assim
Por isso coloquei-me a chorar
Pois não vi meu amor passar
Não vi meu amor passar
O mundo desmoronou sobre mim
Me engoliu o mar
Pela terra fui soterrado
Entre escárnios humilhado
Entre amargura, dor e desilusão
Aos que eu amo fui farsa e decepção
Todos os bichos ferozes quiseram me matar
Mas os vermes rejeitaram minha carne tragar
Tudo o que eu disse foi considerado loucura
Pareceu bem a todos me colocar na sepultura
Quiseram todos que eu parasse de respirar
Quis muito a morte minha alma levar
Mas não quiseram que eu fosse morrer
Pareceu melhor que vivesse para sofrer
A morte me seria consolo e anestesia
E era que eu sofresse que os outros queriam
A espada atravessou meu rim
O peso das estrelas caiu sobre mim
Mui amargo foi e estou triste assim
Por isso coloquei-me a chorar
Pois não vi meu amor passar
A Dura Realidade
Para encarar a realidade
Tem que ser gente de verdade
Enfrentar a adversidade
Com bravura e lealdade
Para encarar a realidade
Tem que se familiarizar com a dor
Nunca desistir do amor
E ir em frente sem temor
Para enfrentar a realidade
Tem que ser humilde e ter coragem
Tem que ter o rumo da viagem
E não dar trela para a malandragem
Para enfrentar a realidade
Tem que ressuscitar o sonho que morreu
Lutar pela esperança que desapareceu
E dizer ao problema que foi você quem venceu!
Tem que ser gente de verdade
Enfrentar a adversidade
Com bravura e lealdade
Para encarar a realidade
Tem que se familiarizar com a dor
Nunca desistir do amor
E ir em frente sem temor
Para enfrentar a realidade
Tem que ser humilde e ter coragem
Tem que ter o rumo da viagem
E não dar trela para a malandragem
Para enfrentar a realidade
Tem que ressuscitar o sonho que morreu
Lutar pela esperança que desapareceu
E dizer ao problema que foi você quem venceu!
XIII
O cálculo da determinante
Se dá através do
Produto
Dos números da diagonal
Principal menos o produto
Da diagonal secundária.
Se dá através do
Produto
Dos números da diagonal
Principal menos o produto
Da diagonal secundária.
XI
Deixo o amor me guiar... E sossego
Sem me preocupar, nem me arrepender
É injusto chamá-lo de cego
Por ele ter olhos apenas para você
Sem me preocupar, nem me arrepender
É injusto chamá-lo de cego
Por ele ter olhos apenas para você
X
Se me odeia de verdade
Lave teu rosto com meu sangue
Me leve até minha cruz
E persista em me adorar
Lave teu rosto com meu sangue
Me leve até minha cruz
E persista em me adorar
(.)
- Há mais mistérios num coração de mulher do que os que há entre o céu e a terra e do que os que sonham nossa vã filosofia.
- "Deus fez a mulher para provar que é perfeito!"
- Depois da conquista de si mesmos os seres humanos aspirarão a conquistar o mundo inteiro.
- "Deus fez a mulher para provar que é perfeito!"
- Depois da conquista de si mesmos os seres humanos aspirarão a conquistar o mundo inteiro.
(.)
- O amor não deve ser fantasiado, antes praticado.
- De todas as coisas mais vis, de tudo o que é desprezível, de tudo o que é abominável, não chamareis tu, pois não gastarei em vida uma sequer palavra para exprimir o que és até que me faças o obséquio de não mais existir.
- O que eu sou? O que em mim define meu verdadeiro ser? A minha alma, meu ego, meu karma? O predomínio de um destes? (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)...
- De todas as coisas mais vis, de tudo o que é desprezível, de tudo o que é abominável, não chamareis tu, pois não gastarei em vida uma sequer palavra para exprimir o que és até que me faças o obséquio de não mais existir.
- O que eu sou? O que em mim define meu verdadeiro ser? A minha alma, meu ego, meu karma? O predomínio de um destes? (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)...
Quem eu sou?
(...) (...) (...) (...) (...) (...)
(...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
(...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
(...) (...) (...) (...)
De onde eu vim e para onde eu vou?
Da terra e para terra. Como vim eu a ter vida? Não me interessa a origem da vida nem o fim último dela, nada disso me interessa a não ser o que se refere a sua continuidade e experiência. E no fim ainda que agora não seja indiferente serei fatalmente indiferente e assim em face do fim: Tanto faz!
Porque isso é a vida: Um belo bosque repleto de rosas cuja porta de entrada e saída há dois anjos que entoam cânticos ao nada. (E para nada?). Além do bosque há o vazio e os anjos por cantarem para o vazio o levam dentro de si. E quem um dia saiu pelas portas? E quem um dia interrogou os anjos? E quem deu a vida às rosas? Aquele que crê dirá que alguém as plantou. Aquele que vê dirá que o bosque e elas conservam a vida.
(...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
(...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
(...) (...) (...) (...)
De onde eu vim e para onde eu vou?
Da terra e para terra. Como vim eu a ter vida? Não me interessa a origem da vida nem o fim último dela, nada disso me interessa a não ser o que se refere a sua continuidade e experiência. E no fim ainda que agora não seja indiferente serei fatalmente indiferente e assim em face do fim: Tanto faz!
Porque isso é a vida: Um belo bosque repleto de rosas cuja porta de entrada e saída há dois anjos que entoam cânticos ao nada. (E para nada?). Além do bosque há o vazio e os anjos por cantarem para o vazio o levam dentro de si. E quem um dia saiu pelas portas? E quem um dia interrogou os anjos? E quem deu a vida às rosas? Aquele que crê dirá que alguém as plantou. Aquele que vê dirá que o bosque e elas conservam a vida.
(.)
- O poeta disse ao poeta: Tu és mentiroso. O outro respondeu: Não me ofendo, pois dizes isso com boa intenção.
- (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)...
- (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)...
Não acredite em Poetas
Não acredite em mentiras
Naquelas bem contadas e descritas
Aquelas que como o ancião dizia
Poesias...
Não acredite em vozes interiores
Mas nos seres fantásticos desacreditados
Não acredite em pessoa certa
Acredite no poeta
O poeta lança suas setas
Competindo com a flecha do cupido
O poeta lança suas setas
E quer ser o cupido
Acredite no poeta
No poeta do amor
Não veja para crer
(Olha lá em cima
O poeta na sua frente lhe dá um paraíso
Nas suas costas solta risos)
Naquelas bem contadas e descritas
Aquelas que como o ancião dizia
Poesias...
Não acredite em vozes interiores
Mas nos seres fantásticos desacreditados
Não acredite em pessoa certa
Acredite no poeta
O poeta lança suas setas
Competindo com a flecha do cupido
O poeta lança suas setas
E quer ser o cupido
Acredite no poeta
No poeta do amor
Não veja para crer
(Olha lá em cima
O poeta na sua frente lhe dá um paraíso
Nas suas costas solta risos)
Muro Pichado
(Isto estava escrito em um muro):
Marginalidade
Civilidade reprimida
Venda sua alma várias vezes
E veja quantas vezes você compra sua vida
Mente de aluguel
Parasita
Paraíso
Jardim do Éden nos classificados
Boca suja que te cospe
Anjo de luz que sabe se vestir
Se vista também
Quando estiver sozinho
Portas abertas
Decepção no espelho universal
Admiração pelas tumbas
Pérolas vendidas a todos os animais
Vender e comprar
Tudo tem um preço
Todo final
Tem um começo (cansaço)
Vestir-se
(Portas abertas)
Vestes reais rasgadas e vestidas
Apenas o oráculo diz
O que é melhor para nossas vidas
Marginalidade
Civilidade reprimida
Venda sua alma várias vezes
E veja quantas vezes você compra sua vida
Mente de aluguel
Parasita
Paraíso
Jardim do Éden nos classificados
Boca suja que te cospe
Anjo de luz que sabe se vestir
Se vista também
Quando estiver sozinho
Portas abertas
Decepção no espelho universal
Admiração pelas tumbas
Pérolas vendidas a todos os animais
Vender e comprar
Tudo tem um preço
Todo final
Tem um começo (cansaço)
Vestir-se
(Portas abertas)
Vestes reais rasgadas e vestidas
Apenas o oráculo diz
O que é melhor para nossas vidas
(.)
- Dizem que gestos valem mais do que palavras, mas nenhum sentimento é válido se não o queremos assumir.
- Se os seres humanos não fossem hostis, afugentar a solidão não seria entretenimento.
- Se os seres humanos não fossem hostis, afugentar a solidão não seria entretenimento.
O Dia que Eu Invoquei Lúcifer
Um dia fiz minha oferenda
Fui ao cemitério a meia-noite
Na encruzilhada coloquei-me a chamar o maldito nome
E você já havia fugido antes que o mau te assombrasse
Trevas ao meu redor
Pesada atmosfera de dor que agora já não quero provocar
Arrependimento sobre minha alma
Temor certo a respeito de toda crueldade
Eis que surgia a maldita entidade
Não queria fechar os olhos e não queria olhar
Eis que criaturas aladas: Milhares!
Riam, batiam em mim e me provocavam nojo
E eis que um ser bonito
Com um semblante desgraçado
Com o sorriso mais malicioso do mundo
Se aproximava de mim
E eis que quando se aproximava
Eu o reconhecia
E agora acendia minha ira!
Ora é apenas um poeta!
Se fazendo de Lúcifer
Então todas as criaturas foram embora
E eis um semblante de criança pega em sua travessura
Fui ao cemitério a meia-noite
Na encruzilhada coloquei-me a chamar o maldito nome
E você já havia fugido antes que o mau te assombrasse
Trevas ao meu redor
Pesada atmosfera de dor que agora já não quero provocar
Arrependimento sobre minha alma
Temor certo a respeito de toda crueldade
Eis que surgia a maldita entidade
Não queria fechar os olhos e não queria olhar
Eis que criaturas aladas: Milhares!
Riam, batiam em mim e me provocavam nojo
E eis que um ser bonito
Com um semblante desgraçado
Com o sorriso mais malicioso do mundo
Se aproximava de mim
E eis que quando se aproximava
Eu o reconhecia
E agora acendia minha ira!
Ora é apenas um poeta!
Se fazendo de Lúcifer
Então todas as criaturas foram embora
E eis um semblante de criança pega em sua travessura
O dia que você invocou Lúcifer
Ouvi-te clamar com devoção
“Satanás”!
Eu disse: Sim!
“Eu preciso ver tua face”
Não queiras ver meu semblante
Quando flameja em mim o calor que falta em tua alma
Tampouco segure minha mão
Quando quiseres teu próprio inferno
Mas Satanás invoquei-te tanto
Por que não olhas para mim?
Veja que minha alma tem valor
Quer comprá-la?
Não posso te salvar da miséria de sua alma
A vida onde ela se encerra
Não encontrarás nada
Nenhuma sabedoria ou palavra final
Mas agora que provocastes
Vou devorar a sua alma
Mas não irei aproveitar nada
E retiro o véu da minha face...
“Satanás”!
Eu disse: Sim!
“Eu preciso ver tua face”
Não queiras ver meu semblante
Quando flameja em mim o calor que falta em tua alma
Tampouco segure minha mão
Quando quiseres teu próprio inferno
Mas Satanás invoquei-te tanto
Por que não olhas para mim?
Veja que minha alma tem valor
Quer comprá-la?
Não posso te salvar da miséria de sua alma
A vida onde ela se encerra
Não encontrarás nada
Nenhuma sabedoria ou palavra final
Mas agora que provocastes
Vou devorar a sua alma
Mas não irei aproveitar nada
E retiro o véu da minha face...
Os Ventos de Babilônia
O espírito de Babilônia sopra em sua direção
Enredando castelos, pessoas e grilhões como se fossem um
Sempre te arrastará porque tuas asas não te seguram no firmamento
E teu coração está sozinho a desejar o regresso
Ventos de Babilônia: A dança na chuva!
Cantai teus preceitos e relembrai tuas histórias
Livre é teu espírito
Mas não são livres as circunstâncias ao redor
Crestes no mundo e na boa terra que aqui há
Inúmeras vezes o inimigo salta ao teu encontro
Te dando conselhos e acompanhando-te em sua jornada
Sendo-te fiel nas viagens e habitando teu lar
Sei que para chegares ao teu templo foi enfadonho
Enfastiaste teu espírito carregando em cima de ti este jugo
Não abrirás as portas de Jerusalém, pois estás muito fraco
Não encontrarás teu lugar no monte santo
Quando enxergares: Abra as vendas do teu coração e veja
Ainda há limites instransponíveis
E na cela onde você está
Ninguém sai daí se é em ti que está
Enredando castelos, pessoas e grilhões como se fossem um
Sempre te arrastará porque tuas asas não te seguram no firmamento
E teu coração está sozinho a desejar o regresso
Ventos de Babilônia: A dança na chuva!
Cantai teus preceitos e relembrai tuas histórias
Livre é teu espírito
Mas não são livres as circunstâncias ao redor
Crestes no mundo e na boa terra que aqui há
Inúmeras vezes o inimigo salta ao teu encontro
Te dando conselhos e acompanhando-te em sua jornada
Sendo-te fiel nas viagens e habitando teu lar
Sei que para chegares ao teu templo foi enfadonho
Enfastiaste teu espírito carregando em cima de ti este jugo
Não abrirás as portas de Jerusalém, pois estás muito fraco
Não encontrarás teu lugar no monte santo
Quando enxergares: Abra as vendas do teu coração e veja
Ainda há limites instransponíveis
E na cela onde você está
Ninguém sai daí se é em ti que está
VIII
Quem disse que intento eu
Sair por aquela porta
Para você sentir minha falta
Eu já sei que foi você que a abriu
Os recintos secretos de nossas almas
Não conversam a tempos
Ainda que te der todo o ouro
Olharás para outra pedra qualquer
Oh! Misericórdia! Quem dera!
Que esse amor durasse
Além desta primavera
A voz que te chama ao eterno amor
Queria que a escutasse
Apenas quem ama ouve
Mas sei que tu não me amas
A voz que chama ao eterno amor
Não houve quem escutasse
O meu coração consternado em dor
Não houve quem consolasse
Não sinto sua falta
Não sinto você aqui
E estou no apogeu da fraqueza
Fraqueza
E se eu continuar a gritar
E sangrar e morrer
Será que alguém vai me escutar
E vir me socorrer?
Sair por aquela porta
Para você sentir minha falta
Eu já sei que foi você que a abriu
Os recintos secretos de nossas almas
Não conversam a tempos
Ainda que te der todo o ouro
Olharás para outra pedra qualquer
Oh! Misericórdia! Quem dera!
Que esse amor durasse
Além desta primavera
A voz que te chama ao eterno amor
Queria que a escutasse
Apenas quem ama ouve
Mas sei que tu não me amas
A voz que chama ao eterno amor
Não houve quem escutasse
O meu coração consternado em dor
Não houve quem consolasse
Não sinto sua falta
Não sinto você aqui
E estou no apogeu da fraqueza
Fraqueza
E se eu continuar a gritar
E sangrar e morrer
Será que alguém vai me escutar
E vir me socorrer?
O Bosque
Vejo um bosque como contemplar a vida
Vejo o bosque
É um universo
Um único lugar no meio do vazio sem fim
Bosque de rosas
Que não pediram para nascer
Que pedem para viver
E que pedem para saber o que é viver
Os anjos que guardam suas portas
Cantam para o vazio
E por cantarem para ele
O levam dentro de si
E o vento leva
Aquilo que o firmamento não segura
Vento de paixões, amores e desejos
Vento que leva a pétala das flores
Vento do bosque
Passou por mim
Não me levou
E nada me disse
O vento levou
O meu coração
Do meu coração
O Bosque
O vento passou
Não me levou
O vento levou
A minha alma
Vejo o bosque
É um universo
Um único lugar no meio do vazio sem fim
Bosque de rosas
Que não pediram para nascer
Que pedem para viver
E que pedem para saber o que é viver
Os anjos que guardam suas portas
Cantam para o vazio
E por cantarem para ele
O levam dentro de si
E o vento leva
Aquilo que o firmamento não segura
Vento de paixões, amores e desejos
Vento que leva a pétala das flores
Vento do bosque
Passou por mim
Não me levou
E nada me disse
O vento levou
O meu coração
Do meu coração
O Bosque
O vento passou
Não me levou
O vento levou
A minha alma
Satanás
Satanás é só uma palavra
Que lhe provoca arrepios
E você brinca tal qual criança nas calçadas
É com Satanás que queres brincar
Satanás
Brincando de deus e diabo
E a vida que se revela como mistério
Para você tanto faz
Porque só queres saber de Satanás
Em cima da árvore colhendo para ti o fruto
Que de tanto comeres não te animas mais a buscar
Satanás! Satanás! Satanás!
Satanás! Satanás! Satanás!
Aí fazendo piruetas!
Que lhe provoca arrepios
E você brinca tal qual criança nas calçadas
É com Satanás que queres brincar
Satanás
Brincando de deus e diabo
E a vida que se revela como mistério
Para você tanto faz
Porque só queres saber de Satanás
Em cima da árvore colhendo para ti o fruto
Que de tanto comeres não te animas mais a buscar
Satanás! Satanás! Satanás!
Satanás! Satanás! Satanás!
Aí fazendo piruetas!
666
Meu professor de matemática me ensinou a calcular
Eu calculei a respeito daquilo que foi proposto
O resultado foi seiscentos e sessenta e seis
Isaac Newton debaixo daquela árvore
Cai então a maçã sobre sua cabeça
E inspirado calcula seiscentos e sessenta e seis
Eu lembro que conversastes com Lúcifer
E descobristes uma verdade a respeitos dos contos do oriente
Não mil e uma noites, mas seiscentas e sessenta e seis
Eu vi a maçã cair sobre sua cabeça
E tua grande inspiração e grande obra perante o mundo
É calcular o enigma do número seiscentos e sessenta e seis
Aonde quer que você vá
Lhe acompanha o número
Enquanto cruza a Avenida das Américas número seiscentos e sessenta e seis
Às 11:06 da manhã
Entrastes na loja número seiscentos e sessenta e seis
Abristes o livro na página seiscentos e sessenta e seis
(E o que lestes?)
Eu calculei a respeito daquilo que foi proposto
O resultado foi seiscentos e sessenta e seis
Isaac Newton debaixo daquela árvore
Cai então a maçã sobre sua cabeça
E inspirado calcula seiscentos e sessenta e seis
Eu lembro que conversastes com Lúcifer
E descobristes uma verdade a respeitos dos contos do oriente
Não mil e uma noites, mas seiscentas e sessenta e seis
Eu vi a maçã cair sobre sua cabeça
E tua grande inspiração e grande obra perante o mundo
É calcular o enigma do número seiscentos e sessenta e seis
Aonde quer que você vá
Lhe acompanha o número
Enquanto cruza a Avenida das Américas número seiscentos e sessenta e seis
Às 11:06 da manhã
Entrastes na loja número seiscentos e sessenta e seis
Abristes o livro na página seiscentos e sessenta e seis
(E o que lestes?)
Poema I
Aquele rio tão vivo
Desaguou no coração maldito
Coração: Seu leito de morte...
E pelas margens que este corria eu agora passeio
E vejo o que o iluminava quando éramos um
E o quanto ele se perdeu quando era mancebo
Por não saber sorrir para o sol que o alumiava
Por secar suas fontes para quem o vivia, o amava
E preferir desaguar no jardim do Éden
(Que agora está localizado no inferno)
Cântico I
(Oh! Veja quanta morte sob essa luz!
Veja também o diabo
Que com tanta devoção adora aquela cruz)
E não podeis ver agora como perambulas triste
Sobre o firmamento?
Entortas-te! Caia no chão duas vezes!
E aprendas agora a fazer uma oração!
Cântico II
Eu era aquele rio
Eu era uma canção
Eu era a verdade que iluminava o coração
Mas agora não tem volta
Invoquei o sol constantemente
E escolhi viver pelos ares
Desaguou no coração maldito
Coração: Seu leito de morte...
E pelas margens que este corria eu agora passeio
E vejo o que o iluminava quando éramos um
E o quanto ele se perdeu quando era mancebo
Por não saber sorrir para o sol que o alumiava
Por secar suas fontes para quem o vivia, o amava
E preferir desaguar no jardim do Éden
(Que agora está localizado no inferno)
Cântico I
(Oh! Veja quanta morte sob essa luz!
Veja também o diabo
Que com tanta devoção adora aquela cruz)
E não podeis ver agora como perambulas triste
Sobre o firmamento?
Entortas-te! Caia no chão duas vezes!
E aprendas agora a fazer uma oração!
Cântico II
Eu era aquele rio
Eu era uma canção
Eu era a verdade que iluminava o coração
Mas agora não tem volta
Invoquei o sol constantemente
E escolhi viver pelos ares
Fala I
O mundo é perigoso
E quer moldar sua alma
Quer te moldar
(Não importa a forma)
Que te moldar
Não bata de frente com suas feridas
São grandes e sangrentas porque é Grande Besta
A Besta já foi dividida:
A fronteira das nações
E não se iluda com o que ela diz
Não corrija suas blasfêmias e heresias
Porque ela conversa apenas com cemitérios em alicerces já estabelecidos
E não se comove com nossos hinários e canções
Ela se move a noite pela floresta
Está a farejar e deseja ver você morrer
Ela agora nos circunda
Esperando matar pelo medo da morte
E quer moldar sua alma
Quer te moldar
(Não importa a forma)
Que te moldar
Não bata de frente com suas feridas
São grandes e sangrentas porque é Grande Besta
A Besta já foi dividida:
A fronteira das nações
E não se iluda com o que ela diz
Não corrija suas blasfêmias e heresias
Porque ela conversa apenas com cemitérios em alicerces já estabelecidos
E não se comove com nossos hinários e canções
Ela se move a noite pela floresta
Está a farejar e deseja ver você morrer
Ela agora nos circunda
Esperando matar pelo medo da morte
Visitas III
Oi! Posso entrar?
(Quero o aconchego do teu lar
E um pouco mais que toda a sua atenção!)
(Alivia-me a tensão
Ser recebido
Para promover enganação)
E queres uma mensagem
Mensagens diárias
Novas e ilustradas
Venho para vender
Venho para anunciar
Quanto queres pagar
Por seu lar?
Escute a mensagem
Para o novo caminho
Siga-me e não estarás sozinho
Estelionato não!
Contrato!
Por que te chamo cliente
Para chamar-me rato?
Salvo tua alma
Mas não sou teu servo
Sou empregado
E assalariado!
(Quero o aconchego do teu lar
E um pouco mais que toda a sua atenção!)
(Alivia-me a tensão
Ser recebido
Para promover enganação)
E queres uma mensagem
Mensagens diárias
Novas e ilustradas
Venho para vender
Venho para anunciar
Quanto queres pagar
Por seu lar?
Escute a mensagem
Para o novo caminho
Siga-me e não estarás sozinho
Estelionato não!
Contrato!
Por que te chamo cliente
Para chamar-me rato?
Salvo tua alma
Mas não sou teu servo
Sou empregado
E assalariado!
Cânticos da fome I
Bate a porta Lá na horta
Fecha a porta Está a porca
Sim! Sim! Sim! Churrasquinho para mim
Fecha a porta Está a porca
Sim! Sim! Sim! Churrasquinho para mim
Visitas I
O engano bate a porta
Quem iria te visitar?
O engano te convida
Para deixá-lo entrar
Sujeito convincente
Vai de casa em casa
Em dizer-se bem intencionado
É persistente
Quero ser como o poeta
Que te corta com a navalha
E sorri para você!)
Fecho a porta
Obrigado!
Caridade e verdade
Nem se forem parcelados!
II
(Assim aconteceu:
Portas fechadas)
De tanto fechar as portas
Os demônios rondam pelas ruas
E eu quero passear
Se todos nós fecharmos as portas
Eles lotariam as ruas
Já que todos fecham as portas
Eles morrem pelas ruas
Cadáveres e mais cadáveres
Cemitério!
Antes vocês aí
Do que eu sofrer vosso vitupério
(Ha! Ha! Ha!
Yes... Não:
Rá! Rá! Rá!
Agora sim uma gargalhada brasileira
Para rir das piadas do meu Brasil!)
Quem iria te visitar?
O engano te convida
Para deixá-lo entrar
Sujeito convincente
Vai de casa em casa
Em dizer-se bem intencionado
É persistente
Quero ser como o poeta
Que te corta com a navalha
E sorri para você!)
Fecho a porta
Obrigado!
Caridade e verdade
Nem se forem parcelados!
II
(Assim aconteceu:
Portas fechadas)
De tanto fechar as portas
Os demônios rondam pelas ruas
E eu quero passear
Se todos nós fecharmos as portas
Eles lotariam as ruas
Já que todos fecham as portas
Eles morrem pelas ruas
Cadáveres e mais cadáveres
Cemitério!
Antes vocês aí
Do que eu sofrer vosso vitupério
(Ha! Ha! Ha!
Yes... Não:
Rá! Rá! Rá!
Agora sim uma gargalhada brasileira
Para rir das piadas do meu Brasil!)
O Homem
O homem feio e desgraçado
Sai em seu passeio
Não tem vaidade
Ele está sem asseio
O homem estúpido e ignorante
Bem feito para ele!
Ao sair da rua
Lhe apareceu o assaltante
(Sentido da vida!
Revele-se!
Para o ser que te busca
Mostre-se real
E próximo
Para que ele se iluda)
“Pode-me matar
Não quero viver”!
Me dá seu dinheiro
Para eu te esquecer
Chega! Não aceito
Mais opressão!
Olha lá! Um em pé
O outro em sangue!
O homem virtuoso e heróico
Sai em seu passeio
Ele crê nessa verdade
Sem nenhum receio
Seu orgulho é límpido e radiante
Agradeçamos a ele
Ao sair para a rua
Ele matou o assaltante
Ele crê que encontrou
O sentido para viver
E por isso se tornou
Um novo ser
Com nova honra
Com nova glória
Saiu da fossa
Para entrar na história
Ele saiu dizendo para todo mundo
E todo mundo quer escutar
(Que...)
É mais importante ser
Do que viver
(As gentes não podem saber:
O fato!
O sentido da vida
Deve ser inventado!)
Sai em seu passeio
Não tem vaidade
Ele está sem asseio
O homem estúpido e ignorante
Bem feito para ele!
Ao sair da rua
Lhe apareceu o assaltante
(Sentido da vida!
Revele-se!
Para o ser que te busca
Mostre-se real
E próximo
Para que ele se iluda)
“Pode-me matar
Não quero viver”!
Me dá seu dinheiro
Para eu te esquecer
Chega! Não aceito
Mais opressão!
Olha lá! Um em pé
O outro em sangue!
O homem virtuoso e heróico
Sai em seu passeio
Ele crê nessa verdade
Sem nenhum receio
Seu orgulho é límpido e radiante
Agradeçamos a ele
Ao sair para a rua
Ele matou o assaltante
Ele crê que encontrou
O sentido para viver
E por isso se tornou
Um novo ser
Com nova honra
Com nova glória
Saiu da fossa
Para entrar na história
Ele saiu dizendo para todo mundo
E todo mundo quer escutar
(Que...)
É mais importante ser
Do que viver
(As gentes não podem saber:
O fato!
O sentido da vida
Deve ser inventado!)
Cuidado! Aqui tem poemas
Eu não quero ficar sempre acordado
Quando acordar é escapismo
E descanso é pensamento
Eu quero sempre sonhar
Quando acordar é escapismo
E descanso é pensamento
Eu quero sempre sonhar
Cânticos de Salomão Revisitado
- Não olheis para minha pele estar queimada e não bronzeada, pois eu trabalho no sol e minhas irmãs não me emprestam o filtro solar.
- Se você num sabe muié, você é muito reclamona e vaidosa. Para de ficar com essas frescuras de pele e concentra em coisas mais relevantes.
(O marido chega e bate a porta do quarto de casal que está trancado).
- Oi minha linda, minha razão de viver, minha frô, meu xuxuzinho, docinho de coco. Abre a porta para mim que já cheguei.
- Você acha que eu vou sair do meu conforto para atender você homi? Você acha que eu linda e cheirosa vou abrir para você suado e mamado de cachaça depois do serviço? Vê se enxerga homi que você não está merecendo muita coisa não!
- Se você num sabe muié, você é muito reclamona e vaidosa. Para de ficar com essas frescuras de pele e concentra em coisas mais relevantes.
(O marido chega e bate a porta do quarto de casal que está trancado).
- Oi minha linda, minha razão de viver, minha frô, meu xuxuzinho, docinho de coco. Abre a porta para mim que já cheguei.
- Você acha que eu vou sair do meu conforto para atender você homi? Você acha que eu linda e cheirosa vou abrir para você suado e mamado de cachaça depois do serviço? Vê se enxerga homi que você não está merecendo muita coisa não!
Teu Fim
(...) É teu sempre papo desconexo
Com a realidade
E a desgraça ao seu redor
Devida a sua relativa prosperidade
E tua já manjada sapiciência
Não poderia...
E teu pranto cego, surdo e mudo
Não te salvaria
Mas se um dia quiseres esperar
Satanás já foi correndo te agarrar
E se um dia você quiser tudo reconsiderar
Caia um raio na tua cabeça antes de você tal coisa pensar
Com a realidade
E a desgraça ao seu redor
Devida a sua relativa prosperidade
E tua já manjada sapiciência
Não poderia...
E teu pranto cego, surdo e mudo
Não te salvaria
Mas se um dia quiseres esperar
Satanás já foi correndo te agarrar
E se um dia você quiser tudo reconsiderar
Caia um raio na tua cabeça antes de você tal coisa pensar
Simple Ways to show Real Love
Run to the Mountains / Feel the air from Here / I know you wanted this
So I can hold near / Loving you truly and faithfully/ In a moment for real
And you know that I love you/ You know for sure/ I can’t hide even If I try
But I can turn to look at your eyes/ I can see what is eternally beautiful
I can see who I will love forever
We will meet each other/ Here in (...)...
The place where our love will last forever and will be sacred
I will worship you in my temple/ I will breathe and live for you
I believe in you/ You’re my goddess/ I will worship you
I wanna love you/ Hold me dear/ I want to love you
As I love you/ Hold me dear/ As I love you I can see that’s true
Always desired idea that came true/
What a beautiful thing: Loving you, loving you, loving you!
I will introduce you to my parents and the whole family
You will meet my friends and we’re gonna rock together
They all going to love you
We will go to parties and everybody will say “she’s beautiful!”
That’s how our endless story will end
In love and love and love
Conclusion: I don’t love you
I need my friends and my family
Love? I don’t need to love but to make love with you
I need parties and (...)...
Yes! I don’t love you
Oh Yeah! Don’t love you!
Yeah! Yeah! Yeah! Don’t love you! Yeah! Yeah! Yeah! Yeah!
So I can hold near / Loving you truly and faithfully/ In a moment for real
And you know that I love you/ You know for sure/ I can’t hide even If I try
But I can turn to look at your eyes/ I can see what is eternally beautiful
I can see who I will love forever
We will meet each other/ Here in (...)...
The place where our love will last forever and will be sacred
I will worship you in my temple/ I will breathe and live for you
I believe in you/ You’re my goddess/ I will worship you
I wanna love you/ Hold me dear/ I want to love you
As I love you/ Hold me dear/ As I love you I can see that’s true
Always desired idea that came true/
What a beautiful thing: Loving you, loving you, loving you!
I will introduce you to my parents and the whole family
You will meet my friends and we’re gonna rock together
They all going to love you
We will go to parties and everybody will say “she’s beautiful!”
That’s how our endless story will end
In love and love and love
Conclusion: I don’t love you
I need my friends and my family
Love? I don’t need to love but to make love with you
I need parties and (...)...
Yes! I don’t love you
Oh Yeah! Don’t love you!
Yeah! Yeah! Yeah! Don’t love you! Yeah! Yeah! Yeah! Yeah!
Poema 1: Aurora
“Aurora, aurora bureal”
‘Aurora in Brazil’ é ironia
Então porque poeta diz tal coisa?
Cale tua boca
Enquanto não largo a boca de tua musa inspiradora
E que poema farás agora?
A respeito do adultério?
Viraste padre, não poeta
Queres pregar e não ensinar o amor
“Mas, poeta não ensina o amor
Todo poeta é fingidor
E de todos seus papéis o mais fingido é o de doutrinador”
De todos os pecados o maior é a glutonaria
Mas tu pregas fome, morte e dor
Enquanto estou com tua musa a inventar o amor
Mas erga tua cabeça
Tome esse copo com cachaça
Vá para o templo dos poetas aposentados
E pelo fim último da rima: Pereça na desgraça!
Deixe-me continuar com o legado da poesia
E em troca te dou um prato com lentilhas
...
Aurora
De todas as cores
És sempiterna no céu
Daqui onde recrio paraíso
Cobiço a formosura em teus lábios de mel
E procuro teu ritmo ao te envolver em meus braços
Receba meu amor
Com à medida que tu quiseres
E com minha eterna alegria em nossos encontros
Fugiremos para o mar
Percorreremos o mundo
Te amarei todos os dias
E te banharei em minha ternura
Tu provarás o amor maior do universo
Pois em cada estrela escreverei um verso
Agradecendo a Deus por te amar
‘Aurora in Brazil’ é ironia
Então porque poeta diz tal coisa?
Cale tua boca
Enquanto não largo a boca de tua musa inspiradora
E que poema farás agora?
A respeito do adultério?
Viraste padre, não poeta
Queres pregar e não ensinar o amor
“Mas, poeta não ensina o amor
Todo poeta é fingidor
E de todos seus papéis o mais fingido é o de doutrinador”
De todos os pecados o maior é a glutonaria
Mas tu pregas fome, morte e dor
Enquanto estou com tua musa a inventar o amor
Mas erga tua cabeça
Tome esse copo com cachaça
Vá para o templo dos poetas aposentados
E pelo fim último da rima: Pereça na desgraça!
Deixe-me continuar com o legado da poesia
E em troca te dou um prato com lentilhas
...
Aurora
De todas as cores
És sempiterna no céu
Daqui onde recrio paraíso
Cobiço a formosura em teus lábios de mel
E procuro teu ritmo ao te envolver em meus braços
Receba meu amor
Com à medida que tu quiseres
E com minha eterna alegria em nossos encontros
Fugiremos para o mar
Percorreremos o mundo
Te amarei todos os dias
E te banharei em minha ternura
Tu provarás o amor maior do universo
Pois em cada estrela escreverei um verso
Agradecendo a Deus por te amar
A Verdade
Havia um tempo em que a busca pela verdade era divertida
Até que um dia ela virou profissão
Eu era um profeta e anunciava a verdade sem medo
Até que me tornei poeta para apenas agradar
Como mártir morreria pela verdade
Até que de carrasco fui trabalhar
A milícia do bom combate
Não é digna do sacrifício dos inocentes
Ainda que quão grande verdade
Hei de negá-la em nome da família e do pão
A pátria, as nações, o mundo
As fronteiras desenhadas por espadas e por sangue...
Quem é que cobrará esse sangue?
Sangue que grita uníssono
É um rio que corre uniforme
Quem inquiriu colocar no mapa cada nascente?
Mas o poeta não é o buscador da verdade
Não, não... Não é
Por que me segues se não estou te levando a lugar algum?
É trombeta, estandarte, estrondo e o boato dos povos que vêm ao seu encontro
Até que um dia ela virou profissão
Eu era um profeta e anunciava a verdade sem medo
Até que me tornei poeta para apenas agradar
Como mártir morreria pela verdade
Até que de carrasco fui trabalhar
A milícia do bom combate
Não é digna do sacrifício dos inocentes
Ainda que quão grande verdade
Hei de negá-la em nome da família e do pão
A pátria, as nações, o mundo
As fronteiras desenhadas por espadas e por sangue...
Quem é que cobrará esse sangue?
Sangue que grita uníssono
É um rio que corre uniforme
Quem inquiriu colocar no mapa cada nascente?
Mas o poeta não é o buscador da verdade
Não, não... Não é
Por que me segues se não estou te levando a lugar algum?
É trombeta, estandarte, estrondo e o boato dos povos que vêm ao seu encontro
Balanceamentos Diversos
Estou dizendo não por aí
A corações, a jardins e a banquetes
Estou como um louco
Abstendo-me do que me elege a ser feliz
Estou dizendo não por aí
A voar livre
Á vôos livres e dádivas fáceis
Estou dizendo não por aí
Estou dizendo não por aí!
Só para dizer a você: Sim...
Sim! Sim!
Não vai dar para continuar assim
Ah! A vida vai ser boa para mim...
É isso mesmo... Sim!
Acho que vou continuar assim!
(Teu não! Teu não! Oh!
Tens para mim o não
Se tens apenas isso para mim
Tolo sou por a ti manter meu coração!)
A corações, a jardins e a banquetes
Estou como um louco
Abstendo-me do que me elege a ser feliz
Estou dizendo não por aí
A voar livre
Á vôos livres e dádivas fáceis
Estou dizendo não por aí
Estou dizendo não por aí!
Só para dizer a você: Sim...
Sim! Sim!
Não vai dar para continuar assim
Ah! A vida vai ser boa para mim...
É isso mesmo... Sim!
Acho que vou continuar assim!
(Teu não! Teu não! Oh!
Tens para mim o não
Se tens apenas isso para mim
Tolo sou por a ti manter meu coração!)
(.)
- (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)...
- Aquele que esperar algo 100% cientificamente comprovado, historicamente embasado, filosoficamente prudente e eticamente harmonizado para aí então poder falar, morrerá calado.
- Aquele que esperar algo 100% cientificamente comprovado, historicamente embasado, filosoficamente prudente e eticamente harmonizado para aí então poder falar, morrerá calado.
Retorno a Si
Por que pensamos na Morte como uma Dama?
Como que com ela iremos passear?
E ver as montanhas e ver as florestas
Que no paraíso perdido iremos encontrar?
Mas não cale tua voz quando falares de amor
E não cesse seu fôlego ao respirar este ar
Que lhe é tomado de uma só vez
Para que aos sepulcros possa retornar
À volta aos céus
A cor escarlate
A vida pulsante e intensa
Daquele sangue
E as entranhas de teu imo
A visão de um belo horizonte
Quando o sol se vai, mas ainda reina
E teus olhos enxergam a vida com doçura
É o vento... Este mesmo que afaga meu rosto
Enquanto minhas memórias se desvanecem
E as tantas loucuras e feitos já se passaram
E os fragmentos destes cairão sobre nós
É nessa hora que vemos a verdade
Enquanto os de sempre lêem suas tábuas
É nesse momento e não em outro
Que damos o que ver ao mundo sem espetáculo
Uma dissonância no coro uníssono e insensato
A nossa razão para lavarmos nossas almas
Como que com ela iremos passear?
E ver as montanhas e ver as florestas
Que no paraíso perdido iremos encontrar?
Mas não cale tua voz quando falares de amor
E não cesse seu fôlego ao respirar este ar
Que lhe é tomado de uma só vez
Para que aos sepulcros possa retornar
À volta aos céus
A cor escarlate
A vida pulsante e intensa
Daquele sangue
E as entranhas de teu imo
A visão de um belo horizonte
Quando o sol se vai, mas ainda reina
E teus olhos enxergam a vida com doçura
É o vento... Este mesmo que afaga meu rosto
Enquanto minhas memórias se desvanecem
E as tantas loucuras e feitos já se passaram
E os fragmentos destes cairão sobre nós
É nessa hora que vemos a verdade
Enquanto os de sempre lêem suas tábuas
É nesse momento e não em outro
Que damos o que ver ao mundo sem espetáculo
Uma dissonância no coro uníssono e insensato
A nossa razão para lavarmos nossas almas
Final Original do Vale
Andavam no bosque cujo tapete era folhas de outono. As árvores, a neblina daquelas horas, assim como as nuvens espessas daqueles dias. Parte do chão era como um sepulcro de trevas. Daí eles chegaram a um limite intransponível. Não sei como e mal consigo imaginar como aquele atravessou e sabes de quem falo. Seu amigo lhe perguntou “como?”. Enquanto o outro ia embora plainando sem passos e com a indiferença de quem está muito em si...
- Não vejo o que vês.
Curiosidade
Por acaso vistes um bosque verde e ensolarado? Eu não posso te descrever como ele realmente é, mas gostaria que o visse igualmente como eu vi.
- Não vejo o que vês.
Curiosidade
Por acaso vistes um bosque verde e ensolarado? Eu não posso te descrever como ele realmente é, mas gostaria que o visse igualmente como eu vi.
(.)
- (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)...
Viva a Vida
Largos são teus passos
Deitado sobre a relva acesa... Além!
Vestidas estão na taverna: As margens
De tua terra lavrada
... Distante, soberba
Terra de ninguém!
O pôr-do-sol que se ergue
O canto do pássaro
A inveja minha deles
Os raios que clareiam teu quarto
O canto que vai ao seu encontro
Sem perguntar seu gosto e sem mendigar teu vintém
Vestes como ergueste alto teu estandarte
Como quem era e não como quem veio?
Os aplausos do mundo a tal ser, a tal entidade
Que construiu seu lar no sonho do mundo inteiro
Deitado sobre a relva acesa... Além!
Vestidas estão na taverna: As margens
De tua terra lavrada
... Distante, soberba
Terra de ninguém!
O pôr-do-sol que se ergue
O canto do pássaro
A inveja minha deles
Os raios que clareiam teu quarto
O canto que vai ao seu encontro
Sem perguntar seu gosto e sem mendigar teu vintém
Vestes como ergueste alto teu estandarte
Como quem era e não como quem veio?
Os aplausos do mundo a tal ser, a tal entidade
Que construiu seu lar no sonho do mundo inteiro
Cântico I - Éh seu João!
Eu vi a terra engolir veneno
Eu vi a terra engolir sangue
Eu vi tu enterrar teu coração
Eu vi as crianças chorarem
Eu vi os rios secarem
E as florestas incendiadas
Com a fogueira do Seu João
Eu vi a terra engolir sangue
Eu vi tu enterrar teu coração
Eu vi as crianças chorarem
Eu vi os rios secarem
E as florestas incendiadas
Com a fogueira do Seu João
(.)
- Deva sua alma, mas não deva seu dinheiro.
- Apenas os tolos mudam de idéia para não parecerem tolos.
- Apenas os tolos mudam de idéia para não parecerem tolos.
(.)
- (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)(.)
- Eu somente desfrutarei da plenitude da minha existência, se eu me tornar meu melhor inimigo e for capaz de vencer.
- (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
- Eu somente desfrutarei da plenitude da minha existência, se eu me tornar meu melhor inimigo e for capaz de vencer.
- (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)
No Vale das Sombras e da Morte acompanhado
Estava eu e você a caminhar no Vale das Sombras e da Morte e você narrava o caminho e a paisagem. Você reclamava muito o que me irritava, mas te escutei com toda a atenção.
Não há como evitar
Ao andar pelo Vale das Sombras e da Morte
Se sondasse meu coração Oh! Deus!
Verias apenas pensamentos de morte
- Cuidado com o espinho... Cuidado!
- O quê? (...)
- Eu avisei, mas não pude evitar teu gemido e as pistas de sangue que deixarão teus passos.
- Siga!
- Este vale é tão escuro e medonho (!), os uivos e cânticos se dirigem a nós como se zombassem da desgraça certa que nos há de vir. Sinto o pavor em teus ossos amigo.
- Aqui é ruim, mas tenho fé que conseguiremos.
- Não! Uma besta fera vem atrás de nós...
Então eles correram e puseram-se a fugir. A fuga foi apressada e apavorada, assim como necessariamente insensata. O mais calado entre eles sentiu garras deslizarem com firmeza em suas costas, mas conseguiu fugir. O outro depois de cessar o perigo, mas ainda sob o embalo da fuga tropeçou e machucou-se muito. Sentiu que a desgraça era muita ao ver um abismo entre a extremidade do vale e o caminho para casa. Não queria voltar, pois temia a fera. Não poderia atravessar tamanha era à distância de um lugar para o outro e a profundidade do abismo. Anunciou ao outro que era prudente que esperassem até amanhecer e parassem por enquanto.
- Não há amanhecer no vale das sombras e da morte!
- O quê?
- Adeus.
Uma visão inimaginável surgiu-lhe aos olhos (!): O outro andava sobre o invisível e haveria de cair pois não havia ponte alguma que impedisse o abismo de atraí-lo a si. Então sem nada entender perguntou a ele como isso é possível e se porventura não é o fantasma do seu amigo falecido que morreu na queda que estava a plainar por ali.
- Não vejo o que vês.
Não há como evitar
Ao andar pelo Vale das Sombras e da Morte
Se sondasse meu coração Oh! Deus!
Verias apenas pensamentos de morte
- Cuidado com o espinho... Cuidado!
- O quê? (...)
- Eu avisei, mas não pude evitar teu gemido e as pistas de sangue que deixarão teus passos.
- Siga!
- Este vale é tão escuro e medonho (!), os uivos e cânticos se dirigem a nós como se zombassem da desgraça certa que nos há de vir. Sinto o pavor em teus ossos amigo.
- Aqui é ruim, mas tenho fé que conseguiremos.
- Não! Uma besta fera vem atrás de nós...
Então eles correram e puseram-se a fugir. A fuga foi apressada e apavorada, assim como necessariamente insensata. O mais calado entre eles sentiu garras deslizarem com firmeza em suas costas, mas conseguiu fugir. O outro depois de cessar o perigo, mas ainda sob o embalo da fuga tropeçou e machucou-se muito. Sentiu que a desgraça era muita ao ver um abismo entre a extremidade do vale e o caminho para casa. Não queria voltar, pois temia a fera. Não poderia atravessar tamanha era à distância de um lugar para o outro e a profundidade do abismo. Anunciou ao outro que era prudente que esperassem até amanhecer e parassem por enquanto.
- Não há amanhecer no vale das sombras e da morte!
- O quê?
- Adeus.
Uma visão inimaginável surgiu-lhe aos olhos (!): O outro andava sobre o invisível e haveria de cair pois não havia ponte alguma que impedisse o abismo de atraí-lo a si. Então sem nada entender perguntou a ele como isso é possível e se porventura não é o fantasma do seu amigo falecido que morreu na queda que estava a plainar por ali.
- Não vejo o que vês.
O que não
Duvido, logo existo e não existe
Mais o disparate que você me falou
“Penso, logo existo”; duvido, logo não existe mais
O disparate que você me falou
Mais o disparate que você me falou
“Penso, logo existo”; duvido, logo não existe mais
O disparate que você me falou
(.)
- O que pode mudar o indivíduo é soberanamente este mesmo, de modo que se for passivo até por isso será culpado.
- Onde está (...) (...) (...) (...) (...)(.) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)(.)
- Onde está (...) (...) (...) (...) (...)(.) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)(.)
A Fuga
[um lugar, espíritos
Em um dia e em um lugar
Lá estava
Espíritos que pesam o ar
Lá estava nosso herói
No meio da tragédia
Porque heróis nascem da tragédia
E triunfar é a glória
Na humanidade e sua história
Muitos feitos para anunciar]
I
Em um dia e um lugar
Havia espíritos que pesavam o ar que ele respirava
E não havia canto algum de sua alma não sufocado
E a culpa a ninguém iria redimir
O anseio do nascimento
A necessidade de matar os grilhões
Apartar a multidão de espectros que o rondava
Calar a visão duvidosa de esquadrinhá-lo
Enfim, sonhou!
Assim que pôde o fez
O pensamento não estava nas mortes que viu
Surgiu uma raiva...
Raiva para ser e trilhar caminhos
Foi aí que sonhou com a solidão
E se imaginou seguindo pela estrada
Nenhum passo ao mundo mas sim ao coração
E pavimentar desamparado e livre
E desaparecer, não ter que dar satisfação
Não ter que explicar, mas querer
Ser estranho aos nossos olhos
Porque ao passar pelas ilimitadas trilhas de Minas Gerais
Qualquer peregrino nela contempla claramente
A verdade dos sonhos e o sem-fim dos caminhos deles
E para cada sonho um registro de uma bela paisagem de Minas
Para que se tenha fé
E a fé leve o viajante
A fazer acontecer
Mas depois voltar, não para lá, mas para si
Construir uma cabana, um castelo
E o mundo anunciaria seus feitos
E confessaria também perante ele sua derrota
Mas quando ordenou seus passos
Foi para um caminho comum
Que já havia trilhado antes
Foi para cumprir antes de tudo o dever
E quando andava este caminho já pavimentado
Um raio caiu em sua cabeça
[E ninguém entendeu a poesia]
Em um dia e em um lugar
Lá estava
Espíritos que pesam o ar
Lá estava nosso herói
No meio da tragédia
Porque heróis nascem da tragédia
E triunfar é a glória
Na humanidade e sua história
Muitos feitos para anunciar]
I
Em um dia e um lugar
Havia espíritos que pesavam o ar que ele respirava
E não havia canto algum de sua alma não sufocado
E a culpa a ninguém iria redimir
O anseio do nascimento
A necessidade de matar os grilhões
Apartar a multidão de espectros que o rondava
Calar a visão duvidosa de esquadrinhá-lo
Enfim, sonhou!
Assim que pôde o fez
O pensamento não estava nas mortes que viu
Surgiu uma raiva...
Raiva para ser e trilhar caminhos
Foi aí que sonhou com a solidão
E se imaginou seguindo pela estrada
Nenhum passo ao mundo mas sim ao coração
E pavimentar desamparado e livre
E desaparecer, não ter que dar satisfação
Não ter que explicar, mas querer
Ser estranho aos nossos olhos
Porque ao passar pelas ilimitadas trilhas de Minas Gerais
Qualquer peregrino nela contempla claramente
A verdade dos sonhos e o sem-fim dos caminhos deles
E para cada sonho um registro de uma bela paisagem de Minas
Para que se tenha fé
E a fé leve o viajante
A fazer acontecer
Mas depois voltar, não para lá, mas para si
Construir uma cabana, um castelo
E o mundo anunciaria seus feitos
E confessaria também perante ele sua derrota
Mas quando ordenou seus passos
Foi para um caminho comum
Que já havia trilhado antes
Foi para cumprir antes de tudo o dever
E quando andava este caminho já pavimentado
Um raio caiu em sua cabeça
[E ninguém entendeu a poesia]
A Morte e o Suplício de (...)...
Tu serás o sorriso
Pousado sobre a minha desgraça
O pranto pela minha partida
E a alegria de quem materializou o defunto
O beijo da morte
O perfume da flor
Os vermes a devorar minha carne
Desde o primeiro choro
E sofrerei eternamente
Na desgraça
Mesmo!
Pois perdi a mente
Tomei cachaça
E comi torresmo
Pousado sobre a minha desgraça
O pranto pela minha partida
E a alegria de quem materializou o defunto
O beijo da morte
O perfume da flor
Os vermes a devorar minha carne
Desde o primeiro choro
E sofrerei eternamente
Na desgraça
Mesmo!
Pois perdi a mente
Tomei cachaça
E comi torresmo
Cumpadi Freud
Ouh! Fáiz qui nem-eu: Pensa não!
Quóqué coisa qui'eu pensassi
Ús'omi da filosofia já'pensô
Num'atuta não! Alembra!
P'ra'ssuntá quóqué assuntu
Repéti u qui'ús'ábil falô
Vai querê sabê u'porquê cu'a'própria inxada?
Vai querê sabê'isso i'áquilu i vê si'assim é?
Perda d'tempû! Cientista já provô!
Agora só'rest'ocê'crê!
(...)
Confía nus'omi múlequi
Mininu' tínhoso i teimôso
Ús'omi são sério
Acredita i par'ocê di'briga'cum-ês!
'Sas'idéia di sua'cabeça isquéci!
Ench'ela cum-ú'consei'dês!
(...)
Ah! Múlequi disgraçádu!
Sua'cabeça já é oficina
Vô'chamá Tií'Freud
P'ra'tirá ú'diábu
Ans'di'ocê tomá uma cóça
Vô deixá ocê si'spricá
- Não mamãe!
Bat'im'im não!
É qui... sabi... É pur quê...
U'sábil mi'mandô pará pra'pensá
Então eu parei
I'nunca'mais pensei
Quóqué coisa qui'eu pensassi
Ús'omi da filosofia já'pensô
Num'atuta não! Alembra!
P'ra'ssuntá quóqué assuntu
Repéti u qui'ús'ábil falô
Vai querê sabê u'porquê cu'a'própria inxada?
Vai querê sabê'isso i'áquilu i vê si'assim é?
Perda d'tempû! Cientista já provô!
Agora só'rest'ocê'crê!
(...)
Confía nus'omi múlequi
Mininu' tínhoso i teimôso
Ús'omi são sério
Acredita i par'ocê di'briga'cum-ês!
'Sas'idéia di sua'cabeça isquéci!
Ench'ela cum-ú'consei'dês!
(...)
Ah! Múlequi disgraçádu!
Sua'cabeça já é oficina
Vô'chamá Tií'Freud
P'ra'tirá ú'diábu
Ans'di'ocê tomá uma cóça
Vô deixá ocê si'spricá
- Não mamãe!
Bat'im'im não!
É qui... sabi... É pur quê...
U'sábil mi'mandô pará pra'pensá
Então eu parei
I'nunca'mais pensei
V
Não queremos ver alguém sangrar
Para que o demônio da solidariedade
Não nos venha atormentar
Não queremos ver alguém chorar
Para que não nos perturbe os olhos e ouvidos
Assim preferimos a hemorragia interna
E o pranto mudo e secreto
Queremos o suicídio do próximo
E não o assassinato
Queremos alguém próximo da morte
Para aí então escutarmos o diabo
Para que o demônio da solidariedade
Não nos venha atormentar
Não queremos ver alguém chorar
Para que não nos perturbe os olhos e ouvidos
Assim preferimos a hemorragia interna
E o pranto mudo e secreto
Queremos o suicídio do próximo
E não o assassinato
Queremos alguém próximo da morte
Para aí então escutarmos o diabo
Zé Valente
Quandu fartô galinha nu'galinheiru
Ím'terras longi fui'strangêru
Achanu a oferenda du macumbêru
Cumi tudo i fuím'bora ligêro
Quandu num chuveu na minha órta
Não cantei u'hínu da derróta
Meus'óio s'inxêru d’água
Í'as'pranta fôro regada
Quandeu'tava cum-ú'burru na'istráda
I'ú'bichu deu aquel'impacáda
A'viági num'ficô paráda
Fúi'a'pé daqui até pindamonhangaba
Já passei di tudo
Mas'agora to'bão
Fé'im'Deus 'i'nxáda na mão
So'ú donu du'Sertão
Ím'terras longi fui'strangêru
Achanu a oferenda du macumbêru
Cumi tudo i fuím'bora ligêro
Quandu num chuveu na minha órta
Não cantei u'hínu da derróta
Meus'óio s'inxêru d’água
Í'as'pranta fôro regada
Quandeu'tava cum-ú'burru na'istráda
I'ú'bichu deu aquel'impacáda
A'viági num'ficô paráda
Fúi'a'pé daqui até pindamonhangaba
Já passei di tudo
Mas'agora to'bão
Fé'im'Deus 'i'nxáda na mão
So'ú donu du'Sertão
Raça de Poetas
I
Como os seres rastejantes
Astutos!
Convencem aos outros que seus versos (em verdade)
São estatutos
E leis que não sei
Que regem e entendem sentimentos
Mas não escondes de ti mesmo
Teu frívolo frio
Tal como o vento
Assim serás amaldiçoado
Até poderás voar
Mas não chegarás a nenhum lugar
Onde está agora?
Teu mar, tua flor e tuas ventanias
Para te defenderem?
II
“Abriram-se as portas do inferno
Lá está muitas tábuas em branco
Para você fazer poesia”.
Como os seres rastejantes
Astutos!
Convencem aos outros que seus versos (em verdade)
São estatutos
E leis que não sei
Que regem e entendem sentimentos
Mas não escondes de ti mesmo
Teu frívolo frio
Tal como o vento
Assim serás amaldiçoado
Até poderás voar
Mas não chegarás a nenhum lugar
Onde está agora?
Teu mar, tua flor e tuas ventanias
Para te defenderem?
II
“Abriram-se as portas do inferno
Lá está muitas tábuas em branco
Para você fazer poesia”.
(.)
- A vontade de viver é insaciável e aquele que mantém esse querer desfrutará de uma eternidade em um delimitado espaço de tempo, pois a vida é um breve momento que conserva em sua essência o infinito.
- Tudo é vaidade e se não fosse, nada seria.
- Tudo é vaidade e se não fosse, nada seria.
Olhe, Veja
A vida que está no jardim
As palavras que emanam de observar
A natureza, a beleza
O céu aberto e sempterno
As coisas que jamais foram ditas
Pela boca de alguma pessoa
Acaso isso invadiu algum pensamento?
Acaso isso deixou algum rastro na história?
O horizonte, a paisagem
Árvores e caminhos
O verdadeiro compêndio
Para aquilo que testemunha
Tal oração, tal revelação
No monte iluminado pelo sol
Trouxe infinda a consciência
Para o tudo ao redor
As palavras que emanam de observar
A natureza, a beleza
O céu aberto e sempterno
As coisas que jamais foram ditas
Pela boca de alguma pessoa
Acaso isso invadiu algum pensamento?
Acaso isso deixou algum rastro na história?
O horizonte, a paisagem
Árvores e caminhos
O verdadeiro compêndio
Para aquilo que testemunha
Tal oração, tal revelação
No monte iluminado pelo sol
Trouxe infinda a consciência
Para o tudo ao redor
IV
Fluem os aromas do jardim
Para o espírito que medita a paz
E sabe que a cobiça pelas profundidades
Também levam ao abismo
Um abismo chama outro abismo
E o mundo inteiro gemeu
Catástrofe para todos os lados
Enquanto o sábio permanecia calmo no jardim
Eu vi tua porta aberta
Mas não ousei entrar
Perguntei a todos o que ali havia
O que você guardava me coloquei a imaginar
Tudo o que soa sem sentido
Sem sentido está
Depende de quem entende
A verdade que no nada está
E isso é toda tua crença
E toda tua esperança
Meia-noite pedirão tua alma
E o que terão para levar?
Para o espírito que medita a paz
E sabe que a cobiça pelas profundidades
Também levam ao abismo
Um abismo chama outro abismo
E o mundo inteiro gemeu
Catástrofe para todos os lados
Enquanto o sábio permanecia calmo no jardim
Eu vi tua porta aberta
Mas não ousei entrar
Perguntei a todos o que ali havia
O que você guardava me coloquei a imaginar
Tudo o que soa sem sentido
Sem sentido está
Depende de quem entende
A verdade que no nada está
E isso é toda tua crença
E toda tua esperança
Meia-noite pedirão tua alma
E o que terão para levar?
Adeus
Espero que um dia você ame alguém de verdade
E que você permita assim ser amada
E assim você esqueça a meu amor e eu que não lhe foram o bastante
E seja feliz
E sim! Ame, compartilhe-se!
Pois se o amor verdadeiro lhe bater a porta
Isso fará um bem tremendo a sua alma
Você será ainda mais linda como és imensamente bela
Ame! E como está escrito na Bíblia
Ame sem suspeitas desnecessárias
Ame sem lançar no rosto, sem inconveniências
Pense com amor e viva isso antes de tudo
Compartilhe e seja próxima
Nunca abandone ou negligencie estender a mão
Saiba que o amor encobre todos os defeitos
As inseguranças, as opiniões, tudo o que não é essência
Se ofuscam perante o amor
Eu digo isso porque tenho por certo
Que serás amada
Com benevolência, com dedicação e intensidade
Amor com o qual tanto idealizastes
E o amor não se apartará de quem o quer
Como estou fora de sua vida
E será melhor assim
Um aperto de mão
Um beijo no rosto
Um adeus
E o seu começo
E que você permita assim ser amada
E assim você esqueça a meu amor e eu que não lhe foram o bastante
E seja feliz
E sim! Ame, compartilhe-se!
Pois se o amor verdadeiro lhe bater a porta
Isso fará um bem tremendo a sua alma
Você será ainda mais linda como és imensamente bela
Ame! E como está escrito na Bíblia
Ame sem suspeitas desnecessárias
Ame sem lançar no rosto, sem inconveniências
Pense com amor e viva isso antes de tudo
Compartilhe e seja próxima
Nunca abandone ou negligencie estender a mão
Saiba que o amor encobre todos os defeitos
As inseguranças, as opiniões, tudo o que não é essência
Se ofuscam perante o amor
Eu digo isso porque tenho por certo
Que serás amada
Com benevolência, com dedicação e intensidade
Amor com o qual tanto idealizastes
E o amor não se apartará de quem o quer
Como estou fora de sua vida
E será melhor assim
Um aperto de mão
Um beijo no rosto
Um adeus
E o seu começo
(.)
* -“Para cada homem que faz uma mulher de idiota tem uma mulher que transforma um idiota num homem”. “Mas mesmo assim os homens insistem em continuar IDIOTAS”. (Auto(...) Desconhecid(...) e Auto(...) Desconhecid(...))
(...)...
(...)...
Cleiton
Eu queria me erguer
Num ato
Um ímpeto imediato
Que me levasse ao céu
Não temo ninguém
Apenas temo que o Sol
Ou uma estrela
Me esmague
Temo
Que tenhas medo de mim
As almas que beiram o abismo
São piores que os demônios
Que para lá querem te levar
Eu me deixo levar
Há um querer que rege
Não temo o mundo e a vida
Temo o céu e o além
Se eu me vou
Não irei sem...
Sem Deus, uma esperança
Uma vontade
Quero o mundo
Mas não ele todo agora
Quero ser apenas um
Se você conversar comigo
Eu irei repassar várias idéias
Desculpe minha presença
E a minha atenção
Mas há muitas coisas
Que eu poderei te explicar
Eu sou o espírito
Que se ergue de uma vez
Eu sou a alma imortal
Que te aguarda no paraíso
Fique com Deus
E se apegue a Ele
Desde meus primórdios
Eu rondo e anuncio o bem aos homens
E como Deus
Quero chegar no alto
Sem olhar para quem está embaixo
(Você entende não é mesmo?)
E amarrar o mal e lança-lo no mar
Tem muita gente má no mundo
Quero que no mundo esteja
Só quem é gente boa
Se você me ajudar
Te revelarei os segredos da riqueza
Eu te acompanho
Mas se não se importa
Não te acompanharei
Você é a gente boa
Vai com Deus!
Não vamos esquecer do irmãozinho lá
No projeto que empreenderemos
Adeus!
Num ato
Um ímpeto imediato
Que me levasse ao céu
Não temo ninguém
Apenas temo que o Sol
Ou uma estrela
Me esmague
Temo
Que tenhas medo de mim
As almas que beiram o abismo
São piores que os demônios
Que para lá querem te levar
Eu me deixo levar
Há um querer que rege
Não temo o mundo e a vida
Temo o céu e o além
Se eu me vou
Não irei sem...
Sem Deus, uma esperança
Uma vontade
Quero o mundo
Mas não ele todo agora
Quero ser apenas um
Se você conversar comigo
Eu irei repassar várias idéias
Desculpe minha presença
E a minha atenção
Mas há muitas coisas
Que eu poderei te explicar
Eu sou o espírito
Que se ergue de uma vez
Eu sou a alma imortal
Que te aguarda no paraíso
Fique com Deus
E se apegue a Ele
Desde meus primórdios
Eu rondo e anuncio o bem aos homens
E como Deus
Quero chegar no alto
Sem olhar para quem está embaixo
(Você entende não é mesmo?)
E amarrar o mal e lança-lo no mar
Tem muita gente má no mundo
Quero que no mundo esteja
Só quem é gente boa
Se você me ajudar
Te revelarei os segredos da riqueza
Eu te acompanho
Mas se não se importa
Não te acompanharei
Você é a gente boa
Vai com Deus!
Não vamos esquecer do irmãozinho lá
No projeto que empreenderemos
Adeus!
II
Eu não sou poeta
Poeta faz verso
Eu com verso
Converso
-“Glórias!”
Ouvi isso no coliseu
Depois da apresentação do ator
-“Glórias!”
Glórias ao leão que o devorou
Maldito impostor!
Surja das trevas Oh! Poeta!
E não mais se esconda
Diga ao mundo as verdades
Ditas na távola redonda
Gira Oh! Mundo
Gire para mim
Tire o sol e me dê a lua
Para eu ir ao botequim
Poeta faz verso
Eu com verso
Converso
-“Glórias!”
Ouvi isso no coliseu
Depois da apresentação do ator
-“Glórias!”
Glórias ao leão que o devorou
Maldito impostor!
Surja das trevas Oh! Poeta!
E não mais se esconda
Diga ao mundo as verdades
Ditas na távola redonda
Gira Oh! Mundo
Gire para mim
Tire o sol e me dê a lua
Para eu ir ao botequim
Poema Capitalista IV
Por que blasfemas?
Daquele que te dá o pão de cada dia
Oh! Ingrato! Por que blasfemas?
Da burguesia
Por que não honras?
Aquele que te dá instrução?
E por que de bom grado não obedeces?
Ao teu patrão
Cartas na mão
O empregado e o patrão
Um jogo começa então
Eis que se ouve: “Truco!”
O empregado ganha o jogo
E o patrão o lucro
Daquele que te dá o pão de cada dia
Oh! Ingrato! Por que blasfemas?
Da burguesia
Por que não honras?
Aquele que te dá instrução?
E por que de bom grado não obedeces?
Ao teu patrão
Cartas na mão
O empregado e o patrão
Um jogo começa então
Eis que se ouve: “Truco!”
O empregado ganha o jogo
E o patrão o lucro
Poesia Capitalista II
Se você teve prejuízo
Não me tenhas por grosseiro
Pois não tenho nada a ver com isso
É da sua desgraça que tiro meu dinheiro
Tampouco me importaria
Se seus comércios estão fechados
Irei pular de alegria
E ver o aumento dos meus saldos
Quando seu caso for sério e mal
Não fique pessimista
Você dará dinheiro ao cemitério e o hospital
Dos quais sou acionista
Na dívida tirarei da provisão de sua criança
Da sua família ficarei com o patrimônio e a esperança
Serei como teu único, último e primeiro
De tudo que tiveres serei o herdeiro
Jubilando contemplo o mundo
Vejo a alegria de quem vendeu
A lei ética da livre iniciativa
O prejuízo que graças a Deus não foi meu!
Quanto mais observo o capitalismo
Mais por ele me apaixono
Que promove o consumismo
Para o lucro do dono
Oh! Capitalismo razão da minha alegria!
Que é o sistema onde o trabalhador vende sua força de trabalho
E aplica na matéria-prima do empresário
De onde se tira a mais-valia
Sejai isso vosso cântico usual
Meditai nisso todo dia
Capitalismo não é o mal
Mas sim poesia
Não me tenhas por grosseiro
Pois não tenho nada a ver com isso
É da sua desgraça que tiro meu dinheiro
Tampouco me importaria
Se seus comércios estão fechados
Irei pular de alegria
E ver o aumento dos meus saldos
Quando seu caso for sério e mal
Não fique pessimista
Você dará dinheiro ao cemitério e o hospital
Dos quais sou acionista
Na dívida tirarei da provisão de sua criança
Da sua família ficarei com o patrimônio e a esperança
Serei como teu único, último e primeiro
De tudo que tiveres serei o herdeiro
Jubilando contemplo o mundo
Vejo a alegria de quem vendeu
A lei ética da livre iniciativa
O prejuízo que graças a Deus não foi meu!
Quanto mais observo o capitalismo
Mais por ele me apaixono
Que promove o consumismo
Para o lucro do dono
Oh! Capitalismo razão da minha alegria!
Que é o sistema onde o trabalhador vende sua força de trabalho
E aplica na matéria-prima do empresário
De onde se tira a mais-valia
Sejai isso vosso cântico usual
Meditai nisso todo dia
Capitalismo não é o mal
Mas sim poesia
Conselhos Rimados
Aquele que cede ao aborrecimento
Caiu num precipício
Ao invés de causar o cessamento
Sem saber deu origem ao início
Quem segue a frescura
Procede o seguinte:
Tira da vida a doçura
Em nome do requinte
Só quero fazer poesia
E não fazer apologia
Só quero conduzir a reflexão
E não ditar sim ou não
Se eu nada estudar
Sei que irei caducar
Não saberei o que preciso
Quanto mais envelhecer menos amadurecerei
Quanto mais pensar mais enlouquecerei
Tentando entender perderei o juízo
A alegria do pecador
Certamente terminará em dor
Não deixará de ser punido
Mas um justo angustiado
Será no fim consolado
Pois de Deus não está esquecido
Caiu num precipício
Ao invés de causar o cessamento
Sem saber deu origem ao início
Quem segue a frescura
Procede o seguinte:
Tira da vida a doçura
Em nome do requinte
Só quero fazer poesia
E não fazer apologia
Só quero conduzir a reflexão
E não ditar sim ou não
Se eu nada estudar
Sei que irei caducar
Não saberei o que preciso
Quanto mais envelhecer menos amadurecerei
Quanto mais pensar mais enlouquecerei
Tentando entender perderei o juízo
A alegria do pecador
Certamente terminará em dor
Não deixará de ser punido
Mas um justo angustiado
Será no fim consolado
Pois de Deus não está esquecido
Consolos e mensagens esperançosas
Já não estará entregue a própria sorte
Ao apoderar de ti a morte
O seu sofrimento estará acabado
Quando enfim estiver morto e enterrado
Em progressão geométrica aumentamos numerais
É porque enqüanto espero pessoas morrem mais
Há coisas mais vitais
Do que trabalhar e ser angustiado
Há coisas tão normais
Como cair e continuar deitado
O que acontece na realidade
É que ao girar o mundo
Aumenta-se a mortandade
Pessoas começam a morar em local mais profundo
Toda a alegria e tristeza
Dependem do momento
Alcançarei mais nobreza
Quando estiver abaixo do firmamento
Logo comecei a simplesmente a rir
Deitado no meu canto
Porque mesmo sabendo que morri
Insensatos derramaram seu pranto
Logo surtei
E regozijei com toda a alegria
Foi aí que eu lembrei
Pessoas morrem todos os dias
Amada minha queira me desculpar
Pois dessa vez não serei cavalheiro
Ao longo que o tempo passar
Não me negarei o privilégio de morrer primeiro
Oh! Querida, estou a vislumbrar
Quando está para chegar meu momento de glória
Com prazer irás lembrar
O dia que eu entrei para a história
Já não agüento mais esperar
Tenho ansiado muito por essa hora
Eu já irei passear
Diga à vida que fui embora
Ao apoderar de ti a morte
O seu sofrimento estará acabado
Quando enfim estiver morto e enterrado
Em progressão geométrica aumentamos numerais
É porque enqüanto espero pessoas morrem mais
Há coisas mais vitais
Do que trabalhar e ser angustiado
Há coisas tão normais
Como cair e continuar deitado
O que acontece na realidade
É que ao girar o mundo
Aumenta-se a mortandade
Pessoas começam a morar em local mais profundo
Toda a alegria e tristeza
Dependem do momento
Alcançarei mais nobreza
Quando estiver abaixo do firmamento
Logo comecei a simplesmente a rir
Deitado no meu canto
Porque mesmo sabendo que morri
Insensatos derramaram seu pranto
Logo surtei
E regozijei com toda a alegria
Foi aí que eu lembrei
Pessoas morrem todos os dias
Amada minha queira me desculpar
Pois dessa vez não serei cavalheiro
Ao longo que o tempo passar
Não me negarei o privilégio de morrer primeiro
Oh! Querida, estou a vislumbrar
Quando está para chegar meu momento de glória
Com prazer irás lembrar
O dia que eu entrei para a história
Já não agüento mais esperar
Tenho ansiado muito por essa hora
Eu já irei passear
Diga à vida que fui embora
sábado, 2 de novembro de 2013
Gatona-Gatinha
Gatona-gatinha só estou aqui para dizer
Que eu estou amarrado na sua
E estou afim de você
Gatona-gatinha se liga na parada
Só quero saber se por agora
Você quer ser minha namorada
Gatona-gatinha se não quiser não ligo
Mas se rolar, na boa!
Fica comigo!
Estou na sua gatinha
E sei que você está na minha
Se seu pai aparecer eu dô linha
Você é demais gatinha
Alguém como você não fica sozinha!
Porque você é muito descolada
É por isso que com caras maneiros
Como eu
Você será sempre acompanhada
Que eu estou amarrado na sua
E estou afim de você
Gatona-gatinha se liga na parada
Só quero saber se por agora
Você quer ser minha namorada
Gatona-gatinha se não quiser não ligo
Mas se rolar, na boa!
Fica comigo!
Estou na sua gatinha
E sei que você está na minha
Se seu pai aparecer eu dô linha
Você é demais gatinha
Alguém como você não fica sozinha!
Porque você é muito descolada
É por isso que com caras maneiros
Como eu
Você será sempre acompanhada
Suspiros Poéticos aos nossos Ladrões
Por que não podemos puni-lo
Se ele foi um ladrão
Por que vamos deixá-lo fugir?
Se encarcerá-lo é a solução?
E depois por que vamos sustentá-lo?
Se ele sequer trabalhou
Para suar vamos colocá-lo
Para fazer justiça a aquilo que nos roubou
E este assassino
Por que o libertou?
Ele profana o hino
Da pátria que o gerou
E pela sua liberdade o cidadão está em perigo
Ele e os meus filhos que estão comigo
Somente as vítimas são levadas em cativo
E os ladrões são soltos sem nenhum motivo
Mas nossa esperança está no governo de conduta sublime
Pois ele é um valoroso justiceiro
E quem ele fará pagar por esse crime
É o condenado povo brasileiro
Se ele foi um ladrão
Por que vamos deixá-lo fugir?
Se encarcerá-lo é a solução?
E depois por que vamos sustentá-lo?
Se ele sequer trabalhou
Para suar vamos colocá-lo
Para fazer justiça a aquilo que nos roubou
E este assassino
Por que o libertou?
Ele profana o hino
Da pátria que o gerou
E pela sua liberdade o cidadão está em perigo
Ele e os meus filhos que estão comigo
Somente as vítimas são levadas em cativo
E os ladrões são soltos sem nenhum motivo
Mas nossa esperança está no governo de conduta sublime
Pois ele é um valoroso justiceiro
E quem ele fará pagar por esse crime
É o condenado povo brasileiro
Martírio do pobre coitado
Para que vou olhar o que ele fez?
Se todo mundo sabe que ele faz tudo errado?
Que ele em nenhum outro lugar terá vez!
Pois não passa de um pobre coitado!
Todo mundo sabe que ele é burro
E somente faz-nos passar raiva
A vontade é de dar nele um murro
E descarregar nele bíblicas saraivadas!
O que ele merece é sofrer
O que ele merece é empobrecer
O que ele merece é ser constantemente atormentado
O que ele merece é ser constantemente humilhado
Todos nós o odiamos com ódio completo
Descarregaremos nele o nosso furor
Vamos atirar em sua cabeça concreto
Vamos passar em cima dele com um trator
Enforquemo-lo na praça pública
Arranquemos sua cabeça na guilhotina
Afoguemo-lo na piscina
Joguemos seu corpo ao relento
Por causa do que nossos olhos nos mostraram
E o que vimos é verdade
Vamos expulsá-lo da realidade
Pelo pedaço de pão que eu acho que ele pegou
Se todo mundo sabe que ele faz tudo errado?
Que ele em nenhum outro lugar terá vez!
Pois não passa de um pobre coitado!
Todo mundo sabe que ele é burro
E somente faz-nos passar raiva
A vontade é de dar nele um murro
E descarregar nele bíblicas saraivadas!
O que ele merece é sofrer
O que ele merece é empobrecer
O que ele merece é ser constantemente atormentado
O que ele merece é ser constantemente humilhado
Todos nós o odiamos com ódio completo
Descarregaremos nele o nosso furor
Vamos atirar em sua cabeça concreto
Vamos passar em cima dele com um trator
Enforquemo-lo na praça pública
Arranquemos sua cabeça na guilhotina
Afoguemo-lo na piscina
Joguemos seu corpo ao relento
Por causa do que nossos olhos nos mostraram
E o que vimos é verdade
Vamos expulsá-lo da realidade
Pelo pedaço de pão que eu acho que ele pegou
Declaração de amor cientificista
Meus fenômenos psico-fisiológicos foram o gerador
Que foi combustão e combustível
Do qual a nomenclatura é o amor
De explicação incognoscível
Reações químicas e alterações do meu ego
Foram o efeito colateral
E a agora a ti me apego
Em sensação fenomenal!
Em irracional instinto prossigo
Despertando as faculdades sentimentais do dito eu
E agora desejo comigo
Justo o corpo que não é meu
Induziram ser a fórmula da felicidade
A uns foi o vilipêndio da liberdade
Vírus difícil de diagnosticar
Psicopatologia que não se permite curar
Fui tomado por esta epidemia
Meu estado de saúde está em grave termo
Renunciei de mim toda a anarquia
Para lhe declarar que de amor estou enfermo
Que foi combustão e combustível
Do qual a nomenclatura é o amor
De explicação incognoscível
Reações químicas e alterações do meu ego
Foram o efeito colateral
E a agora a ti me apego
Em sensação fenomenal!
Em irracional instinto prossigo
Despertando as faculdades sentimentais do dito eu
E agora desejo comigo
Justo o corpo que não é meu
Induziram ser a fórmula da felicidade
A uns foi o vilipêndio da liberdade
Vírus difícil de diagnosticar
Psicopatologia que não se permite curar
Fui tomado por esta epidemia
Meu estado de saúde está em grave termo
Renunciei de mim toda a anarquia
Para lhe declarar que de amor estou enfermo
Jegue Jumentício
Legendário e extraordinário eqüíneo
Implacável, medonho e sangüíneo
Sabe-se que é animal raríssimo
Lenda ou verdade encarecidíssimo
Matou o leão e se fez o rei da floresta
Enfrentou milhares de homens e deles agora poucos restam
De apenas olhá-lo ninguém tem coragem
Fazer isso é dizer à vida que esta só de passagem
Ele sempre anda sozinho
Quem para perto dele é o espantalho
Se para a morte tem caminho
Certamente ele é o atalho
De todos os animais é o mais perigoso
Perambula destruindo, é animal belicoso
Não sei se isso lhe é agradável
Mas para destruir se demonstra incansável
(...)
Você achava que eu era alienado
Ao invés de crer no que eu havia lhe contado
Agora esta aí no chão:
Caído, morto, ensangüentado e humilhado
Implacável, medonho e sangüíneo
Sabe-se que é animal raríssimo
Lenda ou verdade encarecidíssimo
Matou o leão e se fez o rei da floresta
Enfrentou milhares de homens e deles agora poucos restam
De apenas olhá-lo ninguém tem coragem
Fazer isso é dizer à vida que esta só de passagem
Ele sempre anda sozinho
Quem para perto dele é o espantalho
Se para a morte tem caminho
Certamente ele é o atalho
De todos os animais é o mais perigoso
Perambula destruindo, é animal belicoso
Não sei se isso lhe é agradável
Mas para destruir se demonstra incansável
(...)
Você achava que eu era alienado
Ao invés de crer no que eu havia lhe contado
Agora esta aí no chão:
Caído, morto, ensangüentado e humilhado
Passeio no Cemitério
Fui eu e o meu bem passear no cemitério
Convenci-a despertando-na o gosto pelo mistério
Primeiro questionou se eu pensava que nosso amor era um necrotério
E um pouco resistiu para averiguar se eu falava sério
Veja só aquela tumba!
Olha só se não é a dona Raimunda?
E para que ficar com raiva?
Olha lá se não é o Saraiva!
Seu ex-cônjuge! Quanto tempo!
Não brigue comigo! Apenas curta o momento!
Não foi uma nobre nem vagabunda
Jaz aí, a dona Matilda
(...)
O que aconteceu ao meu amor?
Eu acho que a perdi
Vou procurá-la onde quer que for
Ou ela resolveu ficar por aqui?
Convenci-a despertando-na o gosto pelo mistério
Primeiro questionou se eu pensava que nosso amor era um necrotério
E um pouco resistiu para averiguar se eu falava sério
Veja só aquela tumba!
Olha só se não é a dona Raimunda?
E para que ficar com raiva?
Olha lá se não é o Saraiva!
Seu ex-cônjuge! Quanto tempo!
Não brigue comigo! Apenas curta o momento!
Não foi uma nobre nem vagabunda
Jaz aí, a dona Matilda
(...)
O que aconteceu ao meu amor?
Eu acho que a perdi
Vou procurá-la onde quer que for
Ou ela resolveu ficar por aqui?
Não voltarei mais para lá
Não voltarei mais para lá
Pois lá querem me pegar
E se um dia me acharem
Certamente irão me matar
Não voltarei mais para lá
Para onde eu vou é um mistério
E se lá eu ficar
O meu destino é o cemitério
Não voltarei mais para lá
Não adianta tentar
E se aqui me procurarem
Eu me esconderei acolá
Não voltarei mais para lá
Pois eu quero seguir viagem
Não adianta me pegar
E me tirar da malandragem
E se me quiserem de novo
E se eles se fizerem de bobos
Eles não vão me enganar
E se forem me perguntar
A resposta sempre será:
Não voltarei mais para lá
Pois lá querem me pegar...
Pois lá querem me pegar
E se um dia me acharem
Certamente irão me matar
Não voltarei mais para lá
Para onde eu vou é um mistério
E se lá eu ficar
O meu destino é o cemitério
Não voltarei mais para lá
Não adianta tentar
E se aqui me procurarem
Eu me esconderei acolá
Não voltarei mais para lá
Pois eu quero seguir viagem
Não adianta me pegar
E me tirar da malandragem
E se me quiserem de novo
E se eles se fizerem de bobos
Eles não vão me enganar
E se forem me perguntar
A resposta sempre será:
Não voltarei mais para lá
Pois lá querem me pegar...
I
No inferno há mais mistérios
Estarão lá os curiosos
E lá permanecerão eternamente sem as respostas.
Estarão lá os curiosos
E lá permanecerão eternamente sem as respostas.
domingo, 11 de agosto de 2013
(.)
- Eu sou (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)(.)
Breve Diálogo das Virtudes do Otimismo e do Pessimismo
- Eu faço as grandes obras continuarem!
- Eu evito equívocos...
- Eu sou a alegria do coração!
- Eu pelo menos não embriago ninguém.
- Eu sou mais sublime!
- Eu sou mais acessível.
- Eu evito equívocos...
- Eu sou a alegria do coração!
- Eu pelo menos não embriago ninguém.
- Eu sou mais sublime!
- Eu sou mais acessível.
(.)
- Reconheço que se não há sentido para a vida, este deve ser inventado. Mas em verdade, confesso: Não tenho criatividade para isso.
- Não sou pessimista, minha esperança é que é irônica.
Manifesto Racional
MANIFESTO RACIONAL
A VERDADE É ABSURDA!
(Não há amor além da racionalidade)
Evidências da inexistência dos sentimentos
(A verdade é absurda mesmo...)
1.ª O sentimento não tem unidade de medida, se não tem unidade de medida não pode ser expressado matematicamente e se não pode ser expressado matematicamente: Não existe!
2.ª Sentimento é acessório e não é fundamental para a existência humana, visto que não podemos sobreviver sem a razão e os instintos, entretanto sem sentimentos, sim.
3.ª O sentimento é uma crença e não é fisiológico, porque as finalidades dos sentimentos geralmente são contrárias as inclinações do instinto. Não sendo o sentimento fisiológico, resta ele ser apenas algo metafísico, sendo metafísico é inexistente e o plano onde ele atua não é o da razão e sim, o da imaginação.
Breve projeção para o futuro de uma humanidade em apogeu racional: A esperança, o amor, a fé e os demais sentimentos limitar-se-ão a idéias, então o mundo terá abundante paz e harmonia.
FIM!
A VERDADE É ABSURDA!
(Não há amor além da racionalidade)
Evidências da inexistência dos sentimentos
(A verdade é absurda mesmo...)
1.ª O sentimento não tem unidade de medida, se não tem unidade de medida não pode ser expressado matematicamente e se não pode ser expressado matematicamente: Não existe!
2.ª Sentimento é acessório e não é fundamental para a existência humana, visto que não podemos sobreviver sem a razão e os instintos, entretanto sem sentimentos, sim.
3.ª O sentimento é uma crença e não é fisiológico, porque as finalidades dos sentimentos geralmente são contrárias as inclinações do instinto. Não sendo o sentimento fisiológico, resta ele ser apenas algo metafísico, sendo metafísico é inexistente e o plano onde ele atua não é o da razão e sim, o da imaginação.
Breve projeção para o futuro de uma humanidade em apogeu racional: A esperança, o amor, a fé e os demais sentimentos limitar-se-ão a idéias, então o mundo terá abundante paz e harmonia.
FIM!
Oração a Deus
- Óh! Pai eterno! Afastai-me da vaidade!
- Vaidade de quê?
- Da castidade...
- Oh Deus! Manifestai tua bondade!
- Como?
- Não através de mim, mas para mim...
- Vaidade de quê?
- Da castidade...
- Oh Deus! Manifestai tua bondade!
- Como?
- Não através de mim, mas para mim...
(.)
- Na violência há morte, há perdas e há diversão.
- Aprenda a ver as coisas ruins da vida, pois é só o que há.
- Tirai os mortos dos cemitérios, sepultai os vivos e salvemos o mundo!
- (...) busca d(...) (...)s deve ser (...) (...) (...) (...) e não (...) (...).
Nota introdutória:
Oh! Que prazer dar uma nota introdutória a essa verdadeira defesa dos princípios éticos do meu partido. Isso não é uma coleção de pintura: É um aglomerado de poemas. E não julgue o leitor precipitado, portanto, que o autor é um pintor tampouco alguém metafísico. Segundo nos ensina à lógica, Sócrates é um ser humano, todo ser humano é real. Poetas são humanos, logo os poetas são reais. E o poeta é real!
(...) (...) (...)
“Uma vitória da espiritualidade contra o niilismo”. (...) (...) (...).
“Um thriller sufocante de tirar o fôlego”. (...) (...)
domingo, 28 de julho de 2013
Alma Anima Corpo
Eu tenho meu Candeeiro em mãos e ando a Noite
A Flama ilumina bem rente ao meu rosto dele dissipa trevas
As Trevas-Azuis da Paisagem Bonita se conservam intactas para nosso Bem no Belo
Eu deslizo sobre Terra e Ela como Areia Bailarina
Se desloca fácil por Amor
É porque o Caminho se faz Nome da Beleza se faz Presente
Eu busco a Lua olha bem para o alto e vejo Seu Rosto
Tua Pele e teu Cabelo de Leoa me faz bem
Ao teu redor a Noite agradavelmente tão mais Negra
Te amo tanto que vejo que a Noite ama tanto ao ponto
De abraçar um azul anil das Nuvens Trocadas
Te abraçar me faz tão bem e feliz que uma espécie de Verde que só você pode decifrar cai aqui bem perto de meu caminho,
Bem como o teu beijo que me faz andar Máscara jogar Pétalas Rosas durante Seu Caminho depois me retirar
Tudo isso durante um Ano quando a Máscara deve cair para dar lugar as Confissões d'Amor que se seguirão por Tempo Infindo
E precipitava um branco quase cinza com grande chance de ser azul bem perto de meu caminho
Assim te amo e vejo como é bom ter você em meus braços.
(Todas as possibilidade... Nestes Corações... Areia Bonita... Chuva... A Sua Volta)
Não precisamos de ninguém ver isso para dizer que é bom
Porque se trata do Bem em Si Fonte das Benevolências
(Por amor se el ser infinda... Com teus amigos ao teu ofício desfile caminho testemunhar o amor reunidos... Frente ao Estabelecido - E Nós por Completo - Tempo Herdeiro)
Nós gostamos de brincar atirando Olhares para o Nada
É algo que faz Sentido para mim
Há um Sentido que desconheço e que nos acompanha
Sentido da Vida el mesm Revelado Existente e há para Nós
Sempre Durante Mudado o qual o Vento não supera
Nos guia e nos alegra porque vários são os nossos corações
Pois lembramos a Areia Bailarina
E isso não é Nada
Senão o Nada por Completo
Eu e você...
Nós... Acompanhantes das Danças do Tempo
D'Temp que quer Ser Bailarin
Se Ser El não será mais
e Nós com el seremos Mais
(Instântaneo devagar Revelação d'amor... É obviedade Sol momento - Nômade - Coração em Coração no mundo me pediu e... Cresceu em mim o senso que você me queria aqui fazer o senso ao consenso o amar ao amar são do céu - O Céu que é... Que é nosso - que damos que é amor - É Nós)
Ah! Ela coloca os dedos em minha testa
Visão, Calor, um ConЄerto
Grande e maior Presente Amor Amigos Vários
(Diálogo)
(O que fazem...)
Dos seus dedos A Essência
Guardas a Origem me faz bem
Promessa vivemos. Ah! Com obram bem nossas mãos dadas
E o que fazem separadas nos auxilia tão bem
Tal qual nós a receber graças do que por elas é feito
E a descobrir com ir bem do Coração ao nosso
Já havemos com Tributo o não aproveitamento de Tudo
E é bom que seja assim
Assim a Vida Bela
Vamos de Direção em Direção
Noss Pacto com o Universo
Quaranti achemos graças Momento
(Confesso que hei olvidado um sonho
Eu gosto de vê-la cantar
Ilua tal Sonho)
Todas as Canções de Amor fazem Sentido
E o Sentido deve mudar
Com não poder ter graças e... Te ver mudar?
Pois nisso o Amor é Grande
Amar é Transformação... É Transformar
Nós seremos transformados
Eu e Você
Eu em Você
Você em Mim
Trabalho é amar
É transformar
Somos o Universo inteiro pela frente para isso
Declarações de Amor são vazias
E o Vazio mata
Apenas Corações Transbordantes
Tal o meu e o teu sobrevivem
A Selva a se descobrir é bonita
Os Céus chovem Areia sobre nós
Somos Edificadores de Outros Espíritos/ Tempos de Ouro
Alterados entre mãos dadas
Nossa Átria, Nossa Ação
(Coração assim amar intacta)
E daqueles que amaram antes daqueles que somos antes
Somos Herdeiros Este Amor tem Aroma de Rosas
Aspecto de Quadro Estamos na Constância de Brincar
Na Perseverança da Idéia o Amor para os que a Ele são Sábios
Que só para ele sossegam ou a luta sem se curvarem jamais
A Perseverança do Jardim e a Justa Estação amam
Porque vivemos isso Carinho
Tu e Eu
Legaremos amor a todas as Gentes
(E inflamar chamas) (Lábios-Sinfonia)
Seremos Pais e Mães de Muitos |Que inda será tal
Colocando todos embaixo de nossas asas|Vôo com nossas asas
e arremessando eles para os céus |Caso retornem com uma água
(Declaração: Adoro Cousas Bonita |bonita/E um gosto
Que fazem sonhar: Tal é meu Sonho |suave em Bocas de Fogo
Poder delirar um amor/Já que por |Passarão a ter Asas-Bonita
agora/ Só isso vivo |Que poderão chamar e chamas
|de Vossas
(Contaste período em que se atirou rosas e jogou-se a Máscara/ Muita coisa a se explicar...)
Que Imenso é Ser
As notas que anunciam tua chegada
Teus passos que anunciam Tua Dança
Que vai tão bem com o que Tu És
Sem cessar envia-me Cartas
E recebo tratados
(Uma linha diário/ Na carta diário/ Um Sussurro de Segredos/ Longos e cadenciados posto que são desejados/ Alterados transformados/ Recorrer as Outras Artes... Porto Peito Herança Esperança de Amores Replentes para saber e Rebento...)
E nas Tuas pausas... Tudo o que em mim há para ti é querer saber
Un Verso longo cadenciado de teus Lábios-Sinfonia
Transformado e a Mensagem
Intermitente trocada é então Cantata
Pergunto-me com deve ser?
As Ondas do Mar me parecem exatas
- O Vento me parece solidário/ E tudo chega
a parecer exatidão para contrastar com o fato
De que só Você é Mistério
Dito Proibido: Sei que me apaixonarei novamente
Paixões Inúmeras tal qual me contaste e me
inflamaste Que em Ti encontram o Perfeito
Recreio e Reincendeio | Flama dos Humanos Peitos
| Natura do Incendiar que move Mundos
(Flor do Campo - Vazio Vaso Florível - Campos de Flores Flores de Campos - Quiseste...)
Lua Minha
Amada Minha dos Lábios de Mel
Do céu correm rios de bonitos azuis brilhantes
Do meu coração fluem multiplicando amor fiel
Vestes de lua estrelas, co'um tom inda
Das cores dos Cravos vindas dos ares d'Tua Sina
Dos Alados Seres és Amiga e Criadora
Os caminhos meus abençoa
e alumia. Tempo de te amar outra vez
em mudado tempo. Alento, carinho
amor é viver contigo amores -
Intento. Hortelã e avelã - Sinta!
Cores amores e ametista - Brisa
é este amor bem chegado ao peito
de aumentarmos este o coração urge e necessita
Ataste o Conhecimento dos Seres a Tua Mão
E da Cor Marfim Natura pediste-a na Verdade e em Vento Amplo
Senti-me Azul e isso foi minha Navegação
Para as Lições-Caminho que correm para Teu Floríssimo Campo
(Misteriosa... E Paredes... Paisagens... Alterável... Reescrito... Recrível... Pleno... Reacreditado... Confessado... Sons)
Das Venturas ali colhi um dia em riqueza de Sons
Era eu imerso no que nascia enraizado na tua plana de palavras
A Liberdade tu em presteza declaravas
E ao Tempo amizade para apreciar teus tons
(Harmonia| Melodia | Várias| Bonitas|)
Amada Minha Lua Escarlata
Matizes Vermelhas Milhares
É o teu pleno Amor em Generosidades
Gostaria de adorná-la ainda
Co'um Sorriso de Criança
Para precipitar em teu seio harmonia e feliz e tanta
Desesperos! Desperos d'amor
Iluminado, sôfrego inda mais seja
Mais-muito-mais coração meu te deseja
Mais inflamado será inda quando ao teu lado for
Bate coração meu em teu ritmo!
As demais cousas estas fugidio
Cousas não tuas não me importarei
Escutei de Ti e eu acredito
Inúmeras Passagens para uma vez abraçados
Montanhas para voarmos e céu para gloriarmos
De um Mundo quão mais Descoberto mais Bonito
Rainha Melodia do Nome Mistério
Já abri a janela tanto para
O Ciumento Sol e a Dina Lua
Com a mais certa resolução de te amar
(Eu sou... Apenas... Sem Intermediação / Instantâneo / Sem Meio em Começo Só Fim| Nascimento| Mais... Todas as Gentes... O que é... Tudo.... {A Busca pela Verdade} Para Revelar| Passeio no Mundo| Alçou a Chuva|)
Depois de ver em seus olhos vi da Janela
As Sementes que lançaste ao Céu
Ofereceram em Generosidade a todos os frutos
Enlevando Seres Compartilhando Asas
De lá precipitam as folhas anunciando mais árvores
Ah! Quão bom foi para a Terra
O Dia que decidiste o Céu teu Jardim
(Alegria... Agradastes... Das Águas... Invoca... Evoca... Benditas)
Oh! Beleza e Força em ti Dama Teu Alto do Amor Estandarte
Vossa Sabedoria lembra e ao lembrar convocaste
O Nascimento do Sol e os Pensamentos Abençoantes das Estrelas
Os Cantares-Mor e Carícias Inúmeras em meu rosto só de vê-la
(Agora... Sei... Universo... Ordem... Beleza... Justo... A Beleza é mais Bela que a Beleza| Seu Nome| Beleza| Digníssima| Di'na)
O Amor quero suave em peito
Visto que nele virás reclinar
Moradas, Estradas, Amor
Quisera eu em todo lugar
Estendo a Ti minhas mãos
A Ti confiadas
Amada, Fonte de Justiça
Eu me entrego| Eu te amo | E assim espero|
Que assim seja em quando houver de ser
Pois amor deve ir a Ti| Isso é Caminho
Nele colho Canções e louvor
Para Você no Beijo confio para que entregue-os a ti
É só para ti este momento| E até me ausento| Amar, amar, amar...
Amada, Amada, Amada| Te amo tanto
Amor para teu coração| Amor para mim lhe dar
Sopro de Vento, Natura Bella| Todas as Exclamações Revogadas
Percebo e colho de Tudo Beleza e Verdade
É te amar!
Beijo:
Se é tempo das Cousas terem seu Fim
E nós arbitrarmos o Fim e ele nos sorrir
Cortezmente é hora de dar-nos as mãos
E as bocas um ao outro
Você está bela no Templo de Rosas
Adornada estas
Em teu cabelo reluzente uma Rosa
Em tuas mãos que bem flutuam a Outra Rosa
Sorris Meiga apoiada No Muro-Janela perto da Coluna
Tudo devidamente avermelhado
Amarelado, Anuviado
Sobre as nuvens mesas onde se assentam
Os Escolhidos a guardar a Alta Sabedoria
Estas a emanar a Beleza e sinto-a
Posso ser um Guardador também
Chamas Amigos e Amigas
Para cantar e declarar Discursos Plenos
Tudo devidamente...
Sinto tão feliz pois amo suas cores... E sossego
Porque é bom te amar em tão Alto Bem
A Flama ilumina bem rente ao meu rosto dele dissipa trevas
As Trevas-Azuis da Paisagem Bonita se conservam intactas para nosso Bem no Belo
Eu deslizo sobre Terra e Ela como Areia Bailarina
Se desloca fácil por Amor
É porque o Caminho se faz Nome da Beleza se faz Presente
Eu busco a Lua olha bem para o alto e vejo Seu Rosto
Tua Pele e teu Cabelo de Leoa me faz bem
Ao teu redor a Noite agradavelmente tão mais Negra
Te amo tanto que vejo que a Noite ama tanto ao ponto
De abraçar um azul anil das Nuvens Trocadas
Te abraçar me faz tão bem e feliz que uma espécie de Verde que só você pode decifrar cai aqui bem perto de meu caminho,
Bem como o teu beijo que me faz andar Máscara jogar Pétalas Rosas durante Seu Caminho depois me retirar
Tudo isso durante um Ano quando a Máscara deve cair para dar lugar as Confissões d'Amor que se seguirão por Tempo Infindo
E precipitava um branco quase cinza com grande chance de ser azul bem perto de meu caminho
Assim te amo e vejo como é bom ter você em meus braços.
(Todas as possibilidade... Nestes Corações... Areia Bonita... Chuva... A Sua Volta)
Não precisamos de ninguém ver isso para dizer que é bom
Porque se trata do Bem em Si Fonte das Benevolências
(Por amor se el ser infinda... Com teus amigos ao teu ofício desfile caminho testemunhar o amor reunidos... Frente ao Estabelecido - E Nós por Completo - Tempo Herdeiro)
Nós gostamos de brincar atirando Olhares para o Nada
É algo que faz Sentido para mim
Há um Sentido que desconheço e que nos acompanha
Sentido da Vida el mesm Revelado Existente e há para Nós
Sempre Durante Mudado o qual o Vento não supera
Nos guia e nos alegra porque vários são os nossos corações
Pois lembramos a Areia Bailarina
E isso não é Nada
Senão o Nada por Completo
Eu e você...
Nós... Acompanhantes das Danças do Tempo
D'Temp que quer Ser Bailarin
Se Ser El não será mais
e Nós com el seremos Mais
(Instântaneo devagar Revelação d'amor... É obviedade Sol momento - Nômade - Coração em Coração no mundo me pediu e... Cresceu em mim o senso que você me queria aqui fazer o senso ao consenso o amar ao amar são do céu - O Céu que é... Que é nosso - que damos que é amor - É Nós)
Ah! Ela coloca os dedos em minha testa
Visão, Calor, um ConЄerto
Grande e maior Presente Amor Amigos Vários
(Diálogo)
(O que fazem...)
Dos seus dedos A Essência
Guardas a Origem me faz bem
Promessa vivemos. Ah! Com obram bem nossas mãos dadas
E o que fazem separadas nos auxilia tão bem
Tal qual nós a receber graças do que por elas é feito
E a descobrir com ir bem do Coração ao nosso
Já havemos com Tributo o não aproveitamento de Tudo
E é bom que seja assim
Assim a Vida Bela
Vamos de Direção em Direção
Noss Pacto com o Universo
Quaranti achemos graças Momento
(Confesso que hei olvidado um sonho
Eu gosto de vê-la cantar
Ilua tal Sonho)
Todas as Canções de Amor fazem Sentido
E o Sentido deve mudar
Com não poder ter graças e... Te ver mudar?
Pois nisso o Amor é Grande
Amar é Transformação... É Transformar
Nós seremos transformados
Eu e Você
Eu em Você
Você em Mim
Trabalho é amar
É transformar
Somos o Universo inteiro pela frente para isso
Declarações de Amor são vazias
E o Vazio mata
Apenas Corações Transbordantes
Tal o meu e o teu sobrevivem
A Selva a se descobrir é bonita
Os Céus chovem Areia sobre nós
Somos Edificadores de Outros Espíritos/ Tempos de Ouro
Alterados entre mãos dadas
Nossa Átria, Nossa Ação
(Coração assim amar intacta)
E daqueles que amaram antes daqueles que somos antes
Somos Herdeiros Este Amor tem Aroma de Rosas
Aspecto de Quadro Estamos na Constância de Brincar
Na Perseverança da Idéia o Amor para os que a Ele são Sábios
Que só para ele sossegam ou a luta sem se curvarem jamais
A Perseverança do Jardim e a Justa Estação amam
Porque vivemos isso Carinho
Tu e Eu
Legaremos amor a todas as Gentes
(E inflamar chamas) (Lábios-Sinfonia)
Seremos Pais e Mães de Muitos |Que inda será tal
Colocando todos embaixo de nossas asas|Vôo com nossas asas
e arremessando eles para os céus |Caso retornem com uma água
(Declaração: Adoro Cousas Bonita |bonita/E um gosto
Que fazem sonhar: Tal é meu Sonho |suave em Bocas de Fogo
Poder delirar um amor/Já que por |Passarão a ter Asas-Bonita
agora/ Só isso vivo |Que poderão chamar e chamas
|de Vossas
(Contaste período em que se atirou rosas e jogou-se a Máscara/ Muita coisa a se explicar...)
Que Imenso é Ser
As notas que anunciam tua chegada
Teus passos que anunciam Tua Dança
Que vai tão bem com o que Tu És
Sem cessar envia-me Cartas
E recebo tratados
(Uma linha diário/ Na carta diário/ Um Sussurro de Segredos/ Longos e cadenciados posto que são desejados/ Alterados transformados/ Recorrer as Outras Artes... Porto Peito Herança Esperança de Amores Replentes para saber e Rebento...)
E nas Tuas pausas... Tudo o que em mim há para ti é querer saber
Un Verso longo cadenciado de teus Lábios-Sinfonia
Transformado e a Mensagem
Intermitente trocada é então Cantata
Pergunto-me com deve ser?
As Ondas do Mar me parecem exatas
- O Vento me parece solidário/ E tudo chega
a parecer exatidão para contrastar com o fato
De que só Você é Mistério
Dito Proibido: Sei que me apaixonarei novamente
Paixões Inúmeras tal qual me contaste e me
inflamaste Que em Ti encontram o Perfeito
Recreio e Reincendeio | Flama dos Humanos Peitos
| Natura do Incendiar que move Mundos
(Flor do Campo - Vazio Vaso Florível - Campos de Flores Flores de Campos - Quiseste...)
Lua Minha
Amada Minha dos Lábios de Mel
Do céu correm rios de bonitos azuis brilhantes
Do meu coração fluem multiplicando amor fiel
Vestes de lua estrelas, co'um tom inda
Das cores dos Cravos vindas dos ares d'Tua Sina
Dos Alados Seres és Amiga e Criadora
Os caminhos meus abençoa
e alumia. Tempo de te amar outra vez
em mudado tempo. Alento, carinho
amor é viver contigo amores -
Intento. Hortelã e avelã - Sinta!
Cores amores e ametista - Brisa
é este amor bem chegado ao peito
de aumentarmos este o coração urge e necessita
Ataste o Conhecimento dos Seres a Tua Mão
E da Cor Marfim Natura pediste-a na Verdade e em Vento Amplo
Senti-me Azul e isso foi minha Navegação
Para as Lições-Caminho que correm para Teu Floríssimo Campo
(Misteriosa... E Paredes... Paisagens... Alterável... Reescrito... Recrível... Pleno... Reacreditado... Confessado... Sons)
Das Venturas ali colhi um dia em riqueza de Sons
Era eu imerso no que nascia enraizado na tua plana de palavras
A Liberdade tu em presteza declaravas
E ao Tempo amizade para apreciar teus tons
(Harmonia| Melodia | Várias| Bonitas|)
Amada Minha Lua Escarlata
Matizes Vermelhas Milhares
É o teu pleno Amor em Generosidades
Gostaria de adorná-la ainda
Co'um Sorriso de Criança
Para precipitar em teu seio harmonia e feliz e tanta
Desesperos! Desperos d'amor
Iluminado, sôfrego inda mais seja
Mais-muito-mais coração meu te deseja
Mais inflamado será inda quando ao teu lado for
Bate coração meu em teu ritmo!
As demais cousas estas fugidio
Cousas não tuas não me importarei
Escutei de Ti e eu acredito
Inúmeras Passagens para uma vez abraçados
Montanhas para voarmos e céu para gloriarmos
De um Mundo quão mais Descoberto mais Bonito
Rainha Melodia do Nome Mistério
Já abri a janela tanto para
O Ciumento Sol e a Dina Lua
Com a mais certa resolução de te amar
(Eu sou... Apenas... Sem Intermediação / Instantâneo / Sem Meio em Começo Só Fim| Nascimento| Mais... Todas as Gentes... O que é... Tudo.... {A Busca pela Verdade} Para Revelar| Passeio no Mundo| Alçou a Chuva|)
Depois de ver em seus olhos vi da Janela
As Sementes que lançaste ao Céu
Ofereceram em Generosidade a todos os frutos
Enlevando Seres Compartilhando Asas
De lá precipitam as folhas anunciando mais árvores
Ah! Quão bom foi para a Terra
O Dia que decidiste o Céu teu Jardim
(Alegria... Agradastes... Das Águas... Invoca... Evoca... Benditas)
Oh! Beleza e Força em ti Dama Teu Alto do Amor Estandarte
Vossa Sabedoria lembra e ao lembrar convocaste
O Nascimento do Sol e os Pensamentos Abençoantes das Estrelas
Os Cantares-Mor e Carícias Inúmeras em meu rosto só de vê-la
(Agora... Sei... Universo... Ordem... Beleza... Justo... A Beleza é mais Bela que a Beleza| Seu Nome| Beleza| Digníssima| Di'na)
O Amor quero suave em peito
Visto que nele virás reclinar
Moradas, Estradas, Amor
Quisera eu em todo lugar
Estendo a Ti minhas mãos
A Ti confiadas
Amada, Fonte de Justiça
Eu me entrego| Eu te amo | E assim espero|
Que assim seja em quando houver de ser
Pois amor deve ir a Ti| Isso é Caminho
Nele colho Canções e louvor
Para Você no Beijo confio para que entregue-os a ti
É só para ti este momento| E até me ausento| Amar, amar, amar...
Amada, Amada, Amada| Te amo tanto
Amor para teu coração| Amor para mim lhe dar
Sopro de Vento, Natura Bella| Todas as Exclamações Revogadas
Percebo e colho de Tudo Beleza e Verdade
É te amar!
Beijo:
Se é tempo das Cousas terem seu Fim
E nós arbitrarmos o Fim e ele nos sorrir
Cortezmente é hora de dar-nos as mãos
E as bocas um ao outro
Você está bela no Templo de Rosas
Adornada estas
Em teu cabelo reluzente uma Rosa
Em tuas mãos que bem flutuam a Outra Rosa
Sorris Meiga apoiada No Muro-Janela perto da Coluna
Tudo devidamente avermelhado
Amarelado, Anuviado
Sobre as nuvens mesas onde se assentam
Os Escolhidos a guardar a Alta Sabedoria
Estas a emanar a Beleza e sinto-a
Posso ser um Guardador também
Chamas Amigos e Amigas
Para cantar e declarar Discursos Plenos
Tudo devidamente...
Sinto tão feliz pois amo suas cores... E sossego
Porque é bom te amar em tão Alto Bem
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Karma
Então é isso que é Karma?
Misturar o que sou com o que não sei de mim?
Então é isso que é conhecimento?
Ignorar o mistério e ser as leis de eterno saber?
Que nos seja dado o conhecimento dos mortos
Pois, os livros dos mortos
Já foram dados a todos nós
Que algum corpo se digne a observar
O mar transformado em estrelas
As ondas em estrelas e perguntando
Que mar? Que estrelas? Que mudar lugar?
Olhei para o céu à noite
E percebi e contei
Os Anjos de Deus são Sete
E o mistério da eternidade já vos foi dito
Não há lugar para vós no paraíso
Não percam tempo se maravilhando
Apressem-se!
Pois os vossos cabelos já foram contados
E a nenhum ser humano foi retirado o privilégio de morrer
A não ser ao Andante Enoque
E a Elias Profeta
Eternos Malditos
Já vos foi dito
"É necessário rir"
Pois, tudo acaba com um sorriso
E um beijo
Que vós não sentireis
Mas que rirão vossos filhos
O caminho... O caminho senhor
É pela mão esquerda
- BASTA!
Misturar o que sou com o que não sei de mim?
Então é isso que é conhecimento?
Ignorar o mistério e ser as leis de eterno saber?
Que nos seja dado o conhecimento dos mortos
Pois, os livros dos mortos
Já foram dados a todos nós
Que algum corpo se digne a observar
O mar transformado em estrelas
As ondas em estrelas e perguntando
Que mar? Que estrelas? Que mudar lugar?
Olhei para o céu à noite
E percebi e contei
Os Anjos de Deus são Sete
E o mistério da eternidade já vos foi dito
Não há lugar para vós no paraíso
Não percam tempo se maravilhando
Apressem-se!
Pois os vossos cabelos já foram contados
E a nenhum ser humano foi retirado o privilégio de morrer
A não ser ao Andante Enoque
E a Elias Profeta
Eternos Malditos
Já vos foi dito
"É necessário rir"
Pois, tudo acaba com um sorriso
E um beijo
Que vós não sentireis
Mas que rirão vossos filhos
O caminho... O caminho senhor
É pela mão esquerda
- BASTA!
terça-feira, 26 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
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