Eu canto ali
Faço um poema acolá
Sou um poeta Parnasiano
Leio o jornal
Sou o Filósofo do drama cotidiano
Invento uma brasilidade de vez em quando
Quando não tenho o que fazer
Falsifico nossos costumes
Depois vendo para você
Você finge que não me conhece
Mas me vê em tudo
E teu próximo me usa para te ver
E nada poderás fazer para escapar
Te conto histórias
Te dou conselhos
Te ensino a viver
Te informo a respeito de tudo
E você é um bom menino
Que não desliga a televisão
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