- Qualquer obra minha é protegida por arrogância: São corretas em si apenas e tomam prazer em serem reconhecidas desta maneira. Toda crítica que sequer menciona ou não tenha em mente essa arrogância para se manifestar, não se baseia nos fatos nem a verdade será com ela. O que escrevi é apenas arte. As coisas são apenas o que são. Se amor tendes a este princípio apartai delas o fermento dos fariseus.
- Mas, por que disse isto, qual finalidade?
- Senhores! Vocês tão tão complicados. - Eu quero sorrir, ser feliz agora, credes que sairei desse estado para dar respostas aos seus espíritos perturbados, curiosos e céticos? Nada farei a vocês a não ser escarnecer de vossa atitude e me vangloriar por não ter em mim coisa semelhante. Credes que lhes darei resposta que me custe? Não sou altruísta.
- Todos nós nascemos para ser poetas do amor. Todavia não quero ser como os profetas que como registrou a Bíblia: “Anunciam paz quando não há paz”! E por ser palavra de profecia selo com a verdade! Amém!
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